estratégias Archives | Rehagro Blog https://blog.rehagro.com.br/tag/estrategias/ Tue, 10 Jan 2023 14:07:18 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.1.1 https://blog.rehagro.com.br/wp-content/uploads/2018/05/favicon-rehagro.png estratégias Archives | Rehagro Blog https://blog.rehagro.com.br/tag/estrategias/ 32 32 Estratégias para aumento da lucratividade na pecuária baiana https://blog.rehagro.com.br/estrategias-para-aumento-da-lucratividade-na-pecuaria-baiana/ https://blog.rehagro.com.br/estrategias-para-aumento-da-lucratividade-na-pecuaria-baiana/#respond Fri, 26 Mar 2021 15:00:25 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=9046 Em dezembro de 2020, fizemos um webinar especial! O tema foi extremamente relevante para quem atua na pecuária de corte no estado da Bahia: “Estratégias para aumento da lucratividade na pecuária baiana”. Esta palestra gratuita foi feita por nós, Grupo Rehagro, em parceria com o 3RLab. Para falar sobre o assunto, contamos com um especialista […]

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lucratividade na pecuária baiana

Em dezembro de 2020, fizemos um webinar especial! O tema foi extremamente relevante para quem atua na pecuária de corte no estado da Bahia: “Estratégias para aumento da lucratividade na pecuária baiana”. Esta palestra gratuita foi feita por nós, Grupo Rehagro, em parceria com o 3RLab.

Para falar sobre o assunto, contamos com um especialista renomado que atua diretamente na região:

  • Danilo Oliveira, médico veterinário e coordenador do Rehagro consultoria nordeste.

Se você não teve a oportunidade de assistir a discussão, clique no link abaixo:

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Estresse hídrico no café: veja estratégias para minimizar o efeito https://blog.rehagro.com.br/deficit-hidrico-no-cafe/ https://blog.rehagro.com.br/deficit-hidrico-no-cafe/#respond Fri, 13 Nov 2020 13:30:15 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=8516 Temos observado um constante aumento na temperatura associado a má distribuição do regime de chuvas. Estes fatores podem afetar o crescimento e desenvolvimento do cafeeiro, causando estresse fisiológico as plantas. Isso porque, o cafeeiro em condições de déficit hídrico no café combinado a altas temperaturas, induz ao fechamento estomático, dessa forma, a taxa fotossintética dessas […]

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Temos observado um constante aumento na temperatura associado a má distribuição do regime de chuvas. Estes fatores podem afetar o crescimento e desenvolvimento do cafeeiro, causando estresse fisiológico as plantas.

Isso porque, o cafeeiro em condições de déficit hídrico no café combinado a altas temperaturas, induz ao fechamento estomático, dessa forma, a taxa fotossintética dessas plantas é reduzida, pois não haverá entrada de CO2.

Além disso, o estresse hídrico severo pode acarretar em morte das raízes, especialmente na superfície do solo. Também pode ser observado maior senescência foliar devido a alterações hormonais proporcionadas nessas condições. Por isso, são necessárias estratégias visando minimizar o efeito de veranicos no cafeeiro, em períodos de estiagem.

Nesse sentido, estratégias que proporcionem maior desenvolvimento radicular são muito desejáveis, isso porque, com um maior volume de solo explorado, principalmente se esse desenvolvimento das raízes for em profundidade, maior será a possibilidade das plantas suportarem melhor os períodos de veranico e estiagem. 

 

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Benefícios do gesso no cafeeiro

O gesso é um subproduto da indústria de fertilizantes fosfatados, obtidos a partir da ação do ácido sulfúrico sobre rocha fosfatada. Devido à solubilidade desse condicionador ele penetra facilmente no perfil do solo, proporcionando melhoria do ambiente radicular em profundidade.

Dessa forma, o gesso atua de forma positiva no aumento do comprimento do sistema radicular e no volume de raízes, assim propiciando a absorção de água e nutrientes em profundidade. 

Essa melhoria do ambiente radicular é proporcionada pela neutralização do alumínio, que é um elemento tóxico às plantas, e afeta o desenvolvimento radicular.

