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]]>Ela irá agregar mais valor ao seu produto, fazendo com que você consiga melhores preços no momento da comercialização.
Para isso, ela deve ser trabalhada desde os primeiros passos do manejo da cultura até o processamento de pós-colheita.
Ela é influenciada por diversos fatores, como:
Todos eles são grandes influenciadores da qualidade da bebida.
Entenda um pouco mais sobre eles!
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A altitude é fator de grande impacto em cafés especiais, isso porque, à medida que se aumenta 100 m de altitude, ocorre queda de 0,7° C na temperatura.
Dessa forma, os grãos irão amadurecer mais lentamente, proporcionando maior acúmulo de açúcares, que é extremamente vantajoso para a melhoria das características favoráveis da bebida.
Silva et al. (2008) separaram as propriedades em três grupos de atitude, sendo elas: altitude 1: 700 a 850m, altitude 2: 851 a 950 m e altitude 3: 951 a 1255m, e perceberam que os cafés que se situam nas maiores altitudes apresentaram menor lixiviação de potássio e menor condutividade elétrica, o que está intimamente ligada a integridade das membranas, pois quanto maior a lixiviação de potássio, significa que as membranas foram degradadas e por isso houve extravasamento celular.

Em relação à nutrição, é importante destacar que o equilíbrio dos nutrientes influencia a qualidade da bebida, visto que, cada nutriente possui sua função específica dentro do metabolismo, e por isso, um desbalanço nutricional pode afetar os grãos.
Entretanto, alguns nutrientes apresentam uma relação mais direta com a qualidade de bebida, como é o caso do potássio (K), que está relacionado a elevação do índice de coloração dos frutos, ao enchimento dos grãos e a uma maior atividade da enzima polifenoloxidase, enzima antioxidante que está diretamente ligada a qualidade de bebida.
Essa enzima polifenoloxidase é uma enzima cúprica, por isso destaca-se a importância do cobre na atuação dessa enzima. O íon cloro tem ação negativa sobre a mesma, uma vez que ele age reduzindo a atividade dessa enzima.
A Cercospororiose, doença causada pelo fungo Cercospora coffeicola, pode afetar a qualidade da bebida.
Lima (2009), realizou um trabalho em relação a incidência de Cercospora e a qualidade do café, e percebeu que com o aumento da proporção de frutos infectados pela Cercospora houve aumento da quantidade de polifenóis, compostos fenólicos, que estão inversamente ligados a qualidade de bebida.
Somado a isso, houve aumento também do potássio lixiviado e da condutividade elétrica, o que indica que devido a Cercospora ser um fungo necrotrófico, houve a degradação de membranas, com consequente extravasamento desse conteúdo celular.
Neste trabalho também, houve diminuição dos açúcares totais, com o aumento de frutos infectados, destaca-se que o açúcar participa da reação de caramelização durante a torração, que são responsáveis pela formação de cor, sabor e aroma peculiares da bebida.

Potássio lixiviado, em função de diferentes proporções de frutos de café infectados por Cercospora coffeicola. (Lima, 2009).
A Cercospora também pode provocar aceleração da maturação, redução do tamanho dos mesmos, além da aderência da casca ao pergaminho, devido aos sintomas causados nos frutos.

Frutos com sintoma de Cercospora. (Foto: Do autor)
A broca-do-café proporciona dano direto ao café, uma vez que as larvas se alimentam dos grãos, podendo resultar em destruição total ou parcial dos grãos.
Esse dano pode afetar o tipo do café, uma vez que os grãos perfurados são considerados defeitos, e além disso, esses orifícios podem servir como porta de entrada de fungos, que podem vir a causar fermentações indesejáveis. Segundo alguns autores, a Broca também pode aumentar a queda natural dos frutos, fato que não é desejado, visto que, frutos caídos no chão podem fermentar.

