agronegócio Archives | Rehagro Blog https://blog.rehagro.com.br/tag/agronegocio/ Mon, 13 Feb 2023 08:21:38 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.1.1 https://blog.rehagro.com.br/wp-content/uploads/2018/05/favicon-rehagro.png agronegócio Archives | Rehagro Blog https://blog.rehagro.com.br/tag/agronegocio/ 32 32 Eficiência e sustentabilidade na pecuária leiteira https://blog.rehagro.com.br/eficiencia-e-sustentabilidade-na-pecuaria-leiteira/ https://blog.rehagro.com.br/eficiencia-e-sustentabilidade-na-pecuaria-leiteira/#respond Tue, 03 Jan 2023 15:00:40 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=16896 Muito provavelmente a sustentabilidade seja o tema de maior atenção da sociedade nos últimos anos. Ainda mais quando se pensa nas atividades do agronegócio. Hoje em dia, ter processos que garantam a mitigação e o bom uso dos recursos naturais é uma obrigação. A pecuária leiteira possui grandes exemplos que reforçam essa responsabilidade do setor […]

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Muito provavelmente a sustentabilidade seja o tema de maior atenção da sociedade nos últimos anos. Ainda mais quando se pensa nas atividades do agronegócio.

Hoje em dia, ter processos que garantam a mitigação e o bom uso dos recursos naturais é uma obrigação. A pecuária leiteira possui grandes exemplos que reforçam essa responsabilidade do setor e do agronegócio.

Ações rotineiras realizadas nas fazendas produtoras de leite reduzem a pegada ambiental e intensificam a produção sustentável.

Algumas dessas ações, justamente por serem de rotina, acabando caindo no modo automático e podem passar desapercebidas como sendo um evento de sustentabilidade.

Relembrá-las é sempre importante para que possam servir de exemplo e estímulo para as fazendas, não somente pela questão ambiental, mas também pelo aspecto econômico que elas representam à cadeia.

 

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Como as fazendas de leite brasileiras praticam a sustentabilidade ambiental?

Dados do último levantamento anual das 100 maiores propriedades leiteiras do Brasil feito pelo MilkPoint traçou como as fazendas estão atuando em relação à sustentabilidade ambiental. O fato é que todas as fazendas que compõe o ranking praticam pelo menos uma ação sustentável.

Trazer estas informações para a luz da sociedade é fundamental. Afinal, vide a representatividade e a importância do agronegócio e da pecuária leiteira nos quesitos sociais e econômicos.

O acondicionamento dos dejetos em esterqueiras para serem utilizados em lavouras e pastagens é a prática mais aplicada nas fazendas leiteiras do país, seguido pela geração e utilização de energias renováveis e pelo uso racional da água. Essas são apenas algumas das ações sustentáveis que fazem parte da extensa lista que é realidade nas propriedades.

Todas estas medidas são motivadas por fatores determinantes, como a preocupação ambiental dos produtores para manutenção dos recursos naturais, adequação à legislação ambiental, retorno financeiro das ações sustentáveis, atendimento das tendências de consumo e das demandas das empresas do setor lácteo.

Pautas ambientais na pecuária leiteira são comuns, se fazem necessárias e são atendidas com grande expressividade.

Reciclagem da água

Engana-se quem pensa que o uso da água em propriedades leiteiras não é sustentável. Fazendas tecnificadas são projetadas para que grande parte do volume de água seja reutilizado diariamente em ciclos nas atividades corriqueiras, como limpeza de corredores, pista de trato e sala de espera.

Dados da Embrapa Gado de Leite mostram que a reciclagem de água nas fazendas leiteiras é responsável por uma economia hídrica de 82,5 a 86,0% em relação aos processos que não reaproveitam água residuária. O percentual economizado pode ser até maior em sistemas que possuem captação de água pluvial.

Estas informações afirmam e reafirmam que a reciclagem da água para limpeza das instalações nos sistemas de bovinos leiteiros gera redução considerável no consumo de água “limpa” e de energia elétrica. Prática sustentável de grandes benefícios para o meio ambiente, para a eficiência da fazenda e para o bolso do produtor.

Fertirrigação e biogás

Uma situação bastante usual encontrada nas fazendas leiteiras é o direcionamento das águas residuárias a sistemas de tratamento hídrico.

Junto ao volume de água vão também os dejetos sólidos e líquidos dos animais. Ao passar por etapas específicas de separação é possível obter produtos de grande valor ao final do processo com concentração de nutrientes.

A fertirrigação é uma das possibilidades de uso dos dejetos líquidos.

Estudos mostram que o aproveitamento de águas residuárias ricas em nutrientes na fertirrigação de lavouras e pastagens contribui para o aumento da produtividade da cultura, na qualidade do alimento, na economia de fertilizantes químicos e na melhoria de características físicas, químicas e biológicas do solo. Por meio deste biofertilizante é possível ter saneamento ambiental e restituir parte dos nutrientes consumidos pelas culturas.

Os benefícios vão além. A fermentação da biomassa dos dejetos em ambiente controlado, conhecido como biodigestor, é capaz de entregar uma fonte de energia para a fazenda, o biogás.

Com a canalização do biogás e ajustes relacionados à parte de energia nas instalações é possível viabilizar o funcionamento de diversos setores da fazenda, como, por exemplo, sistemas de ordenha, resfriamento térmico e escritório. A economia com energia elétrica se torna evidenciada nessa situação, contribuindo para redução desse item no custo de produção do leite.

Fazendas que dispõe de fertirrigação e biogás tendem a serem mais eficientes na produção de leite, tanto pelo aumento da produtividade e da qualidade da comida dos animais, na economia de fertilizantes químicos e no consumo de energia elétrica, quanto pelo uso racional dos recursos e dos insumos.

Fertilizantes pela cama

O modelo de criação dos rebanhos também pode ser um grande aliado à produção sustentável de leite. O sistema de Compost Barn, por exemplo, pode fornecer um excelente fertilizante orgânico para as áreas de produção de comida.

A cama dos animais, que geralmente é constituída por serragem, maravalha ou casca de café, passa por um processo de compostagem em que os microrganismos utilizam a matéria orgânica como substrato. Matéria orgânica que é formada pelo material da cama adicionado dos dejetos das vacas.

Após o ciclo de compostagem, a cama é retirada de forma total ou parcial e direcionada para as áreas de agricultura.

Assim como na fertirrigação, o uso da cama de compostagem nas lavouras também reduz a necessidade de fertilizantes químicos e contribui para melhorar as condições do solo e a produtividade das culturas, otimizando o custo de produção do volumoso.

A qualidade orgânica e química do material é elevada e o valor agregado nesse tipo de fertilizante orgânico também. Produtores que optem por não utilizar a cama compostada nas áreas de agricultura da propriedade conseguem vendê-la por preços atrativos no mercado.

Aumento de produtividade

Explorar positivamente a capacidade do sistema de produção é o caminho. Fazendas que adotam essa premissa caminham a passos largos para ter eficiência na atividade.

Tomando como base os exemplos citados anteriormente, uma fazenda que reutiliza águas residuárias, realiza fertirrigação e incorpora a cama de compostagem nas áreas de lavoura, por exemplo, é plenamente capaz de aumentar a produção de volumoso em quantidade e qualidade sem precisar aumentar um hectare sequer de área plantada.

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Claro, sem deixar de associar essas práticas a uma condução agronômica coerente. Isso significa produzir mais com a mesma quantia de recursos.

Se a quantidade e a qualidade da comida produzida são maiores, logo mais vacas poderão ser alimentadas e a média de produtividade diária de leite por vaca também tende a aumentar.

Esse processo é conhecido como intensificação do uso da terra e o resultado dele é maior produção de leite com a mesma área. Em outras palavras, isso se resume em reduzir a pegada ambiental da atividade, contribuir para o sequestro de carbono e mitigar o impacto sobre os recursos naturais.

Conclusão

Assim como em toda atividade, seja ela do setor do agronegócio, industrial ou de comércio, há aqueles que contribuem para o meio ambiente por meio de uma produção sustentável e rentável e aqueles que ainda não despertaram para os benefícios desta prática.

Críticas construtivas e provocações sobre a sustentabilidade na pecuária leiteira são sempre positivas, desde que sejam baseadas em fatos e não em deduções distorcidas com base em crenças e inverdades.

Uma tendência que já é realidade é a demanda da sociedade por uma produção de leite com sustentabilidade. Demanda que é bastante válida e necessária, afinal toda e qualquer atividade deve ser pautada em pilares sustentáveis, que envolve não somente a parte de ser ecologicamente correta, mas também de ser socialmente justa e economicamente viável.

A busca pela eficiência da fazenda é constante e anda lado a lado com a sustentabilidade. Trabalhar com práticas e processos de forma integrada, permite que os benefícios se retroalimentem.

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Pequenas melhorias podem trazer grandes resultados na sua produção de leite. Venha saber quais são elas no Curso Online Gestão da Pecuária Leiteira.

Aprenda a planejar o quanto plantar para alimentar suas vacas, os cuidados com as suas bezerras leiteiras, como diminuir seus custos com nutrição e medicamentos, como fazer o controle do seu caixa, como colocar em prática uma rotina de ordenha que favorece a descida do leite e reduz a mastite e muito mais!

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Bruno Guimarães

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Como estabelecer as metas de uma fazenda? https://blog.rehagro.com.br/como-estabelecer-as-metas-de-uma-fazenda/ https://blog.rehagro.com.br/como-estabelecer-as-metas-de-uma-fazenda/#respond Wed, 14 Dec 2022 13:00:44 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=16674 O primeiro passo para desenvolver as metas de uma propriedade é entender qual o objetivo se quer alcançar, observando o cenário e os recursos disponíveis. Ter metas, visão e valores bem definidos é a base para que o negócio enxergue com clareza o seu objetivo. Quando falamos em definir metas, é interessante que esses pontos […]

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O primeiro passo para desenvolver as metas de uma propriedade é entender qual o objetivo se quer alcançar, observando o cenário e os recursos disponíveis.

Ter metas, visão e valores bem definidos é a base para que o negócio enxergue com clareza o seu objetivo. Quando falamos em definir metas, é interessante que esses pontos já sejam alinhados entre as lideranças. Como sequência, devemos realizar uma análise de cenário, que irá nortear as ações que são necessárias e quais as prioridades para o momento.

Como já trouxemos em nossos conteúdos, a Matriz SWOT é uma excelente ferramenta a ser utilizada quando falamos em análise de cenário. A SWOT começou a ser desenvolvida por professores da Universidade Stanford ainda na década de 1960, tendo como principal criador: Albert Humphrey.

Com ela é possível identificar as oportunidades, fraquezas, forças e ameaças do nosso negócio. Feita a análise, deve-se estipular as ações para alcançar os objetivos da fazenda, e as ações necessárias para esse processo, que serão chamadas metas.

As metas são atividades pontuais e específicas a serem realizadas para alcançar algo maior, o chamado: objetivo. Podemos pensar que as metas são degraus de uma escada que vai de encontro ao objetivo, o ponto mais alto.

 

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Definição das metas

No momento da definição das metas, devemos sempre ter o cuidado de analisar e considerar os recursos disponíveis pois recomenda-se que as sejam no modelo SMART, criado em 1981 por George Doran nos Estados Unidos após a publicação de um artigo com o nome “There’s a S.M.A.R.T. Way to Write Management’s Goals and Objectives”, com o intuito de contextualizar o modelo como sendo uma forma eficaz para a criação de metas com eficiência na obtenção de resultados.

Segundo George Doran (1981) as metas e objetivos de uma empresa devem seguir os seguintes aspectos:

  • (S) Específica – Ter foco em uma área ou assunto específico a ser desenvolvido.
  • (M) Mensurável – Quantificar e/ou mensurar um indicador de progresso.
  • (A) Atribuível – Delegar um responsável pela ação.
  • (R) Realista (Relevante) – Considerar resultados que podem ser atingidos realmente utilizando dos recursos disponíveis.
  • (T) Temporal – Mensurar até em quanto tempo os resultados podem ser alcançados.

Doran (1981) relata também em seu artigo que esses critérios não determinam que todos os objetivos sejam quantificados em todos os níveis de gestão. Em alguns casos, não é realista quantificar, principalmente em posições de gestão intermediárias.

Gestores e empresas podem se desviar do benefício de um objetivo mais abstrato, em busca de alcançar a quantificação. A ideia do resultado final com seu plano de ação bem definido é o mais importante, os gestores devem focar nessa combinação e não apenas no objetivo.

Seguindo esses critérios há uma maior motivação e engajamento por parte da equipe envolvida, uma vez que metas fora deste padrão são de certa forma “inalcançáveis” e não despertam o interesse de continuidade. Além disso, as metas devem ser condizentes aos valores, visão e missão da empresa.

Etapas de definição

1. Ter missão, visão e valores bem definidos e claros para os colaboradores.

Qual o objetivo maior da minha empresa? Quais os valores prezamos em nosso dia a dia para alcançar este objetivo? O que eu espero do meu negócio no futuro?

2. Realizar a análise de cenário da propriedade no modelo SWOT.

Quais são as minhas forças, oportunidades, ameaças e fraquezas?

3. Estabelecer os objetivos.

Quanto eu quero produzir e/ou atender em determinado tempo?

4. Estabelecer as metas em modelo SMART.

Quais as ações necessárias para atingir o objetivo anterior?

5. Alinhamento das lideranças e exposição das definições e do planejamento feito para a equipe, para que desta forma haja constância de ações e ideias por parte de todos.

Podemos contar, para isso, com as ferramentas gerenciais: reuniões, agenda macro, plano de ação e com o quadro gestão à vista. As reuniões se fazem importantes desde o início do processo como forma de alinhamento e as demais ferramentas tem o intuito de compilar e expor o que foi definido, melhorando assim a comunicação interna.

Após este alinhamento e exposição, seguimos para o acompanhamento das metas, tarefa que deve ser mantida com frequência.

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Graduação em Gestão do Agronegócio

Luana Costa

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Produção de soja e milho na safra 22/23: como ficam as margens de lucro? https://blog.rehagro.com.br/producao-de-soja-e-milho-na-safra-22-23/ https://blog.rehagro.com.br/producao-de-soja-e-milho-na-safra-22-23/#respond Tue, 22 Nov 2022 13:52:33 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=16043 Você que atua na produção de grãos, sabe para onde direcionar a sua atenção em momentos de incerteza, como este que estamos vivendo hoje? Alta no custo de produção, alta do preço dos insumos devido à guerra, inflação, alta de juros e falta de crédito, são algumas dessas incertezas. Para minimizá-las, é imprescindível direcionar o […]

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Você que atua na produção de grãos, sabe para onde direcionar a sua atenção em momentos de incerteza, como este que estamos vivendo hoje?

Alta no custo de produção, alta do preço dos insumos devido à guerra, inflação, alta de juros e falta de crédito, são algumas dessas incertezas. Para minimizá-las, é imprescindível direcionar o foco corretamente.

Veja as recomendações do especialista da Equipe Grãos do Rehagro, Fábio Pereira, para conquistar uma boa rentabilidade na próxima safra.

 

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Quais são as expectativas para a safra 22/23 de Soja e Milho?

Para a safra 22/23, a expectativa é que o preço médio da saca de soja diminua, enquanto os custos diretos, que são todos aqueles relacionados ao processo produtivo, seguem uma tendência a se manterem altos.

Na Safra 20/21, tivemos um lucro bruto de cerca de R$8.000,00/ha na produção de soja e uma margem bruta de aproximadamente 67%, o que representou um excelente resultado econômico para o produtor. No entanto, esses valores estavam fora da curva e, na Safra 22/23, a tendência é que eles retomem o equilíbrio, retornando para uma margem bruta em torno dos 40%.

Na Safra 18/19, uma margem bruta de 40% vinha com lucro bruto aproximado de R$2.000,00/ha. Para a Safra 22/23, o lucro bruto pode atingir aproximadamente o dobro desse valor absoluto, mas que representará a mesma margem bruta de 40% graças à inflação.

Antes, o lucro obtido permitia a compra de um trator, custeava insumos da safra seguinte e além disso fazia estoque. Hoje, com o dobro do lucro, o produtor não consegue comprar dois tratores e não compra insumos para duas safras, porque os investimentos mais que duplicaram de preço.

Para o milho, esse cenário requer ainda mais atenção. Graças aos altos custos de produção, o milho tem apresentado uma margem de lucro inferior à da soja.

A expectativa para a safra 22/23 é que os custos de produção desse grão continuem subindo, alcançando maiores patamares, com uma diminuição do lucro bruto e da margem bruta do produtor.

Produção de milho no Brasil

O que fazer diante da incerteza do mercado?

Diante desse cenário, o que fazer para segurar a margem?

É imprescindível ser eficiente nos custos e aumentar a produtividade.

É necessário estar atento ao mercado, estudá-lo e buscar informações com especialistas.

Para a soja, é interessante agir para garantir a margem dos 40-45%, que é uma referência interessante e ajuda a tomar decisões. Mais do que nunca, é essencial ter uma gestão muito bem feita.

Algumas perguntas podem ajudar a nortear a sua estratégia de gestão, como:

  • Qual resultado você está buscando na atividade?
  • Qual o lucro, a margem que você espera?
  • Qual a referência? Qual potencial de resultado pode oferecer?
  • Qual o meu resultado hoje?
  • Quais indicadores mais impactam os resultados? Qual o principal indicador?

A gestão nas propriedades vem crescendo, mas muitas fazendas não conseguem obter indicadores. Ou quando os obtêm, não sabem o que fazer com eles. Por isso é fundamental entender onde você está para definir para onde você vai e traçar um caminho para chegar lá.

Atenção! Pode parecer uma saída, mas cortar custos pode comprometer a sua produtividade.

O adubo está caro – devo cortar? Cuidado!

Ser mais eficiente na utilização dos recursos para melhorar a produtividade pode ser um melhor caminho. Afinal, eles são o motor da geração do resultado!

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Quer saber como melhorar sua produtividade, ter mais eficiência nos custos e fazer um bom planejamento e execução das atividades para alcançar uma boa margem de lucro na próxima safra?

Venha conhecer o Curso Gestão na Produção de Grãos.

Curso Gestão na Produção de Grãos

Alessandro Alvarenga

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Como é a Graduação em Gestão do Agronegócio do Rehagro? https://blog.rehagro.com.br/como-e-graduacao-gestao-agronegocio/ https://blog.rehagro.com.br/como-e-graduacao-gestao-agronegocio/#respond Thu, 17 Nov 2022 14:14:48 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=15991 Você sabia que o salário médio de um gestor do agronegócio é de aproximadamente R$12.000,00 por mês, podendo chegar a R$26.000,00 por mês, segundo uma matéria publicada pela Revista Exame? Além disso, a previsão é de que mais de 178.000 vagas de emprego em carreiras ligadas ao setor devem ser geradas nos próximos dois anos. […]

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Você sabia que o salário médio de um gestor do agronegócio é de aproximadamente R$12.000,00 por mês, podendo chegar a R$26.000,00 por mês, segundo uma matéria publicada pela Revista Exame?