Além disso, o gesso fornece enxofre, sendo essa fonte uma das principais utilizadas para fornecimento deste nutriente, e também fornece cálcio em profundidade, com maior eficiência quando comparado ao calcário devido sua solubilidade.

Aplicação de gesso para evitar déficit hídrico em lavoura de café.

Lavoura com 7 meses com aplicação de gesso em superfície. (Foto: Diego Baquião)

Para exemplificar, Sousa et al. (2001) mostram a distribuição relativa do sistema radicular da leucena (Leucena leucocephala cv. Cunningham) no perfil do solo, com e sem a aplicação de gesso.

Dessa forma, nota-se que o volume radicular explorado na condição de presença do gesso (verde) é superior quando comparado a testemunha, em que não houve a aplicação de gesso (vermelho).

Distribuição relativa do sistema radicular da leucena (Leucena leucocephala cv. Cunningham) sem e com aplicação de gesso.

Distribuição relativa do sistema radicular da leucena (Leucena leucocephala cv. Cunningham) no perfil de um Latossolo Vermelho argiloso, sem ou com aplicação de 6t há-1 de gesso. O valor de 100% equivale a 5,206g dm-3 de raízes no solo do tratamento com gesso.

Preparação do solo

Outra prática com grande impacto no desenvolvimento de raízes, é uma boa preparação do solo com grade aradora e subsolagem, proporcionando descompactação e melhor aeração do solo, dessa forma favorecendo o desenvolvimento das raízes.

Deve-se salientar, que por se tratar de uma cultura perene, a implantação da lavoura é uma ótima oportunidade para a realização de um bom preparo de solo, principalmente em profundidade, isso porque, a cultura ficará no campo por muitos anos.

Por isso, a realização de um preparo de solo profundo, propiciando boas condições para o desenvolvimento das raízes tanto na parte superior do solo quanto em profundidade é uma ótima estratégia para que as plantas consigam suportar melhor condições de déficit hídrico.

Afinal, em solos compactados e sem uma boa preparação do solo podem acarretar em sistema superficial, sofrendo mais com condições de déficit hídrico. 

Máquina subsoladora.

Subsolador (Foto: Luiz Paulo Vilela)

Benefícios do uso de calcário no cafeeiro

O calcário atua na correção da acidez do solo, fato esse que influencia na disponibilização dos nutrientes as plantas. Também, esse corretivo fornece cálcio e magnésio, nutrientes que atuam na formação da parece celular das células e na composição da molécula de clorofila respectivamente.

Além disso, o calcário reduz a toxidez do alumínio, fato já mencionado, que afeta o desenvolvimento do sistema radicular.

Por isso, a utilização de calcário a fim de corrigir a acidez do solo, e proporcionar melhores condições ao desenvolvimento do sistema radicular é muito desejável. 

Sua utilização pode ser feita em superfície ou incorporado no solo, esta última forma é muito desejável principalmente durante a preparação do solo para o plantio, visando o colocar esse corretivo em profundidade no solo, considerando sua baixa solubilidade, quando comparada ao gesso.

Dessa forma, sempre que possível sua incorporação é recomendada, visando favorecer as condições químicas do solo, e assim proporcionar um aprofundamento de raízes e consequentemente maior absorção de água e nutrientes devido ao maior alcance do sistema radicular.

E-book Calagem na cultura do café

Proteção do solo

Além disso, técnicas que visem a proteção do solo atuando na maior retenção de água e também protegendo o solo a exposição de altas temperaturas, que podem afetar o desenvolvimento das raízes, são recomendadas.

Podem ser utilizadas casca de café, esterco, composto orgânico, palhadas entre outros resíduos existentes na própria propriedade.

Essas coberturas também podem fornecer nutrientes e possibilitar melhores condições para o desenvolvimento radicular, devendo sempre estar atento ao equilíbrio nutricional dos elementos fornecidos por esses materiais orgânicos.

Braquiária roçada na projeção da saia das plantas com intuito de amenizar o déficit hídrico no período seco.

Manejo de braquiária com roçadeira invertida “jogando” a braquiária roçada na projeção da saia das plantas com intuito de amenizar o déficit hídrico no período seco no sul de minas (Maio-Setembro)(Foto: Arquivo Rehagro).

