O post Como estabelecer as metas de uma fazenda? apareceu primeiro em Rehagro Blog.
]]>Ter metas, visão e valores bem definidos é a base para que o negócio enxergue com clareza o seu objetivo. Quando falamos em definir metas, é interessante que esses pontos já sejam alinhados entre as lideranças. Como sequência, devemos realizar uma análise de cenário, que irá nortear as ações que são necessárias e quais as prioridades para o momento.
Como já trouxemos em nossos conteúdos, a Matriz SWOT é uma excelente ferramenta a ser utilizada quando falamos em análise de cenário. A SWOT começou a ser desenvolvida por professores da Universidade Stanford ainda na década de 1960, tendo como principal criador: Albert Humphrey.
Com ela é possível identificar as oportunidades, fraquezas, forças e ameaças do nosso negócio. Feita a análise, deve-se estipular as ações para alcançar os objetivos da fazenda, e as ações necessárias para esse processo, que serão chamadas metas.
As metas são atividades pontuais e específicas a serem realizadas para alcançar algo maior, o chamado: objetivo. Podemos pensar que as metas são degraus de uma escada que vai de encontro ao objetivo, o ponto mais alto.
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No momento da definição das metas, devemos sempre ter o cuidado de analisar e considerar os recursos disponíveis pois recomenda-se que as sejam no modelo SMART, criado em 1981 por George Doran nos Estados Unidos após a publicação de um artigo com o nome “There’s a S.M.A.R.T. Way to Write Management’s Goals and Objectives”, com o intuito de contextualizar o modelo como sendo uma forma eficaz para a criação de metas com eficiência na obtenção de resultados.
Segundo George Doran (1981) as metas e objetivos de uma empresa devem seguir os seguintes aspectos:
Doran (1981) relata também em seu artigo que esses critérios não determinam que todos os objetivos sejam quantificados em todos os níveis de gestão. Em alguns casos, não é realista quantificar, principalmente em posições de gestão intermediárias.
Gestores e empresas podem se desviar do benefício de um objetivo mais abstrato, em busca de alcançar a quantificação. A ideia do resultado final com seu plano de ação bem definido é o mais importante, os gestores devem focar nessa combinação e não apenas no objetivo.
Seguindo esses critérios há uma maior motivação e engajamento por parte da equipe envolvida, uma vez que metas fora deste padrão são de certa forma “inalcançáveis” e não despertam o interesse de continuidade. Além disso, as metas devem ser condizentes aos valores, visão e missão da empresa.
1. Ter missão, visão e valores bem definidos e claros para os colaboradores.
Qual o objetivo maior da minha empresa? Quais os valores prezamos em nosso dia a dia para alcançar este objetivo? O que eu espero do meu negócio no futuro?
2. Realizar a análise de cenário da propriedade no modelo SWOT.
Quais são as minhas forças, oportunidades, ameaças e fraquezas?
3. Estabelecer os objetivos.
Quanto eu quero produzir e/ou atender em determinado tempo?
4. Estabelecer as metas em modelo SMART.
Quais as ações necessárias para atingir o objetivo anterior?
5. Alinhamento das lideranças e exposição das definições e do planejamento feito para a equipe, para que desta forma haja constância de ações e ideias por parte de todos.
Podemos contar, para isso, com as ferramentas gerenciais: reuniões, agenda macro, plano de ação e com o quadro gestão à vista. As reuniões se fazem importantes desde o início do processo como forma de alinhamento e as demais ferramentas tem o intuito de compilar e expor o que foi definido, melhorando assim a comunicação interna.
Após este alinhamento e exposição, seguimos para o acompanhamento das metas, tarefa que deve ser mantida com frequência.
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]]>O post Como é a Graduação em Gestão do Agronegócio do Rehagro? apareceu primeiro em Rehagro Blog.
]]>Além disso, a previsão é de que mais de 178.000 vagas de emprego em carreiras ligadas ao setor devem ser geradas nos próximos dois anos.
Isso quer dizer que, mais do que nunca, o mercado do agronegócio está em busca de profissionais qualificados.
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Mas antes, vale a pena conhecer um pouco mais sobre:
Confira!
Para responder a essa pergunta, precisamos entender: o que é o agronegócio?
Segundo a SNA (Sociedade Nacional de Agricultura), o agronegócio é a junção de inúmeras atividades que envolvem, de forma direta ou indireta, toda a cadeia produtiva agrícola ou pecuária.
Ele envolve todas as atividades da cadeia agroindustrial:
O gestor do agronegócio é uma figura fundamental em todas as partes dessa cadeia, tendo uma ampla possibilidade de atuação.
Ele vai ser o responsável por sustentar o tripé de sucesso em cada uma delas:

Todos esses pontos são ensinados na Graduação em Gestão do Agronegócio, como vamos te explicar logo depois. Segue o fio!
Se você gosta de fazenda, de trabalhar perto da natureza, tem uma chuva de oportunidades para você na gestão das propriedades rurais.
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]]>O post Como os produtores estão gerenciando suas propriedades em busca de eficiência? apareceu primeiro em Rehagro Blog.
]]>O consultor sênior da Equipe Leite Rehagro, Matheus Balduino, conversou sobre esse tema em uma bate-papo super interessante.
Vale a pena conferir na íntegra! Aproveite para deixar seu like no vídeo e se inscrever no canal!
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]]>O post Qual a importância do marketing digital para o agronegócio? apareceu primeiro em Rehagro Blog.
]]>A internet está sendo reconhecida como algo positivo para os produtores. Além das formas citadas anteriormente, a tecnologia no campo também é um instrumento importante para comunicação e divulgação.
