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A mastite é um grande desafio dentro das fazendas leiteiras? Sim, não há dúvidas disso. Entretanto, seu controle é totalmente possível, bem como o alcance de excelência nos resultados.

Para isso, além da implementação de rotinas e manejos nessa busca, é preciso também avaliar os resultados para entender a situação da fazenda e monitorar o andamento dos procedimentos, para que assim seja possível a máxima eficiência dentro do sistema de produção.

 

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Evidentemente, são muitos os índices e indicadores que podem ser avaliados durante um programa de controle em qualidade do leite. O foco deve permanecer naqueles capazes de proporcionar melhor visão da situação e sem nenhuma dúvida, através da ação em todos estes é possível alcançar o resultado desejado em qualquer sistema de produção.

Muitas vezes, o erro está no excesso de informações associado a uma omissão na avaliação dessas, ou seja, de nada adianta gerar diversos indicadores se eu não checar e colocar ações de acordo com os resultados.

1. Histórico de CCS de tanque

Uma análise do comportamento do número durante o ano auxilia, e muito, a entender o desafio e o perfil de agentes causadores de mastite presentes no rebanho.

Rebanhos que apresentem uma variação ampla nos resultados na época das águas, provavelmente, têm dificuldades com microrganismos ambientais. Nesse caso, o foco deve ser o ambiente da vaca.

Em contrapartida, aqueles com elevados resultados durante todo o ano e demonstrando pouca sazonalidade, há maior probabilidade de presença de microrganismos contagiosos.

Para essa situação, cuidados devem ser redobrados no manejo da ordenha a fim de evitar a transmissão de vaca para vaca. Dessa maneira, já é possível direcionar o plano de ação e esforços a fim de mudanças rápidas no resultado.

Não há como negar a necessidade de uma cultura microbiológica para correta identificação de agente, mas antes da implementação desse manejo a diversos passos básicos a serem ajustados e nesse intervalo através desses números já é possível um melhor entendimento do todo. Para efeito de referência, recomenda-se que o índice desejável seja de < 250.000 cél/ml.

2. Mastite subclínica

Fazendas com o manejo mensal de controle de CCS individual, certamente, estão um passo à frente para um melhor diagnóstico, e consequentemente, ao alcance de melhores resultados.

Através da coleta individual de leite e posterior análise para contagem de células somáticas podem ser avaliados diversos indicadores como:

  • Porcentagem de vacas sadias;
  • Porcentagem de vacas crônicas;
  • Porcentagem de novas infecções;
  • Porcentagem de vacas curadas.

A interpretação desses números direcionará toda a atuação dentro do programa de controle de qualidade do leite. Por exemplo: fazendas com dificuldades no controle de agentes contagiosos tendem a apresentar uma alta taxa de vacas crônicas e rebanhos com dificuldades no controle de mastite ambientais tendem a apresentar uma alta taxa de cura.

Também é possível identificar animais crônicos, que são fontes de infecção dentro do rebanho, identificar os animais que mais contribuem com o resultado de CCS do tanque e rastrear toda e qualquer alteração no resultado.

Nesse sentido, é fundamental ter acesso a esse número, visando o controle dos resultados e também um norte para aplicação de estratégias a fim de melhorar os resultados. Para efeito de referência, recomenda-se que o índice desejável deve ser uma taxa de vacas sadias > 80%.

Controle da mastite

3. Mastite clínica

É fundamental o monitoramento de dados sobre a mastite clínica dos rebanhos leiteiros. Através da interpretação dos registros dos casos clínicos será possível identificar diversos fatores de risco tais como:

  • Qual momento na lactação de maior incidência;
  • Há diferença de ocorrência entre lotes;
  • Identificação de animais crônicos e fontes de infecção a todo rebanho;
  • Eficiência do protocolo de tratamento;
  • Eficiência da terapia de vaca seca e se a ocorrência de casos está dentro do aceito ou não.

Uma forma de monitorar é através da taxa de mastite clínica calculada pela divisão do número de quartos com casos clínicos pelo número médio de vacas em lactação e multiplicado por 100.

Para esse método, se um mesmo quarto apresenta sintomas por 14 dias, não se deve considerá-lo como um novo caso. Para efeito de referência, recomenda-se que o índice desejável deve ser inferior a 1%.

4. CBT – Contagem Bacteriana Total

A contagem bacteriana total (CBT) é outro parâmetro bonificado e monitorado pelos laticínios. Basicamente, está relacionada com boas condições higiênicas e adequado resfriamento do leite. Portanto, um bom resultado certamente estará relacionado com maiores chances de sucesso no controle da mastite.