Braquiária direcionada para a linha do cafeeiro, protegendo o solo na projeção da saia.

Braquiária recém roçada, visando a proteção do solo. É desejável que este material orgânico seja direcionado para a linha do cafeeiro, com o intuito de proteger o solo na projeção da saia (Foto: Larissa Cocato).

Lavoura da cultivar Mundo Novo, em que foi realizada aplicação de composto orgânico.

Lavoura da cultivar Mundo Novo, em que foi realizada aplicação de composto orgânico. (Foto: Luiz Paulo Vilela).

Considerações sobre estresse hídrico no café

Portanto, destaca-se a importância de práticas que visem aprofundamento do sistema radicular do cafeeiro, a começar pela boa preparação do solo, com aplicações de gesso e calcário e quando possível sua incorporação.

Cafeeiros assim estabelecidos e conduzidos, possuem sistemas radiculares profundos e resistem satisfatoriamente, de modo geral, a períodos de estiagens mais facilmente quando comparados a cafeeiros com sistema radicular superficial. Assim como, práticas com o intuito de proteção do solo para melhor armazenamento de água no solo.

Aumente a eficiência em suas lavouras!

A cafeicultura é oscilante, mas nos últimos tempos, as safras têm ganhado cada vez mais destaque e valorização. Aquele que se prepara, produz mais, lucra mais e já consegue planejar os próximos passos para que a próxima safra seja ainda mais produtiva.

Se você busca esse resultado, comece se atualizando com as novas técnicas de mercado.

No curso online Gestão na Produção de Café, você aprenderá com quem entende do assunto, pois os professores atuam em fazendas comerciais e passarão o conhecimento a você. Não perca mais tempo e tire suas dúvidas:

Curso Gestão na Produção de Café

Larissa Cocato

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Cocho para gado de corte: a importância da rotina de inspeção https://blog.rehagro.com.br/voce-sabe-a-importancia-de-mexer-o-cocho/ https://blog.rehagro.com.br/voce-sabe-a-importancia-de-mexer-o-cocho/#respond Thu, 17 Sep 2020 18:30:45 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=8178 Aprenda a importância da rotina de inspeção dos cochos para manter uma suplementação adequada para a bovinocultura de corte. Os minerais são fundamentais para o metabolismo animal, tendo participação ativa em vários processos digestivos e metabólicos. Consequentemente, têm influência direta na produção individual de cada animal. A deficiência dos mesmos é considerada uma enfermidade metabólica. […]

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Aprenda a importância da rotina de inspeção dos cochos para manter uma suplementação adequada para a bovinocultura de corte.

Os minerais são fundamentais para o metabolismo animal, tendo participação ativa em vários processos digestivos e metabólicos. Consequentemente, têm influência direta na produção individual de cada animal. A deficiência dos mesmos é considerada uma enfermidade metabólica.

Para bovinos mantidos exclusivamente em pasto, geralmente, a suplementação de minerais é feita em cochos, na maioria das vezes descobertos, colocados em locais estratégicos do pasto e com abastecimento semanal.

O fornecimento da mistura mineral deve ser contínuo. Portanto, a mistura deve estar sempre à disposição do animal no cocho para que o consumo seja o mais uniforme possível, suprindo as exigências de minerais dos animais e garantindo o ganho de peso adequado para a estratégia nutricional.

 

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Fornecimento de misturas minerais no cocho

Um dos problemas relacionados com o fornecimento de misturas minerais à vontade é o consumo variável e, muitas vezes, o “não consumo”.

Vários fatores interferem nessa variação como: 

  • Estado fisiológico;
  • Raça;
  • Idade;
  • Distância da água e cochos;
  • Qualidade do produto, entre outros.

Inspeção de cochosInspeção de cochos, suplemento mineral com alta umidade. Fonte: arquivo pessoal de Gabriel Martins, estagiário do Rehagro.

O fornecimento de suplementação mineral é uma estratégia viável que permite ganhos adicionais quando aliada à uma boa oferta de forragem. Porém, para que o produtor obtenha bons resultados, além do bom manejo da pastagem e do pastejo, são necessários alguns cuidados no manejo e na qualidade desse produto no cocho.