Além disso, a previsão é de que mais de 178.000 vagas de emprego em carreiras ligadas ao setor devem ser geradas nos próximos dois anos.

Isso quer dizer que, mais do que nunca, o mercado do agronegócio está em busca de profissionais qualificados.

E a Graduação em Gestão do Agronegócio do Rehagro foi criada justamente para te ajudar a conquistar as melhores oportunidades no setor.

Mas antes, vale a pena conhecer um pouco mais sobre:

  • A diversidade de áreas nas quais o gestor no agronegócio pode atuar;
  • Quem são as pessoas que podem se dar muito bem nesse curso;
  • 7 motivos para escolher a Graduação em Gestão do Agronegócio do Rehagro.

Confira!

Graduação em Gestão do Agronegócio

Onde o gestor do agronegócio pode atuar?

Para responder a essa pergunta, precisamos entender: o que é o agronegócio?

Segundo a SNA (Sociedade Nacional de Agricultura), o agronegócio é a junção de inúmeras atividades que envolvem, de forma direta ou indireta, toda a cadeia produtiva agrícola ou pecuária. 

Ele envolve todas as atividades da cadeia agroindustrial:

  • Antes da porteira: na produção e comercialização de sementes, defensivos, máquinas e implementos, ou seja, todos os insumos que os produtores precisam para a produção dentro das fazendas;
  • Dentro da porteira: agropecuária básica ou primária. A produção em si, dentro das fazendas, em diversas áreas, como: pecuária de corte, pecuária leiteira, cafeicultura, produção de grãos (soja, milho, feijão, trigo, sorgo, aveia, arroz, etc).
  • Depois da porteira: indústria e serviços, envolvendo o processamento, a distribuição e o consumo.

O gestor do agronegócio é uma figura fundamental em todas as partes dessa cadeia, tendo uma ampla possibilidade de atuação.

Ele vai ser o responsável por sustentar o tripé de sucesso em cada uma delas:

Tripé de sucesso no agronegócio

Todos esses pontos são ensinados na Graduação em Gestão do Agronegócio, como vamos te explicar logo depois. Segue o fio!

Para quais pessoas esse curso é indicado?

  • Quem está terminando o ensino médio e quer ter uma baita carreira;
  • Produtores que queiram se aprofundar na gestão de suas fazendas;
  • Sucessores que queiram se preparar para assumir o negócio da família;
  • Profissionais que atuam em empresas do AGRO e queiram alavancar a carreira;
  • Profissionais que ainda não atuam no AGRO, mas gostariam de se especializar nesse mercado;
  • Pessoas que desejam empreender, abrindo negócios relacionados ao AGRO.

Se você gosta de fazenda, de trabalhar perto da natureza, tem uma chuva de oportunidades para você na gestão das propriedades rurais.

Se você se imagina sendo um líder inspirador para sua equipe em uma empresa ligada ao agronegócio, batendo metas, promovendo a sustentabilidade, você vai encontrar milhares de oportunidades de ouro.

E se você tem espírito empreendedor e quer construir um negócio de sucesso, fique atento! Esse é o momento certo para decolar!

O agro é tech, o agro é pop, o agro é tudo.

Essa frase nunca fez tanto sentido!

Se a geração de dinheiro é algo que faz os seus olhos brilharem, o AGRO tem um lugar especial guardado para você!

7 motivos para fazer a Graduação em Gestão do Agronegócio do Rehagro

1. Aulas Online

Faça sua graduação à distância, em aulas online ao vivo, que acontecem no período noturno e permitem que você trabalhe ou realize os seus estágios durante o dia. Faça o curso sem sair de casa, de qualquer lugar do Brasil.

2. Conclusão em apenas 2 anos e meio

O curso é reconhecido pelo MEC e tem duração de apenas 2 anos e meio. Para melhorar, você recebe certificações a cada semestre, que são altamente reconhecidas pelo mercado e pela indústria do agronegócio, já podendo ser usados antes mesmo de você se formar.

E caso você queira realizar sua pós-graduação logo após a graduação, em 4 anos você já sai com o título de especialista, tendo um grande destaque no seu currículo.

3. Foco na sua empregabilidade

Esse é o primeiro curso do Brasil no qual assumimos um compromisso com nossos alunos: colocá-los em contato direto com quem contrata, ainda durante a graduação.

Fazemos a ponte entre você e as empresas e fazendas que estão em busca de talentos.

Assim, você é inserido no mercado de trabalho ainda durante o curso e pode garantir a vaga dos seus sonhos antes mesmo de pegar o seu diploma.

4. Metodologia mão na massa

Não se preocupe com provas ou com TCC. Aprenda elaborando projetos reais e seja treinado para utilizar a Metodologia Ágil, usada por grandes empresas, como o Google e a Apple.

5. Conteúdo 100% aplicável

Nosso objetivo é que você desenvolva suas habilidades e competências para sair preparado para atender ao mercado ou para que você possa aplicar o conhecimento no dia a dia da sua fazenda ou empresa, tendo foco em resultados.

6. Mentoria individualizada

Receba uma mentoria individualizada e suporte para seu desenvolvimento pessoal durante todo o curso. Conte conosco para lhe ajudar a alcançar seus maiores objetivos na sua carreira, seu negócio ou na sua produção.

7. Professores são gestores de grande experiência

Aprenda com professores que atendem mais de 350 fazendas em todo o país, que totalizam uma produção de:

  • Mais de 1 milhão de litros de leite por dia;
  • Mais de 390.000 cabeças de gado de corte;
  • Mais de 31.000 hectares plantados com soja, milho, feijão, sorgo, trigo e outras culturas; 
  • Mais de 8.000 hectares de lavouras de café.

Além disso, oferecendo cursos corporativos, eles são responsáveis pelo treinamento de equipes de algumas das maiores empresas do setor, como:

Algumas empresas do setor do agronegócio que são clientes da consultoria Rehagro

E mais um motivo BÔNUS!

O vestibular é online e agendado. E você não paga nada para fazer a prova. É SEM COMPROMISSO!

Você também pode usar a sua pontuação do ENEM.

E caso você já tenha outra graduação, você não precisa fazer a prova. Basta requerer a segunda graduação e você já está dentro!

O Rehagro já formou mais de 30.000 alunos e tem 20 anos de experiência na consultoria e ensino 100% especializado no agronegócio.

Se você quer atuar com sucesso nesse setor, que é o gigante do Brasil, então não há dúvidas de que seu lugar é aqui conosco.

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Graduação em Gestão do Agronegócio

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Qual a importância do marketing digital para o agronegócio? https://blog.rehagro.com.br/qual-a-importancia-do-marketing-digital-para-o-agronegocio/ https://blog.rehagro.com.br/qual-a-importancia-do-marketing-digital-para-o-agronegocio/#respond Fri, 11 Nov 2022 21:50:53 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=15924 A tecnologia está cada dia mais presente no agronegócio, contribuindo com a análise das plantações, pulverização, demarcação do solo no momento da colheita, entre outras formas de atuação. A internet está sendo reconhecida como algo positivo para os produtores. Além das formas citadas anteriormente, a tecnologia no campo também é um instrumento importante para comunicação […]

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A tecnologia está cada dia mais presente no agronegócio, contribuindo com a análise das plantações, pulverização, demarcação do solo no momento da colheita, entre outras formas de atuação.

A internet está sendo reconhecida como algo positivo para os produtores. Além das formas citadas anteriormente, a tecnologia no campo também é um instrumento importante para comunicação e divulgação.

 

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O que é o Marketing Digital e como ele contribui para o agronegócio?

O Marketing Digital consiste em um conjunto de ações e técnicas que vão da comunicação e divulgação, a propagação de informações em geral, através dos meios digitais como internet, telefonia celular, televisão etc. 

Podemos dizer que o marketing digital é o novo “boca a boca” na propagação de informações, daí vem sua grande importância para o agro, assim como para outros tipos de empreendimentos. As informações estão em constante movimento, como o agronegócio, que vem crescendo a cada dia mais.

São muitos os benefícios do marketing digital. Proporciona resultados relevantes, benefícios sólidos, para vendas, consultorias, estudos, aperfeiçoamento de técnicas, entre outras possibilidades.

Outro fator importante a considerarmos é que muitas pessoas têm ideias equivocadas sobre o agronegócio brasileiro, e o marketing digital, quando feito de forma assertiva, permite maximizar a realidade positiva do meio agrícola e seus envolvidos.

Desenvolvendo uma boa estratégia de marketing, a empresa compreende melhor o mercado, tem um direcionamento de para quem fornecer, o quê fornecer, de onde comprar e em que investir.

Para as empresas do agronegócio, os produtores podem contar com o marketing sazonal, que aproveita datas, épocas específicas e importantes de acordo com o ciclo produtivo do produto ofertado e também com o marketing de eventos, que promove o reconhecimento e promoção do nome do negócio, da marca e seus produtos em acontecimentos esporádicos.

Redes sociais e o agronegócio

As redes sociais são as principais aliadas para o processo de implantação do marketing digital. Devido a facilidade na propagação das informações, é uma ótima alternativa para quem deseja iniciar a divulgação digital do seu negócio.

Contudo, é interessante procurar uma consultoria de marketing especializada, pois assim como em outros canais de comunicação, nas redes sociais existem uma série de particularidades importantes a serem estudadas e estratégias a serem adotadas para que os conteúdos alcancem um número maior de pessoas e aquelas que têm interesse no produto.

Atualmente, o Facebook e Instagram têm sido os meios mais utilizados pelas empresas de agronegócio, o que proporciona inúmeros benefícios na divulgação e interação com novas pessoas, promovendo engajamento e visibilidade. Outra ferramenta que, embora menos utilizada, tem grande potencial, é o WhatsApp, que facilita o relacionamento, contato e vínculo com o público e/ou clientes.

Os conteúdos a serem levados também devem ser bem estudados, passar uma mensagem assertiva e que desperte interesse, sempre analisando a finalidade e produto ofertado pela empresa. É importante a criação de uma estratégia de conteúdo para que eles se transformem em oportunidades.

Assuntos técnicos, curiosidades, atividades dos bastidores da empresa e outros, devem ser exploradas além da venda direta dos produtos.

O marketing digital é necessário e vantajoso para as empresas e para gestão do agronegócio. Através dele é possível alcançar reconhecimento da marca, promover a atração de consumidores, aumento no faturamento, presença digital relevante, melhor relacionamento e interação com clientes, além de agregar valor geral ao negócio.

Invista no sucesso do seu negócio, invista no marketing digital!

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Com foco na empregabilidade e no desenvolvimento pessoal do aluno, o curso de Graduação em Gestão do Agronegócio irá te preparar para se tornar o gestor mais procurado pelas empresas do agronegócio: aquele capaz de promover grandes resultados sem abrir mão da sustentabilidade.

Graduação em Gestão do Agronegócio

Luana Costa

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Como acompanhar as metas da sua equipe no agronegócio? https://blog.rehagro.com.br/como-acompanhar-metas-de-equipe-no-agronegocio/ https://blog.rehagro.com.br/como-acompanhar-metas-de-equipe-no-agronegocio/#respond Fri, 04 Nov 2022 18:30:04 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=15802 Acompanhar e gerir as metas de um negócio não é tarefa fácil. É importante que toda empresa tenha bem estabelecidos os seus valores, visão, missão, objetivos e metas. Definir inicialmente os seus valores, visão e missão facilita o desenvolvimento das metas. Vamos entender então o que são cada um desses conceitos: Missão: É o propósito […]

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Acompanhar e gerir as metas de um negócio não é tarefa fácil. É importante que toda empresa tenha bem estabelecidos os seus valores, visão, missão, objetivos e metas.

Definir inicialmente os seus valores, visão e missão facilita o desenvolvimento das metas. Vamos entender então o que são cada um desses conceitos:

  • Missão: É o propósito fundamental da empresa, porque foi criada a finalidade de sua existência.
  • Visão: O cenário futuro que se espera da empresa, o que almeja, uma imagem de futuro.
  • Valores: Princípios prezados pela organização que regem as decisões e ações, suas crenças.

A definição desses conceitos dentro da empresa auxiliam nos processos internos, direcionamento das normas e regras para os gestores e colaboradores, assim como no planejamento estratégico e na criação de vínculo com clientes.

 

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Mas afinal o que são metas?

As metas são as atividades específicas a serem executadas para alcançar um objetivo. Geralmente em um espaço menor de tempo. Exemplo:

  • Objetivo: “Ser Referência nacional em vendas de produtos agrícolas”.
  • Metas: Investir em divulgação; mapear possíveis clientes em cada estado; (O que fazer, como fazer, quando fazer, onde, com quem), entre outros.

Podemos dizer que as metas são os “degraus” de uma escada que leva a algo maior, o objetivo.

Objetivos e metas

Objetivos e metas. (Fonte: Gestão de Segurança Privada).

As empresas podem ter mais de um objetivo, contudo, é importante que eles sejam bem claros para a equipe, pois servem como um norte e motivação para execução das metas.

Para definir metas é necessário que seja feita uma análise de cenário, levando em consideração os recursos disponíveis e os objetivos. Existem algumas ferramentas que podem auxiliar nesse processo, uma delas é o método de metas SMART.

Com o modelo SMART é possível definir as metas para que sejam alcançáveis, mensuráveis e realistas, evitando que os colaboradores se desmotivem, aumentando as possibilidades de atingir o (s) objetivo (s).

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Como acompanhar as metas em seu negócio?

Estabeleça um plano de ação

Para exibir as metas e acompanhá-las, a criação de um plano de ação é fundamental para que seja possível visualizar o caminho a ser percorrido até o objetivo.

Utilize as ferramentas corretas

Algumas ferramentas podem ser úteis para auxiliar o acompanhamento das metas, como: Plano de ação em formato 5W2H, organograma, agenda macro, quadro gestão à vista, entre outros.

Defina indicadores

É importante mensurar os resultados e desempenho dos processos para que assim, durante o monitoramento, seja possível identificar os GAP’s, aprimorar estratégias, embasar resultados e as tomadas de decisão.

Forneça incentivo

Fornecer incentivo a equipe pode ser uma estratégia para manter o time mais engajado e participativo. Esses incentivos não necessariamente têm de ser financeiros.

A oferta de oportunidades de aprimoramento, momentos de descontração, seminários, e outras opções semelhantes, podem ser também uma forma de estímulo para a equipe. A valorização e capacitação dos colaboradores é tão importante quanto a bonificação financeira.

Estabeleça o hábito de alinhamento e monitoramento constante

Não basta apenas definir as metas e entregá-las aos colaboradores, é necessário colocar em prática o hábito de reuniões de alinhamento e monitoramento do progresso e resultados.

A cultura de feedbacks constantes e o aprimoramento na comunicação são fundamentais para que este processo ocorra de forma clara e confiante para com a equipe.

O acompanhamento das metas é tão importante quanto o planejamento. Realizar reuniões de alinhamento, feedbacks e promover uma relação de confiança entre a equipe, é uma forma de assegurar que o andamento dos processos ocorra de forma assertiva e clara.

Saiba mais!

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Graduação em Gestão do Agronegócio

Luana Costa

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Webinar Mulheres do Agro – O protagonismo da mulher no agronegócio https://blog.rehagro.com.br/o-protagonismo-da-mulher-do-agro/ https://blog.rehagro.com.br/o-protagonismo-da-mulher-do-agro/#respond Tue, 11 Oct 2022 20:31:37 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=15576 Neste Webinar especial, o assunto abordado foi: o protagonismo da mulher no agronegócio! Participaram do debate, Flávia Santos (Diretora do Rehagro Pesquisa), Danielle Baliza (Eng. Agrônoma – Professora do IF Sudeste MG – Campus Bom Sucesso), Guta Alonso (Pecuarista e Gestora da Fazenda Elge e Gestora da RAAMA Reprodução Equina), Huguette Guarani (Produtora de Leite e […]

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Neste Webinar especial, o assunto abordado foi: o protagonismo da mulher no agronegócio! Participaram do debate, Flávia Santos (Diretora do Rehagro Pesquisa), Danielle Baliza (Eng. Agrônoma – Professora do IF Sudeste MG – Campus Bom Sucesso), Guta Alonso (Pecuarista e Gestora da Fazenda Elge e Gestora da RAAMA Reprodução Equina), Huguette Guarani (Produtora de Leite e Sócia Proprietária da TrueType) e Tânia Zanella (Superintendente da Organização das Cooperativas Brasileiras e Vice-presidente do Instituto Pensar Agropecuária (IPA).

Ficou interessado? Assista ao conteúdo na íntegra!

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Gestão do Agronegócio: vale a pena se especializar? https://blog.rehagro.com.br/gestao-do-agronegocio-vale-a-pena-se-especializar/ https://blog.rehagro.com.br/gestao-do-agronegocio-vale-a-pena-se-especializar/#respond Thu, 25 Aug 2022 21:00:48 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=14724 Há uma frase bem conhecida e assertiva que diz que se você já se alimentou hoje, logo deve agradecer ao produtor rural. A verdade é exatamente essa, nua e crua. Praticamente tudo o que é feito e consumido está ligado direto ou indiretamente ao agronegócio. Levantamentos feitos pelo Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia […]

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Há uma frase bem conhecida e assertiva que diz que se você já se alimentou hoje, logo deve agradecer ao produtor rural. A verdade é exatamente essa, nua e crua. Praticamente tudo o que é feito e consumido está ligado direto ou indiretamente ao agronegócio.

Levantamentos feitos pelo Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada – Esalq/USP) em parceria com a CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil) demonstram que o agronegócio representou 27,4% do PIB brasileiro em 2021, o maior índice em quase 20 anos.

Isso representa uma movimentação positiva na balança comercial de aproximadamente US$ 105,1 bilhões, conforme divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

Apenas estas informações já são suficientes para suportar a importância do agronegócio no cenário nacional e, até mesmo, mundial.

As cifras são elevadas, realidade que contribui para que o agro seja um ambiente fértil para semear investimentos. A atratividade é grande, tanto no campo interno quanto na esfera internacional, vide o fato do agronegócio estar em voga atualmente.

 

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Gestão é a base de tudo

Qualquer que seja a área, ter uma metodologia adequada de gestão é o primeiro passo. As chances de alcançar bons resultados sem ter um gerenciamento alinhado são mínimas, ou quem sabe inexistentes. Ainda mais em um setor extremamente dinâmico e com infindáveis variáveis como o agronegócio.

Ter um processo de gestão condizente com o agronegócio permite a obtenção de dados confiáveis que garantem a tomada de decisões seguras e certeiras. Uma decisão empunhada com atraso pode custar a lucratividade da atividade em um determinado período!

Capacitar para diferenciar

A velocidade com que o mercado do agronegócio progride criou uma política em que a capacitação dos profissionais é fundamental para a sua manutenção.

E é aí que está o desafio! O ideal é se especializar e não perder a habilidade de enxergar a atividade de forma macro. Em outras palavras, o recomendado é que um especialista seja antes um bom generalista.

