fazendas Archives | Rehagro Blog https://blog.rehagro.com.br/tag/fazendas/ Thu, 19 Jan 2023 14:57:42 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.1.1 https://blog.rehagro.com.br/wp-content/uploads/2018/05/favicon-rehagro.png fazendas Archives | Rehagro Blog https://blog.rehagro.com.br/tag/fazendas/ 32 32 Como os produtores estão gerenciando suas propriedades em busca de eficiência? https://blog.rehagro.com.br/gestao-eficiente-de-propriedades-leiteiras/ https://blog.rehagro.com.br/gestao-eficiente-de-propriedades-leiteiras/#comments Wed, 16 Nov 2022 13:08:48 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=15962 Você quer saber como os produtores que buscam eficiência estão gerenciando suas propriedades? Assista a este Webinar! O consultor sênior da Equipe Leite Rehagro, Matheus Balduino, conversou sobre esse tema em uma bate-papo super interessante. Vale a pena conferir na íntegra! Aproveite para deixar seu like no vídeo e se inscrever no canal! Quer conhecer […]

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Você quer saber como os produtores que buscam eficiência estão gerenciando suas propriedades? Assista a este Webinar!

O consultor sênior da Equipe Leite Rehagro, Matheus Balduino, conversou sobre esse tema em uma bate-papo super interessante.

Vale a pena conferir na íntegra! Aproveite para deixar seu like no vídeo e se inscrever no canal!

Quer conhecer mais sobre nossas soluções em consultoria? Entre em contato conosco!

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O que faz um gestor de fazendas? https://blog.rehagro.com.br/o-que-faz-um-gestor-de-fazendas/ https://blog.rehagro.com.br/o-que-faz-um-gestor-de-fazendas/#respond Thu, 22 Sep 2022 12:00:10 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=15355 O papel do gestor de fazenda, assim como qualquer outro, é de organizar, planejar, controlar e até mesmo liderar um grupo de pessoas. Além disso, uma das principais funções do Gestor é a delegação de tarefas. Todo negócio, seja no meio rural ou não, depende de pessoas para funcionar, é como uma engrenagem que está […]

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O papel do gestor de fazenda, assim como qualquer outro, é de organizar, planejar, controlar e até mesmo liderar um grupo de pessoas. Além disso, uma das principais funções do Gestor é a delegação de tarefas.

Todo negócio, seja no meio rural ou não, depende de pessoas para funcionar, é como uma engrenagem que está em constante movimento, sem pessoas, não há movimento, não há o que o gestor gerir e nas fazendas.

O gestor supervisiona pessoas, recursos e máquinas. É importante que haja capacitação para desempenhar este papel mesmo em casos de sucessão familiar.

Alguns processos devem fazer parte da rotina de um gestor, como:

  • Conhecer bem sua equipe;
  • Prezar por um bom relacionamento;
  • Promover a confiança;
  • Realizar planejamento estratégico;
  • Definir metas e objetivos;
  • Delegar tarefas;
  • Dar feedbacks;
  • Gerir conflitos;
  • Motivar e engajar os colaboradores;
  • Destinar seus recursos de forma adequada;
  • Monitorar e mensurar os resultados.

Todos esses processos acabam se encontrando em algum momento, por isso a importância da capacitação de quem assume esse papel.

As demandas de um gestor não são poucas. Exercer tudo isso com eficiência e assertividade não é fácil, mas existem uma variedade de ferramentas gerenciais que podem auxiliar na prática.

 

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Ferramentas gerenciais

Para o gerenciamento nas fazendas podemos destacar algumas ferramentas, como:

Plano de ação

O Plano de ação é um documento utilizado para registrar as tarefas e demandas a serem cumpridas, quando, como e por quem.

Para a elaboração é necessário que os objetivos já tenham sido bem definidos e que as metas sejam mensuráveis, de preferência em modelo SMART.

Para a composição do plano, um modelo recomendável para utilização em propriedades rurais é o 5W2H. Ele permite que as tarefas fiquem dispostas de forma clara, visual e objetiva.

Descrição de Cargos

É um documento que registra as tarefas e responsabilidades asseguradas à função dentro de uma empresa. Auxilia no direcionamento e referência das demandas de cada colaborador.

Além disso, auxilia também no processo de recrutamento e seleção, casando as habilidades e competências necessárias para o cargo com o candidato.

Organograma

O Organograma é um tipo de gráfico que representa a estrutura da organização do negócio. De forma visual, ele contribui para o processo de comunicação e delegação de tarefas dentro da propriedade.

Para a sua elaboração, além das metas e objetivos bem definidos é importante também que os colaboradores tenham seus cargos bem definidos.

Agenda Macro

A Agenda Macro é uma ferramenta que auxilia na visão das atividades a serem gerenciadas em um período maior de tempo, com o objetivo de antecipar a tomada de decisão.

Essa ferramenta também é importante para melhorar a comunicação e interação da equipe, proporcionando uma visão mais clara das responsabilidades traçadas para cada membro.

Reuniões

Uma das ferramentas gerenciais mais importantes são as reuniões. Implantar a cultura de reuniões frequentes auxiliam na melhoria da comunicação, clareza das rotinas, e confiança entre equipe.

Para isso é importante que o gestor saiba produzir reuniões de forma assertiva, se preparando com antecedência e assuntos definidos.

Existem também quatro princípios que orientam as funções do gerenciamento, são eles: planejamento, organização, liderança e controle.

  1. Planejamento: Definir as metas para direcionamento do negócio.
  2. Organização: Definir e mapear o que precisa ser feito, por quem e quando.
  3. Liderança: Dirigir, motivar, lidar com os conflitos, promover a confiança e dissociar a imagem de chefe.
  4. Controle: Monitorar o andamento das atividades definidas.

Colocando esses princípios em prática o gestor promove a realização e consequentemente atinge ou se aproxima do cumprimento das metas estipuladas para o negócio.

Obtenha os melhores resultados na gestão de fazendas!

Pensando nisso, o Rehagro desenvolveu a Graduação em Gestão do Agronegócio, onde são abordados temas como comunicação e feedback, liderança e desenvolvimento de equipe, gestão responsável e as principais ferramentas gerenciais utilizadas no Agronegócio.

Se você deseja ter acesso a esses conteúdos e muito mais, venha conhecer a graduação!

Graduação em Gestão do Agronegócio

Luana Costa

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Gestão de tarefas na fazenda: como realizar a organização? https://blog.rehagro.com.br/gestao-de-tarefas-na-fazenda/ https://blog.rehagro.com.br/gestao-de-tarefas-na-fazenda/#respond Wed, 21 Sep 2022 22:00:11 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=15360 Sabemos que os tempos atuais demandam cada vez mais do nosso esforço para a realização de tarefas. Dormimos cada vez mais tarde e acordamos mais cedo. Com isso, é fundamental prezar pela organização, para evitar que tarefas necessárias não sejam cumpridas. Dessa forma, trouxemos para você 6 dicas para organizar as suas tarefas e alcançar […]

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Sabemos que os tempos atuais demandam cada vez mais do nosso esforço para a realização de tarefas.

Dormimos cada vez mais tarde e acordamos mais cedo. Com isso, é fundamental prezar pela organização, para evitar que tarefas necessárias não sejam cumpridas.

Dessa forma, trouxemos para você 6 dicas para organizar as suas tarefas e alcançar as metas de maneira eficaz!

 

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1. Estabeleça bem os seus objetivos e metas

Para que haja constância nas demandas do negócio, é necessário que sejam bem definidos os objetivos e as metas. Além disso, é necessário que eles estejam claros para a equipe.

Dessa forma, ocorre um direcionamento assertivo das tarefas a serem cumpridas.

2. Utilize ferramentas gerenciais

As ferramentas gerenciais existem para auxiliar a administração e a organização das tarefas do negócio, seja ele grande ou pequeno.

O uso de ferramentas como Agenda Macro, Organograma, Quadro Gestão à Vista, promovem maior clareza do que deve ser executado, em qual período de tempo e por quem.

3. Conheça os perfis dos integrantes da equipe

Conhecendo o perfil comportamental dos indivíduos da equipe, as funções podem ser estabelecidas de forma mais assertiva e as tarefas devidamente delegadas, no intuito de facilitar o relacionamento e a comunicação no dia a dia.

4. Desenvolva habilidades de comunicação

A forma como você se comunica é muito importante. No momento de delegar uma tarefa é essencial que haja clareza, e o mínimo de falhas na comunicação.

Você é o principal responsável pela comunicação, seja como ouvinte ou falante, lembre-se disso. Procure verificar o que foi entendido após delegar a tarefa. Crie um ambiente de confiança.

5. Realize reuniões com frequência

A reunião é uma ferramenta gerencial de extrema importância para todo negócio. Ao realizar reuniões você reforça o relacionamento e interação de sua equipe, têm uma visão mais ampla da rotina dos processos e têm a oportunidade de ouvir um todo, buscando fortalecer a confiança entre a equipe.

6. Crie uma cultura de feedbacks frequentes

Os feedbacks são fundamentais para direcionar a execução de tarefas, manter aquelas que são executadas corretamente e corrigir falhas. Promove uma relação de maior segurança entre líder e liderado.

Alcance os melhores resultados nas suas tarefas!

Pensando nisso, o Rehagro desenvolveu a Graduação em Gestão do Agronegócio, onde são abordados temas como comunicação e feedback, liderança e desenvolvimento de equipe, gestão responsável e as principais ferramentas gerenciais utilizadas no Agronegócio.

Se você deseja ter acesso a esses conteúdos e muito mais, venha conhecer a graduação!

Graduação em Gestão do Agronegócio

Luana Costa

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O protagonismo da mulher no agronegócio https://blog.rehagro.com.br/mulheres-no-agronegocio/ https://blog.rehagro.com.br/mulheres-no-agronegocio/#comments Fri, 01 Jul 2022 20:28:36 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=13528 Neste Webinar especial, o assunto abordado foi: o protagonismo da mulher no agronegócio! Participaram do debate, Nathália Ribeiro (Marketing no Agronegócio Marketree), Camila Xavier (CEO Mater Consultoria e Membro das Mulheres Sergipanas do Agro), Melissa Freitas (Pecuarista e vice-presidente da Agroligadas), Iala Santos (Produtora de Cafés Especiais – Mulheres do Agro MC) com mediação de […]

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Neste Webinar especial, o assunto abordado foi: o protagonismo da mulher no agronegócio! Participaram do debate, Nathália Ribeiro (Marketing no Agronegócio Marketree), Camila Xavier (CEO Mater Consultoria e Membro das Mulheres Sergipanas do Agro), Melissa Freitas (Pecuarista e vice-presidente da Agroligadas), Iala Santos (Produtora de Cafés Especiais – Mulheres do Agro MC) com mediação de Mariana Pimenta, da Equipe Rehagro.

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Gestão de pessoas para obter melhores resultados no agronegócio https://blog.rehagro.com.br/gestao-de-pessoas-no-agronegocio/ https://blog.rehagro.com.br/gestao-de-pessoas-no-agronegocio/#respond Mon, 21 Mar 2022 19:00:50 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=11976 Este Webinar reuniu Emerson Alvarenga, Régis Henrique e Alexandra Othero, que fazem parte do nosso Núcleo de Gestão para falar sobre o tema: Gestão de pessoas para obter melhores resultados no agronegócio. Vale a pena conferir o conteúdo na íntegra! Não deixe de se inscrever no nosso canal para acompanhar nossos conteúdos. Ative o sino!  

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Este Webinar reuniu Emerson Alvarenga, Régis Henrique e Alexandra Othero, que fazem parte do nosso Núcleo de Gestão para falar sobre o tema: Gestão de pessoas para obter melhores resultados no agronegócio.