A higiene é premissa básica para excelência nos resultados. Além disso, o monitoramento é muito simples e o ajuste nas condições necessárias proporcionam resultados no mesmo momento. Para efeito de referência, recomenda-se que o índice desejável deve ser inferior a 10.000 UFC.

5. Monitorar o perfil de contaminação

Até o momento, foi discutido como através da interpretação de alguns indicadores é possível a identificação do perfil de microrganismos causadores de mastite presentes na propriedade, como contagiosos ou ambientais.

Dessa forma, direcionando a identificação dos fatores de riscos e oportunidades de melhorias para alcance do resultado almejado. Entretanto, ainda assim, ao tratar de microrganismos contagiosos a atuação fica muito limitada.

Sabe-se da necessidade de ficar atento aos cuidados a fim de evitar transmissão entre vacas. Contudo, somente através do diagnóstico microbiológico será possível de fato ter ações definitivas e corretivas em alguns casos.

Através dele, é possível saber exatamente qual a bactéria presente e quais animais são portadores da mesma para que seja feito um ajuste fino no plano de ação e as estratégias sejam elaboradas precisamente e não empiricamente. Assim, o sucesso no controle de qualidade do leite será muito mais factível.

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Cisticercose bovina: como evitar prejuízos com essa doença https://blog.rehagro.com.br/prejuizos-com-cisticercose-bovina/ https://blog.rehagro.com.br/prejuizos-com-cisticercose-bovina/#comments Thu, 14 Jun 2018 19:57:02 +0000 http://blog.rehagro.xyz/?p=4310 O agronegócio representa, hoje, em torno de um terço de tudo que é produzido no país, sendo o setor mais importante da economia brasileira. Como parte do agronegócio, a pecuária responde por 7% do PIB brasileiro. Dentro deste cenário, torna-se de suma importância o desenvolvimento de um programa de sanidade animal para o controle de enfermidades […]

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O agronegócio representa, hoje, em torno de um terço de tudo que é produzido no país, sendo o setor mais importante da economia brasileira.

Como parte do agronegócio, a pecuária responde por 7% do PIB brasileiro. Dentro deste cenário, torna-se de suma importância o desenvolvimento de um programa de sanidade animal para o controle de enfermidades que causam perda de produção e produtividade à pecuária nacional, como é o caso da cisticercose.

O complexo teníase/cisticercose é uma zoonose determinada pela Taenia saginata e está relacionada com aspectos socioeconômicos e culturais. Apresenta distribuição cosmopolita e representa um grave problema de saúde pública, estando amplamente difundido na maioria dos países em que há criação bovina, principalmente naqueles em desenvolvimento.

 

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No Brasil, acredita-se que a prevalência da cisticercose bovina está entre 0,7 e 5,3%.

O ciclo da T. saginata depende de dois hospedeiros, um definitivo e um intermediário, e uma fase de vida livre. O hospedeiro definitivo dessa tênia é exclusivamente o homem e os hospedeiros intermediários, na maior parte das vezes, são os bovinos.

Há, portanto, três fases no ciclo de vida deste parasitas: adulto no hospedeiro definitivo, ovos no ambiente e cisticercos (fase larval) no hospedeiro intermediário.

A cisticercose bovina

A cisticercose é uma enfermidade parasitária, vulgarmente denominada cisto, que acomete os hospedeiros intermediários. A infecção se dá pela ingestão de ovos de Taenia sp. que podem estar junto ao pasto ou a água.

Esses ovos são originados do verme adulto que se encontra no hospedeiro definitivo. Dessa forma, para que alcancem o ambiente e contaminem seus hospedeiros intermediários são eliminados através das fezes humanas.

Esses ovos da T.saginata se transformam em larvas, o Cysticercus bovis, que se desenvolvem, de preferência, no tecido conjuntivo intermuscular, sendo os músculos de maior incidência o masseter, o lingual, o cardíaco, o esofágico e o diafragmático; e ocasionalmente no fígado, pulmão, olhos, cérebro, baço, rins e linfonodos.

Ciclo de vida da Taenia saginataCiclo de vida da Taenia saginata / Fonte: Portal São Francisco

Apesar de os bovinos normalmente evitarem pastar ao redor de fezes, hábitos humanos de pouca higiene, como defecar diretamente no ambiente ou em sanitários sem as devidas fossas, muitas delas instaladas sobre córregos e rios, contribuem para o problema.