A amplitude de possibilidades para capacitação no agronegócio é enorme. Leite, corte, café, grãos, aves, suínos, peixes, silvicultura, fruticultura… A gestão se encaixa perfeitamente em cada uma das áreas e se faz muito necessária.

Sem contar que o agro abrange diretamente os três setores da economia. Ele está relacionado à produção no campo (setor primário), produção das agroindústrias e indústrias de insumos (setor secundário) e no transporte e comercialização de bens (setor terciário).

Dentro de cada um é possível explorar os diversos âmbitos da gestão: gestão financeira, gestão administrativa, gestão comercial, gestão de marketing e gestão de pessoas e equipes.

Um dos grandes motivos para apostar na carreira de gestão no agronegócio, além da diversidade de opções, se deve ao status promissor do setor. A demanda por mão de obra de qualidade é exponencial. Unir a força do agro com a necessidade de geração de resultados é bastante positivo. O agronegócio é protagonista nas cinco regiões do Brasil!

Oportunidades para você se evidenciar

Dada a devida importância da gestão no agronegócio, escolher boas opções para se capacitar é imprescindível. Busque conhecimento com quem entende do assunto.

Com foco na empregabilidade e no desenvolvimento pessoal do aluno, o curso de Graduação em Gestão do Agronegócio irá te preparar para se tornar o gestor mais procurado pelas empresas do agronegócio: aquele capaz de promover grandes resultados sem abrir mão da sustentabilidade.

Graduação em Gestão do Agronegócio

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Webinar profissional do futuro agro https://blog.rehagro.com.br/profissional-do-futuro-agro/ https://blog.rehagro.com.br/profissional-do-futuro-agro/#respond Tue, 05 Jul 2022 12:30:05 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=13532 Você quer ser um excelente profissional do agro? Assista ao webinar Profissional do Futuro Agro na íntegra e confira as dicas! Neste webinar, Joyce Duarte (Técnica Gestão Equipe Corte Rehagro) e Frederico Lobão (Consultor Sênior Equipe Corte Rehagro) falam sobre o perfil do profissional que o mercado agro busca e Laís Silva (CEO da Conduzir […]

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Você quer ser um excelente profissional do agro? Assista ao webinar Profissional do Futuro Agro na íntegra e confira as dicas!

Neste webinar, Joyce Duarte (Técnica Gestão Equipe Corte Rehagro) e Frederico Lobão (Consultor Sênior Equipe Corte Rehagro) falam sobre o perfil do profissional que o mercado agro busca e Laís Silva (CEO da Conduzir Pessoas Consultoria e Treinamento) dá dicas de como realizar uma ótima entrevista de trabalho.

Ficou interessado? Assista ao webinar!

Quer saber mais sobre gestão de pessoas no agro? Assista ao webinar – Gestão de pessoas para obter melhores resultados no agronegócio

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O protagonismo da mulher no agronegócio https://blog.rehagro.com.br/mulheres-no-agronegocio/ https://blog.rehagro.com.br/mulheres-no-agronegocio/#comments Fri, 01 Jul 2022 20:28:36 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=13528 Neste Webinar especial, o assunto abordado foi: o protagonismo da mulher no agronegócio! Participaram do debate, Nathália Ribeiro (Marketing no Agronegócio Marketree), Camila Xavier (CEO Mater Consultoria e Membro das Mulheres Sergipanas do Agro), Melissa Freitas (Pecuarista e vice-presidente da Agroligadas), Iala Santos (Produtora de Cafés Especiais – Mulheres do Agro MC) com mediação de […]

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Neste Webinar especial, o assunto abordado foi: o protagonismo da mulher no agronegócio! Participaram do debate, Nathália Ribeiro (Marketing no Agronegócio Marketree), Camila Xavier (CEO Mater Consultoria e Membro das Mulheres Sergipanas do Agro), Melissa Freitas (Pecuarista e vice-presidente da Agroligadas), Iala Santos (Produtora de Cafés Especiais – Mulheres do Agro MC) com mediação de Mariana Pimenta, da Equipe Rehagro.

Ficou interessado? Assista ao conteúdo na íntegra!

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Agronegócio no Brasil: qual a importância para o país? https://blog.rehagro.com.br/agronegocio-no-brasil-qual-o-seu-papel-e-importancia/ https://blog.rehagro.com.br/agronegocio-no-brasil-qual-o-seu-papel-e-importancia/#respond Thu, 07 Apr 2022 13:00:28 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=12256 O agronegócio no Brasil tem se mostrado um dos segmentos econômicos de maior evolução e capacidade de gerar riquezas e reduzir as disparidades sociais. Hoje, a cadeia produtiva é responsável por mais que a metade das exportações e por cerca de 26% do produto interno bruto brasileiro, mesmo considerando a crise instalada com a pandemia […]

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O agronegócio no Brasil tem se mostrado um dos segmentos econômicos de maior evolução e capacidade de gerar riquezas e reduzir as disparidades sociais.

Hoje, a cadeia produtiva é responsável por mais que a metade das exportações e por cerca de 26% do produto interno bruto brasileiro, mesmo considerando a crise instalada com a pandemia do COVID-19.

Os dados do agronegócio no Brasil são surpreendentes. Segundo a Confederação Nacional da Agricultura (CNA), a taxa de crescimento do PIB agropecuário, publicadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), têm sido também elevadas nos últimos anos, impulsionado pelo protagonismo da soja nas demandas dos principais países importadores, especialmente China e Estados Unidos.

O superávit do setor foi maior do que o da própria balança comercial, que registrou US$ 50,9 bilhões em receita líquida, enquanto o agronegócio excedeu a marca de US$ 100 bilhões (CEPEA, 2021).

A atividade agrícola para exportação tem sido um importante propulsor para o crescimento do produto interno brasileiro. O agronegócio hoje é responsável por 52,2% de tudo exportado no Brasil, e este resultado está ligado à alta produtividade motivada por incrementos tecnológicos usados no campo.

Percebe-se que o agronegócio no Brasil tem sido o propulsor da economia, mesmo em tempos difíceis vividos pela pandemia do COVID-19. O setor passou a ter uma participação de 26,1% do produto interno bruto no ano de 2020, segundo o estudo do CEPEA.

 

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O dinamismo do agronegócio no Brasil

O agronegócio é um dos setores econômicos mais dinâmicos no Brasil, levando a debates sobre como sua expansão pode oferecer oportunidades para o desenvolvimento local, superando a atual estratégia simplificada de expansão para novas fronteiras agrícolas com altos custos sociais e ambientais.

Com a perda relativa da participação industrial na economia, o agronegócio tornou-se fundamental para a balança comercial e um dos principais dinamizadores da economia brasileira, inclusive da indústria relacionada à produção agropecuária.

Em 2019, o agronegócio como um todo foi responsável por 21% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro (incluindo a produção agropecuária e a indústria a montante e à jusante da fazenda), enquanto a produção agropecuária apenas representou 5% do PIB nacional.

Estimativas apontam que a expectativa para a safra 21/22 de grãos e oleaginosas deve alcançar mais de 260 milhões de toneladas. O avanço é decorrente do uso intensivo de tecnologia e transformação digital associadas a técnicas inovadores de cultivo de solo, insumos e sementes melhoradas, georreferenciamento e uso de drones.

Webinar Ferramentas de Agricultura de Precisão

A atual situação de um ambiente de negócios liberal e globalizado em que o país se insere resulta na necessidade de um novo paradigma de desenvolvimento baseado em oportunidades criadas por setores econômicos dinâmicos como é o caso do agronegócio.

Um desafio crucial é a consolidação de empresas de capital doméstico ao longo das cadeias produtivas do agronegócio feito no Brasil, em superação à crescente hegemonia das multinacionais estrangeiras.

Perfil das maiores empresas do agronegócio brasileiro

Os setores com o maior número de empresas foram o de bioenergia (24%), o misto (diversas atividades, normalmente cooperativas mistas) (18%), o de proteína animal (15%) e o de grãos e óleos (11%).

Os setores com maior destaque em receita total foram o de proteína animal (30% da receita total), o de bioenergia (26%) e o de tradings (18%).

Das 100 maiores empresas de capital aberto do agronegócio brasileiro, 23 são cooperativas. Das 100 maiores empresas de capital aberto do agronegócio brasileiro, 88 foram fundadas no Brasil e 12 no exterior.

O Sudeste, Sul e Centro-Oeste representam as regiões de fundação da maioria das empresas nacionais do agronegócio brasileiro. As cooperativas possuem receita total média menor do que as empresas privadas. As empresas predominam nas regiões, mas no Sul as cooperativas também são expressivas.

Não se pode, portanto, deixar de perceber a grande diversidade em termos de setores abrangidos e regiões de origem das grandes empresas do agronegócio brasileiro, e um ambiente de negócios favorável certamente aumentará o dinamismo no setor.

Com isso, a principal contribuição que as políticas públicas podem trazer nesse contexto é assegurar regramentos claros e transparentes, que permitam que as empresas possam atuar de forma competitiva nos seus respectivos segmentos.

Como todo negócio, o setor também enfrenta dificuldades. A pandemia impôs sérias restrições à mobilidade de pessoal, o que dificultou a realização de alguns serviços no campo e ao apoio do setor de logística, responsável pelo transporte de insumos e produtos.

Além disso, o setor se viu ameaçado pela forte pressão do mercado mundial, que passou a exigir melhores práticas de preservação ambiental, entre elas o combate ao desmatamento e às queimadas.

Seja especialista na produção de grãos!

Agora que você já ficou por dentro desses parâmetros agrícolas e sabe da importância de estar sempre se atualizando com as novas tecnologias e tendências de mercado, já pensou em ser especialista, aprendendo com quem é referência na produção de grãos?

A Pós-graduação em Produção de Grãos do Rehagro, foi eleita como o melhor curso à distância do Agro pela revista Exame.

Essa notoriedade vem da qualidade. Estamos sempre atualizando, apresentando dados reais e os professores são consultores em fazendas de alto nível.

Ele é completo, online e aborda:

  • Fisiologia dos principais grãos, como: milho, soja, feijão, trigo e sorgo;
  • Proteção contra pragas, doenças e plantas daninhas;
  • Manejo com foco em altas produtividades (nutrição, qualidade, etc.);
  • Solo: amostragem, interpretação, análise, adubação e outros;
  • Gestão financeira e econômica.

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Pós-Graduação em Produção de Grãos
Alessandro Alvarenga

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Práticas sustentáveis na agricultura: confira a adoção e seus benefícios https://blog.rehagro.com.br/praticas-sustentaveis-na-agricultura-confira-a-adocao-e-seus-beneficios/ https://blog.rehagro.com.br/praticas-sustentaveis-na-agricultura-confira-a-adocao-e-seus-beneficios/#respond Wed, 06 Apr 2022 20:00:00 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=12252 O Brasil é um dos mais importantes produtores de commodities e serviços agrícolas do mundo. Esse sucesso pode ser explicado por um conjunto de fatores, incluindo condições edafoclimáticas adequadas para atividades agrícolas que oferecem uma série de vantagens. O sucesso do cultivo agrícola implica conhecer, estudar e adequar-se às particularidades de cada tipo de solo […]

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O Brasil é um dos mais importantes produtores de commodities e serviços agrícolas do mundo. Esse sucesso pode ser explicado por um conjunto de fatores, incluindo condições edafoclimáticas adequadas para atividades agrícolas que oferecem uma série de vantagens.

O sucesso do cultivo agrícola implica conhecer, estudar e adequar-se às particularidades de cada tipo de solo e clima, além de investir em práticas que possam tornar a agricultura sustentável e otimizar os benefícios ambientais, econômicos e sociais.

Isso mostra claramente que a sustentabilidade não depende apenas da conservação e valorização dos recursos naturais, mas também de ganhos de produtividade e rentabilidade aos agricultores.

 

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Plantio direto: uma prática revolucionária

A prática do Plantio Direto tem causado uma revolução na agricultura brasileira, pois tem permitido o desenvolvimento de uma produção sustentável baseada na agricultura de conservação, envolvendo cobertura permanente do solo e sistemas de cultivo diversificados com mais de uma colheita por ano.

O plantio direto também levou à redução dos custos de produção, uma vez que são necessárias menos operações agrícolas, economizando combustível e custos de mão de obra.

Além disso, a qualidade e a saúde do solo podem ser melhoradas e restauradas, em particular os níveis de carbono e biodiversidade do solo podem aumentar os rendimentos agrícolas, ao longo do tempo, reduzindo a aplicação de fertilizantes, devido à redução da erosão, colocação mais precisa de fertilizantes e melhoria da saúde do solo. Por fim, minimiza-se o impacto das gotas de chuva no solo e o escoamento da água, mitigando os processos erosivos.

No Brasil, o plantio direto foi introduzido pela primeira vez no início da década de 1970, por iniciativa de agricultores pioneiros do Paraná, como forma de controlar inicialmente o escoamento de água e a erosão do solo, mas posteriormente para melhorar a saúde e a produtividade do solo, integrando outras práticas complementares para construir sistemas conservacionistas.

Foi uma resposta ao uso de sistemas de preparo intensivo em áreas de produção de grãos que causavam severas perdas por erosão e degradação do solo, afetando a capacidade produtiva e a produtividade das culturas, nas décadas de 1970 e 1980.

A expansão do plantio direto

Entre 2006 e 2017, um aumento de 84,9% na área de lavouras na prática do plantio direto foi registrada no Brasil, passando de 17,9 para 33,0 milhões de ha.

Esse aumento da área de plantio direto foi observado em todas as cinco grandes regiões do país (Sul, Sudeste, Centro-Oeste, Norte e Nordeste). O número de propriedades sob a prática do plantio direto também passou de 507 mil para mais de 553 mil, ou seja, um aumento de 9,2%.

A maior expansão da área de plantio direto no Brasil entre 2006 e 2017 ocorreu na região Centro-Oeste, de 6,5 a 13,7 milhões de ha, um aumento de 110,4%. Essa expansão ocorreu com maior intensidade em Mato Grosso, atualmente o estado com maior área de plantio direto e área média de plantio direto no ranking nacional, superando a região Sul nesse período.

A expansão da área de plantio direto também foi de alta intensidade nos estados de Mato Grosso do Sul, Goiás e Distrito Federal.

Na região Sudeste, a área sob a prática do plantio direto expandiu de 1,4 para 2,9 milhões de ha, um aumento de 107,4% entre 2006 e 2017.

Há dois estados principais em termos de terras agrícolas nesta região: estado de São Paulo predominantemente no Atlântico Bioma Floresta onde a área de NT expandiu 113,0 % e o estado de Minas Gerais predominantemente no bioma Cerrado onde houve um aumento semelhante de 103,0 % na área de plantio direto.

A área sob plantio direto na região Nordeste passou de 1,2 para 3,3 milhões de ha, correspondendo a um aumento de 184,2%. Este aumento foi o resultado de diferentes fenômenos e esconde tendências opostas dentro dele.

Por um lado, um aumento acentuado da área total de plantio direto foi registrado nos estados da Bahia (BA), Maranhão (MA) e Piauí (PI), que pertencem à nova área de expansão dentro do bioma Cerrado denominada MATOPIBA. que inclui os três estados (MA, PI, BA) juntamente com o estado do Tocantins (TO) localizado na região Norte.

Na região Norte, a área total do plantio direto aumentou de 0,2 para 1,2 milhão de ha, ou seja, um aumento de 431%. Os estados do Tocantins, Pará e Rondônia, que juntos respondem por 93% da área do NT na região, foram os mais destacados.

Área de plantio direto em relação à área total de grãos

A área de cultivo anual no Brasil aumentou de 36,6 milhões de ha em 2006 para 52,7 milhões de ha em 2017, um aumento de 43,9% durante este período.

Enquanto isso, a área de cultivos anuais sob a prática do plantio direto nas propriedades que o utilizam como sistema exclusivo de manejo do solo no Brasil aumentou de 18,7 para 32,1 milhões de ha, ou seja, um aumento de cerca de 71,5%.

Com isso, o percentual de cultivos anuais sob plantio direto passou de 51,2 % em 2006 para 61,0 % em 2017. Sendo a prática do plantio direto um dos três princípios da agricultura sustentável, sua adoção e disseminação tem contribuído para a correspondente expansão da área de agricultura sustentável no Brasil.

Assim, o aumento da área de plantio direto indica uma melhora na sustentabilidade econômica e ambiental da agricultura brasileira.

Os sete principais estados com maior adoção da prática de TN em 2017 são Mato Grosso (86,6%), Paraná (81,9%), Rio Grande do Sul (76,8%), Santa Catarina (71,3%), Goiás (70,7%), Distrito Federal (69,9%) e Mato Grosso do Sul (69,3%).

A adoção do sistema plantio direto foi um dos principais fatores que contribuíram para a expansão e ganhos de produtividade liderados por agricultores na agricultura brasileira.

O papel do plantio direto na mitigação das mudanças climáticas

A introdução do plantio direto em áreas de vegetação nativa reduz os estoques de carbono do solo entre 4% e 8% na camada de 0-30 cm após 20 anos de uso da terra em várias regiões do Brasil.

Esses dados mostram que a manutenção dos ecossistemas naturais deve ser uma prioridade para evitar possíveis perdas de carbono do solo com consequentes emissões de gases de efeito estufa para a atmosfera, ocasionado pelo revolvimento do solo.

Por outro lado, a adoção de plantio direto em áreas anteriormente manejadas por sistemas convencionais e pastagens é uma alternativa potencial para promover o sequestro de carbono em solos agrícolas nas diferentes regiões do Brasil.

Especificamente, a conversão do cultivo convencional para plantio direto promoveu aumentos médios nos estoques de carbono do solo não apenas nas camadas superficiais do solo (0-30 cm), mas também em perfis mais profundos (0-50 cm), e que variaram entre 9% e 25%.

Em áreas ≥ 20 anos após a conversão de cultivo convencional para plantio direto a taxa de sequestro foi de 0,63 Ton de C ha-1 ano-1, ou 17% do carbono do solo, enquanto em áreas ≥ 20 anos após a conversão de pastagem para plantio direto, a taxa de sequestro foi de 0,53 Ton C ha-1 ano-1 ou 10% de carbono orgânico do solo.

O sequestro de carbono orgânico do solo é evidentemente uma função do tempo desde a conversão de cultivo convencional para plantio direto, com uma taxa de sequestro de 0,39 Ton C ha-1 ano-1 ou 2% carbono orgânico do solo entre 4 e 10 anos após a conversão, e 0,59 Ton C ha-1 ano-1 ou 16% carbono orgânico do solo entre 17 e 26 anos.

Para a conversão de pastagem para plantio direto, o sequestro de carbono orgânico do solo varia com o tempo, onde em áreas com menos tempo desde a conversão (2-7 anos) a taxa de sequestro é de 0,05 Ton C ha-1 ano-1 ou 2% carbono orgânico do solo, e em áreas com em um período mais longo (12-20 anos) a taxa de sequestro é de 0,45 Ton C ha-1 ano-1 ou 10% carbono orgânico do solo.