Vale a pena conferir o conteúdo na íntegra!

Não deixe de se inscrever no nosso canal para acompanhar nossos conteúdos. Ative o sino!

 

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Pré-sincronização como estratégia para aumentar concepção/reduzir perdas gestacionais https://blog.rehagro.com.br/webinar-perdas-gestacionais/ https://blog.rehagro.com.br/webinar-perdas-gestacionais/#respond Wed, 16 Mar 2022 13:00:36 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=11937 Neste Webinar leite, Roberto Sartori, professor da Esalq/USP e médico veterinário, debate sobre a pré-sincronização como estratégia para aumentar a concepção e reduzir perdas gestacionais. Ficou interessado? Assista ao conteúdo na íntegra! Não deixe de se inscrever no nosso canal para acompanhar nossos conteúdos. Ative o sino!  

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Neste Webinar leite, Roberto Sartori, professor da Esalq/USP e médico veterinário, debate sobre a pré-sincronização como estratégia para aumentar a concepção e reduzir perdas gestacionais.

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O impacto dos acordos climáticos para produção agropecuária brasileira https://blog.rehagro.com.br/o-impacto-dos-acordos-climaticos-para-producao-agropecuaria-brasileira/ https://blog.rehagro.com.br/o-impacto-dos-acordos-climaticos-para-producao-agropecuaria-brasileira/#respond Mon, 17 Jan 2022 17:43:56 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=10981 Neste webinar, realizado pelas empresas do Grupo Rehagro, Eduardo Lunardelli – pecuarista, agricultor e ex-secretário de clima e relações internacionais do Ministério do Meio Ambiente – discute o impacto dos acordos climáticos para produção agropecuária brasileira. Assista na íntegra! Não se esqueça de curtir, compartilhar e se inscrever em nosso canal. Ative também o sininho […]

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Neste webinar, realizado pelas empresas do Grupo Rehagro, Eduardo Lunardelli – pecuarista, agricultor e ex-secretário de clima e relações internacionais do Ministério do Meio Ambiente – discute o impacto dos acordos climáticos para produção agropecuária brasileira.

Assista na íntegra!

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O orçamento anual deve seguir o ano pecuário ou o ano civil? https://blog.rehagro.com.br/o-orcamento-anual-deve-seguir-o-ano-pecuario-ou-o-ano-civil/ https://blog.rehagro.com.br/o-orcamento-anual-deve-seguir-o-ano-pecuario-ou-o-ano-civil/#respond Wed, 22 Sep 2021 13:22:35 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=9741 Todo pecuarista sabe que o planejamento orçamentário é peça chave para o sucesso da operação. Ele é o ponto de partida para que possamos traçar metas para aquele ano e alcançar os resultados desejados na propriedade. Mas sabemos que, na maioria dos sistemas produtivos do Brasil, o ano pecuário ou ano safra, que vai de […]

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Todo pecuarista sabe que o planejamento orçamentário é peça chave para o sucesso da operação.

Ele é o ponto de partida para que possamos traçar metas para aquele ano e alcançar os resultados desejados na propriedade.

Mas sabemos que, na maioria dos sistemas produtivos do Brasil, o ano pecuário ou ano safra, que vai de 1 de julho a 30 de junho, é diferente do ano civil ou ano calendário, de 1 de janeiro a 31 de dezembro.

 

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Então, fica a dúvida: quando devo fazer meu orçamento anual em um sistema de pecuária de corte? Ele deve ser feito para o ano civil ou deve acompanhar o ano pecuário?

A dica do nosso especialista Prof. Guilherme Lamego, coordenador de projetos de gestão na Pecuária de Corte, é a seguinte:

De modo geral, trabalhamos pensando o planejamento da atividade de 1 de julho a 30 de junho. Minha recomendação é planejar um ano que irá coincidir com nossas principais atividades produtivas, sem quebrá-las no meio.”

Por exemplo, em uma fazenda de cria, não é indicado “quebramos” a estação de parição no meio. Ou “quebrarmos” a venda de animais do confinamento, que foram recriados ao longo de todo o ano e colocados na engorda.

É como se, na agricultura, fosse feito um orçamento que cortasse a safra no meio. Você colheria a safra anterior, mas no custo de plantio, estaria plantando já a próxima safra.

Não faria muito sentido olhar para um ano que cortaria essas atividades no meio, certo?

Na pecuária de corte, é o mesmo raciocínio, lembrando somente que ela terá um ciclo mais longo do que a agricultura.

Às vezes vamos colher aquela safra, tendo resultados com aquele bezerro que começou a ser produzido, em dois, três anos”, lembra o Prof. Guilherme.

“O ideal é que comecemos o planejamento técnico, antes mesmo de entrarmos no financeiro, alguns meses antes de iniciarmos nosso ano pecuário. Se o ano começa em 1 de julho, vou começar esse planejamento ao redor de abril, maio, para que eu possa ter vários ciclos de validação com as pessoas envolvidas e até que no fim de junho eu já tenha o orçamento pronto, validado para rodar o ano pecuário.”

Ele ainda ressalta que, ao longo do ano pecuário, é indicado fazer todas as checagens de previsto versus realizado.

Na hora de colocar a mão na massa e encarar o dia a dia das fazendas, várias dúvidas como essa aparecem.

Por isso, devemos estar preparados para enfrentar os reais desafios da produção, que aparecem na prática.

Para isso, o Rehagro criou o Curso Gestão na Pecuária de Corte, que já capacitou mais de 1.800 profissionais para dominarem todas essas questões e assumirem o controle de suas propriedades, permitindo que alcançassem melhores resultados financeiros.

Feito para quem não tem tempo a perder, todo o conteúdo desse treinamento é aplicável à realidade da produção de gado de corte, ajudando profissionais a conduzirem os rebanhos rumo à máxima eficiência!

Caso você tenha interesse em aprender a melhorar a produtividade, lucratividade e sustentabilidade da fazenda em que você atua, venha conhecer essa capacitação!

Curso Gestão da Pecuária de Corte

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Lançamento do índice Ideagri do Leite Brasileiro 2021 https://blog.rehagro.com.br/lancamento-do-indice-ideagri-do-leite-brasileiro-2021/ https://blog.rehagro.com.br/lancamento-do-indice-ideagri-do-leite-brasileiro-2021/#respond Mon, 19 Jul 2021 18:29:15 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=9454 No mês de junho tivemos um Webinar Leite especial, abordando o lançamento da 10ª edição do Índice Ideagri do Leite Brasileiro. Nesta edição foram feitos upgrades nas bases de cálculos, além de uma apresentação da nova ferramenta de simulação. O evento foi apresentado por Ernane Campo, Gerente de Negócios Leite do Grupo Rehagro. Aperte o […]

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No mês de junho tivemos um Webinar Leite especial, abordando o lançamento da 10ª edição do Índice Ideagri do Leite Brasileiro.

Nesta edição foram feitos upgrades nas bases de cálculos, além de uma apresentação da nova ferramenta de simulação. O evento foi apresentado por Ernane Campo, Gerente de Negócios Leite do Grupo Rehagro.

Aperte o play no vídeo abaixo e acompanhe, na íntegra, a apresentação deste lançamento que contou com a participação dos números de várias fazendas produtoras de leite do país!

Para assistir a mais conteúdos exclusivos sobre o agronegócio, inscreva-se no nosso canal e ative o sininho!

 

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Ações financeiras para momentos de crise https://blog.rehagro.com.br/acoes-financeiras-para-momentos-de-crise/ https://blog.rehagro.com.br/acoes-financeiras-para-momentos-de-crise/#respond Fri, 11 Jun 2021 13:00:13 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=9355 Neste e-book, aprenda dicas práticas para melhorar a saúde financeira da sua fazenda quando as coisas não vão bem. Saiba como organizar ou buscar soluções para a gestão financeira da sua propriedade leiteira em momentos de crise. Clique no botão abaixo para ter acesso ao material e boa leitura!  

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Ações financeiras para momentos de criseNeste e-book, aprenda dicas práticas para melhorar a saúde financeira da sua fazenda quando as coisas não vão bem.

Saiba como organizar ou buscar soluções para a gestão financeira da sua propriedade leiteira em momentos de crise.

Clique no botão abaixo para ter acesso ao material e boa leitura!

 

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E-book Estratégias para aumentar a detecção de cio nas fazendas leiteiras https://blog.rehagro.com.br/estrategias-para-aumentar-a-deteccao-de-cio-nas-fazendas-leiteiras/ https://blog.rehagro.com.br/estrategias-para-aumentar-a-deteccao-de-cio-nas-fazendas-leiteiras/#respond Thu, 20 May 2021 15:00:08 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=9303 O sucesso de um projeto leiteiro é definido a partir da máxima eficiência reprodutiva, levando ao aumento da eficiência de produção e alimentação das vacas. Quando se eleva os indicadores reprodutivos, é possível aumentar a proporção de vacas na fase inicial de lactação, onde a produção de leite e o retorno sobre o custo alimentar […]

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O sucesso de um projeto leiteiro é definido a partir da máxima eficiência reprodutiva, levando ao aumento da eficiência de produção e alimentação das vacas.

Quando se eleva os indicadores reprodutivos, é possível aumentar a proporção de vacas na fase inicial de lactação, onde a produção de leite e o retorno sobre o custo alimentar são maiores. Os métodos para detecção de cio refletem na taxa de serviço das vacas.

Saiba como traçar estratégias para aumentar a detecção de cio nas fazendas leiteiras no nosso e-book gratuito! Clique no botão abaixo e faça o download.

E-book Estratégias para aumentar detecção de cio

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Sucessão familiar: caminhos e legados https://blog.rehagro.com.br/sucessao-familiar-caminhos-e-legados/ https://blog.rehagro.com.br/sucessao-familiar-caminhos-e-legados/#comments Thu, 25 Mar 2021 17:08:58 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=9067 No dia 24/03, transmitimos um Webinar especial sobre sucessão familiar, onde falamos sobre os caminhos e legados enfrentados pelas três gerações do Grupo Jacto. O evento foi um sucesso! Mais de 400 pessoas estiveram presentes para assistir ao relato do empresário Jorge Nishimura. Ele narrou a trajetória de sucesso da sua família na construção de […]

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Sucessão familiar

No dia 24/03, transmitimos um Webinar especial sobre sucessão familiar, onde falamos sobre os caminhos e legados enfrentados pelas três gerações do Grupo Jacto.

O evento foi um sucesso! Mais de 400 pessoas estiveram presentes para assistir ao relato do empresário Jorge Nishimura. Ele narrou a trajetória de sucesso da sua família na construção de uma empresa forte e reconhecida no mercado.

Além disso, fizemos dois sorteios durante a palestra. Cinco participantes foram contemplados com uma consultoria exclusiva, com Mauro Rossales e Vanessa Napp, que são especialistas em gerenciamento de riscos da sucessão. Também sorteamos exemplares do Livro ‘Caminhos e legados’.

A palestra foi muito elogiada! Quem participou, pediu bis e quem perdeu, ficou ansioso para assistir. Atendendo aos clames, vamos disponibilizar o vídeo NA ÍNTEGRA! É só clicar no botão abaixo:

Compartilhe com quantas pessoas quiser! O conteúdo é extremamente relevante para quem quer fazer o negócio familiar prosperar e ter sucesso.

Para ter acesso a este e outros assuntos, siga-nos no Instagram! É só clicar AQUI.

Para assistir outros Webinars, clique AQUI!