Grão de café com larvas e o besouro da broca do café. (Foto: Do autor).
Em relação às cultivares, existem aquelas que apresentam maior predisposição genética a manifestar sabores e aromas distintos. No entanto, é importante que se faça um levantamento da qualidade de bebida das cultivares na região, pois podem haver algumas alterações nas características nas diferentes regiões em que se planta o café.
A fase de pré-colheita, colheita e pós-colheita também é muito importante para manter a qualidade do café. Por isso, antes da colheita deve-se eliminar os grãos da safra anterior de moegas, maquinários e tulhas, visto que, esses grãos podem estar fermentados e afetar a qualidade de um lote novo de cafés.
Após a colheita, não se deve deixar o café amontoado, por muito tempo, visto que as condições estarão propícias para que ocorram fermentações, por isso, Segundo Brando (2004), os frutos recém colhidos não devem ser armazenados em sacos ou solos por períodos superiores a 8 horas, pois a temperatura pode atingir valores superiores a 40°C e assim formar o defeito ardido, entretanto, alguns autores sugerem um tempo menor ainda, em torno de 3 horas.
Além disso, o café deve estar em local sombreado, e quando em sacos, deixá-lo com a boca aberta para que ocorra a ventilação.
Para secagem em terreiros, realizar a desinfecção dos terreiros. Por isso, deve-se estar atento às condições proporcionadas nesse período, a fim de não favorecer processos fermentativos que podem afetar a qualidade da bebida.