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Alessandro Alvarenga

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Agricultura de precisão no sistema de produção de grãos https://blog.rehagro.com.br/agricultura-de-precisao-na-producao-de-graos/ https://blog.rehagro.com.br/agricultura-de-precisao-na-producao-de-graos/#respond Wed, 06 Apr 2022 14:00:31 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=12244 A agricultura de precisão é um conjunto de tecnologias que combina sensores, sistemas de informação, maquinário aprimorado e gerenciamento informado para otimizar a produção, levando em consideração a variabilidade e as incertezas nos sistemas agrícolas. A adaptação dos insumos de produção localmente dentro de um campo e individualmente para cada unidade de produção permite um […]

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A agricultura de precisão é um conjunto de tecnologias que combina sensores, sistemas de informação, maquinário aprimorado e gerenciamento informado para otimizar a produção, levando em consideração a variabilidade e as incertezas nos sistemas agrícolas.

A adaptação dos insumos de produção localmente dentro de um campo e individualmente para cada unidade de produção permite um melhor uso dos recursos para manter a qualidade do meio ambiente enquanto melhora a sustentabilidade do fornecimento de alimentos. A agricultura de precisão fornece um meio de monitorar o sistema de produção de grãos e gerenciar a quantidade e a qualidade dos produtos agrícolas.

A agricultura de precisão, ou gestão baseada em informações de sistemas de produção agrícola, surgiu em meados da década de 1980 como uma forma de aplicar o tratamento certo no lugar certo na hora certa.

 

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O aumento da conscientização sobre a variação nas condições do solo e das culturas, combinado com o advento de tecnologias como sistemas globais de navegação por satélite (GNSS), sistemas de informações geográficas (GIS) e computadores, servem como os principais impulsionadores.

Inicialmente, a agricultura de precisão foi usada para adaptar a distribuição de fertilizantes às diferentes condições do solo em um talhão.

Desde então, outras práticas evoluíram, como orientação automática de veículos e implementos agrícolas, máquinas e processos autônomos, rastreabilidade de produtos, pesquisa na fazenda e softwares para o gerenciamento geral dos sistemas de produção agrícola.

Apesar das diferenças nos tipos de tecnologia e nas áreas de adoção, os objetivos da agricultura de precisão são três:

  1. Otimizar o uso dos recursos disponíveis para aumentar a rentabilidade e a sustentabilidade das operações agrícolas;
  2. Reduzir o impacto ambiental negativo;
  3. Melhorar a qualidade do ambiente de trabalho e os aspectos sociais da agricultura, pecuária e profissões relevantes.

Webinar Ferramentas de Agricultura de Precisão

Variabilidade espaço temporal

As variabilidades que têm influências significativas na produção agrícola podem ser categorizadas em seis grupos.

1. Variabilidade da produção

Distribuições de rendimento históricas e atuais.

2. Variabilidade do talhão

Topografia do talhão – elevação, inclinação, aspecto e terraço; proximidade ao limite do talhão e córregos etc.

3. Variabilidade do solo

  • Fertilidade do solo – nitrogênio, fósforo, potássio, cálcio, magnésio, carbono, ferro, manganês, zinco e cobre;
  • Fertilidade do solo proporcionada por composto orgânico;
  • Propriedades físicas da textura do solo;
  • Densidade;
  • Resistência à penetração;
  • Teor de umidade e condutividade elétrica;
  • Propriedades químicas do solo – pH;
  • Matéria orgânica, salinidade e condutividade elétrica;
  • Capacidade de retenção de água disponível no solo e condutividade hidráulica;
  • Profundidade do solo.

4. Variabilidade de colheita

  • Densidade de colheita; altura da colheita;
  • Estresse nutricional da cultura para N, P, K, Ca, Mg, C, Fe, Mn, Zn e Cu;
  • Estresse hídrico da cultura;
  • Propriedades biofísicas da cultura – índice de área foliar, radiação fotossinteticamente ativa interceptada e biomassa;
  • Teor de clorofila da folha da colheita;
  • Qualidade de grãos da cultura.

5. Variabilidade em fatores anômalos

Infestação de ervas daninhas; infestação de insetos; infestação de nematoides; infestação de doenças; danos causados ​​pelo vento.

6. Variabilidade de gestão

Prática de condução da lavoura; híbrido/cultivar; taxa de semeadura da cultura; rotação de colheitas; aplicação de fertilizantes; aplicação de pesticidas; e padrão de irrigação.

Entre esses tipos de variabilidade, a variabilidade de rendimento é frequentemente considerada a variável dependente final, enquanto a maioria dos outros tipos de variabilidade são tratados como variáveis ​​independentes.

A variável independente mais extensivamente estudada até hoje tem sido o nível de fertilidade do solo. De fato, a maioria das tecnologias de taxa variável para aplicações químicas foram desenvolvidas em aplicadores de fertilizantes.

Muitos tipos de variabilidade são de natureza espacial e temporal. A infestação de ervas daninhas serve como exemplo. Padrões espaciais de manchas de ervas daninhas podem mudar durante a estação de crescimento da cultura.

As variabilidades nos parâmetros climáticos são principalmente de natureza temporal. No entanto, o monitoramento intensivo da precipitação nos talhões também é importante para auxiliar na tomada de decisões para aplicações de fertilizantes.

Manejando a variabilidade

O gerenciamento da variabilidade pode ser alcançado por duas abordagens: a abordagem baseada em mapas e a abordagem baseada em sensores.

Com as tecnologias disponíveis de GNSS, sensoriamento remoto, monitoramento de produtividade e amostragem de solo, a abordagem baseada em mapas é geralmente mais fácil de implementar.

Essa abordagem requer o seguinte procedimento: amostragem em grade de um campo, realização de análises laboratoriais de amostras de solo, geração de um mapa específico do local e, finalmente, utilização desse mapa para controle de um aplicador de taxa variável. Um sistema de posicionamento, como um GNSS, geralmente é necessário para essa abordagem.

A abordagem baseada em sensor, por outro lado, mede as propriedades desejadas, como propriedades do solo e da planta, usando sensores em tempo real de maneira ‘on-the-go’ (em movimento) e controla o aplicador de taxa variável com base nas medições.

Agricultura de precisão e zonas de manejo

As aplicações específicas do local de insumos agrícolas podem ser implementadas dividindo um campo em zonas de manejo menores que são mais homogêneas em propriedades de interesse do que o campo como um todo.

Uma zona de manejo é definida como “uma porção de um campo que expressa uma combinação homogênea de fatores limitantes de rendimento para os quais uma única taxa de um insumo de cultura específico é apropriada”.

Assim, as zonas de manejo dentro de um campo podem ser diferentes para diferentes insumos, e o delineamento de zonas de manejo para um insumo específico envolve apenas os fatores que influenciam diretamente a eficácia desse insumo no alcance de determinados objetivos.

Uma zona de manejo também pode ser delineada por mais de uma cultura específica. Neste caso, uma única taxa é aplicada para cada uma das entradas específicas dentro de uma zona. O número de zonas de manejo distintas dentro de um talhão é uma função da variabilidade natural dentro do talhão, do tamanho do talhão e de certos fatores de manejo.

O tamanho mínimo de uma zona é limitado pela capacidade do agricultor de gerir diferencialmente as regiões dentro de um campo. Se um GNSS estiver envolvido para controlar a aplicação ou guiar o implemento, parece não haver razão para restrições na forma da zona.

No entanto, na realidade, o padrão em que o equipamento de aplicação percorre o campo deve ser considerado ao delinear as zonas de gerenciamento.

Impactos da agricultura de precisão

A agricultura de precisão permite rastreamento e ajuste precisos da produção agrícola. As tecnologias de agricultura de precisão oferecem aos agricultores oportunidades de alterar a distribuição e o tempo de fertilizantes e outros agroquímicos com base na variabilidade espacial e temporal em um campo.

Os agricultores podem fazer análises econômicas com base na variabilidade do rendimento das culturas em um campo para obter uma avaliação precisa do risco. Conhecendo o custo dos insumos, os agricultores também podem calcular o retorno em dinheiro sobre os custos de cada hectare.

Certas partes dentro de um campo, que sempre produzem abaixo do ponto de equilíbrio, podem ser isoladas para o desenvolvimento de um plano de gerenciamento específico do local.

Embora os benefícios ambientais da agricultura de precisão não tenham sido mensurados sistemática e quantitativamente, algumas pesquisas têm revelado evidências positivas.

Um estudo realizado em dois campos adjacentes, um tratado com tecnologia de taxa uniforme para fertilizante nitrogenado e outro com tecnologia de taxa variável, demonstrou o efeito da tecnologia de taxa variável na redução da contaminação do lençol freático.

Com a disponibilidade de dados topográficos para campos implementados com tecnologias de agricultura de precisão, a interação entre o preparo do solo e a erosão do solo/água pode ser examinada e, assim, a redução da erosão pode ser alcançada.

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Gestão de pessoas para obter melhores resultados no agronegócio https://blog.rehagro.com.br/gestao-de-pessoas-no-agronegocio/ https://blog.rehagro.com.br/gestao-de-pessoas-no-agronegocio/#respond Mon, 21 Mar 2022 19:00:50 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=11976 Este Webinar reuniu Emerson Alvarenga, Régis Henrique e Alexandra Othero, que fazem parte do nosso Núcleo de Gestão para falar sobre o tema: Gestão de pessoas para obter melhores resultados no agronegócio. Vale a pena conferir o conteúdo na íntegra! Não deixe de se inscrever no nosso canal para acompanhar nossos conteúdos. Ative o sino!  

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Mercado de café: análise sobre as tendências https://blog.rehagro.com.br/mercado-de-cafe-quais-as-tendencias/ https://blog.rehagro.com.br/mercado-de-cafe-quais-as-tendencias/#respond Fri, 25 Feb 2022 18:00:08 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=11745 Neste Webinar, Guilherme Morya, responsável pela área de pesquisa e análise setorial de café para o Rabobank Brasil, faz uma análise sobre as tendência do mercado de café, influência no preço, entre outros assuntos. Vale a pena conferir o conteúdo na íntegra! Não deixe de se inscrever no nosso canal para acompanhar nossos conteúdos. Ative […]

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Neste Webinar, Guilherme Morya, responsável pela área de pesquisa e análise setorial de café para o Rabobank Brasil, faz uma análise sobre as tendência do mercado de café, influência no preço, entre outros assuntos.

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Mulheres no agro: o protagonismo feminino no agronegócio https://blog.rehagro.com.br/o-protagonismo-da-mulher-no-agronegocio/ https://blog.rehagro.com.br/o-protagonismo-da-mulher-no-agronegocio/#respond Thu, 24 Feb 2022 14:30:06 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=11701 Neste Webinar, reunimos Janaína Flor (Núcleo Feminino da Pecuária Goiânia), Erika Lira (As Fazendeiras – MA), Maxiely Scaramussa (Sindicato dos Produtores Rurais Paragominas/PA), Carolina Brazil (Agro Mulheres Rondônia) e Vanessa Napp, consultora do Rehagro, para falar sobre o protagonismo da mulher no agronegócio. Vale a pena conferir o conteúdo na íntegra! Aproveite para se inscrever […]

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Neste Webinar, reunimos Janaína Flor (Núcleo Feminino da Pecuária Goiânia), Erika Lira (As Fazendeiras – MA), Maxiely Scaramussa (Sindicato dos Produtores Rurais Paragominas/PA), Carolina Brazil (Agro Mulheres Rondônia) e Vanessa Napp, consultora do Rehagro, para falar sobre o protagonismo da mulher no agronegócio.

Vale a pena conferir o conteúdo na íntegra!

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Manual de fluxo de caixa para fazendas de gado de corte https://blog.rehagro.com.br/manual-de-fluxo-de-caixa-para-fazendas-de-gado-de-corte/ https://blog.rehagro.com.br/manual-de-fluxo-de-caixa-para-fazendas-de-gado-de-corte/#respond Wed, 17 Nov 2021 19:15:45 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=10100 Confira nesse e-book gratuito tudo o que você precisa saber para entender essa ferramenta simples e poderosa e iniciar uma estratégia para melhorar os resultados financeiros da sua fazenda. Neste e-book, você verá: O que é o fluxo de caixa da fazenda; Pra que ele serve; Como classificar as entradas e saídas da fazenda; Como montar o fluxo de caixa […]

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Confira nesse e-book gratuito tudo o que você precisa saber para entender essa ferramenta simples e poderosa e iniciar uma estratégia para melhorar os resultados financeiros da sua fazenda.

Neste e-book, você verá:

  • O que é o fluxo de caixa da fazenda;
  • Pra que ele serve;
  • Como classificar as entradas e saídas da fazenda;
  • Como montar o fluxo de caixa da sua fazenda – passo a passo!

Você sairá preparado para já usar a planilha que vamos enviar como BÔNUS!

fluxo de caixa permite que você enxergue claramente qual a situação financeira da fazenda e, com base no resultado, decida os caminhos a seguir para melhorar sua margem de lucro.

Preenchendo corretamente a planilha, com o seu fluxo de caixa em mãos, você poderá:

  • Classificar a entrada e saída de dinheiro na fazenda;
  • Enxergar a saúde financeira da propriedade;
  • Provisionar as entradas e saídas de dinheiro no ano da fazenda;
  • Planejar vendas estratégicas de animais ou capacitação de recursos através de empréstimos bancários ou custeios.
Esteja preparado para alcançar excelentes resultados com a sua fazenda.
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Manual de fluxo de caixa

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5 dicas importantes para a condução da atividade da pecuária leiteira https://blog.rehagro.com.br/dicas-importantes-para-a-conducao-da-atividade-na-pecuaria-leiteira/ https://blog.rehagro.com.br/dicas-importantes-para-a-conducao-da-atividade-na-pecuaria-leiteira/#comments Wed, 10 Nov 2021 12:27:23 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=9932 Ao iniciar um negócio, uma das principais preocupações consiste na sua rentabilidade, para que todo o investimento feito seja retornado com uma margem de lucro significativa. Com a pecuária leiteira não é diferente: é preciso identificar os principais pontos do negócio, antes mesmo de iniciá-lo. Dessa forma, aumentam-se as chances de o planejamento traçado ser […]

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Ao iniciar um negócio, uma das principais preocupações consiste na sua rentabilidade, para que todo o investimento feito seja retornado com uma margem de lucro significativa. Com a pecuária leiteira não é diferente: é preciso identificar os principais pontos do negócio, antes mesmo de iniciá-lo.

Dessa forma, aumentam-se as chances de o planejamento traçado ser certeiro, prevenindo imprevistos e surpresas desagradáveis.

 

Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!


Conhecendo o negócio leite

Independente do status da propriedade leiteira – se ela já se encontra em atividade, se iniciou a produção de leite há pouco tempo ou se ainda está apenas no papel – é importante conhecer de forma profunda e detalhada os pontos que a permeiam e que influenciam no seu resultado.

Esses pontos devem abranger não somente a propriedade de forma específica, mas também as pessoas envolvidas, a região onde ela está localizada e o mercado comprador/consumidor.

A melhor forma de conhecer a fazenda é por meio da ferramenta de Diagnóstico da Propriedade. Com ela é possível entender melhor o projeto, identificando as oportunidades, os riscos, alinhando as ações e atuando para melhorias.

Webinar Indicadores Econômicos e Zootécnicos

Construindo o diagnóstico da propriedade

Conforme já mencionado, o diagnóstico deve compreender fatores internos e externos da propriedade. O diagnóstico nada mais é do que um retrato da propriedade em um momento específico do tempo, relatando de forma detalhada todo o perfil da fazenda e da região.

Para organizar o raciocínio, podemos dividir os fatores em cinco grandes grupos:

1. Caracterização do mercado e do perfil da região

Avaliar qual a aptidão econômica da região, se há facilidade de obtenção de mão de obra qualificada, quais são os compradores de leite, se existe mercado de compra e venda de animais, quais os possíveis fornecedores de insumos, qual a facilidade de acesso e escoamento da produção etc.

Tais fatores permitem reconhecer se a propriedade está/estará inserida em algum determinado polo leiteiro que a beneficie, até mesmo agregue valor à produção de leite.

2. Geografia do terreno

Diz respeito à localização da propriedade, ao clima da região com as médias históricas de temperatura e pluviosidade ao longo do ano, ao relevo, ao tipo de solo, à disponibilidade de água, etc.

O conhecimento dessas variáveis permite, por exemplo, que saibamos qual o potencial agrícola da propriedade para a produção de comida dos animais.

3. Áreas, instalações e maquinários

Não basta apenas conhecer o relevo e o clima da propriedade: é necessário mensurar a sua área total e descrever a ocupação de cada divisão, como a extensão destinada à área de preservação permanente (APP), reserva legal, área mecanizável, área de manejo extensivo etc.

Compreender a divisão das áreas auxilia, por exemplo, na determinação de quantos hectares estão disponíveis para o plantio de milho para silagem ou então, quantos hectares podem ser trabalhados com pasto.

Além das áreas, devemos caracterizar também as instalações e os maquinários presentes na propriedade.

  • Qual a vida útil e o estado de conservação de cada um dos itens?
  • É possível trabalhar com o galpão de ordenha atual por mais 15 ou 20 anos?
  • O trator utilizado para a distribuição da dieta dos animais consegue realizar esta tarefa por mais quanto tempo?

Essas informações fazem a diferença quando pensamos na depreciação e na necessidade de aquisição/construção de novas unidades.

Trator de alimentos

4. Perfil do proprietário e dos colaboradores

Conhecer o perfil daqueles que lidam diretamente e diariamente com a propriedade faz toda a diferença.

  • Qual o perfil cultural e socioeconômico do proprietário?
  • Ele já possui experiências na pecuária leiteira?
  • Qual é o objetivo do produtor com a atividade pensando em volume de produção de leite, sistema de criação dos animais, remuneração, venda de genética, fabricação de produtos (laticínios, por exemplo)?
  • A atividade será conduzida pelo produtor mais como hobby ou terá a importância de ser a sua principal fonte de renda?
  • Há capital para investimento no negócio e/ou facilidade de obtenção de crédito?

Em relação aos colaboradores, qual é a mão de obra envolvida atualmente na propriedade com a produção de leite? Elaborar um organograma descrevendo o número de envolvidos com suas respectivas funções e remuneração recebida é uma excelente ideia!

Isto vale tanto para os colaboradores fixos quanto para aqueles esporádicos, como técnicos/consultores ou prestadores de serviço, por exemplo.

Esta etapa é de fundamental importância, assim como as demais já citadas. Por meio dela, podemos ter uma noção se os objetivos do proprietário e dos colaboradores estão alinhados com aquilo que a propriedade está retornando e com o potencial que ela pode entregar.

5. Sistema de produção, composição do rebanho e manejos realizados

Enfim, daremos foco específico aos animais e às rotinas. Categorizar o rebanho em grupos é o ideal, quantificando qual o número de vacas em lactação, vacas secas, recria de 0 a 12 meses, recria de 12 a 24 meses e recria acima de 24 meses, por exemplo.