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O Marketing Digital consiste em um conjunto de ações e técnicas que vão da comunicação e divulgação, a propagação de informações em geral, através dos meios digitais como internet, telefonia celular, televisão etc.
Podemos dizer que o marketing digital é o novo “boca a boca” na propagação de informações, daí vem sua grande importância para o agro, assim como para outros tipos de empreendimentos. As informações estão em constante movimento, como o agronegócio, que vem crescendo a cada dia mais.
São muitos os benefícios do marketing digital. Proporciona resultados relevantes, benefícios sólidos, para vendas, consultorias, estudos, aperfeiçoamento de técnicas, entre outras possibilidades.
Outro fator importante a considerarmos é que muitas pessoas têm ideias equivocadas sobre o agronegócio brasileiro, e o marketing digital, quando feito de forma assertiva, permite maximizar a realidade positiva do meio agrícola e seus envolvidos.
Desenvolvendo uma boa estratégia de marketing, a empresa compreende melhor o mercado, tem um direcionamento de para quem fornecer, o quê fornecer, de onde comprar e em que investir.
Para as empresas do agronegócio, os produtores podem contar com o marketing sazonal, que aproveita datas, épocas específicas e importantes de acordo com o ciclo produtivo do produto ofertado e também com o marketing de eventos, que promove o reconhecimento e promoção do nome do negócio, da marca e seus produtos em acontecimentos esporádicos.
As redes sociais são as principais aliadas para o processo de implantação do marketing digital. Devido a facilidade na propagação das informações, é uma ótima alternativa para quem deseja iniciar a divulgação digital do seu negócio.
Contudo, é interessante procurar uma consultoria de marketing especializada, pois assim como em outros canais de comunicação, nas redes sociais existem uma série de particularidades importantes a serem estudadas e estratégias a serem adotadas para que os conteúdos alcancem um número maior de pessoas e aquelas que têm interesse no produto.
Atualmente, o Facebook e Instagram têm sido os meios mais utilizados pelas empresas de agronegócio, o que proporciona inúmeros benefícios na divulgação e interação com novas pessoas, promovendo engajamento e visibilidade. Outra ferramenta que, embora menos utilizada, tem grande potencial, é o WhatsApp, que facilita o relacionamento, contato e vínculo com o público e/ou clientes.
Os conteúdos a serem levados também devem ser bem estudados, passar uma mensagem assertiva e que desperte interesse, sempre analisando a finalidade e produto ofertado pela empresa. É importante a criação de uma estratégia de conteúdo para que eles se transformem em oportunidades.
Assuntos técnicos, curiosidades, atividades dos bastidores da empresa e outros, devem ser exploradas além da venda direta dos produtos.
O marketing digital é necessário e vantajoso para as empresas e para gestão do agronegócio. Através dele é possível alcançar reconhecimento da marca, promover a atração de consumidores, aumento no faturamento, presença digital relevante, melhor relacionamento e interação com clientes, além de agregar valor geral ao negócio.
Invista no sucesso do seu negócio, invista no marketing digital!
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]]>Definir inicialmente os seus valores, visão e missão facilita o desenvolvimento das metas. Vamos entender então o que são cada um desses conceitos:
A definição desses conceitos dentro da empresa auxiliam nos processos internos, direcionamento das normas e regras para os gestores e colaboradores, assim como no planejamento estratégico e na criação de vínculo com clientes.
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As metas são as atividades específicas a serem executadas para alcançar um objetivo. Geralmente em um espaço menor de tempo. Exemplo:
Podemos dizer que as metas são os “degraus” de uma escada que leva a algo maior, o objetivo.

Objetivos e metas. (Fonte: Gestão de Segurança Privada).
As empresas podem ter mais de um objetivo, contudo, é importante que eles sejam bem claros para a equipe, pois servem como um norte e motivação para execução das metas.
Para definir metas é necessário que seja feita uma análise de cenário, levando em consideração os recursos disponíveis e os objetivos. Existem algumas ferramentas que podem auxiliar nesse processo, uma delas é o método de metas SMART.
Com o modelo SMART é possível definir as metas para que sejam alcançáveis, mensuráveis e realistas, evitando que os colaboradores se desmotivem, aumentando as possibilidades de atingir o (s) objetivo (s).
Para exibir as metas e acompanhá-las, a criação de um plano de ação é fundamental para que seja possível visualizar o caminho a ser percorrido até o objetivo.
Algumas ferramentas podem ser úteis para auxiliar o acompanhamento das metas, como: Plano de ação em formato 5W2H, organograma, agenda macro, quadro gestão à vista, entre outros.
É importante mensurar os resultados e desempenho dos processos para que assim, durante o monitoramento, seja possível identificar os GAP’s, aprimorar estratégias, embasar resultados e as tomadas de decisão.
Fornecer incentivo a equipe pode ser uma estratégia para manter o time mais engajado e participativo. Esses incentivos não necessariamente têm de ser financeiros.
A oferta de oportunidades de aprimoramento, momentos de descontração, seminários, e outras opções semelhantes, podem ser também uma forma de estímulo para a equipe. A valorização e capacitação dos colaboradores é tão importante quanto a bonificação financeira.
Não basta apenas definir as metas e entregá-las aos colaboradores, é necessário colocar em prática o hábito de reuniões de alinhamento e monitoramento do progresso e resultados.
A cultura de feedbacks constantes e o aprimoramento na comunicação são fundamentais para que este processo ocorra de forma clara e confiante para com a equipe.