 

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Rotinas do confinamento do gado de corte https://blog.rehagro.com.br/rotinas-que-afetam-o-resultado-em-um-confinamento/ https://blog.rehagro.com.br/rotinas-que-afetam-o-resultado-em-um-confinamento/#comments Mon, 22 Mar 2021 12:59:08 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=9039 Em 2020, fizemos um webinar especial! O tema foi extremamente relevante para quem atua na pecuária de corte: “Rotinas que afetam o resultado em um confinamento”. Esta palestra gratuita foi feita por nós, Grupo Rehagro, em parceria com o 3RLab. Para falar sobre o assunto, contamos com uma especialista renomada: Dra. Amanda Oliveira, zootecnista e […]

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Em 2020, fizemos um webinar especial! O tema foi extremamente relevante para quem atua na pecuária de corte: “Rotinas que afetam o resultado em um confinamento”. Esta palestra gratuita foi feita por nós, Grupo Rehagro, em parceria com o 3RLab.

Para falar sobre o assunto, contamos com uma especialista renomada:

  • Dra. Amanda Oliveira, zootecnista e gerente técnica da Premix.

Se você não teve a oportunidade de assistir a discussão, clique no link abaixo:

Rotinas do confinamento

Dica extra!

Aqui no Rehagro, temos o Curso Online Gestão na Pecuária de Corte, que é uma capacitação que reúne a solução para os maiores problemas que os pecuaristas enfrentam na nutrição, reprodução, sanidade, gestão financeira e de equipes, comercialização, em todos os sistemas de criação.

Os professores são grandes consultores, com muitos anos de experiência no dia a dia das fazendas. Eles ensinam as técnicas e ferramentas usadas por eles para aumentar a rentabilidade na atividade, de forma muito clara, direta e prática.

Caso você tenha interesse, na nossa página você poderá encontrar mais informações!

Gestão na Pecuária de Corte

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Vermifugação em bovinos leiteiros: quando realizar? https://blog.rehagro.com.br/quando-vermifugar-os-bovinos/ https://blog.rehagro.com.br/quando-vermifugar-os-bovinos/#respond Wed, 28 Oct 2020 14:06:27 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=8436 É bastante comum nos depararmos com perguntas como: Qual a melhor época do ano para vermifugar os bovinos? Quando devo vermifugar os animais? Com qual frequência devo vermifugar? Qual o melhor vermífugo? Assim como em qualquer outra doença, nas verminoses também se torna necessário a realização de exames clínicos e exames complementares para que as […]

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É bastante comum nos depararmos com perguntas como:

  • Qual a melhor época do ano para vermifugar os bovinos?
  • Quando devo vermifugar os animais?
  • Com qual frequência devo vermifugar?
  • Qual o melhor vermífugo?

Assim como em qualquer outra doença, nas verminoses também se torna necessário a realização de exames clínicos e exames complementares para que as decisões sejam tomadas de forma coerente.

Os exames coprológicos de OPG e OOPG consistem em ferramentas importantes para análise da quantidade de ovos e oocistos de vermes por grama de fezes, respectivamente.

Neste texto, iremos discutir um pouco mais sobre a realização desses exames e a importância deles para o calendário de vermifugação dos animais.

 

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Verminoses em bovinos

As verminoses gastrointestinais estão presentes em praticamente todas as propriedades de bovinos do mundo.

Os efeitos das verminoses causam grandes perdas econômicas para os sistemas de produção, visto que os parasitas reduzem a conversão alimentar, o ganho de peso, o crescimento e reduzem a produtividade em geral dos animais. Além disso, casos graves de verminose com elevadas taxas de parasitismo podem ser responsáveis por mortes de animais jovens.

Alguns parasitas como os coccídeos, em especial a Eimeria, são um dos principais causadores de diarreia em bezerras leiteiras, podendo permanecerem ocultos por longos períodos e comprometerem o desempenho dos animais por toda a vida.

Durante o ciclo da Eimeria, a multiplicação do agente ocorre no interior das células intestinais do hospedeiro, o que leva ao rompimento dessas células e comprometimento daquele segmento intestinal devido à redução da sua funcionalidade.

Entre os sinais clínicos mais frequentes das verminoses estão:

  • Emagrecimento;
  • Anemia;
  • Falta de apetite;
  • Diarreia;
  • Abdômen dilatado;
  • Pelos arrepiados e sem brilho.

No entanto, todos esses sinais tendem a serem inespecíficos, necessitando de exames complementares para alcançarmos um diagnóstico assertivo.

O comportamento da carga de vermes nematódeos no ambiente é dependente principalmente dos manejos adotados pela propriedade e da época do ano.

É comum que nas épocas de elevada pluviosidade a carga de vermes no ambiente esteja mais elevada, devido às condições de temperatura e umidade, principalmente, que contribuem para a multiplicação dos vermes. Já nas épocas secas do ano a população de nematódeos tende a se concentrar mais nos animais.

Portanto, é de fundamental importância a realização do controle estratégico dos vermes de forma racional a fim de reduzir as populações tanto no ambiente quanto nos animais.

Conhecer os vermes presentes no rebanho conforme cada categoria animal e a taxa de parasitismo constitui um passo essencial para adotarmos uma vermifugação eficiente e racional. Os exames coprológicos de OPG e OOPG são as ferramentas responsáveis por fornecerem as respostas base desta ação.

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Principais verminoses de bovinos leiteiros

Nos exames de OPG e OOPG buscamos identificar ovos e oocistos dos principais vermes que acometem os bovinos leiteiros, sendo representados por Estrongilideos, Strongyloides, Eimeria e Moniezia.

Todos estes vermes desenvolvem o seu ciclo no ambiente gastrointestinal e possuem os seus ovos liberados pelas fezes dos hospedeiros. As figuras a seguir ilustram o formato dos ovos desses vermes vistos em microscopia óptica.

Ovos de vermes em microscópioFormato dos ovos dos principais vermes que acometem bovinos leiteiros. (Fonte: Equipe sanidade, Grupo Rehagro)

OPG e OOPG – Materiais e técnica

Conforme já dito neste texto, os exames de OPG e OOPG são utilizados para quantificação de ovos e oocistos dos principais vermes nas fezes dos bovinos, respectivamente. Os materiais necessários para realização dos exames estão descritos a seguir juntamente com a técnica.

Materiais utilizados

  • Amostra de fezes coletadas diretamente do reto dos animais: coletar uma porcentagem significativa de amostras de fezes em cada lote das categorias de animais. Armazenar as fezes em sacos plásticos limpos de forma individual e identificá-los com a respectiva numeração do animal;
  • Copo plástico (50 mL);
  • Água;
  • Solução de Sheater: para preparar a solução de Sheater deve-se dissolver totalmente 500 gramas de açúcar em 360 mL de água.;
  • Peneira pequena;
  • Balança de pesagem mínima de 1 grama;
  • Pipeta de Pasteur (3 mL);
  • Câmara de McMaster;
  • Microscópio óptico.

Obs.: caso as fezes não sejam processadas imediatamente após a coleta, deve-se armazená-las refrigeradas.

Exames de OPG e OOPGColeta de fezes e organização de materiais para OPG e OOPG. (Fonte: Equipe sanidade, Grupo Rehagro)

Técnica

Após as amostras de fezes terem sido coletadas e identificadas com a numeração e o lote dos animais, deve-se organizar os materiais para a realização dos exames. Para facilitar o processo, recomenda-se organizar fileiras verticais contendo 3 copos plásticos de 50 mL cada.

  1. Com o auxílio da balança, pesar 2 gramas de fezes por amostra, colocando-as no primeiro copo plástico. No segundo copo plástico colocar 28 mL de água e no terceiro 2 mL de solução de Sheater.
  2. Transferir os 28 mL de água para o copo contendo 2 gramas de fezes. Misturar bem o conteúdo com auxílio da pipeta de Pasteur.
  3. Após a mistura, coar o conteúdo de água e fezes com auxílio da peneira, transferindo-o para um próximo copo.
  4. Coletar 2 mL do conteúdo coado de água e fezes com a pipeta de Pasteur e adicioná-los ao copo contendo 2 mL da solução de Sheater.
  5. Preencher os dois lados (A e B) da câmara de McMaster com o conteúdo de água, fezes e solução de Sheater.
  6. Esperar 5 minutos e levar a câmara de McMaster preenchida ao microscópio para que seja realizada a contagem dos ovos e oocistos na objetiva de 10×0,25.

Técnica de exames de OPG e OOPGRealização de exame de OPG e OOPG. (Fonte: Equipe sanidade, Grupo Rehagro)

A contagem dos ovos e dos oocistos deve ser feita em ambos os lados da câmara de McMaster – lado A e lado B, diferenciando os ovos de Estrongilideos, Strongyloides, Eimeria e Moniezia.

Ao final, multiplicar a quantidade total de ovos/oocistos de Estrongilideos, Strongyloides e Eimeria por 100. Não há a necessidade de contar e multiplicar a quantidade de ovos de Moniezia, devendo apenas indicar quando houver presença de ovos deste nematódeo. Exemplo:

Resultados de exames de OPG e OOPG

Interpretando os resultados

  • Menos de 200 ovos/oocistos por grama de fezes = carga baixa;
  • 300 a 800 ovos/oocistos por grama de fezes = carga média;
  • Mais de 800 ovos/oocistos por grama de fezes = carga alta.

O desejável é que no mínimo 80% dos animais de cada lote apresentem carga baixa (< 200 ovos/oocistos), sendo que esta contagem não exige o tratamento dos animais com vermífugo.

Casos em que 20% ou mais dos animais de cada lote apresentam carga alta (> 800 ovos/oocistos) são indicativos de tratamento, devendo a estratégia de vermifugação ser discutida com o médico veterinário responsável pela propriedade. A presença de qualquer quantidade de ovos de Moniezia já é indicativa de tratamento, sendo que produtos à base de albendazol possuem maior eficácia sobre este tipo de verme.

Considerações sobre OPG e OOPG

A utilização das ferramentas de OPG e OOPG é essencial para a elaboração de calendários estratégicos de vermifugação de forma racional e assertiva, tratando somente os lotes de animais com elevada carga parasitária. Esta ação contribui para uma economia considerável no uso de vermífugos, além de analisar a eficiência das bases farmacológicas utilizadas.

O recomendado é que todos os lotes sejam monitorados periodicamente a fim de construir a dinâmica comportamental dos vermes nas diversas categorias animais.

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Bruno Guimarães

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Como realizar o monitoramento da colostragem em bezerras leiteiras? https://blog.rehagro.com.br/monitoramento-da-colostragem-em-bezerras-leiteiras/ https://blog.rehagro.com.br/monitoramento-da-colostragem-em-bezerras-leiteiras/#respond Wed, 30 Sep 2020 15:00:03 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=8249 O colostro bovino representa a principal fonte de anticorpos para os neonatos, uma vez que a placenta dos bovinos, do tipo sindesmocorial, impede a passagem de grandes moléculas para a circulação do feto. Dessa forma, a certificação de uma correta colostragem de bezerras consiste em um dos pilares da bovinocultura para se garantir a saúde […]

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O colostro bovino representa a principal fonte de anticorpos para os neonatos, uma vez que a placenta dos bovinos, do tipo sindesmocorial, impede a passagem de grandes moléculas para a circulação do feto.

Dessa forma, a certificação de uma correta colostragem de bezerras consiste em um dos pilares da bovinocultura para se garantir a saúde e a sobrevivência dos animais.

Quando realizada de forma correta, a colostragem permite a absorção intestinal de imunoglobulinas que auxiliarão a bezerra na proteção contra doenças. Este processo de absorção de anticorpos via colostro materno é conhecido como transferência de imunidade passiva (TIP).

 

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Já é sabido que uma boa colostragem proporciona adequada TIP, estimula o crescimento e desenvolvimento do animal e reduz as taxas de morbidade e mortalidade antes do desmame.