Webinar Manejando Pastagens

Os cochos de suplementação mineral sem cobertura são os mais encontrados em propriedades rurais pelo país. Apesar de ser um método eficaz, traz consigo alguns desafios, como baixa proteção contra umidade e chuvas.

A água ou excesso de umidade no suplemento pode formar crostas ou até mesmo endurecê-lo, formando torrões e alterando a palatabilidade do produto, o que resulta na redução do consumo.

Em um estudo de Nicodemo, feito no ano 2000, foi observado que o consumo de um determinado suplemento sofre maior influência de sua palatabilidade, do que da sua capacidade em satisfazer demandas nutricionais específicas.

Cocho mal inspecionadoCocho de suplementação mineral descoberto e com alta umidade, atoleiro ao redor. Fonte: Rafael Araújo, técnico Rehagro / Acervo pessoal.

Rotina de inspeção de cochos

A rotina de inspeção dos cochos por uma pessoa previamente treinada é uma das práticas mais negligenciadas na propriedade rural. Entretanto, a adoção dessa rotina na fazenda garante o fornecimento do suplemento em condições adequadas para o consumo dos bovinos.

De acordo com um conceituado estudo conduzido por Ortolani, em 1999, há influência da forma física do suplemento mineral e seu consumo pelos bovinos.

Ele observou que os suplementos minerais ofertados de forma empedrada, devido à exposição à umidade, tiveram sua ingestão reduzida em 55%, quando comparados a um suplemento fornecido de forma fresca e seca.

Portanto, os benefícios dessa estratégia nutricional só poderão ser atingidos quando o produto é fornecido de forma adequada e com espaçamento de cocho recomendado de 5 cm/UA. Esse espaçamento pode diferir dependendo da categoria animal, raça, tamanho de lote, entre outros, por isso é sempre recomendável observar com cautela esse critério.

Portanto, implementar essa rotina de inspeção de cochos e “mexer o cocho” diminuindo ou acabando com os torrões possibilita um consumo menos variável e constante, garantindo que as exigências nutricionais dos animais sejam atendidas e, consequentemente, melhor desempenho do lote.

Agora, sabendo da importância desta rotina, já deu uma conferida nos “cochos” de sua fazenda hoje?

Dica extra!

Aqui no Rehagro, temos o Curso Online Gestão da Pecuária de Corte. Nele, nossos mais experientes consultores abordam:

  • Nutrição e pastagens;
  • Sanidade;
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As aulas são dinâmicas, com duração de 15 minutos por dia e encontros online ao vivo para tirar todas as dúvidas dos alunos.

O conteúdo vai direto ao ponto: como realizar a gestão dos principais pilares da pecuária lucrativa com o objetivo de ampliar a lucratividade do negócio.

Para saber mais informações, visite nossa página:

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Confinamento de Corte na Austrália: Produção, Tecnologia e Mercado https://blog.rehagro.com.br/confinamento-de-corte-na-australia/ https://blog.rehagro.com.br/confinamento-de-corte-na-australia/#respond Fri, 17 May 2019 20:59:43 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=5779 Nesta edição do Webinar Corte, o Rehagro conta com a participação de Fernando Camilo, Médico Veterinário, Msc, Dr, Especialista em Produção Animal. Com o tema: Confinamento de Corte na Austrália: Produção, Tecnologia e Mercado, o que podemos aplicar no Brasil? Clique aqui e assista o webinar completo. 

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australia confinamento gado de corte

Nesta edição do Webinar Corte, o Rehagro conta com a participação de Fernando Camilo, Médico Veterinário, Msc, Dr, Especialista em Produção Animal.

