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]]>Assim, se não há pasto de qualidade, não há condições de se ter uma pecuária com bons índices de ganho de peso, animais com o escore corporal adequado e nem mesmo lotação elevada.
Muitos pecuaristas almejam reformar a pastagem, contudo, o alto investimento e o tempo de inutilização da área, necessários no método tradicional, impossibilita muitos projetos.
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Para que a reforma de pastagem seja eficiente é importante dividir em etapas o programa de estabelecimento da pastagem, como mostra o exemplo abaixo de um calendário de ações aplicadas.
Calendário de estabelecimento de pastagens. Fonte: Adilson Aguiar.
Nesse artigo, vamos ressaltar os pontos mais importantes das etapas do programa acima explicando o passo a passo para que você possa aplicar na sua fazenda.
É muito importante checar qual relevo da área em questão para que se possa fazer um planejamento bem estruturado e mais eficiente. Assim, podemos avaliar se será necessária a utilização de máquinas de maior precisão ou mão de obra braçal.
A partir da escolha da área, é feita a escolha da forrageira, levando em conta onde será implantada (encosta leve, baixadas ou em morros). Além disso, devemos considerar a questão climática local (quantidade e distribuição de chuva e variação de temperatura ao longo do ano) e a fertilidade do solo.
O manejo de reforma de pastagem inicia pela análise de solo. Não existe outra forma de se conhecer a real situação da fertilidade do solo sem uma correta amostragem e uma análise feita em um bom laboratório.
É importante salientar que caso a saturação de base esteja baixa, é necessário que a mesma seja elevada através da calagem, dando condições para que a gramínea se desenvolva através da disponibilidade dos nutrientes do solo.
Divisão da área em glebas para amostragem de solos.
Posteriormente à interpretação da análise do solo por um profissional da área, o engenheiro agrônomo, faz-se a recomendação da correção inicial, a relação Ca/Mg, que deve estar em torno de 3:1. Essa relação irá influenciar na escolha do tipo de calcário a ser usado.
Além disso, devemos prestar atenção para o teor de fósforo existente no solo, já que esse nutriente é de grande importância para um bom desenvolvimento das pastagens e que, infelizmente, é deficitário nos solos brasileiros.
O calcário deve ser aplicado com frequência, haja vista a extração de nutrientes ao longo do desenvolvimento das forrageiras.
Se o recomendado for abaixo de 1000 kg/ha pode ser feita em uma única aplicação e se for maior que 3000 kg/ha é apropriado dividir em duas aplicações. Após a distribuição do calcário, é interessante a ajuda de uma grade para melhor incorporação ao solo. Lembrando que esta atividade deve ser realizada antes do período chuvoso, assim como a gessagem.
A aplicação de gesso agrícola no solo tem como objetivo disponibilizar cálcio e enxofre e, também, reparar o ambiente em subsuperfície. O gesso pode ser utilizado como corretivo em solos salinos e sódicos. No entanto, por ser uma fonte mais solúvel do que o calcário, o gesso não promove a neutralização da acidez do solo.
Antes do cultivo é importante que haja a aplicação do gesso sempre em área total. A recomendação do Instituto Agronômico de Campinas (IAC) indica as quantidades de gesso a serem aplicadas no solo de acordo com a análise do solo para os teores de Ca e Al. Também deve levar em consideração, além do aumento na saturação em bases em camadas de subsuperfície, a capacidade de troca catiônica (CTC).
Por ter alta solubilidade no solo, o gesso abastece o cálcio, que pode ser lixiviado em profundidade, aprimorando a fertilidade e aumentando a exploração das raízes.
A aração é um processo que visa revolver a terra, popularmente conhecido como tombamento. Nessa etapa, há uma inversão da camada superficial e a profunda do solo (em aproximadamente 30 cm). A superficial vai para baixo e a camada mais profunda para cima.
Como resultado deste processo, podem surgir muitos torrões, fragmentos grandes de solo agregado. Para que o manejo (plantio e adubação) não seja prejudicado, é importante realizar a gradagem.
A gradagem deve ser realizada quantas vezes forem necessárias para descompactar o solo devidamente. Usualmente, de 2 a 3 gradagens são satisfatórias. É essencial terminar o preparo do solo com uma grade niveladora, a fim de um acabamento no preparo.
É de grande importância termos cautela na compra da semente, pois é exatamente neste item que muitos pecuaristas acabam errando, considerando o melhor preço como fator principal na decisão da aquisição e não a semente mais pura.
O maior percentual de pureza indica melhor qualidade e maior as chances de sucesso com o plantio, pois não haverá sementes de outras espécies sendo “plantadas” podendo comprometer a cobertura da gramínea e a presença de plantas invasoras
Embora pareça lógico que o produto tenha o mais próximo possível de 100% de sementes da gramínea que o produtor escolheu, infelizmente a fiscalização no Brasil é deficiente e a contaminação com outras sementes ainda é uma realidade.
Dessa forma, o pecuarista na ânsia de economizar acaba comprando um produto de pior qualidade e tendo mais gastos futuros com controle de invasoras, além das falhas de cobertura no solo. .
Para operacionalizar a semeadura, temos que levar em consideração o clima e garantir que todos os passos anteriores foram bem feitos e no tempo correto, pois todos são muito importantes.
Caso a semeadura seja realizada após o prazo correto, podemos não ter níveis satisfatórios de chuva para o estabelecimento correto da forrageira escolhida, perdendo quase todo o trabalho feito, pois para a semente germinar é necessário a presença de umidade no solo.
Após a formação e com o início da utilização da pastagem entra a parte mais importante que é o manejo, ou seja, manter a qualidade da pastagem. Ele requer que se conheça a altura correta para o cultivar implantado e o período necessário de descanso desta para a sua rebrota.
Lembre-se que o homem é o responsável em determinar o momento de retirar o gado da pastagem, e o treinamento da pessoa que cuida dessa decisão na fazenda é fundamental. O Cepea, em 2017, fez uma comparação dos custos, em reais, para a reforma e manutenção de pastagem por hectare. É possível observar o elevado custo de se reformar uma pastagem comparada com o custo da manutenção.