Além disso, a viabilidade dos ovos no meio ambiente permite que o animal se contamine sem que, necessariamente, ingira fezes. Alguns fatores auxiliam a dispersão dos ovos, tais como: a contaminação fecal do solo, o transporte através do vento, aves, anelídeos e artrópodes (moscas, besouros, traças, formigas, pulgas e ácaros).

O homem também pode desenvolver cisticercose quando ingere ovos da Taenia saginata. No entanto, o quadro mais comumente encontrado no homem é a teníase, que é a presença da forma adulta do parasita no intestino delgado.

Os ovos de Taenia podem permanecer viáveis na pastagem por períodos de 4 a 12 meses. Eles são resistentes ao tratamento convencional de esgotos, porém o tratamento convencional da água como floculação, sedimentação e filtração é suficiente para eliminá-los.

Para a utilização de fezes como fertilizantes, a maneira mais prática de inviabilizar os ovos de tênia seria pela elevação da temperatura através da compostagem aeróbica, uma vez que os ovos são sensíveis às altas temperaturas.

Como a cisticercose não dá qualquer sinal ou sintoma que necessite de tratamento medicamentoso, medidas preventivas ou profiláticas, o criador e o veterinário não detectam a doença durante a produção. Só vão dar conta da importância da enfermidade no momento do abate pelas perdas financeiras que ocasiona devido ao aproveitamento condicional e até condenação total de vísceras e carcaças.

As perdas econômicas com a cisticercose animal são da ordem de 10% a 15% do valor da produção. As carcaças ou órgãos parasitados com o Cysticercus bovis podem ter destinos variados, dependendo do grau de acometimento. Segundo o Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento devem ser condenadas as carcaças com infestações intensas pelo Cysticercus bovis ou quando a carne é aquosa ou descorada.

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Prejuízos com a cisticercose bovina

De acordo com o Art. 185 do Decreto 9013/17, do Regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal (RIISPOA), os prejuízos dependerão do grau de infestação da carcaça.

O diagnóstico da cisticercose bovina é realizado durante a inspeção post mortem que ocorre durante o abate nos matadouros, e consiste basicamente na avaliação visual macroscópica de cisticercos em tecidos e órgãos da carcaça.

Em geral, na rotina de inspeção, a carcaça será considerada por infecção intensa se encontrados, pelo menos, oito cistos viáveis ou calcificados, ou dois ou mais cistos localizados, simultaneamente em pelo menos dois locais de eleição examinados na linha de inspeção, ou quatro ou mais cistos localizados no quarto dianteiro ou no quarto traseiro.

Coração, músculos da mastigação, língua, diafragma e seus pilares e massas musculares da carcaça são as principais áreas analisadas.

Para o aproveitamento condicional, considerando uma pesquisa em todos os locais de eleição examinados na linha de inspeção e na carcaça correspondente, pode-se utilizar o uso do calor quando encontrado mais de um cisto viável ou calcificado, ou tratamento pelo frio ou salga quando encontrado um cisto viável, ou até mesmo destinado ao consumo humano quando observado apenas um cisto já calcificado, em todos os casos, sempre após a remoção e condenação das áreas atingidas.

Prejuízos para o produtor

  • Recusa dos frigoríficos em comprar gado de propriedades altamente infectadas;
  • Condenação da carcaça pela inspeção quando ocorre alta infestação, destinando-a para graxaria. Neste caso, o produtor nada recebe pelo seu animal;
  • Condenação da carcaça para conserva ou salga quando há média infestação, levando a perdas no valor da mesma;
  • Retirada de partes da carcaça onde se localizam os cisticercos pode levar a perda de até 15 kg de carne por animal;
  • Marketing negativo que pode levar à diminuição do consumo.

Para frigoríficos e criadores, em particular, e para a pecuária brasileira como um todo, a cisticercose causa prejuízos que vão além de perdas materiais devido ao aspecto moral da questão, pois põe em cheque a qualidade da carne, um dos itens mais importantes da pauta de exportação.

Perdas financeiras para frigoríficos

  • Custos de armazenamento e o custo financeiro do período de tempo quando há condenação da carcaça para congelamento;
  • Perda total das vísceras.
  • Desconfiguração da carcaça condenada pela procura e retirada dos cistos;
  • Diminuição do peso da carcaça e depreciação da venda ao varejo devido ao congelamento
  • Perdas quando o destino da condenação é a conserva, salga ou graxaria, devido ao custo de processamento e de linha de abate.