Se, porventura, a propriedade possuir touro ou criação de machos leiteiros, estes também devem ser contabilizados na composição do rebanho em uma categoria específica. Junto com a composição do rebanho devemos informar qual o padrão racial dos animais e qual a distribuição de grau sanguíneo em casos de animais mestiços no rebanho.

Qual o sistema de produção adotado pela fazenda? Extensivo, semi-intensivo ou intensivo? A pasto, semiconfinamento ou confinamento total? Essa informação é básica e essencial para o diagnóstico!

A verificação e a descrição dos manejos realizados na propriedade devem ser muito bem-feitas, possibilitando compreender de forma clara quais ações são feitas na rotina.

  • Como é a reprodução das vacas e das novilhas?
  • É utilizada inseminação artificial? Se sim, com quais critérios?
  • Como ocorre a liberação das novilhas para reprodução?
  • Os animais em lactação são divididos em lotes? Se sim, com base em quais critérios?
  • Qual a produção de leite por lote?
  • Como é o manejo alimentar dos animais?
  • Quais alimentos compõem a dieta?
  • A dieta sofre variação entre as estações de chuva e seca?
  • Como as bezerras são criadas?
  • Qual o programa alimentar durante o aleitamento e após a desmama?
  • Quais as principais doenças que acometem os animais?
  • Existem protocolos de tratamento e calendário sanitário?
  • A fazenda realiza gestão financeira?

Todas estas perguntas relacionadas ao manejo, além de várias outras, estão atreladas aos indicadores da propriedade. Sendo assim, o recomendado é que, caso a fazenda trabalhe com indicadores, eles sejam mencionados juntos aos respectivos manejos, de modo a entender em que nível está a eficiência dos processos.

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Bruno Guimarães

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Fósforo no solo: um limitante na produção de grãos no Brasil https://blog.rehagro.com.br/fosforo-na-producao-de-graos-brasileira/ https://blog.rehagro.com.br/fosforo-na-producao-de-graos-brasileira/#respond Mon, 12 Jul 2021 12:00:25 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=9388 Um dos elementos químicos que melhora significativamente a fertilidade dos solos brasileiros, é o fósforo (P), então todo produtor precisa incluí-lo em seu planejamento de fertilizantes, bem como nitrogênio, enxofre, etc. Figura 1. Fórmula do fósforo Fonte: Rehagro O P é um macronutriente primário e essencial, já que está ligado ao crescimento e desenvolvimento das […]

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Um dos elementos químicos que melhora significativamente a fertilidade dos solos brasileiros, é o fósforo (P), então todo produtor precisa incluí-lo em seu planejamento de fertilizantes, bem como nitrogênio, enxofre, etc.

Figura 1. Fórmula do fósforo

fósforo na produção de grãos

Fonte: Rehagro

O P é um macronutriente primário e essencial, já que está ligado ao crescimento e desenvolvimento das plantas. Ou seja, quanto mais no início conseguir fornecer este nutriente, maiores são as garantias de sucesso da cultura.

No entanto, os solos brasileiros são, predominantemente, Latossolos e pobres em P e isso limita a produção das plantas, que por sua vez, absorvem P da solução do solo. 

Na solução do solo, o P constitui apenas uma fração de todo o fósforo presente no solo, podendo ser fornecido pela hidrólise do P inorgânico (Pi) ou pela mineralização do P orgânico (Po). Essas frações, por sua vez, são trocadas por compostos P mais estáveis por meio de reações lentas. 

Portanto, o suprimento de P para as culturas depende das quantidades de Pi lábil, das taxas de transformação entre Pi lábil mais estáveis e do tamanho das taxas de transformação do reservatório de Po mineralizável no solo.

Figura 2. esquema didático da fosfatagem

fósforo na produção de grãos

Fonte: Rehagro

Fontes de fósforo

As principais fontes minerais de fósforo são o fosfato monoamônico ou MAP (10% de N e 46 a 50% de P2O5) e fosfato diamônico ou DAP (16% de N e 38 a 40% de P2O5), superfosfato simples ou super simples (16 a 18% de P2O5 e 18 a 20% de Ca – Cálcio), superfosfato triplo ou super triplo (41% de P2O5 e 7 a 12% de Ca) e termofosfato (18 % de P2O5, 9% de Mg – Magnésio, 20% de Ca e 25% de SiO4).

Um dos problemas na avaliação da reversibilidade da sorção é que o P sorvido sofre outras transformações com o tempo. O processo pode envolver: recristalização; difusão de estado sólido, ou múltiplos reservatórios de P que não estão em troca imediata com a solução ou que têm afinidades diferentes com o P. 

Além dos processos inorgânicos, o turnover da matéria orgânica libera constantemente P na solução a partir da mineralização de Po que cria um reservatório de P “total disponível” dependente do tempo. 

O P disponível deve ser definido com relação ao tipo de sistema de produção em que é medido, incluindo: 

  • Período em que ele é necessário; 
  • Ciclo de crescimento; 
  • Taxas de reciclagem no período. 

Sistemas de produção de grãos considerando a rotação de culturas, pastagens e o conceito de “sustentabilidade”, requerem que a compreensão e as capacidades analíticas se desenvolvam além do reservatório de nutrientes “imediatamente disponível”.

Escassez x reposição de fósforo

A escassez natural de (P) é um grande problema nos solos brasileiros. A ampla disponibilidade e uso de fertilizantes P, no entanto, tem transformado áreas do Cerrado consideradas improdutivas. 

Figura 3. Mapa do fósforo acumulado no solo durante o cultivo no Brasil, com adição de fertilizante mineral entre 1960 e 2016.

fósforo na produção de grãos

Fonte: Pavinato et al. (2020)

Perspectivas do fósforo no Brasil

As previsões para o uso de fertilizantes minerais fosfatados no Brasil devem aumentar de 3 a 5% ao ano na próxima década. Além disso, a quantidade de P aplicada por cultura também aumentou ano a ano nas últimas duas décadas (72 e 105% para soja e milho, respectivamente), com valores médios de 27,2 e 22,9 kg ha− 1 de P aplicados atualmente. 

Eficiência no uso de P

Apesar do aumento no uso de fertilizante P, a eficiência de seu uso ainda é muito menor do que o esperado. 

Os baixos valores de eficiência estão associados à alta capacidade de fixação de P dos solos brasileiros e sua capacidade de ligar quase irreversivelmente nas superfícies de oxihidróxidos de Fe / Al. 

Essa eficiência pode ser aumentada em até 80% em solos tropicais quando o pH do solo é corrigido frequentemente e as rotações de culturas são adequadas.

Outra maneira de melhorar a eficiência do uso de P é a estratégia de gestão 5R:

  1. Realinhar os insumos de P; 
  2. Reduzir as perdas de P; 
  3. Reciclar P em biorrecursos; 
  4. Recuperar P em resíduos; 
  5. Redefinir P em sistemas alimentares.

Estratégias para um melhor aproveitamento de P

Há uma necessidade de adotar estratégias de manejo aprimoradas para explorar P acumulado e sua eficiência, se quisermos aumentar a produção agrícola global preservando os recursos naturais. 

Algumas das estratégias mais promissoras incluem: 

  1. Aumentar o pH do solo pela calagem;
  2. Melhoramento de culturas adaptáveis ao acesso de P no solo ainda inexplorável;
  3. Inoculação da cultura com microrganismos solubilizadores de P; 
  4. Introdução de culturas de cobertura com eficiência de P; 
  5. Agricultura mais intensiva, com sistema de dupla safra ou consorciado;
  6. Fertilizantes P modernos, específicos para culturas; 
  7. Administrar nutrientes 4R melhorando o manejo do fertilizante P; 
  8. Melhorar o solo para aumentar a raiz e ela ser capaz de absorver P em um grande volume de solo;
  9. Aplicação de fertilizante P incorporado e/ou próximo ao sistema radicular da planta.

Atenção!

Quando o solo não está corrigido e adubado de acordo com as necessidades da cultura, isso reflete no volume e na qualidade da produção e, consequentemente, no bolso do produtor. Se você quer dominar as estratégias para evitar essas perdas, acesse o artigo abaixo:

Perdas de produção: solo inadequado

Alessandro Alvarenga

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Ferramentas de Agricultura de Precisão no auxílio para tomada de decisão https://blog.rehagro.com.br/ferramentas-de-agricultura-de-precisao/ https://blog.rehagro.com.br/ferramentas-de-agricultura-de-precisao/#respond Wed, 27 Jan 2021 18:12:05 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=8765 Em novembro de 2020, fizemos um webinar especial! O tema foi extremamente relevante para os agricultores: “Ferramentas de Agricultura de Precisão no auxílio para tomada de decisão”. Esta palestra gratuita foi feita por nós, Grupo Rehagro, em parceria com o 3RLab. Escolhemos um especialista renomado para falar sobre o assunto: o Engenheiro Agrônomo, Alessandro Alvarenga, […]

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Em novembro de 2020, fizemos um webinar especial! O tema foi extremamente relevante para os agricultores: “Ferramentas de Agricultura de Precisão no auxílio para tomada de decisão”. Esta palestra gratuita foi feita por nós, Grupo Rehagro, em parceria com o 3RLab.

Escolhemos um especialista renomado para falar sobre o assunto: o Engenheiro Agrônomo, Alessandro Alvarenga, que também atua como Consultor Técnico no Rehagro.

Ferramentas de Agricultura de Precisão

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Inoculação da soja: aumente a produtividade com a fixação biológica do nitrogênio https://blog.rehagro.com.br/inoculacao-da-soja-aumente-a-produtividade/ https://blog.rehagro.com.br/inoculacao-da-soja-aumente-a-produtividade/#respond Fri, 18 Dec 2020 13:08:18 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=8702 Em outubro de 2020, apresentamos mais uma edição de Webinar Grãos! O tema foi extremamente relevante para quem está atuando na área: “Inoculação da soja: aumente a produtividade com a fixação biológica do nitrogênio”. Esta palestra gratuita foi feita por nós, Grupo Rehagro, em parceria com o 3RLab. Escolhemos um especialista renomado para falar sobre […]

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Em outubro de 2020, apresentamos mais uma edição de Webinar Grãos! O tema foi extremamente relevante para quem está atuando na área: “Inoculação da soja: aumente a produtividade com a fixação biológica do nitrogênio”.

Esta palestra gratuita foi feita por nós, Grupo Rehagro, em parceria com o 3RLab.

Escolhemos um especialista renomado para falar sobre o assunto: Geraldo Gontijo, Coordenador, Consultor e Facilitador do Rehagro. Ele também é um dos nossos mestres renomados dos cursos de capacitação e pós-graduação.

Se você não teve a oportunidade de assistir a discussão, clique no link abaixo:

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Seja um especialista em produção de grãos!

Estar sempre por dentro das novidades do mercado agrícola, pode tornar sua produção mais otimizada.

As tecnologias chegam através de maquinários e métodos, sempre para facilitar o trabalho do produtor que almeja produzir mais, em menos tempo e obtendo mais lucro. Por isso, temos diversos cursos no Rehagro e nossa Pós-graduação em Produção de Grãos é completa e é considerada a melhor do setor em ensino EAD.

Com ela, você vai dominar técnicas como:

  • Gestão financeira e econômica;
  • Manejo com foco em altas produtividades;
  • Proteção da sua lavoura;
  • Adubações e muito mais.

Seja especialista em produção de grãos e garanta safras com mais qualidade e segurança produtiva.

Pós-Graduação Produção de Grãos

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Preparo de novilhas precoces para a estação de monta https://blog.rehagro.com.br/preparo-de-novilhas-precoces-para-a-estacao-de-monta/ https://blog.rehagro.com.br/preparo-de-novilhas-precoces-para-a-estacao-de-monta/#respond Wed, 25 Nov 2020 14:00:54 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=8596 Em setembro de 2020, fizemos mais uma edição do Webinar Corte. O assunto foi: “Preparo de novilhas precoces para a estação de monta: técnicas X viabilidade”. Esta palestra gratuita foi feita por nós, Grupo Rehagro, em parceria com o 3RLab. Escolhemos uma especialista de alto nível para trazer informações atualizadas sobre o tema: a Médica […]

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novilhas precoces

Em setembro de 2020, fizemos mais uma edição do Webinar Corte. O assunto foi: “Preparo de novilhas precoces para a estação de monta: técnicas X viabilidade”. Esta palestra gratuita foi feita por nós, Grupo Rehagro, em parceria com o 3RLab.

Escolhemos uma especialista de alto nível para trazer informações atualizadas sobre o tema: a Médica Veterinária, PhD, Roberta Ferreira.

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Posicionamentos para a safra https://blog.rehagro.com.br/posicionamentos-para-a-safra/ https://blog.rehagro.com.br/posicionamentos-para-a-safra/#respond Fri, 13 Nov 2020 18:13:00 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=8569 No dia 22/09/2020, apresentamos mais uma edição de Webinar Grãos! O tema foi extremamente relevante para quem está atuando na área: “Posicionamentos para a safra”. Esta palestra gratuita foi feita por nós, Grupo Rehagro, em parceria com o 3RLab. Escolhemos um especialista renomado para falar sobre o assunto: Breno Araújo, Membro Efetivo do CESB. Araújo […]

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posicionamentos para safra

No dia 22/09/2020, apresentamos mais uma edição de Webinar Grãos! O tema foi extremamente relevante para quem está atuando na área: “Posicionamentos para a safra”. Esta palestra gratuita foi feita por nós, Grupo Rehagro, em parceria com o 3RLab.

Escolhemos um especialista renomado para falar sobre o assunto: Breno Araújo, Membro Efetivo do CESB. Araújo é Engenheiro Agrônomo formado pela FEAD/MG e especialista em pastagens e plantas forrageira pela ESALQ/USP.

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Aumentando a lucratividade de um projeto de gado de corte https://blog.rehagro.com.br/aumentando-a-lucratividade-de-um-projeto-de-gado-de-corte/ https://blog.rehagro.com.br/aumentando-a-lucratividade-de-um-projeto-de-gado-de-corte/#respond Sun, 27 Sep 2020 18:03:35 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=8146 Em 2020, fizemos mais uma edição do Webinar Corte sobre o aumentando a lucratividade de um projeto de gado de corte usando o orçamento. Esta palestra gratuita foi feita por nós, Grupo Rehagro, em parceria com o 3RLab. Escolhemos um especialista de alto nível para debater sobre o assunto: Guilherme Lamego, Consultor Sênior da Equipe […]

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Em 2020, fizemos mais uma edição do Webinar Corte sobre o aumentando a lucratividade de um projeto de gado de corte usando o orçamento. Esta palestra gratuita foi feita por nós, Grupo Rehagro, em parceria com o 3RLab.

Escolhemos um especialista de alto nível para debater sobre o assunto: Guilherme Lamego, Consultor Sênior da Equipe Corte do Rehagro.

Aumentando a lucratividade de um projeto de gado de corte

Se você ainda não assistiu o segundo Agroask da série, clique no link abaixo:

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Manejo da compactação do solo https://blog.rehagro.com.br/manejo-da-compactacao-do-solo/ https://blog.rehagro.com.br/manejo-da-compactacao-do-solo/#respond Tue, 22 Sep 2020 15:00:36 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=8143 O solo é a base de qualquer cultura e, como tal, ele precisa estar em condições adequadas para permitir que essa cultura expresse seu máximo potencial. Em culturas anuais como soja e milho, é preciso um olhar ainda mais minucioso, com a movimentação mais constante de máquinas. Se não tiver controle ou for feito errado, […]

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O solo é a base de qualquer cultura e, como tal, ele precisa estar em condições adequadas para permitir que essa cultura expresse seu máximo potencial. Em culturas anuais como soja e milho, é preciso um olhar ainda mais minucioso, com a movimentação mais constante de máquinas.

Se não tiver controle ou for feito errado, isso pode gerar um dos piores males ao produtor: solo compactado, que pode reduzir em até 60% a produtividade!

Pensando nisso, em agosto de 2020, o Rehagro e a 3rlab promoveram um webinar gratuito justamente sobre o manejo da compactação do solo. Esta palestra foi feita pelo Bruno Montoani Silva, que é um especialista renomado na área, sendo engenheiro agrônomo e professor do Departamento de Ciência do Solo da UFLA.

Webinar Manejo da Compactação do Solo

Ele ensina como fazer o diagnóstico correto de compactação, como fazer o manejo, o controle, quais parâmetros avaliar e, inclusive, com dados reais.

Então, não perca mais tempo. Clique no link abaixo e confira!

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Planejando a sanidade das minhas matrizes para a estação de monta https://blog.rehagro.com.br/planejando-a-sanidade-das-matrizes-para-a-estacao-de-monta/ https://blog.rehagro.com.br/planejando-a-sanidade-das-matrizes-para-a-estacao-de-monta/#respond Thu, 13 Aug 2020 15:00:54 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=8040 Em 2020, fizemos a transmissão de um Webinar Corte com o tema “Planejando a sanidade das minhas matrizes para a próxima estação de monta”. O palestrante foi José Zambrano, Coordenador da Equipe Sanidade do Rehagro e Mestre e Doutor em Sanidade de Bovinos pela UFMG. O tema é extremamente relevante no ramo e diversos profissionais […]

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Em 2020, fizemos a transmissão de um Webinar Corte com o tema “Planejando a sanidade das minhas matrizes para a próxima estação de monta”.

O palestrante foi José Zambrano, Coordenador da Equipe Sanidade do Rehagro e Mestre e Doutor em Sanidade de Bovinos pela UFMG.

O tema é extremamente relevante no ramo e diversos profissionais buscam aumentar seus conhecimentos sobre o assunto.

Se você é um deles, não perca a chance de assistir ao nosso Webinar Corte! Trata-se de uma palestra gratuita feita por nós, Grupo Rehagro, em parceria com o Ideagri e o 3RLab.

Se tiver dúvidas ou ressalvas, deixe seu comentário registrado. Nossa equipe técnica irá respondê-lo.

Clique no botão abaixo e participe dessa incrível experiência do agronegócio!

Sanidade das matrizes

Dica extra!

Aqui no Rehagro, temos o Curso Online Gestão na Pecuária de Corte, que é uma capacitação que reúne a solução para os maiores problemas que os pecuaristas enfrentam na nutrição, reprodução, sanidade, gestão financeira e de equipes, comercialização, em todos os sistemas de criação. 

Os professores são grandes consultores, com muitos anos de experiência no dia a dia das fazendas. Eles ensinam as técnicas e ferramentas usadas por eles para aumentar a rentabilidade na atividade, de forma muito clara, direta e prática. 

Caso você tenha interesse, na nossa página você poderá encontrar mais informações!