Os benefícios adicionais a longo prazo associados à transferência passiva bem-sucedida incluem:

  • Redução da mortalidade no período pós-desmame;
  • Melhor taxa de ganho de peso;
  • Redução da idade ao primeiro parto;
  • Aumento do volume de leite produzido na primeira e segunda lactação;
  • Redução das chances de descarte durante a primeira lactação.

Estudos científicos recentes na área de colostro bovino têm discutido novas recomendações para serem adotadas durante o monitoramento da TIP em bezerras leiteiras.

O objetivo deste texto é abordar as visões atuais da ciência acerca da colostragem, apresentando os conceitos básicos do processo e as novas metas de monitoramento.

Avaliação da eficiência da colostragem

A avaliação da eficiência de colostragem pode ser feita via refratômetro. A diferença está na possibilidade de utilizar tanto o refratômetro de Brix quanto o de gramas por decilitro (g/dL) para avaliar se a colostragem foi eficiente ou não.

Em tempos anteriores, os parâmetros considerados ideais para avaliar a transferência de imunidade passiva eram 90% das bezerras avaliadas com valores de proteína sérica > 5,5 g/dL ou > 8,4° Brix. No entanto, estudos conduzidos nos Estados Unidos durante os anos de 1991 e 1992 demonstraram que 41% das bezerras apresentavam falhas na TIP quando se considerava as metas mencionadas anteriormente (> 5,5 g/dL ou > 8,4°Brix).

Desde então, os processos para melhorar o gerenciamento da qualidade do colostro nas fazendas norte-americanas foram intensificados, até que em 2014 somente 13% das bezerras apresentaram falha na TIP quando a média de proteína sérica foi de 6,0 g/dL. Além disso, a mortalidade pré-desmame das bezerras caiu de 10,8% em 1996 para 6,4% em 2014. Devido a esse fato, pesquisadores de Estados Unidos e Canadá passaram, a partir de 2018, a questionar a meta de TIP de 5,2 g/dL.

Com base nestas ocorrências e nos dados do Sistema Nacional de Monitoramento da Saúde Animal (NAHMS) dos Estados Unidos de 2014, pesquisadores criaram um novo consenso acerca das metas para avaliação da eficiência de imunidade passiva de bezerras leiteiras.

O novo modelo, conforme apresentado na tabela a seguir, considera novas metas para colostragem de bezerras e estratifica os níveis de transferência de imunidade passiva em excelente, bom, razoável e ruim.

A construção dos quatro níveis de eficiência de colostragem teve como base a avaliação das taxas de morbidade e mortalidade de bezerras nos estudos do NAHMS, bem como outras publicações da literatura.

Análise da colostragem

Conforme discutido por Sandra Godden, Jason Lombard e Amelia Woolums (2019), o manejo do colostro materno consiste no fator mais importante para se garantir a saúde e a sobrevivência das bezerras leiteiras. Esse manejo passa por fornecer aos bezerros um volume suficiente de colostro bovino limpo e de alta qualidade nas primeiras horas de vida.

Benefícios adicionais podem ser obtidos através do fornecimento de várias mamadas e da alimentação prolongada de colostro ou leite de transição após as 6 horas iniciais.

O monitoramento contínuo da colostragem de bezerras ajuda os produtores a identificar e corrigir os problemas nos programa de gerenciamento de colostro.

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Novas oportunidades para intensificar a colostragem

Os dados a seguir representam informações reais sobre a eficiência de colostragem de duas fazendas no ano de 2019. Para cada uma das fazendas analisou-se a eficiência de colostragem no ano de 2019 considerando a meta antiga (> 5,5 g/dL) e a nova meta (> 6,2 g/dL).

O intuito desta análise consiste em demonstrar as oportunidades criadas pela nova proposta de monitoramento da colostragem em bezerras leiteiras.

Eficiência de colostragem

Comparando os números apresentados da Fazenda A no ano de 2019, pode-se observar que ao considerar a nova meta para eficiência de colostragem (> 6,2 g/dL) houve uma queda no sucesso da transferência de imunidade passiva de 14 pontos percentuais (93% de eficiência na meta de > 5,5 g/dL vs. 79% de eficiência na meta de > 6,2 g/dL).

Ou seja, considerando a nova proposta de eficiência de colostragem a fazenda A passou a não apresentar a proporção ideal recomendada de bezerras bem colostradas, que é 90% dos animais com valores de transferência de imunidade passiva acima de 6,2 g/dL.

Ao analisar de forma mais detalhada, nota-se que com a nova meta de colostragem em apenas dois meses obteve-se mais de 90% dos animais com eficiência na transferência de imunidade passiva, enquanto na meta antiga oito meses foram satisfatórios.

Eficiência de Colostragem Fazenda B

 

Eficiência de Colostragem Fazenda B

Comparando agora os dados de colostragem apresentados pela Fazenda B, observa-se que a mudança de meta de > 5,5 g/dL para > 6,2 g/dL não afetou a proporção de bezerras bem colostradas da propriedade, pois em ambas as condições a proporção de animais com sucesso na TIP foi superior a 90% (99% de eficiência na meta de > 5,5 g/dL vs. 91% de eficiência na meta de > 6,2 g/dL).

Outra observação interessante é de que mesmo com a meta mais alta, a Fazenda B obteve dois meses com eficiência de colostragem de 100% (março e novembro), além de que em oitos meses a TIP obteve sucesso em mais de 90% das bezerras.

Os dados apresentados demonstram que ambas as fazendas possuíam índices de eficiência de colostragem satisfatórios com a meta antiga e que com a meta atual apresentaram perfis diferentes. Perante estes dados podemos tirar duas conclusões principais:

  1. Fazendas que possuem um adequado manejo de colostro tendem a apresentar bons números de eficiência de colostragem mesmo com a mudança da meta de monitoramento, vide exemplo da Fazenda B.
  2. Fazendas que apresentavam bons números de eficiência de colostragem na meta antiga (> 5,5 g/dL) e que tiveram redução no sucesso da TIP com a nova meta (> 6,2 g/dL) podem encontrar excelentes oportunidades para intensificarem o manejo de colostro que antes podiam estar negligenciados, vide exemplo da Fazenda A.

Conforme já abordado durante o texto, o sucesso na colostragem é multifatorial, sendo influenciado desde questões práticas, como duração do período seco da vaca, manejo alimentar, programa vacinal, tempo até a colostragem, qualidade microbiológica do colostro e dentre outros, até questões inerentes ao manejo com os animais, como raça e idade da vaca.

Conclusão

O recomendado está em fazer o básico bem feito, ou seja, adotar um adequado manejo de colostro que se fundamente nos quatro pilares: tempo, qualidade imunológica, qualidade microbiológica e quantidade de colostro ingerida.

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Bruno Guimarães

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Como fazer um plano de contas em propriedade de gado de corte? https://blog.rehagro.com.br/plano-de-contas/ https://blog.rehagro.com.br/plano-de-contas/#respond Sat, 26 Sep 2020 17:31:20 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=8267 Em qualquer atividade empresarial, a intensificação dos sistemas produtivos está diretamente associada ao aumento dos riscos. Essa tendência se perpetua e se destaca quando avaliamos sistemas de produção de gado de corte. Apesar de pouco eficiente, a pecuária extensiva apresenta riscos relativamente baixos. A busca pela eficiência produtiva e o aumento da rentabilidade passa pelo […]

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Em qualquer atividade empresarial, a intensificação dos sistemas produtivos está diretamente associada ao aumento dos riscos. Essa tendência se perpetua e se destaca quando avaliamos sistemas de produção de gado de corte.

Apesar de pouco eficiente, a pecuária extensiva apresenta riscos relativamente baixos. A busca pela eficiência produtiva e o aumento da rentabilidade passa pelo inevitável processo de intensificação, trazendo consigo o aumento dos riscos para a pecuária.

Concomitante ao aumento de riscos na atividade, tem-se o aperfeiçoamento e a eficiência nos controles produtivos, controles zootécnicos e principalmente econômicos e financeiros.

 

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Gestão financeira na pecuária de corte

A gestão financeira e econômica na pecuária de corte permite, dentre outros fatores, a minimização dos riscos gerados pelo aumento da intensificação do sistema de produção e o conhecimento dos custos de produção. Conhecer os custos de produção é extremamente importante para a busca do aperfeiçoamento dos processos produtivos e para a garantia da margem de lucratividade.

Essa gestão da propriedade exige controle, sendo que dentro desse controle há uma estrutura que se destaca e deve estar muito bem estruturada e alinhada com o sistema produtivo da propriedade, o plano de contas.

Plano de Contas

O plano de contas representa um conjunto de contas que irá caracterizar e classificar toda movimentação financeira e econômica da fazenda em uma nomenclatura comum, permitindo análises assertivas e eficientes quanto às movimentações.

De maneira resumida, o plano de contas irá separar todos os custos com a alimentação do rebanho em uma conta chamada “nutrição” ou todos os custos com manutenção e insumos para oficina em uma conta “máquinas”, por exemplo. E assim será realizada a separação de todas as movimentações de entrada e saída da propriedade.

O plano de contas pode ser mais ou menos detalhado, de acordo com a estrutura da propriedade e com o nível de detalhamento desejado pela administração da fazenda.

Planos muito detalhados exigem o maior treinamento e qualificação da mão de obra responsável pelos lançamentos, sendo que um plano menos específico inviabiliza o aprofundamento nas análises posteriores. Entretanto, é importante começar de forma mais simplificada e ir evoluindo o nível de detalhamento à medida que a equipe fica mais capacitada para tal função.

Manual de fluxo de caixa para fazendas de gado de corte

Estruturando o plano de contas

O primeiro ponto a se avaliar na propriedade onde se tem interesse em estruturar as rotinas financeiras e aperfeiçoar o gerenciamento financeiro e econômico da fazenda, é avaliar se já existe um plano de contas presente nessa propriedade e se há uma rotina de levantamento e tabulação de dados.

Não necessariamente denomina-se “plano de contas”, mas em ocasiões específicas há uma separação grosseira das contas, onde separam contas de uma maneira bem macro, exemplo contas do “rebanho” e contas “máquinas”.

Entendendo a organização das contas atuais da propriedade é possível então iniciar-se o processo de implantação de um plano de contas estruturado daquela fazenda.

Onde há a intenção de se detalhar ao máximo as contas da atividade vamos estabelecer “níveis” de contas. Primeiro nível de contas, faremos uma classificação ampla, exemplo “Despesas”. Já no segundo nível, iniciaremos a estratificação dessa conta, “Despesas operacionais” é um exemplo, e assim segue-se a estratificação, até o detalhamento do produto.

Ao longo do texto, vamos exemplificar um plano de contas real, utilizado em uma propriedade de corte, para que o entendimento fique perfeito.

Despesas

O primeiro nível de um plano de contas quando pensamos em saídas, é o nível mais abrangente é justamente o que denominamos “Despesas”. Todo o fluxo financeiro que sai da propriedade deverá ser classificado em alguma conta dentro das despesas.

Ao aprofundarmos nossa análise chegamos em um segundo nível. Como neste nosso exemplo faremos a avaliação de um plano de contas muito detalhada, o nosso segundo nível contará com três grandes contas: operacionais, financeiras e investimentos.

Quando somamos então, todas as saídas das contas “Operacionais”, “Financeiras” e “Investimento” temos o total da conta de nível “Despesas”.

Na conta “Financeiras” – que está dentro das Despesas (Nível 1) → Financeiras (Nível 2) – vamos incluir todas as saídas da propriedade que estão relacionadas a “Amortização”, “Distribuição de lucro” e “Juros”, por exemplo, cada um desses itens representará uma conta de terceiro nível.

