O post Suplementação do gado de corte: como realizar de forma correta? apareceu primeiro em Rehagro Blog.
]]>Diversos fatores podem impactar negativamente nesse desempenho, tais como: nutrição, genética, manejo, sanidade, qualidade, disponibilidade do pasto, entre outros.
Quebramos a cabeça para achar respostas para tais resultados e, muitas vezes, nos esquecemos de avaliar se o espaçamento de cocho e o manejo diário são ideais para o tipo de suplemento.
Talvez possa parecer algo simples, mas é de extrema importância para garantir os resultados esperados!
Veja algumas dicas sobre o assunto neste artigo!
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O sal mineral é o tipo de suplementação mais comum no Brasil, que possibilita ganhos de peso adicionais, principalmente na época de seca, quando a qualidade do pasto está baixa. Aqui devemos garantir um espaçamento de 4-6 cm por unidade animal (UA=450 kg) para que o máximo de animais tenha acesso a esse cocho.

Fonte: Arquivo pessoal, Cristiano Rossoni, Técnico Rehagro.
Para a suplementação mineral, o ideal é fornecermos de 1 a 2 vezes na semana se houver cobertura nos cochos ou fornecermos em dias alternados (um dia sim, outro não) para os cochos descobertos. Mesmo assim, o sal pode umedecer propiciando a formação de crostas de sal, o que diminui o consumo pelos animais.

Fotos: Arquivo pessoal Danilo Augusto, Técnico Rehagro
A inclusão de ureia no sal pede atenção redobrada, pois o acúmulo de água com ureia diluída pode causar intoxicação ao gado. Um furo no fundo do cocho que permite a água escoar, pode evitar esse problema.
Agora, se mudar a estratégia nutricional da fazenda, será que a estrutura está adequada para receber essa tecnologia?
Pensando em otimizar ganhos de peso na época das águas, a prática de adensarmos o sal para um consumo de 30-50g a cada 100kg de peso vivo (PV) pode trazer resultados excelentes.
Esse sal pode ser veículo de aditivos alimentares e contar com a adição de milho ou até mesmo de farelos. A adoção dessa técnica é de baixo investimento em termos estruturais, já que requer a mesma estrutura do fornecimento de sal mineral. Entretanto, precisamos estar atentos aos cochos descobertos. É importante não deixarmos esse sal mais que 2 dias no cocho para garantirmos boa resposta animal e bom retorno econômico.
Agora se quisermos fornecer um proteinado 0,1 % ou 0,2 % PV, devemos nos programar para permitir um acesso de 10-12 cm por UA. A rotina de fornecimento quase não muda aqui, fornecendo de 2 a 3 vezes na semana conseguimos manter a qualidade desse produto. Porém, para termos um padrão de consumo mais uniforme possível, os cochos devem ser cobertos. Qual o investimento para isso?

Fonte: Arquivo pessoal, Paulo Eugênio, Técnico Rehagro
Antes de determinarmos que é caro, vamos colocar na ponta do lápis o investimento e o retorno desse capital com maiores ganhos de peso. A não padronização de consumo pode representar baixos ganhos de peso e consequentemente não pagar as contas.
Lembre-se também de ajustar o consumo na sua fazenda, de acordo com o planejamento nutricional. Isso difere muito entre propriedades já que diversos fatores influenciarão no processo.
Mas como ajustar?! Isso mesmo, medindo o consumo para os devidos ajustes. Se o plano é que o animal consuma 300g por dia, o consumo acima ou abaixo disso irá resultar em perdas econômicas.
O proteinado de 0,3% a 0,5% do PV já requer recomendações diferentes. Nessa situação o padrão de consumo dos animais muda. Eles ingerem o suplemento muito mais rápido, em poucas horas, o que nos permite utilizar cochos descobertos, pois o tempo do suplemento no cocho é curto e não compromete sua qualidade. Entretanto, o espaçamento de cocho é o gargalo para essa prática.
Como dito anteriormente, apesar de ser uma vantagem o consumo rápido, essa tecnologia requer que todos animais cheguem ao cocho ao mesmo tempo, ou então, alguns animais não terão acesso ao suplemento por serem intimidados pelos animais dominantes. O ideal é que haja de 3 a 5 animais por metro de cocho com acesso aos dois lados.
Esses números podem variar muito dependendo do tipo de animal e se há presença de chifres. A dica é fazermos a observação na fazenda, essa é a melhor maneira de determinarmos o espaçamento ideal. Se animais estão tendo acesso ao cocho pelas laterais (cabeceiras), isso pode ser sinal de que o espaçamento está aquém do que deveria ser e animais mais submissos não vão consumir o suplemento e os dominantes consumir mais do que deveriam, resultando na disparidade do lote.