Com o tema: Confinamento de Corte na Austrália: Produção, Tecnologia e Mercado, o que podemos aplicar no Brasil?

gestão na pecuária de corte

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Confinamento – Dias de Cocho x Dias de Lucro, o que temos feito na prática. https://blog.rehagro.com.br/confinamento-dias-de-cocho-x-dias-de-lucro-o-que-temos-feito-na-pratica/ https://blog.rehagro.com.br/confinamento-dias-de-cocho-x-dias-de-lucro-o-que-temos-feito-na-pratica/#respond Thu, 14 Mar 2019 19:57:49 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=5621 Nesta edição do Webinar Corte, o Rehagro conta com a participação de César Borges – Mestre em Ciência Animal UEL e Gerente de Desenvolvimento e Soluções – Phibro. Com o tema: Confinamento – Dias de Cocho x Dias de Lucro, o que temos feito na prática. Clique aqui e assista o webinar completo 

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Webinar Confinamento. Dias de cocho x dias de lucro

Nesta edição do Webinar Corte, o Rehagro conta com a participação de César Borges – Mestre em Ciência Animal UEL e Gerente de Desenvolvimento e Soluções – Phibro.

Com o tema:

Confinamento – Dias de Cocho x Dias de Lucro, o que temos feito na prática.

gestão da nutrição na pecuária de corte

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Estratégias para aumentar a eficiência reprodutiva: avaliando o impacto econômico e a relação custo benefício https://blog.rehagro.com.br/estrategia-para-aumentar-a-eficiencia-reprodutiva-ed-02/ https://blog.rehagro.com.br/estrategia-para-aumentar-a-eficiencia-reprodutiva-ed-02/#respond Tue, 09 Oct 2018 13:03:23 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=5272 Veja nesta edição do Webinar Leite, “Estratégias para aumentar a eficiência reprodutiva: avaliando o impacto econômico e a relação custo benefício”, ministrado por Guilherme Correa, coordenador do curso Internacional de Reprodução de Bovinos Leiteiros do Rehagro. Durante o Webinar, Guilherme Correa falou ainda sobre: Quanto custa perder o cio de uma vaca? Quanto custa o […]

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Veja nesta edição do Webinar Leite, “Estratégias para aumentar a eficiência reprodutiva: avaliando o impacto econômico e a relação custo benefício”, ministrado por Guilherme Correa, coordenador do curso Internacional de Reprodução de Bovinos Leiteiros do Rehagro. Durante o Webinar, Guilherme Correa falou ainda sobre:

  • Quanto custa perder o cio de uma vaca?
  • Quanto custa o caso de retenção de placenta de uma vaca?
  • Até quando ainda é econômico inseminar uma vaca em lactação?

pós-graduação pecuária leiteira

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Suplementação a pasto: estratégias e oportunidades https://blog.rehagro.com.br/suplementacao-a-pasto-estrategias-e-oportunidades/ https://blog.rehagro.com.br/suplementacao-a-pasto-estrategias-e-oportunidades/#respond Thu, 27 Sep 2018 16:28:52 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=5140 Nesta edição do Webinar Corte, o Rehagro conta com a participação do Dr. Gustavo Siqueira, abordando o tema: “Suplementação a Pasto – Estratégias e Oportunidades”. Veja o que será mostrado sobre a suplementação a pasto: Conceito de dieta; Relação de pasto e suplemento; Suplementação na seca; Efeito de seca sobre as águas e muito mais. […]

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Nesta edição do Webinar Corte, o Rehagro conta com a participação do Dr. Gustavo Siqueira, abordando o tema: “Suplementação a Pasto – Estratégias e Oportunidades”.

Veja o que será mostrado sobre a suplementação a pasto:

  • Conceito de dieta;
  • Relação de pasto e suplemento;
  • Suplementação na seca;
  • Efeito de seca sobre as águas e muito mais.

Clique no botão abaixo e confira o material completo!

Suplementação a pasto

Dica extra!

Aqui no Rehagro, temos o Curso Online Gestão na Pecuária de Corte, que é uma capacitação que reúne a solução para os maiores problemas que os pecuaristas enfrentam na nutrição, reprodução, sanidade, gestão financeira e de equipes, comercialização, em todos os sistemas de criação. 

Os professores são grandes consultores, com muitos anos de experiência no dia a dia das fazendas. Eles ensinam as técnicas e ferramentas usadas por eles para aumentar a rentabilidade na atividade, de forma muito clara, direta e prática. 

Caso você tenha interesse, na nossa página você poderá encontrar mais informações!