O acompanhamento das metas é tão importante quanto o planejamento. Realizar reuniões de alinhamento, feedbacks e promover uma relação de confiança entre a equipe, é uma forma de assegurar que o andamento dos processos ocorra de forma assertiva e clara.
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]]>Basicamente é:
Uma empresa rural ou urbana precisa de ferramentas gerenciais simples e que sejam aplicáveis à sua realidade.
Muitas vezes, metodologias complexas, que prometem análises extremamente detalhadas, não saem do papel, levando ao insucesso da sua utilização. Antes de tudo, é preciso definir aonde se quer ir.
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Antes de definir as metas, é necessário lembrar que toda meta deve ter objetivo, prazo e valor. Muitas são as fazendas que não sabem para onde estão indo, qual é o objetivo do trabalho ou do projeto e quando pretendem atingir este objetivo.
Depois de definida a meta, é preciso planejar e definir ações que nos permitam percorrer um caminho em direção a esta meta, através de bons planos de ação. Problemas irão surgir ao percorrer este caminho e, quando eles aparecerem, ferramentas gerenciais que levem a uma boa análise devem ser utilizadas na busca de soluções.
A seguir serão discutidos, de forma sucinta, passos a serem seguidos para se modificar a gestão das empresas rurais:
Método PDCA: método de controle de processos segundo Campos, V.F. (1996).
Para que o conhecimento técnico e gerencial seja colocado em prática, é preciso investir tempo no treinamento da equipe. Desta forma, praticando a gestão, as pessoas estarão adquirindo “conhecimento prático”.
Nesta fase, a liderança da empresa ou setor deverá buscar levar o conhecimento à equipe, servindo de facilitador à aplicação do mesmo.
Geralmente, para que as metas sejam atingidas, é essencial realizar mudanças e, para que elas ocorram com sucesso, devem-se difundir os conhecimentos necessários e auxiliar na sua aplicação.
Um gestor precisa ter mente aberta e ser capaz de olhar o mundo e adequar seu negócio. A gestão de um negócio precisa estar continuamente monitorando o mundo a sua volta e sempre estar questionando se as decisões tomadas anteriormente, mesmo àquelas acertadas, ainda são as melhores.
Uma mudança na conjuntura pode fazer com que o sistema precise ser repensado. Os conceitos precisam ser constantemente revistos e a pessoa deve estar disposta a evoluir. A gestão precisa se mostrar aberta e dinâmica, pois velocidade de ação nesses momentos pode ser questão de sobrevivência.
Cada vez mais se torna necessário à profissionalização do agronegócio, com o produtor rural tratando sua propriedade como um negócio, uma empresa, se tornando um empresário rural e exigindo do produtor uma visão administrativo-financeira do negócio.
Algumas ferramentas podem auxiliar o produtor, como o orçamento e o fluxo de caixa.
Orçamento é um plano detalhado de aquisições e uso de recursos materiais e financeiros. Permite que o responsável pelos controles financeiros, quer seja o empresário, ou o gestor, ou um assistente técnico, acompanhe o fluxo de recursos da empresa. Representa um plano para o futuro, expresso em termos quantitativos e formais.
O orçamento tem uma grande ligação com o longo prazo da empresa e continuação da organização, pois também possibilita estabelecer o elo gerencial entre a atuação de curto prazo da empresa e suas estratégias maiores.
Estrategicamente o orçamento é muito importante, pois permite que o empresário trace metas para compra de mercadorias/insumos, vendas de animais em períodos mais propícios, etc. Ao implantar a metodologia de gestão por resultados em uma propriedade rural, é comum que sejam levantados questionamentos como:
Estas são algumas perguntas fundamentais a serem respondidas para que se tenha eficácia na construção do orçamento. Para todas elas, é fundamental que os três pilares básicos da gestão (LIDERANÇA / CONHECIMENTO TÉCNICO / FERRAMENTAS DE GESTÃO) estejam devidamente alinhados e consolidados.
Quando se almeja construir um orçamento, deve-se ter como ponto de partida qual é o resultado desejado. É comum identificar planejamentos orçamentários feitos sem que seja avaliado o resultado a ser atingido. Na gestão por resultado, o orçamento partirá tendo como base o resultado financeiro e econômico previamente definido pelo proprietário.
A base para o orçamento de uma fazenda de leite é a evolução de rebanho, onde serão consideradas as variações de quantidade de animais em cada categoria ao longo do ano, de acordo com o objetivo do proprietário. O orçamento traçado pode ser baseado em números de outras propriedades que tenham o mesmo segmento e padrão de produção da empresa analisada e, logicamente, tenham bons números para serem usados como modelo. Outros números que podem ajudar a traçar o orçamento são os da própria fazenda, desde que ela tenha esses dados anotados.
O fluxo de caixa é a demonstração das saídas e entradas de recursos financeiros na empresa, funcionando assim como uma grande agenda dos compromissos financeiros da propriedade.
Através do fluxo de caixa o proprietário ou gestor obtém informações do caixa mensal e até mesmo diário da empresa rural utilizando essa ferramenta para auxiliar na tomada de decisões.
O conhecimento do momento de maior entrada ou saída de capital da empresa possibilita ao gestor:
Como ferramenta de gestão, deve sempre ser avaliado em conjunto com o orçamento detalhado mensal, pois somente com o fluxo de caixa não será possível enxergar o futuro da empresa, principalmente os compromissos futuros ainda não estabelecidos.