Mas pode-se estratificar ainda mais as Despesas Financeiras de Amortização, incluindo dentro dessa conta uma conta de quarto nível, ou conta gerencial, por exemplo, conta para “Empréstimo de custeio”, por fim cada um dos Empréstimos de Custeio receberá sua identificação, e ficaria assim: Empréstimo n°x, chegando ao quinto nível de estratificação do plano de contas.

Sendo assim temos:

Nível 1 🡪  Nível 2 🡪  Nível 3 🡪  Nível 4 🡪  Nível 5

Despesas 🡪 Financeiro 🡪 Amortização 🡪 Empréstimo custeio 🡪 Empréstimo n°x

Essa mesma lógica funcionará de maneira semelhante para as outras despesas:

Despesas 🡪 Investimentos 🡪 Veículos, por exemplo.

Despesas Operacionais

E por fim destacamos as Despesas Operacionais (Nível 2), exatamente nessa conta, são lançadas todas as despesas relacionadas diretamente à produção.

A produção pode ser pecuária ou agrícola em uma grande propriedade, e por isso destacamos o terceiro nível com “Despesas Operacionais Pecuária” ou “Despesas Operacionais Agricultura”, sendo que a soma de todas as despesas da pecuária e agricultura será o total de Despesas Operacionais.

  • Despesas 🡪 Operacionais 🡪 Pecuária – Na sequência da estratificação dessas contas teremos então as contas de Nível 4, onde podemos separar as despesas em grupos como, “Alimentação do Rebanho”, “Reprodução”, “Sanidade” e assim por diante.
  • Despesas 🡪 Operacionais 🡪 Pecuária 🡪 Alimentação – Alguns itens de nível quatro, ainda podem ser amplos demais quando desejamos o máximo de detalhamento, por esse motivo podemos criar um quinto nível antes do produto, como nesse caso em específico para a conta “Alimentação” podemos incluir contas como “Mineral”, “Insumo Energético”, “Suplemento” dentre outros que se encaixem na realidade de cada propriedade.
  • Despesas → Operacionais → Pecuária → Alimentação → Insumo Energético – Por fim, quando alcançamos o quinto nível podemos incluir o produto responsável pela despesa, nesse caso, o Milho seria uma opção.

Desse modo, teremos:

Nível 1 🡪 Nível 2 🡪 Nível 3 🡪 Nível 4 🡪 Nível 5 🡪 Nível 6

Despesas 🡪 Operacionais 🡪 Pecuária 🡪 Alimentação 🡪 Insumo Energético 🡪 Produto (milho)

Despesas operacionais Fonte: Arquivo pessoal de Régis Henrique, técnico do Rehagro.

A imagem acima, mostra um exemplo do detalhamento de um plano de contas seguindo a lógica que abordamos.

Podemos fazer dessa mesma forma o detalhamento para todos os insumos de todos os custos e despesas envolvidos no rebanho.

Despesas operacionais de fazenda de pecuária de corteFonte: Arquivo pessoal de Régis Henrique, técnico do Rehagro.

Na figura acima, é possível avaliar um plano de contas, até o quarto nível, relacionados às Despesas Operacionais da Pecuária.

Essa estrutura permite um perfeito entendimento de onde estão sendo alocados as principais despesas da propriedade, e auxiliará o entendimento da composição dos custos de produção do produto final.

Detalhamento das despesas na pecuária de corteFonte: Arquivo pessoal de Gustavo Melo, técnico do Rehagro.

Receitas

Assim como é feito o detalhamento das despesas, as receitas também devem ser detalhadas, sendo importante que se entenda o perfil das receitas da propriedade. A lógica é a mesma, se estabelece um Nível 1, “Receitas”, onde todas as receitas são encontradas e a partir dela é realizada a estratificação.

Detalhamento das receitasFonte: Arquivo pessoal de Régis Henrique, técnico do Rehagro.

O detalhamento das receitas é tão importante quanto o detalhamento das despesas.

Considerações finais sobre o plano de contas

Controlar e avaliar as finanças de uma propriedade é fundamental para o sucesso da atividade. Só é possível angariar esforços na redução de custos de maneira efetiva, quando se conhece o perfil dos custos da fazenda. Por isso, o plano de contas é uma estrutura que facilita e permite uma avaliação detalhada da composição dos custos.

A facilidade de se entender, por exemplo, quanto se gastou ao longo de um ano com insumos energéticos, com energia elétrica, manutenção de máquinas etc, permite que se entenda melhor as despesas da propriedade e ainda que se centralize os esforços para a redução dos custos que realmente impactam no sistema de produção.

O importante é que cada propriedade estabeleça um plano de contas fiel à sua realidade e que, esse plano, seja alimentado regularmente.

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Vale a pena investir em conforto térmico para vacas leiteiras? https://blog.rehagro.com.br/conforto-termico-para-vacas-leiteiras/ https://blog.rehagro.com.br/conforto-termico-para-vacas-leiteiras/#comments Fri, 18 Sep 2020 19:00:52 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=8140 Em agosto de 2020, fizemos a transmissão de um Agroask Leite com o seguinte tema: “Vale a pena investir em conforto térmico para vacas leiteiras?”. O encontro foi comandado pela especialista Fernanda Ferreira, diretamente da University of California. O tema é extremamente relevante no ramo e diversos profissionais buscam aumentar seus conhecimentos sobre o assunto. […]

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conforto térmico

Em agosto de 2020, fizemos a transmissão de um Agroask Leite com o seguinte tema: “Vale a pena investir em conforto térmico para vacas leiteiras?”.

O encontro foi comandado pela especialista Fernanda Ferreira, diretamente da University of California.

O tema é extremamente relevante no ramo e diversos profissionais buscam aumentar seus conhecimentos sobre o assunto.

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Gestão de índices zootécnicos com foco no lucro https://blog.rehagro.com.br/gestao-de-indices-zootecnicos/ https://blog.rehagro.com.br/gestao-de-indices-zootecnicos/#respond Wed, 09 Sep 2020 13:26:45 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=8131 Em julho de 2020, fizemos a transmissão de um Webinar Leite sobre gestão de índices zootécnicos com foco no lucro. O palestrante foi Matheus Moreira, Coordenador Técnico da Equipe Leite do Rehagro e Mestrando em Zootecnia/Reprodução Animal pela UFMG. O tema é extremamente relevante no ramo e diversos profissionais buscam aumentar seus conhecimentos sobre o […]

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Em julho de 2020, fizemos a transmissão de um Webinar Leite sobre gestão de índices zootécnicos com foco no lucro. O palestrante foi Matheus Moreira, Coordenador Técnico da Equipe Leite do Rehagro e Mestrando em Zootecnia/Reprodução Animal pela UFMG.

índices zootécnicos

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Resultados práticos de programas sanitários na recria de bezerras leiteiras https://blog.rehagro.com.br/programas-sanitarios-na-recria-de-bezerras-leiteiras/ https://blog.rehagro.com.br/programas-sanitarios-na-recria-de-bezerras-leiteiras/#respond Mon, 10 Aug 2020 17:30:41 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=8037 Em junho de 2020, fizemos a transmissão de um Webinar Leite sobre resultados práticos de programas sanitários na recria de bezerras leiteiras. O palestrante foi José Zambrano, Coordenador da Equipe Sanidade do Rehagro e Mestre e Doutor em Sanidade de Bovinos pela UFMG. O tema é extremamente relevante no ramo e diversos profissionais buscam aumentar […]

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webinar recria de bezerras

Em junho de 2020, fizemos a transmissão de um Webinar Leite sobre resultados práticos de programas sanitários na recria de bezerras leiteiras. O palestrante foi José Zambrano, Coordenador da Equipe Sanidade do Rehagro e Mestre e Doutor em Sanidade de Bovinos pela UFMG.

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Mercado de carne gourmet: como se adaptar às tendências? https://blog.rehagro.com.br/o-que-o-produtor-precisa-saber-sobre-o-mercado-de-carne-gourmet/ https://blog.rehagro.com.br/o-que-o-produtor-precisa-saber-sobre-o-mercado-de-carne-gourmet/#respond Fri, 07 Aug 2020 17:00:48 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=7998 Você, pecuarista, fica se perguntando como agregar valor ao seu produto, visando aumentar sua margem de lucro na atividade? Então, o mercado de carne gourmet pode ser a oportunidade perfeita para você! O aumento da renda per capita e, consequentemente, do poder aquisitivo da população, incide diretamente no aumento do consumo de proteínas de origem […]

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Você, pecuarista, fica se perguntando como agregar valor ao seu produto, visando aumentar sua margem de lucro na atividade? Então, o mercado de carne gourmet pode ser a oportunidade perfeita para você!

O aumento da renda per capita e, consequentemente, do poder aquisitivo da população, incide diretamente no aumento do consumo de proteínas de origem animal. O crescimento da demanda por carne vermelha é diretamente proporcional ao aumento da renda da população.

 

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Outros fatores com implicações e alterações mais lentas, como mudança cultural, também influenciam no aumento ou na diminuição do consumo de proteína vermelha.

Bife Ancho Corte Ancho. Fonte: Instagram Cara Preta – @carapreta

Associado a esses fatores supracitados, o grande processo de difusão na utilização das redes sociais e outras formas de propagação de marcas e produtos via internet, democratizou o conhecimento da população por produtos que outrora eram considerados produtos exclusivos de faixa socioeconômica com maior poder aquisitivo.

Focados no mercado do agronegócio, não teríamos subsídios consistentes para afirmar quando esse processo ocorreu ou mesmo se somente os fatores citados interferiram no processo. Entretanto, em uma simples avaliação de mercado percebemos uma grande variedade de produtos “gourmet”, de diversos segmentos e setores.

Como em quase todos os outros setores, a cadeia produtiva da carne está cada dia mais pressionada a entregar um produto de melhor qualidade. É preciso entregar padrão e confiabilidade ao cliente, principalmente os produtores de carne nobre, que viram a concorrência aumentar, e  perceberam também a elevação do nível de exigência de seu cliente.

Corte Denver SteakCorte Denver Steak. Fonte: Instagram Cara Preta –  @carapreta

O que há de tão diferente em um processo de produção de carnes nobres?

A principal diferença está ligada à experiência proporcionada ao consumidor, quando consome um ou outro corte.

Para isso, é necessário todo um trabalho visando não somente o produto cárneo em si, mas também as estratégias de marketing ligadas ao produto, que transmitem sentimentos de exclusividade, valor agregado e, por fim, grande satisfação ao consumir aquele corte “gourmet”.

Corte Tomahawk da Raça AngusCorte Tomahawk da raça Angus. Fonte: Instagram Cara Preta – @carapreta

O processo produtivo da proteína de origem bovina, é semelhante quando avaliamos o processo de maneira ampla. É necessário fornecer alimento de qualidade aos animais com aptidão na produção de carne até atingirem o peso ideal para abate.

O que difere a produção de carcaça commodity para uma carcaça que dará origem a cortes nobres está relacionado aos fatores envolvidos nesse processo, como:

  • Raça do animal;
  • Nutrição;
  • Tempo de criação;
  • Preparo dos cortes na indústria frigorífica.

Quando avaliamos somente o produto “carne”, e deixamos um pouco de lado os fatores ligados ao marketing do negócio, pensamos em uma carne macia, saborosa e com boa aparência. Para atingir esses fatores, temos importantes alternativas ligadas diretamente ao processo produtivo dentro da fazenda. Podemos começar pela escolha da raça que dará origem ao alimento.

Raça do animal

Devido à grande adaptabilidade ao perfil geoclimático brasileiro, o gado Nelore se tornou ao longo dos anos a principal raça produzida em todo o território nacional.