Frutos de café (Foto: Do autor).
Portanto, os cuidados com a qualidade do café começam desde a escolha da cultivar mais apropriada para a implantação da lavoura, passando por todas as etapas de manejo, incluindo uma adubação adequada, fornecendo todos os nutrientes necessários ao cafeeiro.
Para isso, vale destacar que precisamos fazer uma amostragem de solo adequada, para termos resultados fidedignos na análise do solo e podermos fazer recomendações nutricionais corretamente, incluindo técnicas para se aumentar as cargas do solo.
A cafeicultura é oscilante, mas nos últimos tempos, as safras têm ganhado cada vez mais destaque e valorização. Aquele que se prepara, produz mais, lucra mais e já consegue planejar os próximos passos para que a próxima safra seja ainda mais produtiva.
Se você busca esse resultado, comece se atualizando com as novas técnicas de mercado.
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]]>O post Plantio de café: 6 recomendações para a sua lavoura apareceu primeiro em Rehagro Blog.
]]>O plantio do café é uma das fases mais importantes da produção, se não a principal.
Diante disso, alguns pontos são cruciais na implantação do cafeeiro, e serão abordados nos próximos tópicos.
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Sim. Estudos foram realizados analisando cafeeiros implantados em diferentes épocas do ano, e a partir dos resultados obtidos pode-se concluir que o plantio antecipado é benéfico para o desenvolvimento das plantas de café.
No período de outubro até o início de dezembro, as chances de ocorrer veranicos são menores, além disso, o cafeeiro terá mais tempo para crescer e desenvolver.
Assim sendo, haverá maior potencial produtivo na primeira safra, e o cafeicultor terá retorno mais rápido do seu investimento durante a formação da lavoura.
É recomendado que o plantio seja feito até dia 15 de dezembro (a depender de como está a distribuição de chuvas no ano), após esse período os riscos de perdas são consideravelmente maiores.
Lavoura e plantio. Fonte: Joana Oliveira.
Em grande parte das regiões produtoras de café, o plantio é feito por mudas de saquinho, todavia, este cenário tende a inverter, principalmente pelo risco de contaminação por nematoides desse material.
Dessa forma, no caso das mudas de saquinho é importante adquirir em viveiros confiáveis, e fazer a análise de nematoides antes de levá-las a campo, visto que a contaminação do solo com nematoides pode ser irreversível, trazendo grandes prejuízos.
Plantio de mudas com saquinho. Fonte: Joana Oliveira.
As mudas de tubetes são mais sensíveis, principalmente nos primeiros 15 dias a campo, já que há pouca reserva em seu substrato e o desenvolvimento radicular pode ser menor, dessa forma, sua resistência a veranicos é reduzida e a época de plantio é ainda mais importante nessas situações.
Após o estabelecimento, ambos tipos de mudas apresentam bons resultados se manejadas e conduzidas corretamente.
Sim, no entanto, é importante analisar a necessidade de preparar o solo, principalmente quanto à subsolagem. Essa ressalva se dá ao fato de, assim como a compactação irá inibir o desenvolvimento das plantas, a subsolagem sem necessidade também pode afetar negativamente.
É importante que o solo tenha certa resistência, havendo o ponto intermediário ideal entre a alta compactação e o solo muito solto.
Dessa forma, para analisar de forma precisa a estrutura do solo, é interessante retirar amostras indeformadas por meio de cilindros de diâmetro conhecido. O recomendado é fazer 3 pontos de amostragem para cada talhão homogêneo e retirar amostras por horizonte, assim, variando o número de amostras de acordo com o tipo de solo.
Determinada a necessidade, é importante realizar o preparo no momento certo, uma vez que o preparo em solos secos ocasionará formação de torrões, e em solos molhados o problema não será resolvido, podendo aumentar a compactação em certos pontos.
Com isso, é ideal preparar o solo quando o mesmo estiver friável, ou seja, na faixa intermediária entre seco e molhado, pois nessa faixa o solo fragmenta mais facilmente.
Preparo do solo. Fonte: Joana Oliveira.
A fertilidade, junto com a física do solo, são pontos decisivos para o sucesso da lavoura. Solos corrigidos e com boa fertilidade são expressivamente superiores em crescimento e em produção.
Alguns dos principais casos de sucesso de plantios de café são observados em áreas cultivadas anteriormente com cereais. Isso porque, nesses casos, a fertilidade já está construída, obtendo assim altas produtividades nas primeiras safras.
Alguns insumos são indispensáveis no plantio, como fósforo e calcário. No caso do fósforo é recomendado, na adubação de sulco, aplicar parte de fósforo solúvel e outra parte de fósforo insolúvel. Isso porque nessa etapa o cafeeiro tem alta demanda do nutriente, necessitando da fonte solúvel.
