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]]>Essa espécie, apresenta resistência ao glifosato, dessa forma, seu controle no cafeeiro torna-se mais difícil. Por isso, o controle dessa planta deve ser feito, quando ainda nova.
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A planta daninha é qualquer ser vegetal que cresce onde não é desejada (Lorenzi, 2014), essa incidência de plantas daninhas podem interferir no desenvolvimento da cultura de interesse, devido a competição por água, luz, CO2 e nutrientes.
Nesse sentido, devemos ficar atentos a ocorrência de plantas invasoras, principalmente aquelas de difícil controle.
Buva (Conyza spp)
Ocorrência de Buva (Conyza spp) no cafeeiro.
A utilização da braquiária como cobertura do solo na entrelinha do cafeeiro, é uma opção de manejo, com o intuito de suprimir o aparecimento de outras plantas daninhas, como por exemplo a Buva.
Além disso, este manejo protege o solo e reduz a utilização de herbicidas na entrelinha do cafeeiro, visto que, serão realizadas apenas triações químicas na linha.
Nesse sentido, deve se estar atento a ocorrência dessas plantas na linha de plantio, uma vez que a buva pode exercer grande competição com o cafeeiro, e seu controle pode ser dificultado.
No controle químico, pode-se utilizar herbicidas inibidores da protox, que atuam inibindo a atuação da enzima protoporfirinogênio oxidade, como é o caso dos ingredientes ativos: Oxyfluorfen, Flumioxazin, Carfentrazone-ethyl e Saflufenacil, ou também pode se utilizar o Metsulfuron.
A aplicação sequencial é uma opção dependendo do nível de infestação de buva no cafeeiro, para o controle químico ser eficiente as plantas devem estar menores que 25 cm, conforme o tamanho da planta vai aumentando a eficiência no controle vai diminuindo.
Estar de acordo com as novas técnicas de mercado é de suma importância para quem deseja produzir cafés com excelência.
Desde a implantação da lavoura, gestão de equipe na fazenda, manejos como a fertilidade e proteção, ou mesmo as fases finais de colheita e pós-colheita, é preciso ter domínio e segurança, caso queira obter sucesso.
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]]>A buva (Conyza spp.), também é uma planta daninha que apresenta resistência ao glifosato, com elevada adaptação aos sistemas produtivos e alta produção de sementes.
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O capim-amargoso é uma planta perene com capacidade de formar perfilhos, possui um sistema radicular composto por rizomas curtos que acumulam grandes quantidades de amido.
Produz sementes pilosas durante todo o ano e se dispersam facilmente pelo vento, podendo alcançar longas distâncias.
Planta adulta de capim-amargoso.
Inflorescência tipo panícula do capim-amargo.
A buva é uma planta anual com alta produção de sementes, podendo chegar a 200 mil sementes por planta, apresenta formato piramidal e germina muito bem no período de entressafra, sendo esse um bom momento para controle.
Planta adulta de buva
Podemos classificar as sementes como fotoblásticas positivas (necessitam de luz para germinar) ou fotoblásticas negativas (não precisam de luz para germinar).
A buva é uma espécie fotoblástica positiva, com isso, a adoção do sistema de plantio direto reduz a ocorrência desta planta daninha pois a palhada formada sob o solo impede a passagem de luz, impossibilitando a germinação.
Por isso, é muito importante colocar palha no sistema utilizando espécies com potencial para tal função. como por exemplo, a braquiária.
Para impedir o surgimento de plantas daninhas resistentes a moléculas de herbicidas, é preciso adotar a rotação de princípios ativos de herbicidas, pois, desta forma se reduz a pressão de seleção.
Neste tipo de rotação, é recomendado que se utilize princípios ativos com diferentes mecanismos de ação, por isso a importância de se buscar acompanhamento técnico para melhor posicionamento de produtos.
As plantas de capim-amargoso apresentam maior sensibilidade a herbicidas nos estádios iniciais de desenvolvimento, desta forma, é preciso evitar que a planta se estabeleça e comece a formar rizomas e grandes touceiras.
Os herbicidas são muito eficientes quando as plantas apresentam entre 3 e 4 folhas, quando se inicia o perfilhamento, ou no rebrote a eficiência reduz muito, esta é ainda menor quando se forma touceiras.
Para fazer o controle químico destas plantas infestantes, é preciso fazer um levantamento da incidência destas plantas avaliando o estádio fenológico.
Abaixo são apresentados alguns ingredientes ativos que podem ser utilizados para o controle destas daninhas em estádio inicial de desenvolvimento (entre 2 e 4 folhas).
Ingredientes ativos utilizados para controle de capim-amargoso e buva.
A aplicação sequencial depende do nível de infestação destas plantas daninhas. Se o manejo não foi realizado de maneira correta na entressafra, as aplicações sequenciais podem ser uma boa alternativa para o controle, podendo ser feita a dessecação e após 10 dias mais uma aplicação.
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