Gestão na Pecuária de Corte

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Como avaliar os índices zootécnicos na eficiência reprodutiva de vacas leiteiras? https://blog.rehagro.com.br/indicadores-zootecnicos/ https://blog.rehagro.com.br/indicadores-zootecnicos/#respond Thu, 26 Jul 2018 17:42:06 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=4825 A eficiência reprodutiva tem impacto significativo na lucratividade e produtividade do rebanho leiteiro. Um dos fatores que devem ser utilizados de maneira correta para tomadas de decisões mais assertivas e um bom manejo reprodutivo são os índices zootécnicos. É a partir da análise e controle desses dados que você conseguirá perceber onde estão as oportunidades, […]

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A eficiência reprodutiva tem impacto significativo na lucratividade e produtividade do rebanho leiteiro. Um dos fatores que devem ser utilizados de maneira correta para tomadas de decisões mais assertivas e um bom manejo reprodutivo são os índices zootécnicos.

É a partir da análise e controle desses dados que você conseguirá perceber onde estão as oportunidades, quais aspectos precisam de maior atenção para se maximizar a eficiência reprodutiva através da implementação e checagem de metas.

 

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Principais índices zootécnicos que auxiliam na eficiência reprodutiva

Taxa de concepção

A taxa de concepção é o resultado da divisão entre o número de vacas prenhes pelo número de inseminações feitas em determinado período.

Taxa de serviço

A taxa de serviço é obtida através da divisão do número de inseminações pelo número de vacas aptas a cada intervalo de 21 dias.

É um indicador extremamente dinâmico, uma vez que o universo de vacas aptas muda diariamente, o que dificulta a obtenção do mesmo. Para cálculo da taxa de serviço é interessante se trabalhar com um software de gerenciamento de rebanho.

De um modo geral, grande parte dos produtores tendem a acreditar que sua taxa de serviço é alta, uma vez que todas as vacas são inseminadas em determinado momento. No entanto, a maior parte das fazendas apresenta baixa taxa de serviço.

De fato, a maior parte das vacas, senão todas, são realmente inseminadas. Porém, muitas vezes são inseminadas tardiamente.

E-book Estratégias para aumentar detecção de cio

Taxa de prenhez

Multiplique a taxa de concepção pela taxa de serviço e obtenha a taxa de prenhez. Essa taxa mede a velocidade em que as vacas aptas se tornam gestantes a cada intervalo de 21 dias.

Período de espera voluntário (PEV)

É o período que vai do parto até a liberação voluntária da vaca para ser novamente inseminada. Geralmente a espera é de 35 dias para evoluir o útero e o período de espera voluntário varia de 40 a 60 dias de fazenda para fazenda.

Aumento da produtividade com os índices zootécnicos

A maioria dos produtores não analisam esses índices, trabalham na intuição e acham que a eficiência reprodutiva do rebanho está satisfatória.

Mas, quando os dados concretos são obtidos e controlados, percebe-se os gargalos do sistema e as oportunidades de inseminação e técnicas reprodutivas que são deixadas de lado. Sempre há a possibilidade de inseminar uma quantidade maior de vacas e aumentar a lucratividade.

O importante é emprenhar a vaca no pós-parto o mais rápido possível e para isso precisamos ter:

  • Alta taxa de serviço;
  • Alta taxa de concepção;
  • Baixa perda de prenhez.

Garantindo essa relação teremos como resultado um intervalo menor entre partos e consequentemente um DEL (dias em lactação) menor e maior produção de leite.

Manejo e controle da eficiência reprodutiva

Se você quer garantir intervalo curto de partos em todas as vacas, dê oportunidade para todas elas. Muitas fazendas selecionam as vacas ideais para inseminação, excluindo animais magros, mancos ou que possuam outros tipos de problemas.

Se você não insemina essas vacas relativamente menos propensas à prenhez, a possibilidade de gestação é zero. Mas, quando você insemina, a chance delas emprenharem é pequena mas é maior que zero.

Esse manejo sistêmico de inseminação está a cargo do produtor, mas outros fatores que interferem na eficiência dependem também do sistema e da condição dos animais.

No geral, vacas sadias emprenham mais e por isso você precisa garantir todas as condições para que elas não adoeçam. Se você quer ter alta taxa de concepção é necessário planejar estratégias para reduzir a incidência de doenças.