Gestão na Pecuária de Corte

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Cerca elétrica em sistemas de pastejo: saiba como é a utilização https://blog.rehagro.com.br/a-utilizacao-da-cerca-eletrica-em-sistemas-de-pastejo/ https://blog.rehagro.com.br/a-utilizacao-da-cerca-eletrica-em-sistemas-de-pastejo/#respond Wed, 15 Jul 2020 18:00:32 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=7947 A forragem representa a principal fonte de alimento para a produção de bovinos de corte no Brasil. Um consenso entre técnicos e pecuaristas é que a criação dos animais a pasto permite ganhos produtivos e econômicos, isso porque o custo da arroba produzida em pastagens é significativamente menor do que o custo dessa mesma arroba, […]

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A forragem representa a principal fonte de alimento para a produção de bovinos de corte no Brasil. Um consenso entre técnicos e pecuaristas é que a criação dos animais a pasto permite ganhos produtivos e econômicos, isso porque o custo da arroba produzida em pastagens é significativamente menor do que o custo dessa mesma arroba, produzida no confinamento, por exemplo.

Entretanto, há um fator importante a se destacar, para que alcancemos bons resultados, tanto em desempenho zootécnico e principalmente em desempenho econômico financeiro. É indispensável que a utilização dessas pastagens seja realizada de maneira adequada e eficaz.

O manejo bem feito do pastejo e das pastagens é determinante para o sucesso na atividade, bem como para a obtenção dos resultados positivos, produzir a supracitada, arroba com menores custos, e isso só se faz possível com uma condução bem ajustada dos recursos forrageiros disponíveis.

Além de proporcionar boas possibilidades referentes ao ganho de peso, bem como a bons resultados econômicos, o manejo correto das pastagens e do pastejo, está diretamente relacionado à manutenção das condições dessa pastagem.

Estima-se que 80% das pastagens do Brasil, encontram-se em algum grau de degradação, esse fato se dá, entre outros motivos, principalmente pela falha no processo de condução de manejo dessas pastagens.

 

Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!


De maneira resumida e direta, o manejo correto das pastagens se torna possível, basicamente, quando respeitamos as alturas daquela forrageira quando os animais entram e saem de uma determinada área empastada.

Outros fatores, como adubação, correção de solo, controle de invasora, localização de cochos e bebedouros e outros, compõem esse processo, mas o princípio básico de respeitar as alturas de entrada e saída é fundamental.

Esse princípio só se faz possível, quando conduzimos os animais às pastagens nesse momento ideal, para isso existem algumas ferramentas e métodos de pastejo. Basicamente, podemos citar alguns desses métodos:

  • Pastejo alternado, quando um mesmo lote alterna momentos de pastejo entre dois piquetes; 
  • Pastejo rotacionado quando um lote utiliza 3 ou mais piquetes para pastejar. 

Esses são exemplos de métodos de manejo que permitem essa condução de maneira eficiente.

Cada um desses métodos e suas variáveis, apresentam suas características, benefícios e pontos de ajuste, entretanto, um fator é indispensável nesse processo, independente de qual manejo se escolha, e principalmente no manejo rotacionado, a cerca, sendo um componente de extrema importância nesse contexto.

Somente com uma boa estrutura de cerca, é possível a condução desses animais, da maneira que nós desejamos. Existem algumas estruturas de cerca possíveis de serem utilizadas, e uma delas vem ganhando destaque: a cerca elétrica.

A cerca elétrica é uma alternativa importante que, diferente das cercas convencionais de arame liso, a “cerca paraguaia”, podem ser móveis e de grande praticidade. Permitindo a condução do pastejo, potencializando e maximizando a utilização das pastagens.

A mobilidade e a praticidade da cerca elétrica ganham um destaque ainda maior, quando adotamos o pastejo rotacionado. A frequência da movimentação dos animais, e a necessidade de uma grande rede estrutural de cerca, são pontos que favorecem a utilização dessa tecnologia.

A cerca elétrica também tem encontrado muita resistência por parte dos produtores e funcionários devido à eficiência em segurar os animais na área delimitada, mas, quando se utiliza materiais de boa qualidade e a construção é criteriosa, a sua eficácia é muito alta.

Critérios como qualidade do aterramento, dimensionamento do aparelho eletrificador, vida útil do material, utilização de fio negativo, proteção contra descargas elétricas (raios) e uso de linha-mestra são muito importantes para o bom resultado deste tipo de cerca.

Como vantagens da cerca elétrica podemos citar, além do melhor aproveitamento das pastagens:

  • Fácil e rápida construção;
  • Facilita o manejo;
  • Amansa os animais;
  • Versátil;
  • Viável economicamente;
  • Ideal para sistemas de integração.

Dicas práticas para um bom funcionamento e vida útil da cerca é o grande “tripé” que garante a eficiência e a perfeita utilização de sistemas de cerca elétrica. Esse tripé é composto pela associação de potência adequada, isolamento eficiente e um aterramento bem feito.

Webinar Cercas Elétricas

Aterramento

Este é um dos pontos-chave para o sucesso da cerca elétrica, principalmente quando o solo não tem boa condutividade, em específico em estações secas.

Quando o animal toca ao mesmo tempo nos dois fios, tanto no fio positivo quanto fio terra (fase neutra), ele fecha o circuito via fio aterrado.

O número de hastes deve variar de acordo com o tamanho do aparelho, mas deve ter no mínimo 3 hastes. Existe um teste que indica a quantidade necessária para aterrar cada aparelho em cada tipo de solo. Esse teste consiste em medir a voltagem no aterramento após colocar 3 hastes em contato com a cerca e o solo (a uma distância de 100 metros do aterramento).

É muito importante que as hastes sejam aterradas em local que fique úmido mesmo na época da seca. Caso isto não seja possível, o aterramento deverá ser molhado com fartura e semanalmente na época de seca.

Lembrar que se a haste for de cobre, o fio de ligação deve ser de cobre e se for zinco, fio de ligação deve ser de zinco. A distância entre as hastes é de 3 metros. Quando o raio de distância do aparelho ultrapassar 1 Km, devem ser construídos aterramentos secundários no fio negativo usando uma ou duas hastes em cada aterramento.

Aterramento de cerca elétricaDiagrama de aterramento da cerca elétrica. Fonte: Manual prático de cercas elétricas da Speedrite.

Proteção contra raios

É outro fator muito importante. Deve ficar a uma distância de 20 metros do aterramento do aparelho. É feito no fio eletrificado, sendo que ele é interrompido com um isolador tipo castanha e interligado com uma mola própria (resistência).

Próximo à mola deve ser colocado o centelhador e este ligado ao fio eletrificado e ao aterramento contra raios. Este aterramento deve ter sempre uma haste a mais que o aterramento do seu respectivo aparelho. Em projetos muito longos, podem ser feitas outras proteções secundárias.

Esquema de ligação da proteção contra raios. Fonte: Manual prático de cercas elétricas da Speedrite.

Número e altura de fios

As cercas devem, no mínimo, ter dois fios (dois fios positivos ou um positivo e outro negativo), sendo que o fio de cima a uma altura 100-110 cm (positivo) e o fio de baixo (negativo) com 50-60 cm do solo.

Nas áreas de sequeiro onde há má distribuição de chuvas, também em projetos mais distantes (acima de 5 km de raio) e solos mais arenosos há a necessidade de que o fio de baixo seja sem choque (negativo).

Nas áreas irrigadas, como o uso será intensivo, a cerca pode ser com os dois fios positivos (devido ao solo úmido), o que torna esta cerca mais segura. O fio negativo deve acompanhar toda a cerca e em todas as passagens subterrâneas até que chegue ao aterramento principal do aparelho.

No aterramento, este fio deve ser ligado à haste mais distante do aparelho. O arame deve ser próprio para cerca elétrica (tripla camada de galvanização), mas o arame ovalado pode ser usado (é mais caro e tem vida útil menor).

Altura de fios da cerca elétricaEsquema de isolamento. Fonte: Manual prático de cercas elétricas da Speedrite. 

Dimensionamento do Aparelho

A recomendação do aparelho é que este tenha a potência de 1 Joule para 5 km de fio eletrificado (metade da distância recomendada pelos fabricantes), visando suprir possíveis perdas.

Importante ressaltar que, quanto mais intensificado for o sistema, maior será a demanda por potência, devido a pressão dos animais ser maior e mais frequente em sistemas com alta densidade demográfica.

Uso de Fio Subterrâneo

Nas passagens de porteiras e estradas é mais indicado o uso de fio subterrâneo com dupla camada de revestimento, ao contrário do fio aéreo ou de arames revestidos por mangueiras. Nestas passagens deve passar também o fio negativo (arame sem capa).

Uso de Catracas Isoladas

Nos casos de linhas de cercas mais longas (acima de 100 m) é indicado o uso de catracas isoladas para manter a boa tensão dos fios positivos (fácil manutenção). No caso das cercas de pivô onde os lances são curtos (50 metros) não há esta necessidade.

Madeira

Nas linhas longas há a necessidade do uso de esticadores nos cantos, com diâmetro acima de 10 cm. Nos lances curtos de pivô e nas estacas de meio pode ser usada madeira com diâmetro de 6-8 cm.

A distância entre estacas pode ser até de trinta metros (média de 20 m) No caso dos lances do pivô serão usadas 3 estacas por lance.

Isoladores

Os isoladores devem ser de bom isolamento e com proteção para raios UV. Os melhores são do tipo W ou anel, mas a mangueira própria também pode ser usada. Nos isoladores de canto é usado o tipo castanha.

Porteiras

É sugerido o uso de porteiras com molas de maior elasticidade (igual à do para-raios), com manopla isolante própria e o mesmo número e altura de fios existentes na cerca. Nestas porteiras elétricas, a largura deve ser de 6-8 metros. Também nos corredores, quando houver, a largura deve ser de 8 metros.

Porteira com cerca elétricaEsquema de isolamento das porteiras. Fonte: Manual prático de cercas elétricas da Speedrite. 

Área de Lazer

O mínimo de área por animal deve ser de 10 m2, onde houver mais espaço a área poderá ser de 20 m2 por animal. A sombra é muito importante e a sua projeção deve ter, no mínimo, 4 m2 por animal.

Aceiros

Com relação aos aceiros, os aparelhos quando bem dimensionados, suportam algumas perdas com o encosto do capim. Isto deve ser monitorado com o voltímetro e quando estiver sendo limitante, deve ser feito o aceiro químico (dessecante). Normalmente é feito no início do verão nas áreas de sequeiro e outra segunda vez (se necessário) nas áreas irrigadas.

Ligações

As ligações feitas nas passagens subterrâneas, nos cantos de cercas e nas emendas devem ser de boa qualidade e com grampo conector próprio.

No caso de desligar as cercas que não estão sendo usadas, ela deve ser feita com chave própria (chave faca). Para que não se gaste muitas chaves e para diminuir a administração, esta chave pode ser usada de maneira setorizada.

Linha-Mestra

Em projetos com raio muito grande (acima de 5 km), é necessário o uso de uma linha-mestra que leve energia para a cerca nas áreas mais distantes. Esta linha deve conter mais fios eletrificados (3 ou 4) e interligados entre si.

Painel Solar

Um grande avanço para utilização da cerca elétrica, é a disponibilidade da utilização de fontes de energia elétrica, fotovoltaicas, essa ferramenta permite que cercas elétricas sejam instaladas distantes da rede elétrica convencional, sem que haja perda da eficiência da utilização.

Considerações sobre a cerca elétrica

O uso de cerca elétrica é uma tecnologia bastante eficiente que permite ganhos imensuráveis, com a adoção de pastagens rotacionadas, seja em pivôs ou não.

Utilizar e demandar da estrutura correta para a implantação do processo é essencial para o perfeito funcionamento e garantia de sucesso dessa tecnologia. Um bom projeto garante o sucesso de seu uso, com baixos custos de manutenção.

Mãos à obra!

Aqui no Rehagro, temos o Curso Online Gestão na Pecuária de Corte, um treinamento completo, que aborda todos os tópicos acima em videoaulas de 15 minutos por dia e encontros online ao vivo para que os alunos possam tirar suas dúvidas.

As aulas podem ser feitas de qualquer lugar e são dadas por nossos mais experientes consultores, que focam na realidade do dia a dia da produção.

Eles dão todo o suporte à turma ao longo de 10 meses de um curso intensivo, que já impactou positivamente a produção de mais de 1.800 profissionais, que estão alcançando melhores resultados na atividade aplicando o que aprenderam.

Para saber mais informações, visite a nossa página:

Curso Gestão da Pecuária de Corte

Cristiano Rossoni

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Análise do coronavírus na cadeia da carne – 4ª edição https://blog.rehagro.com.br/analise-do-coronavirus-na-cadeia-da-carne-4a-edicao/ https://blog.rehagro.com.br/analise-do-coronavirus-na-cadeia-da-carne-4a-edicao/#respond Wed, 10 Jun 2020 18:00:56 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=7749 No dia 29/04, fizemos a quarta edição do Agroask Online sobre o impacto do coronavírus na cadeia da carne. Esta palestra gratuita foi feita por nós, Grupo Rehagro, em parceria com o 3RLab. Escolhemos especialistas de alto nível para continuar debatendo a respeito do futuro da pecuária: Diego Palucci – Gerente de Negócios do Rehagro […]

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cadeia da carne

No dia 29/04, fizemos a quarta edição do Agroask Online sobre o impacto do coronavírus na cadeia da carne. Esta palestra gratuita foi feita por nós, Grupo Rehagro, em parceria com o 3RLab.

Escolhemos especialistas de alto nível para continuar debatendo a respeito do futuro da pecuária:

  • Diego Palucci – Gerente de Negócios do Rehagro
  • Alexandre Ayosa – Agente de investimentos da Nova Futura
  • Michel Tortelli – Sócio Diretor da FinPec
  • Ricardo Mourão – Agente de Investimentos da MAM Investimentos
  • Conrado Zanon – Partner da Germinare

Se você ainda não assistiu a continuação da série, clique no link abaixo:

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Para ver a terceira edição, clique AQUI!

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Análise do coronavírus na cadeia da carne – 3ª edição https://blog.rehagro.com.br/analise-do-coronavirus-na-cadeia-da-carne-3a-edicao/ https://blog.rehagro.com.br/analise-do-coronavirus-na-cadeia-da-carne-3a-edicao/#respond Sat, 23 May 2020 15:00:34 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=7583 No dia 08/04, fizemos a terceira edição do Agroask Online sobre o impacto do coronavírus na cadeia da carne. Esta palestra gratuita foi feita por nós, Grupo Rehagro, em parceria com o 3RLab. Escolhemos especialistas de alto nível para continuar debatendo a respeito do futuro da pecuária: Diego Palucci – Gerente de Negócios do Rehagro […]

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cadeia da carne

No dia 08/04, fizemos a terceira edição do Agroask Online sobre o impacto do coronavírus na cadeia da carne. Esta palestra gratuita foi feita por nós, Grupo Rehagro, em parceria com o 3RLab.

Escolhemos especialistas de alto nível para continuar debatendo a respeito do futuro da pecuária:

  • Diego Palucci – Gerente de Negócios do Rehagro
  • Caio Godoy – Gestor Hedge Pecuária da INTL FCStone
  • Alexandre Ayosa – Agente de investimentos da Nova Futura
  • Michel Tortelli – Sócio Diretor da FinPec
  • Ricardo Mourão – Agente de Investimentos da MAM Investimentos
  • Conrado Zanon – Partner da Germinare

Se você ainda não assistiu a continuação da série, clique no link abaixo:

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Para ver a segunda edição, clique AQUI!

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Pós-colheita: um checklist para qualidade https://blog.rehagro.com.br/pos-colheita-um-checklist-para-qualidade/ https://blog.rehagro.com.br/pos-colheita-um-checklist-para-qualidade/#respond Mon, 18 May 2020 17:00:33 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=7415 Em abril de 2020, fizemos a transmissão de um Webinar sobre pós-colheita: um checklist para qualidade. O palestrante foi Leandro Paiva, Coordenador do Pólo Agroindustrial do Café e Professor do IFSULDEMINAS Machado. O tema ainda é extremamente relevante no ramo e diversos profissionais buscam aumentar seus conhecimentos sobre o assunto. Se você é um deles, […]

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Pós-colheita

Em abril de 2020, fizemos a transmissão de um Webinar sobre pós-colheita: um checklist para qualidade. O palestrante foi Leandro Paiva, Coordenador do Pólo Agroindustrial do Café e Professor do IFSULDEMINAS Machado.

O tema ainda é extremamente relevante no ramo e diversos profissionais buscam aumentar seus conhecimentos sobre o assunto.

Se você é um deles, não perca a chance de assistir ao nosso debate de ideias! Trata-se de uma palestra gratuita feita por nós, Grupo Rehagro, em parceria com o 3RLab.

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Quais são os custos e benefícios da agricultura de precisão? https://blog.rehagro.com.br/custos-e-beneficios-da-agricultura-de-precisao/ https://blog.rehagro.com.br/custos-e-beneficios-da-agricultura-de-precisao/#respond Fri, 08 May 2020 18:30:11 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=7480 Produtores que buscam produzir cada vez mais, já se depararam com a pergunta: o quanto devo deixar meu negócio mais técnico? E isso não está atrelado apenas aos maquinários, mas a todo o seu negócio agrícola. Neste contexto, a agricultura de precisão tem surgido como alternativa. Quanto custa adotar os benefícios da agricultura de precisão (AP)? […]

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Produtores que buscam produzir cada vez mais, já se depararam com a pergunta: o quanto devo deixar meu negócio mais técnico? E isso não está atrelado apenas aos maquinários, mas a todo o seu negócio agrícola. Neste contexto, a agricultura de precisão tem surgido como alternativa.

Quanto custa adotar os benefícios da agricultura de precisão (AP)? A resposta não é fácil. A questão principal é analisar se vale a pena adotar a AP, considerando a noção mais ampla de economia agrícola total. Provavelmente sim, em alguns casos. Em outros, talvez não.

 

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Para resolver esse problema, começar com um equilíbrio econômico entre custos e retornos é uma maneira simples de obter informações e apoiar a tomada de decisões. No entanto, além de considerações estritamente financeiras, há outros aspectos que, sendo mais difíceis de avaliar a longo prazo, também são muito importantes para a sustentabilidade das fazendas.

Um dos pontos que entram na agricultura de precisão é a irrigação, que pode ser totalmente automatizada e entregar bons resultados, mas por outro lado, exige um investimento considerável. Aqui no Rehagro, temos um webinar gratuito com um especialista em irrigação, onde ele faz comparativos, explica sobre o sistema, suas vantagens e muito mais para te ajudar nessa decisão.

Webinar Irrigação de Alta Performance

Muitos já pensam em altos investimentos tecnológicos tanto para irrigação, quanto a agricultura de precisão como um todo, mas muitas vezes a decisão desse negócio agrícola pode ser sobre serviços, uma nova adoção de sistema, como fornecimento de nitrogênio por inoculantes, como o Azospirillum para milho ou Rhizobium em soja.

O fato é que vai muito além disso e os benefícios da adoção da agricultura de precisão podem ser vários, mas os custos e a viabilidade precisam ser levados em conta.

Impactos positivos da AP vão desde o meio ambiente, na logística operacional da fazenda e até em valorizar o trabalho dos agricultores. Portanto, além dos benefícios econômicos na conta do balanço patrimonial, outras questões relevantes devem ser levadas em consideração antes de se decidir se investir em agricultura de precisão.