O acompanhamento do orçamento ajuda o empresário rural a não perder o foco do projeto estabelecido, pois o capital que está na conta bancária e que parece estar sobrando, quando melhor analisado, pode ser usado para a compra estratégica de insumos da safra.
Para iniciar a análise de fluxo de caixa, é preciso registrar quanto a empresa tem em caixa, ou seja, o saldo atual. E então, coletar os dados em notas fiscais, contas a pagar e a receber. Planilhas de Excel ou softwares específicos podem ser utilizados para auxiliar nos registros.
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]]>O post O que faz um gestor de fazendas? apareceu primeiro em Rehagro Blog.
]]>Todo negócio, seja no meio rural ou não, depende de pessoas para funcionar, é como uma engrenagem que está em constante movimento, sem pessoas, não há movimento, não há o que o gestor gerir e nas fazendas.
O gestor supervisiona pessoas, recursos e máquinas. É importante que haja capacitação para desempenhar este papel mesmo em casos de sucessão familiar.
Alguns processos devem fazer parte da rotina de um gestor, como:
Todos esses processos acabam se encontrando em algum momento, por isso a importância da capacitação de quem assume esse papel.
As demandas de um gestor não são poucas. Exercer tudo isso com eficiência e assertividade não é fácil, mas existem uma variedade de ferramentas gerenciais que podem auxiliar na prática.
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Para o gerenciamento nas fazendas podemos destacar algumas ferramentas, como:
O Plano de ação é um documento utilizado para registrar as tarefas e demandas a serem cumpridas, quando, como e por quem.
Para a elaboração é necessário que os objetivos já tenham sido bem definidos e que as metas sejam mensuráveis, de preferência em modelo SMART.
Para a composição do plano, um modelo recomendável para utilização em propriedades rurais é o 5W2H. Ele permite que as tarefas fiquem dispostas de forma clara, visual e objetiva.
É um documento que registra as tarefas e responsabilidades asseguradas à função dentro de uma empresa. Auxilia no direcionamento e referência das demandas de cada colaborador.
Além disso, auxilia também no processo de recrutamento e seleção, casando as habilidades e competências necessárias para o cargo com o candidato.
O Organograma é um tipo de gráfico que representa a estrutura da organização do negócio. De forma visual, ele contribui para o processo de comunicação e delegação de tarefas dentro da propriedade.
Para a sua elaboração, além das metas e objetivos bem definidos é importante também que os colaboradores tenham seus cargos bem definidos.
A Agenda Macro é uma ferramenta que auxilia na visão das atividades a serem gerenciadas em um período maior de tempo, com o objetivo de antecipar a tomada de decisão.
Essa ferramenta também é importante para melhorar a comunicação e interação da equipe, proporcionando uma visão mais clara das responsabilidades traçadas para cada membro.
Uma das ferramentas gerenciais mais importantes são as reuniões. Implantar a cultura de reuniões frequentes auxiliam na melhoria da comunicação, clareza das rotinas, e confiança entre equipe.
Para isso é importante que o gestor saiba produzir reuniões de forma assertiva, se preparando com antecedência e assuntos definidos.
Existem também quatro princípios que orientam as funções do gerenciamento, são eles: planejamento, organização, liderança e controle.
Colocando esses princípios em prática o gestor promove a realização e consequentemente atinge ou se aproxima do cumprimento das metas estipuladas para o negócio.
Pensando nisso, o Rehagro desenvolveu a Graduação em Gestão do Agronegócio, onde são abordados temas como comunicação e feedback, liderança e desenvolvimento de equipe, gestão responsável e as principais ferramentas gerenciais utilizadas no Agronegócio.
Se você deseja ter acesso a esses conteúdos e muito mais, venha conhecer a graduação!

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]]>O post Gestão de tarefas na fazenda: como realizar a organização? apareceu primeiro em Rehagro Blog.
]]>Dormimos cada vez mais tarde e acordamos mais cedo. Com isso, é fundamental prezar pela organização, para evitar que tarefas necessárias não sejam cumpridas.
Dessa forma, trouxemos para você 6 dicas para organizar as suas tarefas e alcançar as metas de maneira eficaz!
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Para que haja constância nas demandas do negócio, é necessário que sejam bem definidos os objetivos e as metas. Além disso, é necessário que eles estejam claros para a equipe.
Dessa forma, ocorre um direcionamento assertivo das tarefas a serem cumpridas.
As ferramentas gerenciais existem para auxiliar a administração e a organização das tarefas do negócio, seja ele grande ou pequeno.
O uso de ferramentas como Agenda Macro, Organograma, Quadro Gestão à Vista, promovem maior clareza do que deve ser executado, em qual período de tempo e por quem.
Conhecendo o perfil comportamental dos indivíduos da equipe, as funções podem ser estabelecidas de forma mais assertiva e as tarefas devidamente delegadas, no intuito de facilitar o relacionamento e a comunicação no dia a dia.
A forma como você se comunica é muito importante. No momento de delegar uma tarefa é essencial que haja clareza, e o mínimo de falhas na comunicação.
Você é o principal responsável pela comunicação, seja como ouvinte ou falante, lembre-se disso. Procure verificar o que foi entendido após delegar a tarefa. Crie um ambiente de confiança.
A reunião é uma ferramenta gerencial de extrema importância para todo negócio. Ao realizar reuniões você reforça o relacionamento e interação de sua equipe, têm uma visão mais ampla da rotina dos processos e têm a oportunidade de ouvir um todo, buscando fortalecer a confiança entre a equipe.
Os feedbacks são fundamentais para direcionar a execução de tarefas, manter aquelas que são executadas corretamente e corrigir falhas. Promove uma relação de maior segurança entre líder e liderado.