Não há nenhum teste ou reação sorológica confiável que identifique previamente e de maneira segura se os animais estão contaminados por cisticercose, dessa forma o seu diagnóstico baseia-se na visualização do cisticerco nos tecidos no momento do abate.

Alguns autores recomendam o tratamento de animais de áreas que sabidamente são acometidas pela patologia. Para isso, cita-se o uso de Mebendazol ou Praziquantel nas doses, respectivamente, de 25 a 50 mg/kg de peso e 50 a 100 mg/kg de peso. É importante observar o período de carência desses medicamentos para programar o abate.

Na rotina, os técnicos têm associado um endectocida (Ex: Albendazol) ao protocolo sanitário usado nos animais antes destes entrarem para o confinamento, 75 a 90 dias antes do abate. Administra-se por via oral 1 mL para cada 20 kg de peso vivo, essa ação tem diminuído a incidência de cisticercos nas carcaças bovinas.

Problema de saúde pública

A cisticercose é uma zoonose e o homem pode ser acometido de duas maneiras: pela ingestão da carne contaminada com cisticercos que vão se desenvolver para a fase adulta do verme (teníase); e pela ingestão direta de ovos (cisticercose humana).

O homem adquire a tênia ao ingerir carne contaminada crua ou mal cozida contendo cisticercos que são liberados durante a digestão da carne.

A tênia vive no intestino delgado do homem e, normalmente, o hospedeiro alberga apenas um parasita. Isso pode ser devido à imunidade desenvolvida pelo próprio hospedeiro, impedindo o desenvolvimento de outras tênias da mesma espécie.

Após 60 a 70 dias da ingestão dos cisticercos, já começam a serem eliminadas as primeiras proglotes. A teníase pode se apresentar de forma assintomática, porém alguns pacientes manifestam alterações no apetite (anorexia ou apetite exagerado), náuseas, vômitos, dor abdominal, diarréia, emagrecimento, irritabilidade e fadiga.

Mas, a grande importância do complexo teníase-cisticercose para a saúde pública está no fato de que o homem, além de hospedeiro definitivo da tênia, pode se tornar hospedeiro intermediário e abrigar a fase larval. A enfermidade está ligada a hábitos alimentares, sendo mais frequente em pacientes com maior contato com o meio rural.

A infecção se dá através de água ou alimentos contaminados com fezes humanas contendo ovos das tênias. A contaminação do homem pode ocorrer ainda por autoinfecção, devido à falta de hábitos higiênicos ou por movimentos retrógrados do conteúdo intestinal (refluxo, vômitos).

A cisticercose humana gera grandes transtornos devido à localização do parasita em tecidos nobres, como os do globo ocular (oftalmocisticercose) e do sistema nervoso central (neurocisticercose), sendo que em outras localizações, como a subcutânea, a muscular e a visceral (forma disseminada), o cisticerco representa, de maneira geral, achado sem maiores implicações.

O parasita vive entre 18 meses e 2 anos e em 60 a 90% dos casos os cistos se localizam no sistema nervoso central. Essa enfermidade é considerada a mais grave das infecções parasitárias do sistema nervoso humano.

O tratamento da neurocisticercose pode ser simplesmente sintomático, ou antiparasitário, ou ainda cirúrgico, dependendo do número, tamanho, localização e grau de atividade dos cistos.

Controle da cisticercose

Interromper o ciclo evolutivo do parasita deve ser a estratégia fundamental, a fim de evitar a infecção nos animais e nos homens.

Podem ser citadas como recomendações:

  • Melhoramento das condições de saneamento do meio ambiente;
  • Tratamento de toda a população acometida;
  • Tratamento de esgotos;
  • Melhoramento da criação de animais (evitar o acesso de animais a fezes humanas);
  • Incremento da inspeção veterinária de produtos cárneos;
  • Evitar o abate e comércio de produtos clandestinos;
  • Educação sanitária para o esclarecimento da população enfatizando a adoção de hábitos de higiene;
  • Orientação sobre o autodiagnóstico;
  • Diagnóstico preciso em matadouros e destinação adequada das carcaças e órgãos afetados;
  • Tratamento da carne por congelamento ou cocção adequados.

Agora que você já sabe que a cisticercose é um problema de saúde pública e limitador de faturamento, saiba quais as medidas adequadas para evitar que essa doença cause ainda mais prejuízos aos seus negócios.

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