O fósforo é um nutriente relativamente imóvel no solo, absorvido sobretudo por difusão e interceptação radicular. É importante, portanto, que o nutriente esteja o mais próximo possível das raízes do cafeeiro para que haja absorção.
Por isso a adubação do sulco pode ser a oportunidade do cafeicultor acrescentar fósforo no sistema de maneira eficiente, sendo a fonte insolúvel uma boa opção para essa finalidade.
Em relação ao calcário, nos últimos anos houve alterações sobre a concepção da quantidade a ser aplicada. Diante disso, maiores doses têm sido utilizadas, especialmente no plantio.
A variação do limite de calagem acontece de acordo com a forma de aplicação. Ou seja, se o insumo será aplicado apenas em superfície, junto com a subsolagem ou será incorporado em profundidade, variando também de acordo com a fertilidade do solo.
A recomendação mínima em área de abertura no plantio tem sido de em média 3 toneladas por hectare em área total, e em alguns casos com acréscimos no sulco de plantio.
A época de aplicação é outro ponto primordial. O calcário deve ser aplicado em área total no mínimo 60 dias antes do plantio, e o fósforo deve ser acrescentado no sulco, preferencialmente, no dia do plantio.
É importante ressaltar que, quando associados, esses dois insumos reagem e perdem sua função, dessa forma, não devem ser misturados diretamente. Quando aplicados simultaneamente no plantio, é preciso bater a cova ou o sulco.
Outros insumos que podem ser utilizados no plantio são os compostos orgânicos, o gesso agrícola, o polímero hidroretentor e outros. Estudos comprovam os benefícios do composto para o solo e para o desenvolvimento das plantas. Apesar de conter nutrientes, no plantio é utilizado principalmente como condicionador do solo.
Todavia, é necessário que o composto esteja estabilizado para ser utilizado no sulco de plantio, para evitar fermentações e danos ao sistema radicular do cafeeiro.
O gesso pode ser aplicado como condicionador do solo, e atua:
Ele pode ser aplicado no plantio, ou na linha após o plantio antes do “chegamento” de terra.
Já o polímero hidroretentor, também conhecido como hidrogel, é utilizado de forma preventiva, a fim de reter água no solo e auxiliar as mudas de café, principalmente, em períodos de estiagem.
Utilização de gesso e composto orgânico em cafeeiros em formação. Fonte: Joana Oliveira.
Estes são dois pontos importantes no planejamento de plantio, pois afetam diretamente na produtividade das lavouras.
O espaçamento irá determinar o estande de plantas do talhão. Para determinar o melhor espaçamento, deve-se levar em consideração:
Atualmente, tem-se observado maiores produtividades em espaçamentos menores, como de 0,5 a 0,75 m entre plantas, e de 3,2 a 3,6 m nas entrelinhas de plantio, variando de acordo com os critérios citados anteriormente.
Em relação ao posicionamento e alinhamento da lavoura, o ideal para região de Minas Gerais é com a face exposta a 315° Noroeste/Sudeste, pois nesse posicionamento as plantas pegarão sol dos dois lados durante o ano todo. Esse tipo de técnica ajuda a:
Em determinadas condições é difícil manter esse alinhamento devido a topografia dos terrenos, assim é preferível alinhamentos que facilitem, otimizem os manejos e apresentem menores riscos de escoamento e erosões.
Esses foram os 6 questionamentos cruciais a se levar em conta na fase de plantio.
Dominar essas e outras técnicas pode diferenciar o seu cultivo, possibilitando atingir altas produtividades.
No entanto, muitos cafeicultores ainda ficam com dúvidas se devem optar pelo plantio tradicional ou investir em um plantio mais tecnológico. Pensando nisso, criamos um webinar gratuito com dois profissionais da área, cada um apontando as características principais de cada um desses sistemas. Confira:
Estar por dentro das tendências, novidades e conhecimentos técnicos do mercado agrícola cafeeiro, é o que pode te diferenciar entre os profissionais da área.
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]]>Esses prejuízos podem ser, desde a queima do coleto de plantas ou até mesmo a não absorção desses nutrientes pelas plantas, afetando assim a produtividade da cultura. Dessa forma, o local onde o adubo está sendo colocado é item importante no manejo da cultura.
Em algumas propriedades a adubação é realizada apenas de um lado do cafeeiro, alternando linhas na entrada da adubadora. Já em outras propriedades, a adubação é feita dos dois lados da planta. Mas, e essa prática, deve ser feita de um lado ou dos dois lados da planta?
Resultados de estudo feito pela Procafé, comparando modos de adubação do cafeeiro mostraram que houve maior produtividade média, considerando 5 safras, quando se adubou na projeção da saia, dos dois lados da planta.
Dessa forma, mostrando a importância de se adubar dos dois lados da planta, colocando assim o adubo mais próximo as raízes do cafeeiro, para que ele possa absorver.