Por questões de evolução natural, as características da carcaça de um animal dessa raça apresentam deficiência em importantes fatores. Dentre eles, podemos citar os que implicam na maciez e sabor aos cortes cárneos, principalmente quando pensamos em marmoreio e acabamento de carcaça.

Touro Angus e Touro NeloreTouro Angus (FSL 2925 SHERLOCK) e touro Nelore (684 FIV da Terra Brava), clientes Rehagro Consultoria. Fonte: Terra Brava e FSL Angus.

Existem excelentes programas de melhoramento genético que tendem a mudar esse perfil ao longo dos anos. Porém, de maneira geral, a escassez dessas características ainda está presente na raça. Animais da raça Nelore, criados de maneira extensiva, darão origem a carcaças direcionadas ao mercado de commodity de modo geral.

Para tanto, vimos ao longo dos últimos anos um aumento expressivo na utilização de cruzamentos com raças de origem europeia.

Essas raças, em sua grande maioria, apresentam características que imprimem importantes vantagens à carne, como precocidade de acabamento, que são capazes de colocar gordura na carcaça com maior velocidade e facilidade, podendo apresentar ainda uma característica muito importante de marmoreio.

A principal raça utilizada no Brasil para realização desses cruzamentos é a raça Aberdeen Angus. Normalmente, são utilizados touros Angus em vacas nelores com intuito de produzir descendentes meio sangue, em que a heterose produzida nesse cruzamento é capaz inserir grandes mudanças na prole, tornando o produto final um produto diferenciado quando pensamos nas características organolépticas da carne.

Todavia, a busca por produtos de ainda maior especificidade para atingir um público ainda mais exigente, fez com que muitos produtores buscassem outras alternativas, como a realização de mais um cruzamento.

Angus em vacada meio sangue, dando origem a um animal 75% ou ¾ Angus, ou então, utilizando outra raça, como o Wagyu, raça de origem japonesa com grande capacidade de imprimir marmoreio nas carcaças dos animais.

Nutrição

Um ponto de extrema importância, que devemos estar atentos, é a nutrição. Se um sistema não tiver uma nutrição adequada para os animais, ele será ineficiente, independente da raça utilizada para a produção.

O animal pode apresentar 100% de Angus em sua carga genética, porém, se não tiver uma criação adequada, dificilmente será viável economicamente para o sistema e ainda poderá dar origem a uma carcaça com classificação indesejável para ser utilizada no mercado de cortes nobres.

Animais em confinamentoAnimais de qualidade em confinamento. Fonte: Arquivo pessoal do Esp. Bruno Gottardi, consultor sênior do Rehagro.

Dessa forma, devemos estruturar uma série de estratégias nutricionais que, somadas, darão origem ao produto desejado.

Espera-se que os sistemas de produção voltados à produção de carnes diferenciadas produzam animais com eficiência e sustentem-os em uma nutrição adequada para a possibilidade de se expressar o potencial genético esperado.

Tempo de criação

Somando-se os quesitos “Raça” e “Nutrição”, acima citados, teremos a possibilidade de abater animais jovens, em um curto espaço de tempo. Alguns projetos já têm abatido animais entre 12 e 13 meses de idade, o que é um indicador expressivo e desafiador, mas alcançável.

O resultado disso é a obtenção de carcaças e cortes cárneos que apresentam características de alta aceitação no mercado e valor agregado. Existem outros nichos de mercado que requerem outras características de criação, o que o produtor precisa é detectar o seu objetivo, agregando valor ao seu produto.

Padronização

Um grande desafio para a produção de carne gourmet é a padronização. De forma geral, esses cortes apresentam um grande valor agregado, são mais caros, e direcionados a um público exigente, que deseja encontrar a mesma qualidade de sabor e maciez 100% das vezes em que adquirir o produto.

Quando pensamos em um sistema tradicional na pecuária brasileira de animais criados à pasto, esse desafio é ainda maior.

Há a necessidade de se entregar ao mercado “todos os dias” um produto de igual qualidade, mesmo com tantas diferenças nas características envolvidas no setor produtivo dentro das fazendas. Muda-se o clima, característica da pastagem, mas a entrega deve ser de um produto semelhante durante todo ano. Essa padronização aumenta o poder de negociação do produtor pelo seu produto

Além dessas características, a resposta entre os indivíduos também é muito variável, é comum observarmos animais de genética semelhante desempenhando de maneira diferentes a desafios comuns. Esse desafio implica em uma grande necessidade de controle e implantação de processos, em todas as etapas da cadeia produtiva.

Algumas alternativas são apresentadas com intuito de minimizar todos esses impactos. A intensificação dos sistemas de produção que almejam atingir esse público crescente é uma necessidade real, embora seja de maior risco, a intensificação exige e permite maior controle, que será benéfico à padronização.

Alguns sistemas de produção abdicaram, por exemplo, de tratar dos animais em sistema de pastejo, utilizam de mecanismos de produção e armazenamento de forragem que serão destinados aos animais em confinamento durante todos os 12 meses do ano e para todas as categorias, de mamando a caducando, os animais são criados confinados.

Essas estratégias são importantes quando necessitamos de produzir com excelência durante todo o ano.

Da fazenda à mesa

O “farm to table”, expressão em inglês que apresenta que o produto foi produzido, processado e comercializado de forma direta, o consumidor adquire diretamente do produtor, e isso transmite dentre outras coisas confiança e garantia de procedência do produto. 

Programas de verticalização de produção utilizam dessa estratégia de marketing para atrair a atenção e as vendas de seus produtos, mostrando a história e todo o processo produtivo. Muitos países já têm essa cadeia bastante concretizada, como o caso da Austrália, onde o produtor detém a marca no varejo.

Mercado mundial de carne gourmet

Assim como o mercado de carnes “tradicional”, o mercado de cortes nobres sofre influência do mercado globalizado.

O Brasil, principal exportador de carne bovina mundial, por diversos motivos estabeleceu como principal nicho de exportação a carne commodity, perdendo espaço para mercados de carne gourmet para países como Austrália, Argentina e Estados Unidos. 

Grandes produtores de carne gourmet vêm alcançando novos mercados de exportação, e pela grande capacidade produtiva, podemos afirmar que em um curto espaço de tempo o Brasil terá boas condições de se estabelecer nas primeiras colocações e ser reconhecido como um grande exportador de carnes especiais.

Webinar Carne Gourmet

Dica extra!

Aqui no Rehagro, temos o Curso Online Gestão na Pecuária de Corte, um treinamento completo, que aborda todos os tópicos acima em videoaulas de 15 minutos por dia e encontros online ao vivo para que os alunos possam tirar suas dúvidas.

As aulas podem ser feitas de qualquer lugar e são dadas por nossos mais experientes consultores, que focam na realidade do dia a dia da produção.

Eles dão todo o suporte à turma ao longo de 10 meses de um curso intensivo, que já impactou positivamente a produção de mais de 1.800 profissionais, que estão alcançando melhores resultados na atividade aplicando o que aprenderam.

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Cristiano Rossoni

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Gestão financeira de fazendas de leite https://blog.rehagro.com.br/gestao-financeira-de-fazendas-de-leite/ https://blog.rehagro.com.br/gestao-financeira-de-fazendas-de-leite/#respond Thu, 06 Aug 2020 19:00:57 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=8009 Em 08/06/2020, fizemos a transmissão de um Webinar Leite Especial sobre Gestão Financeira de Fazendas de Leite. O palestrante foi Vitor Barros, Coordenador do Programa Gestão por Resultados. O tema é extremamente relevante no ramo e diversos profissionais buscam aumentar seus conhecimentos sobre o assunto. Se você é um deles, não perca a chance de […]

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fazendas de leite

Em 08/06/2020, fizemos a transmissão de um Webinar Leite Especial sobre Gestão Financeira de Fazendas de Leite. O palestrante foi Vitor Barros, Coordenador do Programa Gestão por Resultados.

O tema é extremamente relevante no ramo e diversos profissionais buscam aumentar seus conhecimentos sobre o assunto.

Se você é um deles, não perca a chance de assistir ao nosso Webinar Leite! Trata-se de uma palestra gratuita feita por nós, Grupo Rehagro, em parceria com o Ideagri e o 3RLab.

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Mercado do leite: momento atual e perspectivas da cadeia leiteira https://blog.rehagro.com.br/mercado-do-leite-momento-atual-e-perspectivas-da-cadeia-leiteira/ https://blog.rehagro.com.br/mercado-do-leite-momento-atual-e-perspectivas-da-cadeia-leiteira/#respond Fri, 31 Jul 2020 15:00:30 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=8012 Em 11/06/2020, fizemos a transmissão de um Agroask Leite com o seguinte tema: “Mercado do leite: momento atual e perspectivas da cadeia leiteira”. O encontro atualizou os profissionais da área sobre o que está acontecendo no mercado. Escolhemos especialistas renomados para o debate de ideias: Clóvis Corrêa – Rehagro Maurício Coelho – Grupo Cabo Verde […]

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mercado do leite

Em 11/06/2020, fizemos a transmissão de um Agroask Leite com o seguinte tema: “Mercado do leite: momento atual e perspectivas da cadeia leiteira”.

O encontro atualizou os profissionais da área sobre o que está acontecendo no mercado. Escolhemos especialistas renomados para o debate de ideias:

  • Clóvis Corrêa – Rehagro
  • Maurício Coelho – Grupo Cabo Verde
  • Danilo Ferreira – Fazenda Céu Azul
  • Roberto Jank – Agrindus
  • Glauco Carvalho – Embrapa
  • Ronei Volpi – Câmara Setorial do Leite/Comissão Nacional do Leite 
  • Flávia Fontes – #BEBAMAISLEITE

O tema é extremamente relevante no ramo e diversos profissionais buscam aumentar seus conhecimentos sobre o assunto.

Se você ainda não assistiu ao Agroask da série, clique no link abaixo:

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Período de transição: o que realmente precisa ser feito na sua fazenda? https://blog.rehagro.com.br/periodo-de-transicao-nas-fazendas/ https://blog.rehagro.com.br/periodo-de-transicao-nas-fazendas/#respond Tue, 16 Jun 2020 17:30:19 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=7755 Em maio deste ano, fizemos a transmissão de um Webinar Leite com o tema “Período de transição: o que realmente precisa ser feito na sua fazenda?”. O palestrante foi José Eduardo Portela, PhD pela Universidade da Flórida. O tema ainda é extremamente relevante no ramo e diversos profissionais buscam aumentar seus conhecimentos sobre o assunto. […]

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Período de transição em fazendas

Em maio deste ano, fizemos a transmissão de um Webinar Leite com o tema “Período de transição: o que realmente precisa ser feito na sua fazenda?”. O palestrante foi José Eduardo Portela, PhD pela Universidade da Flórida.

O tema ainda é extremamente relevante no ramo e diversos profissionais buscam aumentar seus conhecimentos sobre o assunto.

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Oportunidades em programas de vacinação para bovinos de leite https://blog.rehagro.com.br/vacinacao-para-bovinos-de-leite/ https://blog.rehagro.com.br/vacinacao-para-bovinos-de-leite/#respond Fri, 05 Jun 2020 19:09:53 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=7740 Em abril deste ano, fizemos a transmissão de um Webinar Leite sobre desafios e oportunidades em programas de vacinação para bovinos de leite. O palestrante foi Elias Facury (Lobão), Mestre em Medicina Veterinária e Doutor em Ciência Animal pela UFMG. O tema ainda é extremamente relevante no ramo e diversos profissionais buscam aumentar seus conhecimentos […]

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vacinação para bovinos

Em abril deste ano, fizemos a transmissão de um Webinar Leite sobre desafios e oportunidades em programas de vacinação para bovinos de leite. O palestrante foi Elias Facury (Lobão), Mestre em Medicina Veterinária e Doutor em Ciência Animal pela UFMG.

