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A doença de casco em conjunto com a mastite e os problemas reprodutivos são alguns dos maiores desafios na bovinocultura de leite e corte em todo o mundo, acarretando perdas econômicas. Animais estão sendo descartados mais cedo por problemas de casco e antes dessa decisão, as perdas e custos já se fizeram presentes de maneira impactante. Baixe o e-book e conheça as principais lesões.
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]]>Animais estão sendo descartados mais cedo por problemas de casco e antes dessa decisão, as perdas e custos já se fizeram presentes de maneira impactante.
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Os fatores de risco para doenças de casco são as características do animal ou do ambiente (condições ou situações) favoráveis ao surgimento ou agravamento das lesões nos cascos.
O conhecimento e a identificação rápida desses sinais são importantes no estabelecimento de medidas para evitá-los, corrigi-los ou minimizá-los.
A ocorrência das afecções podais é maior nos membros posteriores do que nos anteriores. Isto é devido à biomecânica da locomoção.
Nos membros anteriores há maior massa muscular, enquanto nos posteriores a estrutura óssea funciona como um sistema de alavanca. Este fato proporciona uma força do casco sobre o solo e uma reação do solo sobre o casco com diferenças de amortecimento entre os membros anteriores e os posteriores. Além do fato dos posteriores pisarem com maior frequência em fezes e urina.
Em relação aos dígitos, a ocorrência é maior nos dígitos laterais dos membros posteriores, e nos membros anteriores são os dígitos mediais.
Por este motivo, devemos sempre conduzir as vacas de leite no seu passo, ritmo. Quanto mais acelerarmos os animais para a ordenha ou na saída, maior o risco de injúrias. O bovino deve ser conduzido de maneira calma.
O homem é também considerado um importante fator de risco, uma vez que está diretamente associado à saúde dos cascos dos bovinos. O manejo inadequado dos animais, desconsiderando o conforto do animal, possui um grande impacto no surgimento de claudicações.
As lesões podem ser classificadas quanto a sua intensidade. Ou seja:
Normalmente, a prevalência de lesões grau 1 e 2 é superior às lesões de grau 3. Este fato pode ser observado quando realizamos o escore de claudicação e identificação das lesões.
No dia a dia da fazenda, a percepção é de baixa prevalência de animais claudicando, pois, a atenção é maior para as lesões de grau 3. Sendo assim, a atuação nos problemas podais torna-se basicamente curativa e imediatista.
O foco para um bom controle deve ser animais de escore 2 e 3. Desta forma, evitando a evolução das lesões, menor será o impacto no sistema de produção. O objetivo é ter o menor número de animais nos escores 4 e 5. É importante conhecer qual o problema de casco mais prevalente na propriedade, pois as lesões de casco podem ser divididas de acordo com a origem.
As perdas econômicas decorrentes das doenças de casco são um somatório de gastos com tratamento (medicamentos + mão de obra), perdas reprodutivas e mastite. Para termos uma noção completa deve-se considerar, ainda, as perdas por vaca e por ano no rebanho.
Embora muitos pensem que o gasto maior dos problemas locomotores está no tratamento, este custo é o menor quando comparado com a perda produtiva, reprodutiva e com os descartes involuntários.
As perdas são ainda maiores quando os problemas não são identificados no início, pois quando já estão em grau avançado, além das perdas na produção existe o gasto com medicamentos a fim de conter as infecções.
Os problemas de casco são constantes nas propriedades leiteiras e acarretam grandes prejuízos.
Conhecer os fatores de riscos para ocorrência das lesões, assim como conseguir definir quais as lesões mais prevalentes em cada rebanho e como monitorá-las são fundamentais para um bom controle das afecções de casco.
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]]>Animais que caminham sobre superfícies irregulares e duras, que apresentam pedregulhos ou trilhas acidentadas, como nos casos de pisos duros, escorregadios, sujos, úmidos; ou, que a limpeza e controle da umidade nas suas instalações não são feitos de forma correta, estão mais propícios a desenvolverem lesões nos cascos.
Além disso, distúrbios nutricionais, como a acidose subclínica, provocada pelo alto consumo de alimento concentrados, também são responsáveis pela incidência do problema.
Outras causas são: hereditariedade (características de pés e pernas), falta de casqueamento preventivo e/ou casqueamento incorreto, e até a fase da lactação, sendo mais frequentes nos primeiros 70 dias pós-parto.
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Lesão circunscrita que expõe o tecido corium / Fonte: Arquivo Rehagro
Doença da Linha Branca – Consequência comum da laminite / Fonte: Arquivo Rehagro
Erosão de talão – baixa qualidade dos tecidos córneos secundária à laminite e a infecções bacterianas secundárias / Fonte: Guia Bayer de podologia bovina
Dermatite interdigital – Frieiras e ferimentos, sarnas
Outras lesões de casco são:
Uma alternativa usada como auxiliar para o tratamento destas afecções, além da prevenção feita com o casqueamento regular, é o uso de um tamanco na unha oposta àquela afetada.
O objetivo de se usar o tamanco é fazer um desnivelamento entre as unhas, evitando que a unha lesionada apoie no chão.
Uma peça de madeira é fixada na unha oposta à desgastada, usando resina acrílica na forma de uma massa pastosa. Toda a unha do casco precisa ser coberta pela massa de resina, para que o tamanco não se solte quando o animal andar.
Preparo da massa acrílica e deposição no tamanco. No detalhe: Pote de resina acrílica
Fixação do tamanco na unha oposta à afetada, a unha e o tamanco devem ser totalmente envoltos pela resina para melhor fixação
Desnivelamento entre as unhas
É importante ressaltar que antes da fixação do tamanco deve ser feito o casqueamento rotineiro, com limpeza das unhas, nivelamento da sola sadia e tratamento da lesão. Acompanhe abaixo o procedimento completo:

Com o passar dos dias o tamanco vai se desgastando no atrito com o solo até as unhas ficarem rentes novamente. Esse tempo, propicia a recuperação da unha afetada.
Assim, são necessárias revisões periódicas e um adequado tratamento das lesões para recuperação do animal, sendo o uso do tamanco apenas um auxiliar.
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