Pensando nisso, o Rehagro desenvolveu a Graduação em Gestão do Agronegócio, onde são abordados temas como comunicação e feedback, liderança e desenvolvimento de equipe, gestão responsável e as principais ferramentas gerenciais utilizadas no Agronegócio.
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]]>O post Gestão de indicadores financeiros e econômicos na produção de grãos apareceu primeiro em Rehagro Blog.
]]>Nesse Webinar, realizado em parceria com a Agro1, Fábio Pereira, consultor sênior do Rehagro, debate sobre o assunto gestão de indicadores financeiros e econômicos na produção de grãos.
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]]>O post Gestão do Agronegócio: vale a pena se especializar? apareceu primeiro em Rehagro Blog.
]]>Levantamentos feitos pelo Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada – Esalq/USP) em parceria com a CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil) demonstram que o agronegócio representou 27,4% do PIB brasileiro em 2021, o maior índice em quase 20 anos.
Isso representa uma movimentação positiva na balança comercial de aproximadamente US$ 105,1 bilhões, conforme divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
Apenas estas informações já são suficientes para suportar a importância do agronegócio no cenário nacional e, até mesmo, mundial.
As cifras são elevadas, realidade que contribui para que o agro seja um ambiente fértil para semear investimentos. A atratividade é grande, tanto no campo interno quanto na esfera internacional, vide o fato do agronegócio estar em voga atualmente.
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Qualquer que seja a área, ter uma metodologia adequada de gestão é o primeiro passo. As chances de alcançar bons resultados sem ter um gerenciamento alinhado são mínimas, ou quem sabe inexistentes. Ainda mais em um setor extremamente dinâmico e com infindáveis variáveis como o agronegócio.
Ter um processo de gestão condizente com o agronegócio permite a obtenção de dados confiáveis que garantem a tomada de decisões seguras e certeiras. Uma decisão empunhada com atraso pode custar a lucratividade da atividade em um determinado período!
A velocidade com que o mercado do agronegócio progride criou uma política em que a capacitação dos profissionais é fundamental para a sua manutenção.
E é aí que está o desafio! O ideal é se especializar e não perder a habilidade de enxergar a atividade de forma macro. Em outras palavras, o recomendado é que um especialista seja antes um bom generalista.
A amplitude de possibilidades para capacitação no agronegócio é enorme. Leite, corte, café, grãos, aves, suínos, peixes, silvicultura, fruticultura… A gestão se encaixa perfeitamente em cada uma das áreas e se faz muito necessária.
Sem contar que o agro abrange diretamente os três setores da economia. Ele está relacionado à produção no campo (setor primário), produção das agroindústrias e indústrias de insumos (setor secundário) e no transporte e comercialização de bens (setor terciário).
Dentro de cada um é possível explorar os diversos âmbitos da gestão: gestão financeira, gestão administrativa, gestão comercial, gestão de marketing e gestão de pessoas e equipes.
Um dos grandes motivos para apostar na carreira de gestão no agronegócio, além da diversidade de opções, se deve ao status promissor do setor. A demanda por mão de obra de qualidade é exponencial. Unir a força do agro com a necessidade de geração de resultados é bastante positivo. O agronegócio é protagonista nas cinco regiões do Brasil!
Dada a devida importância da gestão no agronegócio, escolher boas opções para se capacitar é imprescindível. Busque conhecimento com quem entende do assunto.
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]]>O post O protagonismo da mulher no agronegócio apareceu primeiro em Rehagro Blog.
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]]>O post 5 benefícios sobre o curso Gestão na Pecuária de Corte do Rehagro apareceu primeiro em Rehagro Blog.
]]>Estas e outras questões tendem a tirar o sono de muitos produtores, afinal, se manter na atividade é um desafio, que requer atenção constante, planejamento e gerenciamento.
A boa notícia é que atualmente existem muitas oportunidades para aprender cada vez mais sobre a pecuária de corte, porém como separar as informações errôneas ou equivocadas, de dados corretos, testados e aprovados? Tendo em vista que todos nós buscamos mais segurança para tomar decisões.
Neste artigo vamos te mostrar 5 evidências de que a capacitação em Gestão da Pecuária de Corte oferece mais do que apenas o básico, e sim um conjunto de técnicas e práticas para potencializar os recursos e maximizar o potencial de produção da sua fazenda.
Um dos principais diferenciais do curso é sua aplicabilidade, por isso vamos trabalhar em um projeto prático. Este será o momento para você mostrar suas ideias, explicar sua realidade na propriedade, e nossos professores poderão auxiliá-lo de forma personalizada.
As suas dúvidas serão respondidas em até 48 horas pelos nossos tutores, através do grupo criado no aplicativo WhatsApp ou da nossa plataforma, para ter segurança durante o desenvolvimento das atividades.
Nosso conteúdo foi criado por profissionais com experiência de campo e com visão das diversas realidades das propriedades rurais.
Por isso, serão abordados temas como:
Para ter sucesso em seu negócio, você deve planejar estrategicamente, ter uma visão ampla de sua propriedade e, o mais importante, tratá-la como o negócio que ela é.
Ao fazer isso, você poderá enxergar seus próximos passos, entender suas despesas e alavancar seus resultados.
Você poderá conhecer diversos profissionais de todo o Brasil, trocar experiências, acompanhar o mercado e fechar parcerias, tudo estará ao seu alcance no WhatsApp!
Assuma o controle do seu negócio e torne-se mais produtivo e eficiente, profissionalizando a gestão da sua fazenda.