Produção média anual de cinco safras em cafeeiros sob diferentes modos de adubação. Martins Soares-MG. 2001.
Por isso, quando nos referimos a adubação mecanizada, o adubo deve ser colocado dos dois lados do cafeeiro, na projeção da saia, conforme mostrado no estudo, em que esse tipo de adubação proporcionou maior incremento na produtividade, se comparado aos outros modos de adubação.
Nesse sentido, quando nos referimos a adubação mecanizada, é recomendado que a adubadora entre em todas as entrelinhas da lavoura e realize a adubação em ambos os lados da planta.

Adubação na projeção da saia do cafeeiro. (Foto: Rehagro).
Nas adubações em lavouras manuais, quando possível, é recomendado que seja realizado em ambos os lados também, no entanto, em muitos casos onde as propriedades apresentam uma declividade muito acentuada, dificultando assim a realização da prática, e/ou não se possui mão de obra suficiente para a realização da adubação no período correto, pode ser realizada a adubação de um lado só do cafeeiro, sendo feito no lado de cima das plantas.
Estar de acordo com as novas técnicas de mercado é de suma importância para quem deseja produzir cafés com excelência.
Desde a implantação da lavoura, gestão de equipe na fazenda, manejos como a fertilidade e proteção, ou mesmo as fases finais de colheita e pós-colheita, é preciso ter domínio e segurança, caso queira obter sucesso.
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]]>Ela é uma etapa extremamente importante, cujo planejamento e boa execução podem determinar o sucesso da sua produção.
O investimento inicial é alto e, por ser uma cultura perene, é uma lavoura que irá permanecer no campo por muitos anos.
Dessa forma, uma decisão errada mostrará seus reflexos por mais tempo, ao contrário do que acontece em culturas anuais.
Veja os 6 principais pontos que merecem sua atenção para garantir melhores condições de crescimento para o cafeeiro e maior produtividade.
Para a escolha da cultivar, devem ser analisadas algumas de suas características, como: o período de maturação de cada uma delas, sua proporção na fazenda, adaptação à região, resistência às doenças e possibilidade de mecanização.
Elas podem ser produzidas ou compradas de viveiros idôneos, lembrando que devem sempre ser levadas ao campo mudas vigorosas, sadias e com sistema radicular bem desenvolvido, a fim de proporcionar um maior volume de solo explorado, com maior absorção de água e nutrientes para superar as adversidades e o período de adaptação no campo.
A correção da fertilidade do solo é uma etapa crítica no manejo do cafeeiro e deve ser realizada cuidadosamente nas áreas de implantação, uma vez que a falta de nutrientes prejudica a produtividade e qualidade do café.
O calcário corrige o pH do solo, que influencia a disponibilidade dos nutrientes para as plantas, e fornece cálcio, que é importante na formação da parede celular das células.
Recomenda-se sua incorporação em maiores profundidades, como no mínimo 40 cm, já que o cafeeiro desenvolve o sistema radicular em camadas mais profundas: podem ser encontradas raízes de 2 metros de profundidade.
Como a cultura permanecerá no campo por muitos anos, um bom preparo do solo também é um ponto fundamental.
Práticas como aragem, gradagem e subsolagem reduzem a compactação do solo, desmembram torrões e proporcionam melhores condições para o desenvolvimento das plantas.

Subsolagem e gradagem do solo (Fonte: Diego Baquião)
O alinhamento do sulco deve ser feito corretamente para que seja realizado um plantio centralizado, evitando problemas posteriores, como, por exemplo, durante a colheita.

Fonte: Diego Baquião
No preparo do sulco de plantio, é recomendada a adição de:

Calagem no sulco de plantio (Fonte: Diego Baquião)
Fornecimento de esterco e gesso no sulco de plantio (Fonte: Diego Baquião)
Atenção para a época de plantio! Os meses de outubro e novembro, início do período chuvoso, normalmente apresentam melhores condições para o plantio, uma vez que proporcionam maior disponibilidade de água para o desenvolvimento das plantas, como observado nas fotos abaixo.
Em plantios mais tardios, há menor quantidade de chuvas e as plantas terão menor tempo de adaptação antes do período de menor disponibilidade hídrica, o que compromete seu desenvolvimento.

Plantio de café realizado em 18 de fevereiro. (Fonte: Luiz Paulo Vilela)

Plantio de café realizado em 19 de dezembro. (Fonte: Luiz Paulo Vilela)

Plantio de café realizado em 31 de outubro. (Fonte: Luiz Paulo Vilela)
E então? Pronto para implantar sua lavoura?
Se sua resposta é SIM, segue mais uma dica pra você começar a colocar a mão na massa!
Uma estratégia sensacional usada no manejo dos cafeeiros em formação é a utilização da Braquiária na entrelinha do café, que funciona como quebra-ventos e traz outros inúmeros benefícios, como a manutenção da umidade do solo, diminuição do risco de erosão e do uso de herbicidas, além de ser eficaz no controle de plantas daninhas.
E lembre-se: conhecer a fundo o manejo de todo o processo produtivo do café é fundamental.
Leia também sobre como identificar as principais doenças que podem acometer o cafeeiro e fique de olho!
Sucesso na produção!
A cafeicultura é oscilante, mas nos últimos tempos, as safras têm ganhado cada vez mais destaque e valorização. Aquele que se prepara, produz mais, lucra mais e já consegue planejar os próximos passos para que a próxima safra seja ainda mais produtiva.
Se você busca esse resultado, comece se atualizando com as novas técnicas de mercado.
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