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Redução de perdas gestacionais para aumentar a taxa de concepção https://blog.rehagro.com.br/perdas-gestacionais-para-aumentar-a-taxa-de-concepcao/ https://blog.rehagro.com.br/perdas-gestacionais-para-aumentar-a-taxa-de-concepcao/#respond Fri, 22 May 2020 17:00:44 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=7580 Em abril deste ano, fizemos a transmissão de um Webinar Leite sobre redução de perdas gestacionais para aumentar a taxa de concepção. O palestrante foi Guilherme Correa, Mestre em Ciência Animal com foco em reprodução de vacas leiteiras. O especialista também é Consultor na Equipe Leite do Rehagro. O tema ainda é extremamente relevante no […]

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perdas gestacionais

Em abril deste ano, fizemos a transmissão de um Webinar Leite sobre redução de perdas gestacionais para aumentar a taxa de concepção. O palestrante foi Guilherme Correa, Mestre em Ciência Animal com foco em reprodução de vacas leiteiras. O especialista também é Consultor na Equipe Leite do Rehagro.

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Como a gestão pode contribuir com o processo de sucessão familiar https://blog.rehagro.com.br/processo-de-sucessao-familiar/ https://blog.rehagro.com.br/processo-de-sucessao-familiar/#respond Thu, 14 May 2020 15:00:47 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=7372 Em fevereiro deste ano, fizemos a transmissão de um Webinar Leite sobre como a gestão pode contribuir com o processo de sucessão familiar. O palestrante foi Vitor Barros, Médico Veterinário e Coordenador do Núcleo Gestão Leite do Rehagro. O tema ainda é extremamente relevante no ramo e diversos profissionais buscam aumentar seus conhecimentos sobre o […]

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sucessão familiar

Em fevereiro deste ano, fizemos a transmissão de um Webinar Leite sobre como a gestão pode contribuir com o processo de sucessão familiar. O palestrante foi Vitor Barros, Médico Veterinário e Coordenador do Núcleo Gestão Leite do Rehagro.

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Análise semanal do impacto do coronavírus na cadeia da carne https://blog.rehagro.com.br/coronavirus-na-cadeia-da-carne/ https://blog.rehagro.com.br/coronavirus-na-cadeia-da-carne/#respond Thu, 26 Mar 2020 20:35:10 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=7225 No dia 25/03, fizemos um Webinar Corte especial! O tema foi extremamente relevante para o momento em que estamos vivendo: “Análise semanal do impacto do coronavírus na cadeia da carne”. Esta palestra gratuita foi feita por nós, Grupo Rehagro, em parceria com o 3RLab. Devido ao grande sucesso da transmissão, decidimos fazer um encontro semanal […]

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coronavírus

No dia 25/03, fizemos um Webinar Corte especial! O tema foi extremamente relevante para o momento em que estamos vivendo: “Análise semanal do impacto do coronavírus na cadeia da carne”. Esta palestra gratuita foi feita por nós, Grupo Rehagro, em parceria com o 3RLab.

Devido ao grande sucesso da transmissão, decidimos fazer um encontro semanal para atualizar os profissionais da área sobre o que está acontecendo no mercado. Escolhemos especialistas de alto nível para debater a respeito do futuro da pecuária:

  • Diego Palucci – Gerente de Negócios do Rehagro
  • Caio Godoy – Gestor Hedge Pecuária da INTL FCStone
  • Alexandre Ayosa – Agente de investimentos da Nova Futura
  • Michel Tortelli – Sócio Diretor da FinPec
  • Ricardo Mourão – Agente de Investimentos da MAM Investimentos

Se você ainda não assistiu o primeiro Webinar da série, clique no link abaixo:

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Silagem de espigas, grãos úmidos e reconstituídos para gado de corte https://blog.rehagro.com.br/silagem-de-espigas-e-graos-umidos/ https://blog.rehagro.com.br/silagem-de-espigas-e-graos-umidos/#respond Wed, 25 Mar 2020 18:11:10 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=7175 Em 2020, fizemos um Webinar Corte sobre “Silagem de espigas de milho, grãos úmidos e reconstituídos para gado de corte“. Nosso 23º Webinar da área! Trata-se de uma palestra gratuita feita por nós, Grupo Rehagro, em parceria com o 3RLab. A transmissão foi um sucesso! Mais de 1.500 pessoas participaram da palestra e debateram sobre […]

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Em 2020, fizemos um Webinar Corte sobre “Silagem de espigas de milho, grãos úmidos e reconstituídos para gado de corte“. Nosso 23º Webinar da área! Trata-se de uma palestra gratuita feita por nós, Grupo Rehagro, em parceria com o 3RLab.

A transmissão foi um sucesso! Mais de 1.500 pessoas participaram da palestra e debateram sobre o assunto. Todas aproveitaram o momento de quarentena para aprimorarem seus conhecimentos. Isso mostra que os profissionais estão 100% engajados e comprometidos. O agro não para!

Quem esteve no comando do evento online foi Thiago Bernardes, professor do Departamento de Zootecnia da Universidade Federal de Lavras (UFLA).

O especialista falou sobre estratégias de produção, principalmente de alimentos energéticos para gado de corte em confinamento. Ele também explicou como o snaplage pode ser uma excelente alternativa para melhorar os resultados financeiros das fazendas.

Se você ainda não assistiu a explicação do professor, clique no link abaixo:

Silagem de espigas, grãos úmidos e reconstituídos

Se tiver dúvidas ou ressalvas sobre silagem de espigas, deixe seu comentário registrado. Nossa equipe técnica irá respondê-lo!

Dica extra!

Aqui no Rehagro, temos o Curso Online Gestão na Pecuária de Corte, que é uma capacitação que reúne a solução para os maiores problemas que os pecuaristas enfrentam na nutrição, reprodução, sanidade, gestão financeira e de equipes, comercialização, em todos os sistemas de criação. 

Os professores são grandes consultores, com muitos anos de experiência no dia a dia das fazendas. Eles ensinam as técnicas e ferramentas usadas por eles para aumentar a rentabilidade na atividade, de forma muito clara, direta e prática. 

Caso você tenha interesse, na nossa página você poderá encontrar mais informações!

Gestão na Pecuária de Corte

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Análise genômica em bovinos leiteiros: veja a utilização https://blog.rehagro.com.br/genomica-nas-fazendas-leiteiras/ https://blog.rehagro.com.br/genomica-nas-fazendas-leiteiras/#comments Fri, 06 Mar 2020 15:00:28 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=7074 Em tempos passados o melhoramento genético dos rebanhos leiteiros se dava somente através das ferramentas de seleção e acasalamento. A seleção consiste na triagem de indivíduos superiores pertencentes a um determinado rebanho. Ou seja, os indivíduos que possuem uma melhor performance produtiva e/ou reprodutiva quando comparados aos outros indivíduos do mesmo rebanho são selecionados para […]

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Em tempos passados o melhoramento genético dos rebanhos leiteiros se dava somente através das ferramentas de seleção e acasalamento.

A seleção consiste na triagem de indivíduos superiores pertencentes a um determinado rebanho. Ou seja, os indivíduos que possuem uma melhor performance produtiva e/ou reprodutiva quando comparados aos outros indivíduos do mesmo rebanho são selecionados para permanecerem e perpetuarem a sua genética.

Já o acasalamento constitui a ferramenta onde os animais de melhor desempenho zootécnico são direcionados para serem os pais da próxima geração.

Em resumo, ambas as ferramentas possuem como objetivo aumentar a frequência de genes favoráveis em uma determinada população.

 

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Histórico da genômica

Durante muito tempo, a análise do desempenho da cria de um determinado touro ou de uma determinada vaca foi o método mais eficaz para avaliação genética dos reprodutores. Este método ficou conhecido como Teste de Progênie, e é utilizado até os dias atuais devido a sua confiabilidade.

No entanto, uma de suas desvantagens se diz a respeito do longo tempo necessário para obtenção dos resultados. Também é válido citar a necessidade de ter uma progênie relativamente extensa para dar segurança aos dados.

Com o passar dos anos, por volta do final da década de 80 e início da década de 90, incorporou-se modelos estatísticos precisos nos programas de melhoramento genético. Este modelo ficou conhecido como Modelo Animal.

O modelo estatístico visa a associação dos dados de desempenho do próprio animal com os dados de sua matriz de parentesco (pai, mãe, irmãos, avós etc.). O intuito é ter uma estimativa e obtenção dos valores genéticos. A inclusão de um modelo estatístico nos programas de melhoramento animal propiciou o avanço e a otimização das ferramentas de seleção e acasalamento. Como consequência, houve o aceleramento do progresso genético dos rebanhos em todo mundo.

Nos anos de 2008/2009, nos Estados Unidos, a tecnologia da genômica foi lançada para a área da pecuária leiteira de modo a revolucionar todo o mercado da genética bovina.

Desde então, os testes genômicos têm mudado a forma como os produtores de leite tomam suas decisões, fazem a seleção e gerenciam os acasalamentos de seus rebanhos. A genômica permite aos técnicos e produtores a possibilidade de conhecer geneticamente os rebanhos, estratificando assim os grupos de animais que possuem uma genética superior ou inferior em diversos pontos.

E-book Estratégias para aumentar detecção de cio

Como funciona a análise genômica?

A análise genômica nos bovinos atua de modo a identificar marcadores moleculares que são de interesse econômico para os produtores.

De forma a contextualizar melhor o assunto, marcadores moleculares são variações no material genético (genoma) que caracterizam as diferenças fenotípicas entre dois ou mais indivíduos. Variações fenotípicas estas que podem ser expressas em quesitos como:

  • Ganho de peso;
  • Idade ao primeiro parto;
  • Produção de leite;
  • Período de lactação;
  • Circunferência escrotal;
  • Pelagem, dentre outros.

Vários são os tipos de marcadores moleculares existentes, sendo que os principais identificados pelos testes genômicos são os polimorfismos de base única (Single Nucleotide Polymorphism – SNP).

Este tipo específico de marcador molecular se baseia na alteração em uma única base na molécula de DNA de um indivíduo em comparação com um genoma de referência. E, como já mencionado, são justamente tais alterações que ditam as variações fenotípicas em uma população.

Através da tecnologia da engenharia genética foram desenvolvidos chips capazes de analisar e identificar detalhadamente o genoma dos animais. Para isto, basta coletar uma amostra de material genético (bulbo capilar, sangue etc.) do indivíduo e enviar para uma empresa/laboratório especializado no assunto.

Lá, esse material genético é processado por sistemas automatizados contendo chips com milhares de marcadores moleculares. Ao final de todo o processo é gerado um relatório contendo as informações genéticas específicas que foram identificados de um determinado animal.

Vacas leiteiras em fazendaFonte: Grupo Rehagro

Benefícios da genômica para a pecuária

Se formos comparar a avaliação genômica + avaliação convencional (pedigree, progênie) com a avaliação convencional isolada, notamos que ela propicia uma maior velocidade nas análises, maior acurácia dos valores e maior alcance do valor genético verdadeiro.

No entanto, devemos sempre ter em mente que a avaliação genômica é um acelerador de todo o processo de melhoramento genético, e não um substituto.

Antigamente, por exemplo, um touro só teria seus primeiros valores genéticos divulgados com a idade de aproximadamente 7 a 8 anos. Isso porque precisaria esperar suas filhas nascerem e entrarem em idade reprodutiva e produtiva.