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Por exemplo, quando o encarregado da fazenda passa uma instrução para outro colaborador sobre determinada atividade. Geralmente o que observamos é uma “ordem” do tipo:
“Por favor, pegue esse trator, carregue 50 sacos do adubo de cobertura e jogue naquela lavoura próxima ao mata-burro”.
Em seguida, o colaborador consciente do risco que corre se ficar perguntando demais (diga-se de passagem, o “chefe” tem um jeitão sistemático e não gosta muito de conversar), simplesmente acata a ordem, pega o trator e dentro de suas experiências e conhecimentos, executa o que foi compreendido daquilo que lhe foi “ordenado”.
Contando assim, pode-se deduzir que a atividade foi resolvida com êxito, mas sabemos que nem sempre é desta forma que acontece.
Se foi ou não o adubo correto, a maneira como o adubo foi distribuído, se ao final sobrou ou faltou e o tratorista precisou improvisar solução para conseguir distribuir por toda a área etc., isso só se descobre após os resultados, que muitas vezes podem ser desastrosos, em termos de produtividade por área, falta de adubo para outras lavouras específicas, custo de produção entre outros.
Casos como os citados acima são tão comuns no dia a dia das fazendas e demais empresas do agronegócio que as pessoas passam a acreditar ser normal as coisas funcionarem desta maneira e se acomodam, não buscando novas formas de agir para que esta realidade mude. Apesar destas situações serem tão recorrentes, existe solução.
Todos os resultados dentro das empresas, sejam eles de sucesso ou fracasso estão relacionados direta ou indiretamente com a qualidade da comunicação interpessoal, ou seja, a comunicação entre as pessoas. Tendo conhecimento disso é possível entender a importância de sabermos nos comunicar bem para que haja pouca ou nenhuma perda na mensagem passada.
Para isso o emissor (falante) da informação deve assegurar que o receptor (ouvinte) tenha compreendido de forma clara o que foi passado. Além disso, o receptor tem a responsabilidade de checar se o que ele compreendeu da informação é o que o emissor desejava que ele tivesse entendido.
Em resumo, as duas pessoas devem se responsabilizar, pois a comunicação é o que o outro entende e não somente o que nós queremos informar.

A boa notícia é que podemos desenvolver a habilidade de comunicação. Para isso, devemos ficar atento a 5 pontos:
Para que haja comunicação eficaz dentro das organizações é necessário saber ser assertivo, claro, consistente e completo. Pois todos esses pontos irão interferir na forma que o ouvinte irá receber e interpretar a mensagem.
As pessoas são diferentes, viveram experiências diferentes e isso influencia na compreensão. Cada pessoa possui uma maneira de receber, codificar e armazenar informações externas, existem as pessoas visuais, auditivas, cinestésicas e as digitais.
Após passar uma mensagem é recomendado que você questione o ouvinte sobre o que foi compreendido da mensagem. Caso tenha solicitado que a pessoa faça uma atividade, peça para ela explicar o que deve ser realizado. “De tudo isso que conversamos, o que você entendeu que deve ser feito?”.
Para que o receptor fale quando algo não ficou claro, não foi compreendido é indicado que se construa ambiente de confiança onde ele se sinta seguro e confortável para se expressar.
Se autoavaliar é importante para entender se você consegue se expressar bem e caso contrário, mostra a necessidade de desenvolver esta habilidade. Se pergunte: “Estou conseguindo ser claro na hora de passar a mensagem?” “Estou utilizando as palavras, tom de voz e expressões corporais coerentes com o que desejo informar?”.
Outra maneira de se avaliar é acompanhar o que acontece após passar uma informação. Isso dará retorno se você foi ou não um bom transmissor de ideias.
Sabendo desses pontos, você buscará medidas para melhorar a comunicação dentro da sua propriedade ou demais empresas do agronegócio, com seus clientes, pares, líderes e liderados?
As pessoas são a principal força de uma organização, pois elas geram os resultados que a empresa necessita.
Pensando nisso, o Rehagro desenvolveu o Curso Gestão de Pessoas e Equipes, onde são abordados temas como Comunicação e Feedback, Liderança e Desenvolvimento de Equipe, Gestão Responsável e as principais Ferramentas Gerenciais utilizadas no Agronegócio.
Com o melhor do online, as aulas gravadas são de 15 minutos por dia, permitindo que você monte seu próprio horário! Além disso, são realizados os encontros online ao vivo para tirar todas as suas dúvidas com os professores, que são gestores de grande experiência no campo.
Todo o conteúdo tem foco 100% prático e cada aluno recebe acompanhamento individualizado para aplicar tudo o que aprendeu na sua própria propriedade, por meio dos projetos aplicados.
Além disso, temos um suporte dedicado a você, respondendo dúvidas dentro de 24 horas pela plataforma, WhatsApp ou e-mail.
Se você deseja ter acesso a esses conteúdos e muito mais, venha conhecer o curso!
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]]>O post Como melhorar a gestão de uma fazenda leiteira? apareceu primeiro em Rehagro Blog.
]]>Caso opte pela primeira opção, os riscos de errar o trajeto de forma a dificultar e atrasar a sua chegada no local são bem maiores.
Este mesmo exemplo pode ser aplicado como uma analogia na pecuária leiteira. Vamos supor que a produção de leite ou a reprodução de seu rebanho não está boa e você decidiu otimizá-la. O que checar? Por onde começar? Quais atitudes tomar? Quais caminhos seguir?