A rotina de fornecimento precisa ser diária, e no mesmo horário do dia. Dê preferência por fornecer nos horários que os animais menos pastejam, assim não afetará o tempo de pastejo. Em geral, os horários mais quentes do dia são de menor preferência para o pastejo. Determine o horário que mais se adeque a sua rotina e que isso seja a prioridade daquele horário. Não deixe para “a hora que der, eu faço”.
O custo nutricional e operacional neste sistema é mais alto quando comparamos com o fornecimento de apenas sal. Portanto, cada detalhe pode afetar negativamente ou positivamente nos resultados. Fique atento!
Suplemento com consumo de 0,7% a 1% PV pode ser fornecido em cochos descobertos ou cobertos, dependendo da região na qual a propriedade está localizada. Lembre-se que o consumo será mais lento, e os animais não conseguirão limpar o cocho em poucas horas. Regiões muito chuvosas pedem cobertura nos cochos para garantir o consumo ao longo do dia.
Essa técnica requer mais investimento ainda, pois requer 30-40 cm por cabeça de espaçamento de cocho. Porém, eles podem ser diluídos com o aumento da produção por hectare.
Já fez essas contas?

Fonte: Arquivo pessoal, Paulo Eugênio, Técnico Rehagro
Aqui no Rehagro, temos o Curso Gestão da Nutrição e Pastagens na Pecuária de Corte, que é uma capacitação que reúne a solução para os maiores problemas que os pecuaristas enfrentam na nutrição do gado.
Os professores são grandes consultores, com muitos anos de experiência no dia a dia das fazendas. Eles ensinam as técnicas e ferramentas usadas por eles para aumentar a rentabilidade na atividade, de forma muito clara, direta e prática.

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]]>No entanto, esses fatores exigem uma maior eficiência nos processos e rotinas presentes no confinamento, pois qualquer erro pode ser desastroso sob o ponto de vista econômico e do desempenho animal.
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Mas afinal, quais são as principais rotinas em um confinamento que podem afetar o desempenho dos animais e o sucesso da operação? Conheça algumas delas no artigo abaixo!
Bovinos são animais que que gostam de rotina e qualquer alteração no padrão de fornecimento do trato, principalmente com a utilização de dietas com alta densidade energética, pode comprometer o desempenho dos animais por todo período de engorda.
Os ganhos em aumento da frequência de trato são visíveis quando elevamos de um para dois ou para três tratos por dia, entretanto, a partir de quatro tratos diários, o ganho adicional em se aumentar a frequência dos tratos é questionável ou discutível. Critérios operacionais devem ser levados em contas na tomada de decisão quanto ao número de tratos.
Fonte: Arquivo pessoal Geraldo Barcellos, Técnico Rehagro.
Em situações específicas de confinamento dos animais em períodos chuvosos, é possível que se tenha a necessidade de aumentar a frequência de tratos, em menores volumes ofertados por vez, pensando em minimizar o desperdício de dieta, ocasionados pela chuva.
Outro ponto importante que chama atenção é a necessidade de se manter uma padronização nos horários do trato, variações no horário de fornecimento podem ter impactos negativos para os animais. Animais famintos no cocho aumentam os riscos de acidose ruminal, o que resulta em oscilações de consumo e menor desempenho.
Ainda relacionado ao trato, especificamente, está no controle da distribuição. Alguns confinamentos brasileiros, ainda utilizam uma estratégia popularmente conhecida como “bica corrida”, em que não é levantado com exatidão a quantidade de trato oferecida para cada curral.
O problema desse tipo de distribuição é a falta de controle do consumo, o que pode gerar desperdício de ração ou até mesmo impactar no desempenho devido a falta de controle do total ofertado.
A outra forma de distribuição é a distribuição controlada, nesse caso, é levantado e anotado, quanto da dieta foi ofertada em cada curral em específico e em cada trato. Isso permite que o leitor de cocho consiga fazer a predição do consumo das próximas 24h a partir da leitura de cocho bem conduzida.
A nutrição representa o maior custo operacional em um confinamento, a avaliação e o controle da utilização dos recursos nutricionais é de extrema importância.
Fonte: Arquivo pessoal Hugo Martins, Técnico Rehagro.
Além do fornecimento controlado, da dieta no cocho, quantidade certa e específica para cada cocho, a distribuição dessa dieta nos cochos é muito importante.
A quantidade de alimento deve ser distribuída igualmente ao longo dos metros de cocho disponíveis para cada um dos currais.
Essa prática permite um acesso igual e democrático dos animais à dieta em horário semelhante, ajudando assim a padronização e o igual desenvolvimento dos animais de um determinado curral.
Má distribuição de alimento no cocho, aumentando o desperdício e reduzindo o espaçamento de cocho por indivíduo.