Nos dias atuais, com a tecnologia da genômica, não há essa necessidade, pois um touro já possui seus valores genéticos mensurados até mesmo antes da puberdade. Este exemplo demonstra claramente o auxílio que a genômica proporcionou para aumentar o progresso genético dos rebanhos bovinos.

Além dos benefícios já citados, as avaliações genômicas são utilizadas para mensurar características caras e complexas de serem medidas, de manifestação tardia, de baixa herdabilidade, medidas pós morte e também para correção dos valores da matriz de parentesco.

Outros grandes benefícios da utilização da genômica nas fazendas consistem:

  • Na otimização de investimentos, visto a possibilidade de se obter dados genéticos de um animal pouco tempo após seu nascimento.
  • Aumentar os critérios de seleção da propriedade devido ao aumento da variedade de características mensuradas.
  • Aumentar a pressão de seleção do rebanho devido a maior acurácia dos valores.

Características analisadas na genômica

Após o seu lançamento, os testes genômicos têm sido utilizados para identificação das características dos animais em diversos aspectos.

Os principais são os que envolvem particularidades de produção, saúde, conformação, habilidade de parto e doenças. A maioria dessas características já eram mensuradas antes do advento da genômica. No entanto esta tecnologia aumentou a velocidade de obtenção e a acurácia dos valores.

Dentro do critério de seleção de produção de leite, as características de maior destaque são relacionadas ao volume de leite produzido e a quantidade e ao percentual de produção de gordura e proteína.

Atualmente, aumentamos bastante o número de rebanhos genotipados para a beta-caseína A2. Sua capacidade – quando em homozigose (A2A2) – não ocasiona distúrbios digestivos nos humanos consumidores de leite e derivados.

Os animais que sabidamente possuem o gene para beta-caseína A2 tendem a serem acasalados entre si para obtenção de uma progênie homozigota (A2A2). Logo, a tendência atual é de que cada vez mais se tenha rebanhos formados por animais com genótipo A2A2 para beta-caseína.

Com relação às doenças de cunho genético, estas são analisadas a partir de haplótipos – combinações alélicas que resultam na expressão de uma doença. Holandês, Jersey e Pardo Suíço são algumas das raças leiteiras que possuem haplótipos identificados para doenças (CVM, BLAD, BY etc).

As informações sobre os haplótipos podem ser importantes ferramentas na hora de realizar um acasalamento bem direcionado de modo a evitar a ocorrência de doenças genéticas.

Em um estudo de Adams e colaboradores, em 2016, há relatado que um touro holandês portador de um haplótipo foi amplamente utilizado em rebanhos leiteiros por volta da década de 60. Anos depois realizou-se um levamento a cerca deste caso. Concluíram que a utilização deste touro portador de um haplótipo causou uma perda estimada de 500 milhões de dólares devido a perdas gestacionais.

Conclusão

De modo geral, podemos concluir que as avaliações genômicas desempenham um importante papel no melhoramento do rebanho leiteiro. Elas contribuem em potencial para aumentar o progresso genético das populações.

No entanto, de nada adianta querer utilizar somente a genômica e fechar os olhos para as avaliações tradicionais (pedigree, progênie). Independente do avanço genômico, as informações de pedigree e de teste de progênie continuam sendo extremamente essenciais para condução do mapeamento e melhoramento genético dos rebanhos bovinos.

As ferramentas genéticas, quando bem utilizadas e manejadas, trazem bons retornos aos produtores nas mais diversas áreas, seja produção, reprodução, nutrição, sanidade, dentre outras.

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Tripanossomose bovina: principais sintomas, tratamento e como evitar https://blog.rehagro.com.br/tripanossomose/ https://blog.rehagro.com.br/tripanossomose/#respond Wed, 03 Oct 2018 14:00:36 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=5202 A tripanossomose bovina é uma doença causada por um parasita chamado Trypanosoma vivax, que atinge especificamente ruminantes, como bovinos, ovinos e caprinos. A transmissão desse hemoparasita originário da África pode ocorrer tanto por meio de moscas hematófagas –  tabanídeos e mosca-dos-estábulos (Stomoxys calcitrans) –  quanto após a utilização de uma mesma agulha em vários animais […]

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A tripanossomose bovina é uma doença causada por um parasita chamado Trypanosoma vivax, que atinge especificamente ruminantes, como bovinos, ovinos e caprinos.

A transmissão desse hemoparasita originário da África pode ocorrer tanto por meio de moscas hematófagas –  tabanídeos e mosca-dos-estábulos (Stomoxys calcitrans) –  quanto após a utilização de uma mesma agulha em vários animais durante a aplicação de medicamentos e vacinas.

 

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A primeira ocorrência do T.vivax nas Américas foi na Guiana Francesa e, mais tarde, em outros países da América do Sul, Central e em algumas ilhas do Caribe. O primeiro relato na Venezuela foi em 1920 e em 1931 na Colômbia. Na época, importavam-se muitos animais da Venezuela para a Colômbia, então, acredita-se que essa doença tenha sido disseminada por meio da importação de gado.

No Brasil a T. vivax é considerada nova, mas não é tão recente assim, e já existe há muitos anos no norte do país. Lá, o estágio é de endemia e os transmissores são as moscas tabanídeos, que se adaptam a períodos chuvosos e são de difícil controle.

Tripanossomose bovina na América do Sul

Tripanossomose bovina no Brasil

Tripanossomose bovina no sudeste do Brasil

No sudeste o problema é a Stomoxys calcitrans, que se prolifera em ambientes úmidos e que tenham matéria orgânica. Na região norte, o parasita se instalou e os animais já adquiriram resistência à doença – é uma situação crônica.

Agora, em São Paulo e no Rio de Janeiro, a tripanossomose chegou de surpresa por algum motivo, como pelo transporte de animais, e causou um estrago. Não existe programa de vacinação, mas é como se o gado do norte/nordeste fosse imunizado e o do sudeste não.

Em 2007 tivemos o primeiro caso de Trypanosoma vivax em Minas Gerais e o contágio na região nada tem a ver com as moscas hematófagas. O que mais temos visto é a doença ocorrer em animais na ordenha, principalmente devido ao uso da ocitocina.

Ao aplicar o hormônio na veia mamária da vaca, suga-se o sangue contaminado e transfere-se o parasita aos outros animais devido ao uso repetido da agulha infectada.

Em todas as fazendas que chegamos, que apresentam mortes e baixa produtividade por causa da doença, o problema está na ordenha. Geralmente, no estado, a T.vivax acomete animais livres da parasitose e que ainda não têm defesas para combatê-la.

Já em São Paulo, existe outra situação: os animais são atacados pelas moscas; então vemos bezerros, garrotes, vacas e bois reprodutores, todos infectados.

As usinas de cana de açúcar dão origem ao vinhoto, que é utilizado nas lavouras no processo de fertirrigação. Essa matéria orgânica é rica em nutrientes e favorece a reprodução das moscas. Por isso, como existem várias usinas no estado, a população de Stomoxys na região é altíssima.

Tripanossomose bovina em MG

Sinais clínicos da tripanossomose

Quando ocorre surto de Trypanosoma vivax numa fazenda, a produtividade é reduzida em torno de 50% a 60%. O parasita se instala no sangue, causando anemia e mucosas pálidas.

Em determinado momento do ciclo, ele se aloja nos linfonodos, provocando inchaço no local e hipertermia. Outros sintomas também são o emagrecimento e a cegueira, porque o parasita pode se hospedar na câmara anterior do olho.

Observamos o seguinte: após cerca de dois meses da entrada de um animal infectado na fazenda, o surto é iniciado. Neste momento, a produção de leite é reduzida em 40 – 60% e 5% dos que ficam doentes, morrem – o que representa cerca de 4 a 6 animais por fazenda; o tempo de vida após a infecção é de 15 a 21 dias.

Quando a parasitose é transmitida no momento da aplicação da ocitocina, a quantidade de sangue infectado que é repassado aos outros animais e a imunidade de cada um, impacta no desenvolvimento da doença. Se o animal é forte, bem alimentado, ele é mais resistente e demora a adoecer.

Vários trabalhos mostram que a tripanossomose quando ataca os machos causa uma inflamação nos testículos e epidídimos chamada orquite epididimite, ocasionando diminuição da fertilidade e deixando a qualidade do sêmen comprometida.

A T.vivax é uma doença muito inespecífica, não existe um sinal clínico que facilite a sua identificação. Um dos sintomas, como o aborto, por exemplo, é provocado por várias doenças como brucelose, leptospirose, neosporose, tristeza parasitária bovina, entre outras.

A tripanossomose é uma doença de rebanho aberto, de propriedades que compram e vendem gado. Em rebanhos fechados, geralmente, não há problema algum, porque não existe o risco de contágio por um animal externo infectado no momento da aplicação da ocitocina, por exemplo.

Animal com TripanossomoseAnimal com sinais clínicos de tripanossomose

A doença acomete humanos e outros animais?

Outros animais, como cães, cavalos e até mesmo nós, humanos, podemos contrair outros tipos de tripanossomose, que nada têm a ver com a que atinge os bovinos. Os equinos podem ser infectados pelo Trypanosoma evansi, já os cães e humanos, pelo Trypanosoma cruzi, a famosa doença de chagas.

Manual de controle da mastite

Tratamento da tripanossomose bovina

A doença tem tratamento, mas é preciso cuidado com o medicamento, dose e via a ser utilizada. Dependendo da forma como a parasitose é combatida, os animais podem adquirir resistência. Neste caso, após um ou dois meses da primeira infecção, o contágio volta a ocorrer, atingindo todo o rebanho.

Dessa forma, por erro de tratamento, a doença retorna e causa os mesmos transtornos, baixa de produtividade e mortes, como se nunca tivesse ocorrido na fazenda em questão.

O melhor tratamento é feito a base de “cloreto de isometamidium”. O medicamento deve ser aplicado na medida correta – 1mg/kg. Muitas pessoas, para fazer economia, utilizam meio miligrama por quilo, ou seja: a metade da dose.

Muitos dizem que o tratamento não funciona, mas não é bem assim. A eficácia perdura por um período aproximado de 3 meses – tempo necessário para o produtor controlar a infecção. Se o problema não é resolvido em sua essência, com a regulagem da ocitocina ou o controle das moscas, os surtos continuarão ocorrendo.

Quais erros podem ser evitados?

  • Compra de gado sem procedência.
  • Má aplicação de ocitocina.
  • Falta de controle de vetores.
  • Diagnóstico intuitivo. O diagnóstico do Trypanosoma vivax deve ser feito por um veterinário, pois a doença possui diversos sinais clínicos e é de difícil identificação.

O caminho para se prevenir tripanossomose nas fazendas é o cuidado com a compra de gado e esse é um desafio.

Mas, é possível driblar a doença e impedir que o rebanho seja contaminado no momento da ordenha, durante a aplicação da ocitocina. Utilizamos a estratégia de ter uma seringa para cada animal.

Dividimos as agulhas em dois potes – em um deles colocamos as agulhas limpas e no outro as que já foram utilizadas. Dessa forma, é impossível a contaminação. Logo depois de aplicar a ocitocina em todas as vacas, lavamos as seringas com água e sabão e pronto, podemos utilizá-las novamente.

Outra possível alternativa é a eliminação do uso de ocitocina. Vacas holandesas, Jersey, animais mais puros, produzem leite sem a necessidade de um bezerro ou da ocitocina como estímulo.

Já os animais mestiços, que precisam da estimulação externa, é possível treiná-los desde o nascimento. É um trabalho demorado, mas o melhor exemplo que podemos dar, é a Fazenda Santa Luzia, uma das maiores produtoras do país com animais Girolando, atendida pelo Rehagro Consultoria em Passos (MG). Hoje a propriedade não utiliza ocitocina.

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