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Ter informações seguras, confiáveis e certeiras da rotina da propriedade fazem toda a diferença nesta situação. Tais informações permitem o cálculo de indicadores que norteiam as ações dentro da fazenda, justamente por atuarem como um GPS que guia a gestão da propriedade.
Além disso, estes indicadores atuam também como termômetros, mensurando o desempenho do rebanho.
A gestão eficiente de uma fazenda leiteira só é alcançada por meio de indicadores. Tê-los em mão, portanto, é uma questão de empenho, rotina e dedicação.
Dados de uma fazenda de produção de leite.
Os indicadores são importantes ferramentas de gestão e de tomada de decisão. Eles se baseiam em dados reais que são utilizados para gerar números e taxas que apontam o desempenho de determinada ação ou processo.
Um exemplo comum a todos, são os indicadores que expressam o rendimento de desempenho de um veículo.
Um determinado carro pode ter uma autonomia de 480 km com 40 litros de combustível, enquanto um outro pode rodar 600 km com os mesmos 40 litros. Ou seja, o primeiro veículo possui um rendimento de 12 km/litro e já o segundo veículo possui um rendimento de desempenho maior, com 15 km/litro.
Veja que no exemplo citado temos mais de uma opção de expressarmos os indicadores, com diferentes unidades de medida.
O mesmo acontece na gestão de uma fazenda da pecuária leiteira. Podemos e devemos calcular indicadores para os mais diversos setores da atividade: produção de leite, reprodução, qualidade do leite, sanidade, gestão econômica e financeira etc.
A própria média de produção de leite do rebanho é um exemplo clássico de um indicador bastante acompanhado nas fazendas.
Para obtermos este número, basta dividirmos o volume total de leite produzido no dia pelo número de vacas em lactação. Se uma fazenda produziu 7.952 litros de leite no dia de hoje com um rebanho de 250 vacas em lactação, logo seu indicador de média de produção por vaca é de 31,8 litros de leite.
Perceba que este número é dinâmico e dependente de variáveis, assim como qualquer indicador. Neste exemplo, o volume total de leite produzido e o número de vacas em lactação são as variáveis que influenciarão no indicador de média de produção dos animais.
A mesma premissa é válida para diversos outros indicadores. Olhando agora para a reprodução, ao analisarmos o desempenho reprodutivo de um rebanho sempre verificamos números como taxa de serviço, taxa de concepção e taxa de prenhez. Todos eles são indicadores e também possuem um perfil bastante dinâmico, ou seja, variam constantemente.
Exemplos de indicadores de uma fazenda de pecuária leiteira.
Outros dois pontos bastante importantes que são monitorados por indicadores nas fazendas são a qualidade do leite e a sanidade.
Conforme já discutido, a gestão eficiente de uma fazenda só é feita com base em indicadores. Os indicadores só são obtidos a partir de dados confiáveis. A coleta de dados confiáveis exige empenho, rotina e dedicação.
Portanto, a geração de indicadores se resume inicialmente no compromisso de implementar uma cultura de mensuração de desempenho e coleta de dados nas fazendas.
Pesagens de leite, partos, inseminações, secagens, casos de mastite, ganho de peso, desmama, mortes, dentre outros, são somente alguns exemplos de itens que compõem o grande universo de anotações que devem ser feitas na rotina de uma propriedade leiteira.
Com os dados em mãos, agora é hora de calcular os indicadores. Alguns são relativamente tranquilos de serem calculados sem o auxílio de ferramentas computacionais mais sofisticadas, como a média de produção de leite diária do rebanho, por exemplo.
Já para o cálculo de outros indicadores, como a taxa de serviço, o recomendado é que sejam utilizados softwares específicos de gerenciamento zootécnico do rebanho, visto apresentarem uma maior complexidade de tratamento dos dados e terem uma dinamicidade geralmente alta.
Concentrar todas as anotações e mensurações da fazenda (ou grande parte delas) em uma única base de dados, como em um software de gerenciamento zootécnico, pode ser benéfico, pois permite uma melhor análise e aproveitamento das informações. Lembrando que essa base de dados deve ser abastecida constantemente para que os indicadores gerados retratem a realidade atual da fazenda.
Exemplo de uma ficha de anotação e controle da mastite de uma fazenda leiteira
Uma conhecida frase de Fernando Penteado Cardoso, engenheiro agrônomo brasileiro, diz que:
O Brasil é um país onde as pessoas acham muito, observam pouco e não medem praticamente nada.
Devemos ter consciência disso, compreender a importância de mensurar e coletar dados e internalizar este processo cada vez mais na pecuária leiteira, independente do tamanho do rebanho ou da propriedade.
Somente com a obtenção e análise de indicadores é que teremos a fazenda nas mãos, com condições seguras e confiáveis para tomarmos decisões assertivas na atividade. Qualquer coisa fora disso já permeia o caminho do achismo, colocando em grande risco o sucesso do negócio.
Se você deseja melhorar sua atuação nas fazendas onde atua e ser capaz de conquistar as melhores oportunidades na pecuária leiteira, venha conhecer a Pós-Graduação Online em Pecuária Leiteira do Rehagro.
As aulas são dadas pelos nossos melhores consultores, que atendem hoje mais de 110 fazendas em 7 estados do Brasil, de todos os portes. Elas totalizam uma produção de mais de 1.000.000 de litros de leite por dia.

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]]>O post Planejamento e gestão tributária no agronegócio apareceu primeiro em Rehagro Blog.
]]>Assista ao conteúdo na íntegra!
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]]>O post Curso Gestão na Produção de Café: confira as principais dúvidas do curso apareceu primeiro em Rehagro Blog.