Fonte: Foto de Dr. Andrea Mobiglia, consultora e coordenadora de ensino da pecuária de corte do Rehagro.
Assim como controlar a distribuição do trato, avaliar e controlar a sobra dos cochos nos confinamentos é fundamental. O que se busca, de maneira resumida, é que o leitor estime o consumo das próximas 24h do animal através da avaliação do que sobrou nas últimas 24h.
Propriedades que realizam um controle preciso da sobra de cocho, são em suma, mais eficientes quanto a minimização do desperdício das dietas, menos incidência de distúrbios metabólicos, e consequentemente, maior desempenho.
A limpeza do cocho também se faz muito importante, e apesar de aparentar uma grande dificuldade, em confinamento com um excelente manejo de cocho, avaliando de maneira diária e corrigindo a oferta, a quantidade de sobras no dia-dia será mínima, o que facilita a limpeza.
A leitura de cocho pode ser feita de diversas maneiras através de notas dadas em horários pré-estabelecidos de acordo com a rotina do confinamento. Pode-se também estabelecer mais que uma leitura de cocho, o que auxilia a assertividade do consumo dos animais.
Além disso, no momento da leitura deve-se observar os animais e a higiene dos cochos, sendo que qualquer ação necessária deve ser notificada à equipe responsável pelo confinamento.
Cocho com fezes que impedirá o consumo do animal no local e devem ser removidas antes do próximo trato. Fonte: Foto de Dr. Andrea Mobiglia, consultora e coordenadora de ensino da pecuária de corte do Rehagro.
Uma importante ferramenta para a avaliação dos animais confinados é a análise e a classificação média dos escores de fezes dos animais.
Avaliar a característica das fezes permite a inferência em torno da qualidade e do consumo da dieta pelos animais.
Segue abaixo um exemplo de classificação de fezes, o que buscamos em um confinamento é um padrão de fezes médio como o da foto de número 3.
Fonte: Hutjens, 2008.
Fonte: Hutjens, 2008.
Fonte: Hutjens, 2008.
Fonte: Hutjens, 2008.
Fonte: Hutjens, 2008.
Acompanhar a curva de consumo, ou seja, a quantidade de alimento consumido por lote e por dia, é fundamental em um confinamento.
Somente acompanhando essa evolução é possível determinar se os animais estão realmente consumindo a quantidade de alimento programada. Sendo possível ainda avaliar a evolução dos animais quanto ao consumo, durante o passar dos dias de confinamento.
A água é o primeiro e o mais barato ingrediente de uma dieta, além disso o consumo de água de qualidade é determinante para o consumo de matéria seca, sendo assim diretamente responsável pelo desempenho dos animais confinados.
Em média, bovinos confinados consomem entre 4 a 6 litros de água por quilo de matéria seca ingerida.
Além de proporcionar condições ótimas para o consumo, manter a qualidade da água evita diversos problemas sanitários. Bebedouros dentro de currais de confinamento devem ser limpos no mínimo três vezes por semana.
Após formular uma dieta precisa e bem estruturada para um confinamento, devemos garantir que essa dieta chegue, de fato, até os animais. Para isso, um dos fatores de grande importância é a avaliação dos alimentos utilizados na mistura da dieta.
A principal e mais simples das análises realizadas é a avaliação do teor de matéria seca (MS) dos alimentos.
A avaliação da matéria seca deve ser realizada pelo menos 3 vezes por semana no volumoso, uma vez por semana no grão úmido e pelo menos uma vez por semana na dieta total.
Essa avaliação permitirá também, ajustes na dieta, avaliação correta do consumo, otimização dos custos da dieta produzida.
Além da análise e avaliação da MS, o envio para análise bromatológica dos volumosos utilizados no confinamento, dos coprodutos e dos farelos deve ser realizado de forma mensal.
Fonte: Arquivo pessoal Geraldo Barcellos, Técnico Rehagro.
A análise da fibra efetiva dos volumosos e da dieta total também deve ser feita com frequência, inclusive no momento da colheita do volumoso que será ensilado. Para isso, podemos utilizar a peneira desenvolvida pela universidade da Penn State, nos Estados Unidos, objetivando obter 60-70% das partículas na peneira de 8mm.
A avaliação da granulometria do milho e de outros grãos utilizados, também deve ser uma rotina presente nos confinamentos, a avaliação da moagem é importante e permite a correção de falhas que irão minimizar riscos de distúrbios metabólicos ou mesmos baixo aproveitamento de determinado insumo por parte dos animais.
A coleta dos alimentos deve ser feita por colaborador treinado, de maneira criteriosa e sistemática.
Essas análises permitem dentre outros fatores já citados, calibrar a matriz de alimentos utilizados no confinamento e também ajustar a dieta, caso necessário.
A ronda sanitária deve ser realizada diariamente no confinamento, a avaliação dos animais deve seguir um padrão e um critério preestabelecido.