Fazendas e lavouras, como um todo, são negócios agrícolas e devem ser planejadas e esquematizadas. A lucratividade não se restringe apenas aos desempenhos para a colheita, mas também abrange a gestão financeira, de trabalhadores e todo o sistema.

Investimentos na agricultura de precisão

É difícil realizar uma análise completa porque não é tão fácil atribuir um valor econômico (em reais) às vantagens e impactos mencionados acima. Aqui estão duas situações que podem dificultar a decisão em adotar a agricultura de precisão.

  1. Como as reduções na contaminação externa por pesticidas devem ser quantificadas pelo uso de tecnologias de AP com maior precisão na entrega de insumos?
  2. Qual valor econômico deve ser atribuído à navegação automatizada e sua influência na redução da fadiga do motorista, permitindo assim obter operações de campo de maior qualidade?

Como existem diferentes níveis tecnológicos e diferentes maneiras de realizar a agricultura de precisão, os agricultores devem optar pelas tecnologias que melhor se adequam às suas fazendas. Os aplicativos de AP que podem funcionar em uma fazenda específica, podem não ser os mais adequados para outra fazenda.

Nisso, custos, projeção de retorno e a problemática em si que a fazenda pode estar enfrentando e que o produtor esteja pensando na adoção de agricultura de precisão, devem ser avaliados. Isso vai desde controle à daninhas, pragas ou até doenças fúngicas que podem causar micotoxinas desde a lavoura.

Há fazendas em que o investimento em AP de “faixa intermediária” é suficiente e se encaixa conforme o esperado, e outras fazendas com tamanho maior e mais sistemas de produção tecnológica, como o uso de sensores, permitem que o investimento em AP de “alta qualidade” seja uma opção economicamente viável.

Análise econômica

Certamente, as necessidades na agricultura de precisão são bastante específicas da fazenda. Começar com uma análise econômica é a primeira coisa que o agricultor deseja. Por esse motivo, avaliar os resultados do investimento da AP por meio de um balanço financeiro geralmente é uma boa opção para começar.

Ao considerar a oportunidade de adotar a AP, a análise econômica deve primeiro focar em possíveis reduções de insumos (fertilizantes, defensivos agrícolas, sementes) derivadas do uso das tecnologias da AP. Ou seja, os custos adicionais de investimento na AP devem ser compensados a curto prazo por maiores benefícios, reduzindo insumos e custos de aplicação em campo.

Quando uma redução de insumos não é possível devido à redistribuição de insumos no campo, é de se esperar uma produção e/ou um aumento de qualidade.

Para explicar tudo isso em termos econômicos, uma abordagem de balanço fornece um método confiável para avaliar os resultados do investimento em AP. De fato, os agricultores precisam apenas estimar com segurança quais são os custos e benefícios.

Embora existam muitas operações de AP que podem levar a benefícios econômicos, duas áreas estão atraindo as maiores atenção dos agricultores.

Primeiro, muitos agricultores estão adotando com sucesso, auxílios à navegação de veículos (direção e orientação automáticas) baseados em sistemas globais de navegação por satélite (GNSS).

Eles estão cientes de que a redução de insumos exige que as aplicações de campo (taxas de dose uniformes para toda a parcela) sejam o mais eficiente possível.

Necessidades da agricultura de precisão

O tráfego de veículos é tão preciso usando esses sistemas de navegação que permite obter economia de insumos, reduzindo áreas sobrepostas ou duplamente tratadas. Da mesma forma, áreas não tratadas são evitadas (contribuindo para melhorar o rendimento e reduzir o consumo de combustível devido a tratamentos adicionais).

A rastreabilidade também é registrada e georreferenciada para decisões de gerenciamento subsequentes.

Em segundo lugar, os agricultores devem valorizar o investimento em tais sistemas de orientação e outras tecnologias de aplicação à taxa variável (ATV) para gerenciar a variabilidade das culturas em suas parcelas ou fazendas. Nesse caso, o gerenciamento de culturas específicas do local (Zonas de Manejo) é a maneira mais eficaz de otimizar insumos e aumentar os rendimentos da produção.

Várias abordagens são possíveis para começar a implementar a agricultura de precisão de maneira lucrativa. Todos eles exigem um investimento inicial importante em equipamentos, serviços de consultoria, educação e treinamento ou tempo.

Um agricultor pode optar por uma AP com avaliações estabelecidas, pode ainda optar por desenvolver suas próprias soluções adaptadas ou usar equipamentos gerais disponíveis no mercado. Outra coisa a considerar é a necessidade ou não de usar a AP baseada em mapas ou baseada em sensibilidade em tempo real.

Como em qualquer outro assunto, é necessário tomar decisões depois de entender o que está por trás de cada uma das alternativas possíveis. Por um lado, a AP juntamente com as soluções prontas para uso em tempo real, baseadas em sensores, geralmente não requer educação de treinamento por parte do agricultor, mas sim maior investimento inicial.

Por outro lado, a agricultura de precisão baseada em mapas exigirá mais serviços de educação e aconselhamento para adaptar as soluções em cada fazenda.

Mapas de produtividade

Os mapas de produtividade podem ser facilmente gerados após a coleta de dados por um monitor de produtividade.

Estes, juntamente com outros mapas que mostram a variabilidade espacial das propriedades do solo e/ou vigor ao longo do ciclo da colheita, podem ser usados ​​para gerenciar a variabilidade dentro do campo, aplicando soluções de AP (por exemplo, aplicação de fertilizantes em taxa variável).

Esses mapas são muito úteis na tomada de decisões, mas, no final, os agricultores querem ver o lucro ou o benefício econômico de investir em decisões baseadas em agricultura de precisão, seja por investimento em tecnologia própria ou por contratação de serviços de PA.

Mapa de Produtividade

Isso é possível transformando os dados de rendimento em outra métrica econômica, como receita bruta ou mapas de lucro. Ou seja, os mapas de lucro permitem que o benefício econômico bruto da aplicação do gerenciamento diferencial seja conhecido em cada ponto do campo em comparação ao gerenciamento uniforme.

Para isso, é necessário transformar o mapa de produtividade em um mapa de renda, de acordo com o preço.

Mapa de Renda de Acordo com o Preço

Aplicações de taxa variável de insumos precisam ser transformadas em mapas de custos variáveis ​​e custos fixos em mapas de custos uniformes para todo o campo. Então, a diferença entre o mapa de receita e os mapas de custo resultará no mapa de benefícios brutos.

Então, o que dificulta a análise econômica? Bem, muito simples: a dificuldade está na quantificação de custos e benefícios que, em última análise, dependem do gerenciamento da variabilidade de cada fazenda em particular.

E como agora você sabe os benefícios da agricultura de precisão e os parâmetros para buscar esse equilíbrio econômico, você sabe o quanto a Inteligência Artificial pode auxiliar na sua produtividade?

Os benefícios são muitos, mas é preciso um bom planejamento estratégico para avaliar a viabilidade da adoção e investimento desse método.

Pós-Graduação em Produção de Grãos

Alessandro Alvarenga

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Estômatos abertos: o caminho para rendimentos altos e sustentáveis https://blog.rehagro.com.br/estomatos-abertos-webinar-graos/ https://blog.rehagro.com.br/estomatos-abertos-webinar-graos/#comments Tue, 05 May 2020 18:04:11 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=7483 No dia 28/04, fizemos a transmissão do Webinar Grãos sobre o tema “Estômatos abertos: o caminho para rendimentos altos e sustentáveis”. O palestrante foi Derly Silva, professor da Universidade Federal de Viçosa. Silva também é Doutor em Genética e Melhoramento de Plantas. O tema ainda é extremamente relevante no ramo e diversos profissionais buscam aumentar […]

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No dia 28/04, fizemos a transmissão do Webinar Grãos sobre o tema “Estômatos abertos: o caminho para rendimentos altos e sustentáveis”. O palestrante foi Derly Silva, professor da Universidade Federal de Viçosa. Silva também é Doutor em Genética e Melhoramento de Plantas.

O tema ainda é extremamente relevante no ramo e diversos profissionais buscam aumentar seus conhecimentos sobre o assunto.

Se você é um deles, não perca a chance de assistir ao nosso Webinar Grãos! Trata-se de uma palestra gratuita feita por nós, Grupo Rehagro, em parceria com o Ideagri e o 3RLab.

estômatos abertos

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Análise do coronavírus na cadeia da carne – 2ª edição https://blog.rehagro.com.br/analise-do-coronavirus-2a-edicao/ https://blog.rehagro.com.br/analise-do-coronavirus-2a-edicao/#respond Sat, 02 May 2020 17:00:29 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=7470 No dia 01/04, fizemos mais uma edição do Agroask Online sobre o impacto do coronavírus na cadeia da carne. Esta palestra gratuita foi feita por nós, Grupo Rehagro, em parceria com o 3RLab. Escolhemos especialistas de alto nível para debater a respeito do futuro da pecuária: Diego Palucci – Gerente de Negócios do Rehagro Caio […]

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Análise do coronavírus

No dia 01/04, fizemos mais uma edição do Agroask Online sobre o impacto do coronavírus na cadeia da carne. Esta palestra gratuita foi feita por nós, Grupo Rehagro, em parceria com o 3RLab.

Escolhemos especialistas de alto nível para debater a respeito do futuro da pecuária:

  • Diego Palucci – Gerente de Negócios do Rehagro
  • Caio Godoy – Gestor Hedge Pecuária da INTL FCStone
  • Alexandre Ayosa – Agente de investimentos da Nova Futura
  • Michel Tortelli – Sócio Diretor da FinPec
  • Ricardo Mourão – Agente de Investimentos da MAM Investimentos
  • Conrado Zanon – Partner da Germinare

Se você ainda não assistiu o segundo Agroask da série, clique no link abaixo:

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Para ver a primeira edição, clique AQUI!

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Desafios e oportunidades diante do coronavírus na cafeicultura https://blog.rehagro.com.br/coronavirus-na-cafeicultura-2/ https://blog.rehagro.com.br/coronavirus-na-cafeicultura-2/#respond Fri, 01 May 2020 17:30:12 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=7466 No dia 13/04, fizemos um webinar café especial! O tema foi extremamente relevante para o momento de crise em que estamos vivendo: “Desafios e oportunidades diante do coronavírus na cafeicultura”. Esta palestra gratuita foi feita por nós, Grupo Rehagro, em parceria com o 3RLab. Escolhemos especialistas renomados para falar sobre o assunto: Fabrício T. Andrade […]

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coronavírus na cafeicultura

No dia 13/04, fizemos um webinar café especial! O tema foi extremamente relevante para o momento de crise em que estamos vivendo: “Desafios e oportunidades diante do coronavírus na cafeicultura”. Esta palestra gratuita foi feita por nós, Grupo Rehagro, em parceria com o 3RLab.

Escolhemos especialistas renomados para falar sobre o assunto:

  • Fabrício T. Andrade – Gestor Sancoffee
  • Guilherme Ferreira – Head of Coffee Brazil
  • Marcelo Resende Campos – Engenheiro Agrônomo e Produtor

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Mercado de grãos e os efeitos do coronavírus https://blog.rehagro.com.br/mercado-de-graos-e-o-coronavirus/ https://blog.rehagro.com.br/mercado-de-graos-e-o-coronavirus/#respond Fri, 01 May 2020 17:00:37 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=7462 No dia 06/04, fizemos um webinar especial! O tema foi extremamente relevante para o momento de crise em que estamos vivendo: “Mercado de grãos e os efeitos do coronavírus”. Esta palestra gratuita foi feita por nós, Grupo Rehagro, em parceria com o 3RLab. Escolhemos um especialista renomado para falar sobre o assunto: Leonardo Sologuren, Cofundador […]

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Mercado de grãos

No dia 06/04, fizemos um webinar especial! O tema foi extremamente relevante para o momento de crise em que estamos vivendo: “Mercado de grãos e os efeitos do coronavírus”. Esta palestra gratuita foi feita por nós, Grupo Rehagro, em parceria com o 3RLab.

Escolhemos um especialista renomado para falar sobre o assunto: Leonardo Sologuren, Cofundador e Diretor Comercial na Zeus Agrotech e Presidente do CESB. Sologuren é Agrônomo e mestre em economia pela Universidade Federal de Uberlândia.

Se você não teve a oportunidade de assistir a discussão, clique no link abaixo:

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Qual a cerca ideal para produção de gado de corte? https://blog.rehagro.com.br/cerca-ideal-para-a-propriedade/ https://blog.rehagro.com.br/cerca-ideal-para-a-propriedade/#comments Wed, 11 Mar 2020 17:00:37 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=7065 O sucesso da produção na cadeia produtiva da carne se deve à uma série de fatores. Em especial, a grande capacidade de produzir forragem durante praticamente todo o ano. De dimensões continentais, com clima tropical extremamente favorável à produção e desenvolvimento vegetal, a pecuária brasileira tem destaque no mundo pela criação de bovinos exclusivamente a […]

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O sucesso da produção na cadeia produtiva da carne se deve à uma série de fatores. Em especial, a grande capacidade de produzir forragem durante praticamente todo o ano.

De dimensões continentais, com clima tropical extremamente favorável à produção e desenvolvimento vegetal, a pecuária brasileira tem destaque no mundo pela criação de bovinos exclusivamente a pasto.

As características descritas acima, representam um potencial em se produzir pastos de qualidade. Por consequência, permitem que se produza arrobas a baixo custo. Contudo, somente o potencial produtivo não se faz suficiente para que a produção atinja níveis satisfatórios. Também é necessário que transformemos esse potencial em real produção de carne.

 

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Manejo da pastagem e o manejo do pastejo

É importante que otimizemos todas essas “vantagens naturais” com objetivo de melhorar e maximizar a produção animal.

Existem várias estratégias e ferramentas que nos permitem aumentar a produção de arrobas em dado hectare. Seguem alguns exemplos de poderosas ferramentas que auxiliam na busca por melhores desempenhos dos animais e áreas:

  • Melhoramento genético do rebanho;
  • Suplementação mineral, proteica e/ou energética.

Entretanto, há dois fatores, de certa forma abrangentes, que são indispensáveis na busca pelo aumento da eficiência produtiva de animais criados a pasto: manejo da pastagem e o manejo do pastejo.

Exatamente o conjunto de ações que realizamos envolvendo os componentes solo-planta-animal serão denominados manejo da pastagem. Já a condução que proporcionamos aos animais para colheita da forragem produzida é o manejo do pastejo.

Somente adequando e aumentando ao máximo a eficiência no manejo da pastagem e do pastejo vamos conseguir, de fato, transformar todo nosso potencial produtivo em maiores produções de arrobas.

Dentre essas ações e ferramentas que utilizamos no manejo da pastagem, uma estrutura chama muita atenção por sua importância e também por ser, em muitos casos, negligenciada, a cerca. Isso mesmo, para se ter um pastejo adequado, é fundamental que tenhamos em nossa propriedade uma boa e eficiente estrutura de cerca.

A cerca na pecuária vem sendo utilizada e evoluindo ao longo dos últimos anos. Desde a época onde as cercas eram confeccionadas de pedra e valas até os dias de hoje, onde encontramos modernos sistemas automatizados de cerca e até mesmo cercas de campo magnético.

Além de proteger contra a fuga dos animais de uma propriedade, existe uma série de vantagens em se ter uma boa cerca. Veja algumas delas:

Separar os animais de diferentes categorias

Alguns exemplos são:

  • Em períodos ou estados reprodutivos diferentes;
  • Com peso, escore ou frame diferenciados;
  • Apresentando status sanitário especial, em quarentena por exemplo;
  • Grupos genéticos distintos;
  • Com exigências nutricionais diferenciadas.

Direcionar os animais pela propriedade

  • Corredores de acesso à currais, retiros ou outros pastos.

Limitar acesso dos animais em determinada localidade

  • Não permitir que os animais tenham acesso a uma nascente dentro do pasto;
  • Evitar o acesso de determinada categoria ao cocho, creep feeding.

Proporcionar o manejo adequado dos animais

  • É sabido que grandes extensões de pastagem é desfavorável para o pastejo uniforme dos animais. Sendo assim, a principal função de uma cerca dentro da propriedade é delimitar os piquetes e, por consequência, permitir a padronização e melhor utilização daquela forrageira por parte dos animais.

Mas afinal, qual a melhor opção de cerca para o meu negócio?

Existem, como citado acima, alguns tipos de cerca que podem auxiliar o produtor em diferentes finalidades. Cerca de arame farpado, cerca com arame liso “paraguaia”, cerca elétrica são os principais tipo de cercas encontrados em sistemas de pecuária de corte no Brasil.

Cada uma delas tem sua particularidade, seus benefícios e suas deficiências. Para conseguirmos alcançar o objetivo tratado nesse texto como principal, da cerca, devemos conhecer as características de cada um desses tipos e estabelecer qual será a melhor opção para nosso sistema.

Cerca de arame farpado

A cerca de arame farpado, talvez seja ainda a cerca mais utilizada por pecuaristas no Brasil e no mundo. Sua utilização se destaca em terrenos onde a topografia é mais acentuada, por exemplo:

  • Regiões de amplitude no relevo;
  • Regiões acidentadas;
  • Cercas que contém diversas mudanças de direção a cerca de arame farpada é preterida.

Pela menor elasticidade do arame farpado, esse tipo de cerca necessita de um menor espaçamento entre os postes de madeira.

No geral, o espaçamento não deve ser muito maior do que 3 a 5 metros entre os postes, exigindo ainda maior número de fios na cerca. As duas últimas características citadas, imprime na cerca de arame farpado, um maior custo de instalação quando comparamos com os outros dois tipos de cerca citados anteriormente.

Entretanto, pela menor necessidade de esticadores e pela praticidade na instalação, a mão de obra para se utilizar na instalação e manutenção desse tipo de cerca é fácil de se encontrar.

Cerca de arame liso

A cerca de arame liso, ao contrário da cerca de arame farpado tem maior elasticidade. Isso permite que o espaçamento entre os postes de suporte seja maior, mesmo necessitando de esticadores com menor intervalo.

No geral, cercas de arame liso permitem distância, não maiores do que 8m entre os postes. Justamente pela necessidade dos esticadores, a mão de obra para instalação e manutenção desse tipo de cerca requer um pouco mais de experiência.

A cerca de arame liso é recomendada, normalmente, para regiões mais planas e sem muita mudança de direção. Assim como na cerca de arame farpado o número de fios recomendado para uma boa cerca de arame liso são 5 fios.

Uma grande problemática, quando pensamos em cercas de arame farpado ou arame liso, principalmente em se tratando de divisões internas das propriedades, é o fato desses modelos de cercas serem fixas, ou seja, não há a possibilidade de movimentação ou mudança do local da cerca, sem que haja um grande desprendimento de tempo e recursos financeiros.

Cerca elétrica

A cerca elétrica é uma alternativa que se opõe as cercas convencionais de arame farpado ou liso, por poderem ser móveis e de grande praticidade, podendo ser utilizada para conduzir o pastejo, potencializando e maximizando a utilização das pastagens.