Quais são essas estratégias?

O grande segredo está num bom manejo no período de transição das vacas. Nós temos que tentar maximizar o consumo no pré-parto, fazer as vacas comerem muito após o parto e minimizar a perda de condição corporal. Para isso existem algumas estratégias que podemos usar na alimentação dessas vacas:

  • Manipular o cálcio da dieta;
  • Trabalhar com dieta aniônica para reduzir a incidência de hipocalcemia;
  • Podemos aumentar a concentração de vitamina E no pré-parto para melhorar a imunidade.
  • Precisamos usar estratégias para minimizar o stress das vacas no pré-parto, porque assim nós conseguimos reduzir a concentração de cortisol, melhorar a imunidade das vacas e consequentemente melhorar a saúde também.

Webinar Eficiência reprodutiva em vacas leiteiras

Saiba mais!

Pequenas melhorias podem trazer grandes resultados na sua produção de leite. Venha saber quais são elas no Curso Online Gestão da Pecuária Leiteira.

Aprenda a planejar o quanto plantar para alimentar suas vacas, os cuidados com as suas bezerras leiteiras, como diminuir seus custos com nutrição e medicamentos, como fazer o controle do seu caixa, como colocar em prática uma rotina de ordenha que favorece a descida do leite e reduz a mastite e muito mais!

Curso Gestão na Pecuária Leiteira

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Principais impactos do estresse térmico na produção de vacas leiteiras https://blog.rehagro.com.br/estresse-termico-em-vacas-leiteiras/ https://blog.rehagro.com.br/estresse-termico-em-vacas-leiteiras/#comments Mon, 09 Jul 2018 17:04:03 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=4677 Os impactos do estresse térmico em vacas leiteiras se relacionam à redução na eficiência produtiva e reprodutiva dos animais. Além disso, geram distúrbios metabólicos e maiores chances do animal adoecer, devido à menor eficiência do sistema de defesa. Uma das reações fisiológicas mais imediatas ao estresse calórico é a redução no consumo de alimentos, estratégia […]

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Os impactos do estresse térmico em vacas leiteiras se relacionam à redução na eficiência produtiva e reprodutiva dos animais. Além disso, geram distúrbios metabólicos e maiores chances do animal adoecer, devido à menor eficiência do sistema de defesa.

Uma das reações fisiológicas mais imediatas ao estresse calórico é a redução no consumo de alimentos, estratégia para diminuir o metabolismo basal e manter a temperatura constante. A redução no consumo de alimentos é tanto maior quanto mais intenso for o estresse.

Autores citam que a 32ºC, o consumo alimentar de vacas holandesas em lactação tem queda de 20% e, a 40ºC, declina a zero. Consequentemente à diminuição na ingestão de alimentos, ocorre redução na produção e nos constituintes do leite, acarretando prejuízos aos produtores.

 

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Vaca deitada descansando embaixo de uma árvore

Alguns pesquisadores relatam que o maior volume de leite produzido por uma vaca acontece quando esta está deitada descansando.

O estresse por calor, também afeta o tempo de descanso de vacas leiteiras. Nas horas mais quentes do dia, elas preferem ficar em pé ao invés de se deitarem. Dessa forma, o tempo de descanso deitado é menor quando não se proporciona espaço de sombra e ventilação suficientes para os animais.

Em relação aos danos à eficiência reprodutiva, alguns autores citam que a duração do cio de vacas leiteiras é de aproximadamente 14 horas, podendo reduzir para 8 horas em períodos mais quentes, além de reduzir o número de aceitação de montas, impactando na taxa de serviço.

E-book Estratégias para aumentar detecção de cio

O estresse calórico tem efeito negativo sobre a qualidade ocitária, reduzindo as taxas de fecundação, viabilidade e desenvolvimento embrionário. Ocorre, então, queda na taxa de prenhez.

Possíveis pontos de atuação

São implementadas duas estratégias diferentes para aumentar a produção de bovinos de leite em condições de clima quente.

  1. Uso de raças bovinas geneticamente adaptadas, ou seja, escolher as raças de acordo com o tipo de sistema e às condições ambientais do local.
  2. Alterar o ambiente para reduzir a intensidade do estresse térmico e permitir que as vacas produzam de acordo com o potencial genético máximo.