Assim, devemos levar em consideração que a reforma da pastagem deve ser feita quando não há alternativas de manejo para manter a produção animal em alta. Caso todos os passos apresentados acima sejam seguidos e caso a climatologia seja favorável, a reforma não será necessária.
Deve-se apenas monitorar o manejo, ajustando sempre a lotação animal dentro de cada área para que se tenha um pastejo ótimo e um ganho de peso por animal e por área equilibrado, conseguindo uma amplitude ótima de pastejo não tendo áreas grandes de superpastejo ou subpastejo, como mostra a figura abaixo.

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]]>O post Gesso agrícola: entenda qual o objetivo da sua utilização apareceu primeiro em Rehagro Blog.
]]>As rochas fosfáticas, principalmente a fluoropatita, são matéria prima para obtenção dos diversos fosfatos presentes no mercado, o Superfosfato Simples, Superfosfato Duplo, o MAP (Fosfato Monoamônico) e DAP (Fosfato Diamônico).
A partir dessas reações surgem os subprodutos os Sulfatos de Cálcio, CaSO4.2H2O (gesso agrícola). O gesso agrícola também pode ser obtido através de jazidas de gipsita.
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É recomendado o uso do gesso agrícola quando o resultado da análise de solo apresentar as seguintes características nas camadas subsuperficiais:
Um método muito usado é o proposto pela CFSEMG, onde a recomendação de gesso é baseada na textura do solo, conforme mostrado na tabela a seguir.

A quantidade de gesso deve ser calculada com base na área coberta (SC) pelo corretivo. No caso de culturas perenes, 75% e se culturas anuais 100%. A profundidade que o gesso deverá atingir (PF) também influi na quantidade de gesso. Com base nesses dados, utiliza-se a fórmula abaixo:
QG (t/ha) = NG x (SC/100) x (PF/20), onde,
Existem vários métodos de recomendação de gesso, porém o mais utilizado é o proposto por Souza et al (1997):
Área após aplicação de gesso
Após ser incorporado no solo, o gesso sofre uma dissolução e disponibiliza os íons de Ca e S formando pares iônicos com os íons já presentes na solução do solo e devido a sua alta mobilidade no perfil do solo, carrega os cátions para as camadas mais profundas. Abaixo, segue a reação de dissolução do gesso no solo:
2 CaSO4.2H2O + 2 H2O = Ca+2 + SO4-2 + CaSO40 + 3 H2O
A aplicação pode ser feita junto com o calcário em área total, mas nunca substituí-lo. Caso não seja recomendado a aplicação do calcário, não é necessário incorporar o gesso uma vez que ele é muito móvel no solo.
A aplicação do gesso agrícola fornece uma série de vantagens como:
Desenvolvimento do Sistema Radicular
Comparação do sistema radicular
Na imagem acima, Djalma Martinhão (Pesquisador da Embrapa-CPAC) demonstra a melhoria no sistema radicular na camada subsuperficial após a adição do gesso, quando se compara as imagens A (sem adição de gesso) e a B (com adição de gesso).
Conforme demonstrado na figura, percebe-se claramente que a toxidez por alumínio e a deficiência do Ca não ocorrem somente na camada superficial
A recomendação do gesso é obtida através da análise das camadas subsuperficiais do solo. Essa prática proporciona um aumento do sistema radicular e fornecimento de Ca e S para as camadas mais profundas. O gesso não precisa ser incorporado, pois é bastante móvel no solo.
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