Ao contrário do que se parece, a técnica não necessariamente precisa estar próximo a fontes de energia tradicionais, existem modernos eletrificadores que são alimentados por painéis solares.

Esta pode ser até 4 vezes mais barata do que as cercas convencionais, entretanto, exige uma mão de obra qualificada e um projeto bem elaborado. Os aparelhos utilizados na cerca elétrica devem, necessariamente, serem de boa qualidade, para garantir o choque no fio. Esse fio não é muito esticado para melhor eficiência.

Webinar Cercas Elétricas

Considerações finais

Avaliando essas características, percebemos que não existe um modelo de cerca ideal, e que cada sistema deve entender suas peculiaridades e alternativas, para então escolher o melhor tipo a ser utilizado.

Existe ainda a possibilidade de se utilizar outros tipos de maneira consorciada, por exemplo o entorno de um módulo de pastejo feito com um modelo de arame liso e suas divisórias realizada de maneira móvel com a elétrica. Conte para nós, qual melhor se adéqua ao seu sistema?

Sucesso na sua produção!

Dica extra!

Aqui no Rehagro, temos o Curso Online Gestão na Pecuária de Corte, que é uma capacitação que reúne a solução para os maiores problemas que os pecuaristas enfrentam na nutrição, reprodução, sanidade, gestão financeira e de equipes, em todos os sistemas de criação.

Os professores são grandes consultores, com muitos anos de experiência no dia a dia das fazendas. Eles ensinam as técnicas e ferramentas usadas por eles para aumentar a rentabilidade na atividade, de forma muito clara, direta e prática.

Caso você tenha interesse, na nossa página você poderá encontrar mais informações!

Curso Gestão da Pecuária de Corte

Cristiano Rossoni

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Trigo no Brasil: origem e histórico do cultivo https://blog.rehagro.com.br/origem-do-trigo-no-brasil/ https://blog.rehagro.com.br/origem-do-trigo-no-brasil/#respond Fri, 06 Dec 2019 16:30:22 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=6648 O mercado nacional é rico em oportunidades aos triticultores, devido à forte demanda, que por sua vez é baseada no alto consumo do grão e seus derivados. Nisso, produtores brasileiros de trigo estão sempre acompanhando os preços internacionais, já que na maioria das vezes importamos. O trigo (Triticum sp.) é uma cultura de grande importância econômica e alimentícia, […]

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O mercado nacional é rico em oportunidades aos triticultores, devido à forte demanda, que por sua vez é baseada no alto consumo do grão e seus derivados. Nisso, produtores brasileiros de trigo estão sempre acompanhando os preços internacionais, já que na maioria das vezes importamos.

trigo (Triticum sp.) é uma cultura de grande importância econômica e alimentícia, pois faz parte da dieta de praticamente toda a população mundial.

Hoje, boa parte do trigo é plantado em sistema de plantio direto, também com rotações de cultura. No entanto, historicamente o cultivo e a origem do trigo estão diretamente relacionados com a história e evolução da humanidade, o que demorou em partes sua domesticação.

 

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Ao contrário da origem do milho, que veio das Américas, alguns pesquisadores acreditam que o trigo originou de gramíneas silvestres, desenvolvidas às margens dos rios Eufrates e Tigre, na Ásia, entre 10.000 a 15.000 a.C.

Produção de milho no Brasil

Os primeiros relatos do registro de trigo domesticado (trigo-einkorn e trigo-amidoreiro) datam de 9.500 a.C. Percebe-se, então, a relação entre a evolução da humanidade e o cultivo dessa gramínea.

Lavoura de trigo

Os produtos derivados do trigo são variados e sua importância principal é pela qualidade e quantidade de proteínas.

Relatos apontam que o primeiro pão foi feito ainda na Idade da Pedra, por habitantes de um lago suíço, há mais de 8.000 anos. Já o pão à partir de uma massa fermentada, é atribuído aos egípcios há 5.000 anos.

A chegada do trigo no Brasil

Apesar do uso do trigo, e seus derivados, ser antigo, o cultivo deste cereal nas Américas ocorreu na era d.C. No Brasil ele foi introduzido por volta de 1534, no período colonial na Capitania Hereditária de São Vicente, que atualmente é o Estado de São Paulo.

Esta primeira iniciativa de cultivo teve pouco sucesso devido às condições climáticas, mas quando o cultivo migrou para o Sul do país, com clima e solo em condições favoráveis ao desenvolvimento da cultura, tiveram colheitas mais satisfatórias.

O cultivo de trigo no Brasil tem um histórico de altos e baixos devido a fatores fitossanitários e políticos. No século 18, o trigo quase desapareceu do país, pelo surgimento da ferrugem da folha, doença cujas perdas podem chegar a 60%.

Ao final do século 19, com a chegada dos alemães e italianos, o cultivo desse cereal foi mantido no Rio Grande do Sul, impulsionando sua produção.

O trigo no século XX

No início do século 20, houve outra grande queda de produção de trigo no Brasil. Dessa vez, a enfermidade estava nas sementes importadas. Com isso o Ministério da Agricultura incentivou o plantio deste cereal, criando em 1919 duas estações de pesquisa: uma no Paraná e outra no Rio Grande do Sul, para auxiliar os triticultores.

O governo incentivou a triticultura no país, mas também desestimulou por causa de fraudes no setor e fechou acordos de compra de trigo americano. Com isso, a triticultura brasileira ficou em segundo plano, desvalorizando.

Após a Segunda Guerra Mundial, o governo passou a valorizar mais a produção com a chegada de maquinários próprios para esta cultura, no RS em 1960, se consolidando no país.

Entre a década de 1960 e 1970 o governo brasileiro criou políticas de incentivos à produção do cereal, baseada em preços de garantia, crédito agrícola a juros menores, seguro e criação de infraestrutura de suporte, que permitiu aumento de áreas plantadas, de produção e tornando o país praticamente autossuficiente.

Em 1974, com a criação da Embrapa Trigo, desenvolveram-se cultivares adaptadas ao clima da região, o que possibilitou maior êxito nas lavouras.

Produção do trigo nos anos 80, 90 e 2000

O crescimento da área cultivada e produção de trigo no Brasil eram notáveis, mas na década de 1980 houve uma forte crise econômica, aumentando a inflação e algumas políticas de negociação do trigo foram repensadas, a principal foi que o preço do trigo seria determinado em relação ao mercado externo, provocando queda no preço de venda do cereal. Assim, na década de 1990, parte dos agricultores substituíram o trigo por outras culturas.

Já no final da década de 90, o cenário tritícola voltou a ser estimulado, devido à crescente desvalorização da moeda brasileira, redução dos estoques de trigo mundial e aumento dos preços no mercado internacional. Com isso, no início dos anos 2000, firmaram novos acordos políticos com o governo, possibilitando incorporar novas áreas e expandir para outros estados, como Minas Gerais, Goiás, Distrito Federal, Santa Catarina e São Paulo.

Então, agora você já conhece a origem e importância do trigo para o país e para o mundo. A produção, muitas vezes, é o foco do produtor, mas você sabia que o armazenamento correto desse grão é fundamental? Se mal armazenado, pode gerar fungos e causar micotoxinas no trigo.

Além disso, durante toda a produção, controlar plantas daninhas e pragas como o percevejo, é de suma importância para qualquer cultura, especialmente os cereais.

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Estar sempre por dentro das novidades do mercado agrícola, pode tornar sua produção mais otimizada.

As tecnologias chegam através de maquinários e métodos, sempre para facilitar o trabalho do produtor que almeja produzir mais, em menos tempo e obtendo mais lucro. Por isso, temos diversos cursos no Rehagro e nossa Pós-graduação em Produção de Grãos é completa e é considerada a melhor do setor em ensino EAD.

Com ela, você vai dominar técnicas como:

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Pós-Graduação em Produção de Grãos

Alessandro Alvarenga

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Importância do café no Brasil: cenário e produção https://blog.rehagro.com.br/cenario-e-importancia-do-cafe-no-brasil/ https://blog.rehagro.com.br/cenario-e-importancia-do-cafe-no-brasil/#comments Tue, 02 Apr 2019 17:42:54 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=5667 O Brasil é o maior produtor de café do mundo, de acordo com a Organização Internacional do café (2020), estando a frente dos Países: Vietnã, Colômbia, Indonésia, Honduras, Etiópia, Índia, Uganda, Peru e México. Além disso, o país se destaca como maior exportador desse produto, resultando assim em grande importância para o país. Atualmente, o […]

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O Brasil é o maior produtor de café do mundo, de acordo com a Organização Internacional do café (2020), estando a frente dos Países: Vietnã, Colômbia, Indonésia, Honduras, Etiópia, Índia, Uganda, Peru e México.

Além disso, o país se destaca como maior exportador desse produto, resultando assim em grande importância para o país. Atualmente, o café é relevante fonte de receita para centenas de município, assim como, grande gerador de empregos no Brasil.

De acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), a cadeia produtiva de café é responsável pela geração de mais de 8 milhões de empregos no País, proporcionado assim renda, acesso a saúde e à educação para os trabalhadores e suas famílias.

 

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Estados produtores no Brasil

Os estados que apresentam maior participação na produção de cafés são:

  • Minas Gerais;
  • Espírito Santo;
  • São Paulo;
  • Bahia;
  • Rondônia.

Além desses citados, os estados do Paraná, Rio de janeiro, Goiás e Mato Grosso, também apresentam participação nesse cenário, entretanto, a porcentagem é bem menor.

Estados produtores de café no BrasilTabela 1. Estimativa de produção de café dos estados brasileiros realizado em dezembro de 2020 pela CONAB (Companhia Nacional de Abastecimento).

Área cultivada de café no Brasil

De acordo com a CONAB (2020), a área total cultivada no país com café, considerando as espécies Coffea arabica e Coffea canephora, totaliza 2,16 milhões de hectares no ano de 2020, apresentando um aumento de 1,4% em relação a 2019.

Desse total, 316,6 mil hectares (14,7%) estão em formação e 1,84 milhões de hectares, em produção, o que representa 85,3% da área.

Se tratando da espécie C. arabica, a área cultivada somou 1,76 milhões de hectares na safra 2020. Isso representa cerca de 81% da área existente com lavouras de café. Já a espécie C. canephora, a área cultivada estimada é de 401,7 mil hectares (CONAB, 2020).

Produção brasileira

A produção brasileira de café na safra 2019/2020 foi de 63,08 milhões de sacas beneficiadas. Este número 27,9% superior ao obtido na safra anterior (18/19). Destaca-se que o ano de 2020 foi um ano de bienalidade positiva para o café, ou seja, uma safra de alta produtividade (CONAB, 2020).

O gráfico mostra a produção total de café. Abordamos tanto a espécie Coffea arabica, quanto a espécie Coffea canephora. Os dados mostram a produção desde o ano de 2003 até o ano de 2020, demonstrando os anos de bienalidade positiva (na cor verde) e bienalidade negativa (na cor vinho).

Dados de produção de café no Brasil

Produtividade de C. arabica e C. canephora

A produtividade média estimada da espécie C. arábica na safra 2020 é de 32,18 sc/ha, representando um incremento de 36% em relação à safra anterior, que apresentou 23,66 sc/ha.

Já se tratando da espécie C. canephora, a produtividade média da safra 2020 foi de 38,78 sc/ha, sendo 6,2% inferior a observada em 2019. Vale destacar, que a espécie C. canephora é mais rústica que o arábica, e por isso possui vantagens. Ela apresenta um ciclo de bienalidade menos intenso, dessa forma apresentando menos variações na produção (CONAB, 2020).

Espécies Coffea arabica x Coffea canephora

Como já mencionado, as espécies arábica e canephora são diferentes, apresentando assim particularidades cada uma delas. As diferenças são genéticas, morfológicas, nas condições ideais de cultivo, de bebida e etc.

A foto a seguir mostra que visualmente as espécies são diferentes:

Diferença coffea arabica e coffea canephoraEspécies Coffea arabica (esquerda) e Coffea canephora (direita). Foto: Larissa Cocato.

Algumas diferenças entre as espécies

  • A espécie arábica é unicaule e suas folhas são menores, quando comparada a espécie canephora, que é multicaule com folhas maiores.
  • A temperatura ideal para a espécie arábica é mais amena (18° – 22° C) do que para a espécie canephora (23° – 26° C), sendo que, essa última suporta maiores temperaturas.
  • A espécie arábica possui menores teores de cafeína e sólidos solúveis em sua bebida quando comparada a canephora. Por isso, a espécie C. canephora é mais utilizada para a produção de café solúvel.

Consumo de café no Brasil

O café é a segunda bebida mais consumida no Brasil, ficando atrás apenas da água.

De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de café (ABIC), considerando o período de novembro 2019 a outubro de 2020 o país consumiu 21.004.430 sacas/ano. O consumo per-capita de café em grão cru (kg/hab.ano) foi de 6,02, e em grão torrado moído 4,82 (kg/hab.ano). Sendo observado no referido período maior consumo em relação ao período anterior.

Tem crescido também a procura por cafés de melhor qualidade, possivelmente isso é resultado do maior conhecimento sobre cafés, suas características, as diferentes formas de preparo, as diferentes regiões produtoras e, além disso, também é devido ao conhecimento dos benefícios do café a saúde humana.

Benéficos do consumo de café a saúde humana

Dentre os benefícios do consumo de café, podemos citar:

  • Efeito positivo na memória;
  • Prevenção de diabetes;
  • Alívio dos sintomas do mal de Parkinson;
  • Proteção contra o Alzheimer;
  • Diminuição do risco de esclerose múltipla;
  • Estímulo ao metabolismo;
  • Combate a depressão;
  • Redução do risco de doenças cardíacas.

No entanto, destaca-se a importância de um consumo moderado, assim como, seu consumo sem a adição de açúcar.

Saiba mais!

A história do café e sua origem: da Etiópia ao Brasil

Conheça alguns métodos de preparo de café

Curso Gestão na Produção de Café

Larissa Cocato

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Aprenda a tomar decisões estratégicas na gestão do agronegócio https://blog.rehagro.com.br/aprenda-a-tomar-decisoes-estrategicas-na-gestao-do-agronegocio/ https://blog.rehagro.com.br/aprenda-a-tomar-decisoes-estrategicas-na-gestao-do-agronegocio/#respond Tue, 28 Aug 2018 13:14:09 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=5009 O processo de tomada de decisões na gestão do agronegócio envolve inúmeras variáveis e deve ser pensado de forma estratégica. A complexidade das decisões requer que o administrador considere as influências internas e externas ao ambiente da decisão  e quanto mais complexo for esse ambiente, mais difícil é chegar às decisões corretas. O gestor deve […]

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O processo de tomada de decisões na gestão do agronegócio envolve inúmeras variáveis e deve ser pensado de forma estratégica. A complexidade das decisões requer que o administrador considere as influências internas e externas ao ambiente da decisão  e quanto mais complexo for esse ambiente, mais difícil é chegar às decisões corretas.

O gestor deve levar em conta ao tomar uma decisão: os objetivos da organização; critérios de racionalidade; raciocínio; valores, crenças e recursos; informações.

 

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Tipos de decisão

Podemos considerar dois tipos de decisões: as programadas e as não programadas.

Decisões Programadas

São as decisões que se repetem; soluções da organização para situações de rotina. Elas resolvem problemas que já foram enfrentados outras vezes e que sempre surgem da mesma maneira. Nesses casos, não é necessário fazer diagnóstico, criar alternativas, e escolher um novo curso de ação.

Decisões Não Programadas

São pensadas para resolver problemas que os mecanismos padronizados não dão conta de solucionar. São situações novas, que surgem pela primeira vez, e que necessitam de ideias diferentes e novos modelos de resolução. É nessas horas que o gestor deve fazer uma ampla análise – entendendo o que é o problema em questão para poder solucioná-lo.

As decisões únicas ou não programadas, normalmente, referem-se a questões de grande vulto e que possuem consequências econômicas de impacto.

Modelos de decisão

O processo de tomada de decisões será sempre passível de erros. O objetivo das técnicas é estruturar o processo decisório, ajudando a eliminar a improvisação e aumentar a certeza na tomada de decisões. Quando o gestor tem um processo estruturado para resolução de problemas, ele consegue assegurar uma decisão lógica, que seja coerente com o problema e que diminua a probabilidade dos erros.  

Simon (1977) apud Freitas et al. (1997) propõe um modelo dividido em três grandes fases com uma constante retroalimentação ou feedback, são elas:

  1. Inteligência ou investigação – Através da exploração do ambiente e do processamento dos dados buscam-se indícios para identificar os problemas e oportunidades.
  2. Desenho ou concepção – consiste na criação, desenvolvimento e análise dos possíveis cursos de ação; o tomador de decisão formula o problema, constrói e analisa as alternativas disponíveis com base em sua potencial aplicabilidade;
  3. Escolha – é a fase na qual é realizada a seleção da alternativa ou curso de ação entre aquelas que estão disponíveis; esta escolha acontece após a fase de desenho, onde o decisor busca informações para tentar garantir a melhor opção;
  4. Feedback – entre as fases que constituem o modelo, podem acontecer eventos em que fases já vencidas do processo sejam resgatadas; este “retorno” pode ocorrer entre a fase de escolha e concepção ou inteligência ou entre a fase de concepção e inteligência.

Processos

O processo administrativo abrange quatro tipos principais de decisões, também chamados de processos ou funções: planejamento, organização, execução e controle.

Planejamento

O planejamento pode ser entendido como sendo a determinação dos objetivos a serem atingidos e dos meios pelos quais seria possível alcançá-los. É a ponte que serve de elo entre o estágio onde estamos e o estágio para onde vamos.

Execução

Após o estabelecimento dos objetivos e diretrizes, o próximo passo será a execução. Afinal, não basta apenas planejar, é necessária uma adequada implantação. Para Bateman e Snell (1998, p. 136), “Muitos planos bons são condenados ao fracasso por não serem implementados corretamente”.

A execução é a fase onde os gestores buscam concretizar o que foi planejado, de forma a atingir as metas e/ou objetivos anteriormente estabelecidos.

Controle

Controlar constitui-se na última, mas essencial, etapa do processo de gestão. O papel desempenhado pela função de controle na gestão organizacional é verificar se o que foi planejado está sendo obedecido, por meio de comparações entre a situação real versus a prevista.

Nesta perspectiva, no intuito de que as ações realizadas conduzam a empresa aos resultados desejados, torna-se necessário um acompanhamento que possa permitir uma visualização do desempenho presente, com vistas a uma comparação com os objetivos previamente estabelecidos no plano e, em casos em que tais ações não estejam no caminho esperado, possam ser definidos ajustes a serem implementados.

Tome decisões mais assertivas

Dada a devida importância da gestão no agronegócio, tomar boas decisões é imprescindível. Busque conhecimento com quem entende do assunto.

Com foco na empregabilidade e no desenvolvimento pessoal do aluno, o curso de Graduação em Gestão do Agronegócio irá te preparar para se tornar o gestor mais procurado pelas empresas do agronegócio: aquele capaz de tomar decisões estratégicas dentro do agronegócio.

Graduação em Gestão do Agronegócio

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