Medidas para diminuir o estresse térmico do animal

  • Sombreamento adequado para os animais;
  • Disponibilidade de água suficiente para os animais beberem, principalmente após a ordenha e nas horas mais quentes do dia;
  • Para animais confinados em Free stall, adequado sistema de resfriamento com ventiladores e aspersores, permanecendo ligados nas horas mais quentes do dia;
  • Para animais que não estão no Free stall, o fato de molhar bem os animais em estado mais crítico pode ajudar no resfriamento;
  • Reduzir distâncias de deslocamento do animal.

Na sala de espera da ordenha é um momento em que as vacas sofrem muito com o calor. Manter os animais o menor tempo possível na sala de espera, além de proporcionar aos animas uma instalação coberta, com ventiladores e aspersores, com um pé direito mais alto, pode favorecer um melhor conforto.

No ambiente, podemos utilizar sombras, sendo naturais ou artificiais, que forneçam uma área de pelo menos 3 a 5 m² por animal, salientando-se que quanto maior a área destinada à sombra, menores serão os riscos de acidentes e menor a formação de barro.

A sombra natural possui a vantagem de ser mais barata, mas como o crescimento das árvores é um processo lento, muitas vezes é necessário lançar mão do sombreamento artificial. Este pode ser conseguido com a utilização de sombrites, que são telas de fibra sintética e que devem fornecer de 60% a 80% de sombra.

A orientação das árvores ou da estrutura artificial deve ser planejada. Quando os animais estão confinados a melhor orientação é a leste/oeste por proporcionar sombra o dia todo.

Para os animais que não estão confinados eles podem se movimentar à procura de sombra, devendo então a estrutura ter orientação norte/sul, para que a sombra “caminhe” ao longo do dia de oeste (período da manhã) para leste (período da tarde), reduzindo a formação de lama. A utilização de rodízio das áreas de sombra, quando estiverem com muita lama, também é necessária e pode ser realizada com o auxílio da cerca elétrica isolando as áreas mais críticas.

A utilização de ventiladores, aspersores e nebulizadores também pode ser planejada para galpões de confinamento, currais de espera ou em áreas cobertas e apresenta grande eficiência na retirada de calor do animal e do ambiente.

Outro fato de extrema importância é a presença de cochos de água e comida na sombra ou próximo, para que os animais não fiquem apenas na sombra e tenham seu consumo diminuído. Não é necessário ter um bebedouro grande, mas este deve apresentar um fluxo contínuo de água, uma vazão que o mantenha sempre cheio e ser mantido limpo.

Comparada a um eficaz sistema de manejo do ambiente, a manipulação da dieta da vaca leiteira em estresse calórico terá efeito relativamente pequeno sobre a produtividade. O consumo de matéria seca começa a reduzir quando a temperatura ambiente excede 25,5ºC.

Uma estratégia para diminuir a queda no consumo de matéria seca é aumentar o número de fornecimento da dieta ao longo do dia. Além disso, limpar o cocho diariamente retirando sobras que possam fermentar e impactar ainda mais na queda do consumo do alimento.

Outras ações que podem ser realizadas é manter a ordenha sempre nas horas mais frescas do dia, buscando minimizar os efeitos negativos do calor quando os animais estiverem aglomerados. E evitar a lida com os animais (vacinação, pesagem, inseminação, controle de parasitos, entre outros) nos momentos mais quentes do dia, pois o calor e aglomeração dos animais irá piorar o estresse térmico.

O efeito do estresse calórico no desempenho animal, provavelmente vai se tornar muito mais importante no futuro, caso a destruição ambiental continue aumentando. Dessa forma o aquecimento global que já pode ser notado, tenderá a ter efeitos ainda maiores.

Em se tratando de estresse calórico animal, deve ser promovido à integração entre técnicos, pesquisadores e produtores, na busca por alternativas viáveis e adaptadas a cada realidade. Ações que melhorem o conforto térmico do animal levam a transformação do bem-estar em maior consumo de alimentos, que resultará em aumento da produção de leite e melhora na reprodução.

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