Avaliar não somente se há alguma desordem física nos animais, lesões ou sinais de doença, acompanhar e avaliar o comportamento dos animais, é tão importante quanto a avaliação de sinais clínicos de alguma doença.
Todas as práticas propostas acima, serão possíveis, se e somente se, o time operacional do confinamento estiver alinhado e motivado para o objetivo.
Por esse motivo, é importante que além de um excelente trabalho com a gestão de pessoas, seja realizado treinamento periódicos e reciclagem desses treinamentos com os colaboradores, de acordo com a exigência das funções que cada um exerce.
O sucesso da operação do confinamento passa impreterivelmente pela a gestão dos dados desse confinamento.
Levantar dados é extremamente importante, desde dados zootécnicos aos dados relativos ao financeiro e econômico.
E os dados levantados devem ser, sempre, transformados em informações que de fato servirão para ajustes nas rotinas e aperfeiçoamento nos processos.
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]]>Os minerais são fundamentais para o metabolismo animal, tendo participação ativa em vários processos digestivos e metabólicos. Consequentemente, têm influência direta na produção individual de cada animal. A deficiência dos mesmos é considerada uma enfermidade metabólica.
Para bovinos mantidos exclusivamente em pasto, geralmente, a suplementação de minerais é feita em cochos, na maioria das vezes descobertos, colocados em locais estratégicos do pasto e com abastecimento semanal.
O fornecimento da mistura mineral deve ser contínuo. Portanto, a mistura deve estar sempre à disposição do animal no cocho para que o consumo seja o mais uniforme possível, suprindo as exigências de minerais dos animais e garantindo o ganho de peso adequado para a estratégia nutricional.
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Um dos problemas relacionados com o fornecimento de misturas minerais à vontade é o consumo variável e, muitas vezes, o “não consumo”.
Vários fatores interferem nessa variação como:
Inspeção de cochos, suplemento mineral com alta umidade. Fonte: arquivo pessoal de Gabriel Martins, estagiário do Rehagro.
O fornecimento de suplementação mineral é uma estratégia viável que permite ganhos adicionais quando aliada à uma boa oferta de forragem. Porém, para que o produtor obtenha bons resultados, além do bom manejo da pastagem e do pastejo, são necessários alguns cuidados no manejo e na qualidade desse produto no cocho.
Os cochos de suplementação mineral sem cobertura são os mais encontrados em propriedades rurais pelo país. Apesar de ser um método eficaz, traz consigo alguns desafios, como baixa proteção contra umidade e chuvas.
A água ou excesso de umidade no suplemento pode formar crostas ou até mesmo endurecê-lo, formando torrões e alterando a palatabilidade do produto, o que resulta na redução do consumo.
Em um estudo de Nicodemo, feito no ano 2000, foi observado que o consumo de um determinado suplemento sofre maior influência de sua palatabilidade, do que da sua capacidade em satisfazer demandas nutricionais específicas.
Cocho de suplementação mineral descoberto e com alta umidade, atoleiro ao redor. Fonte: Rafael Araújo, técnico Rehagro / Acervo pessoal.
A rotina de inspeção dos cochos por uma pessoa previamente treinada é uma das práticas mais negligenciadas na propriedade rural. Entretanto, a adoção dessa rotina na fazenda garante o fornecimento do suplemento em condições adequadas para o consumo dos bovinos.
De acordo com um conceituado estudo conduzido por Ortolani, em 1999, há influência da forma física do suplemento mineral e seu consumo pelos bovinos.
Ele observou que os suplementos minerais ofertados de forma empedrada, devido à exposição à umidade, tiveram sua ingestão reduzida em 55%, quando comparados a um suplemento fornecido de forma fresca e seca.
Portanto, os benefícios dessa estratégia nutricional só poderão ser atingidos quando o produto é fornecido de forma adequada e com espaçamento de cocho recomendado de 5 cm/UA. Esse espaçamento pode diferir dependendo da categoria animal, raça, tamanho de lote, entre outros, por isso é sempre recomendável observar com cautela esse critério.
Portanto, implementar essa rotina de inspeção de cochos e “mexer o cocho” diminuindo ou acabando com os torrões possibilita um consumo menos variável e constante, garantindo que as exigências nutricionais dos animais sejam atendidas e, consequentemente, melhor desempenho do lote.
Agora, sabendo da importância desta rotina, já deu uma conferida nos “cochos” de sua fazenda hoje?
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Nesta edição do WEBINAR LEITE GRATUITO, o palestrante José Carlos Pantoja, Doutor em Qualidade do Leite – Universidade de Wisconsin, Professor UNESP / Botucatu, falou sobre o tratamento racional de mastite clínica, com uma visão baseada em ciência.
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