]]>Primeiramente, o GC online, como é chamado o nosso curso, contempla desde a implantação da lavoura de café até a sua pós-colheita, abordando também os temas de gestão econômica, financeira e gestão de pessoas!
Vamos lá para as dúvidas mais comuns em relação ao curso:
Essa é uma pergunta importantíssima e faz muito sentido que queiram saber.
O 1º ponto é que todos os nossos professores são consultores, dessa forma, eles trazem para nossas aulas suas experiências do dia a dia do campo.
São eles:


Não, o GC é um curso de capacitação, por isso, não é necessário ter formação superior para cursá-lo.
Nós temos aulas gravadas e aulas ao vivo.
Caso você falte e não consiga ir, existe a possibilidade de repor a presença.
Você pode assistir às aulas quantas vezes desejar! Após a publicação das aulas, elas ficam disponíveis até o fim do curso.
As disciplinas possuem materiais complementares, mas especificamente a disciplina de Lavouras em Produção possui uma apostila escrita exclusivamente para os alunos desse curso, sobre a recomendação de corretivos e fertilizantes para a cultura do café.
Sim! Na disciplina de Gestão Econômica e Financeira, o professor disponibiliza uma planilha a qual os alunos podem utilizar nas suas propriedades para realização de orçamento, fluxo de caixa e check de metas.
Após o fim das aulas do curso, os conteúdos ficam disponíveis por mais 30 dias.
Sim, o curso possui certificação com equivalência de 114 horas.

Espero que tenha esclarecido as dúvidas em relação ao curso de Gestão na Produção de Café online, mas caso tenha ficado qualquer questão, eu me coloco à disposição para saná-la.
Conte comigo, e espero encontrar você no curso com a gente!

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]]>O post O orçamento anual deve seguir o ano pecuário ou o ano civil? apareceu primeiro em Rehagro Blog.
]]>Ele é o ponto de partida para que possamos traçar metas para aquele ano e alcançar os resultados desejados na propriedade.
Mas sabemos que, na maioria dos sistemas produtivos do Brasil, o ano pecuário ou ano safra, que vai de 1 de julho a 30 de junho, é diferente do ano civil ou ano calendário, de 1 de janeiro a 31 de dezembro.
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Então, fica a dúvida: quando devo fazer meu orçamento anual em um sistema de pecuária de corte? Ele deve ser feito para o ano civil ou deve acompanhar o ano pecuário?
A dica do nosso especialista Prof. Guilherme Lamego, coordenador de projetos de gestão na Pecuária de Corte, é a seguinte:
“De modo geral, trabalhamos pensando o planejamento da atividade de 1 de julho a 30 de junho. Minha recomendação é planejar um ano que irá coincidir com nossas principais atividades produtivas, sem quebrá-las no meio.”
Por exemplo, em uma fazenda de cria, não é indicado “quebramos” a estação de parição no meio. Ou “quebrarmos” a venda de animais do confinamento, que foram recriados ao longo de todo o ano e colocados na engorda.
É como se, na agricultura, fosse feito um orçamento que cortasse a safra no meio. Você colheria a safra anterior, mas no custo de plantio, estaria plantando já a próxima safra.
Não faria muito sentido olhar para um ano que cortaria essas atividades no meio, certo?
Na pecuária de corte, é o mesmo raciocínio, lembrando somente que ela terá um ciclo mais longo do que a agricultura.
“Às vezes vamos colher aquela safra, tendo resultados com aquele bezerro que começou a ser produzido, em dois, três anos”, lembra o Prof. Guilherme.
“O ideal é que comecemos o planejamento técnico, antes mesmo de entrarmos no financeiro, alguns meses antes de iniciarmos nosso ano pecuário. Se o ano começa em 1 de julho, vou começar esse planejamento ao redor de abril, maio, para que eu possa ter vários ciclos de validação com as pessoas envolvidas e até que no fim de junho eu já tenha o orçamento pronto, validado para rodar o ano pecuário.”
Ele ainda ressalta que, ao longo do ano pecuário, é indicado fazer todas as checagens de previsto versus realizado.
Na hora de colocar a mão na massa e encarar o dia a dia das fazendas, várias dúvidas como essa aparecem.
Por isso, devemos estar preparados para enfrentar os reais desafios da produção, que aparecem na prática.
Para isso, o Rehagro criou o Curso Gestão na Pecuária de Corte, que já capacitou mais de 1.800 profissionais para dominarem todas essas questões e assumirem o controle de suas propriedades, permitindo que alcançassem melhores resultados financeiros.
Feito para quem não tem tempo a perder, todo o conteúdo desse treinamento é aplicável à realidade da produção de gado de corte, ajudando profissionais a conduzirem os rebanhos rumo à máxima eficiência!
Caso você tenha interesse em aprender a melhorar a produtividade, lucratividade e sustentabilidade da fazenda em que você atua, venha conhecer essa capacitação!
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]]>O post Ações financeiras para momentos de crise apareceu primeiro em Rehagro Blog.
]]>
Neste e-book, aprenda dicas práticas para melhorar a saúde financeira da sua fazenda quando as coisas não vão bem.
Saiba como organizar ou buscar soluções para a gestão financeira da sua propriedade leiteira em momentos de crise.
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]]>O post Análises financeiras do médio e pequeno produtor de leite apareceu primeiro em Rehagro Blog.
]]>Devido ao sucesso da transmissão, disponibilizamos o conteúdo na ÍNTEGRA!
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]]>O post Como a inteligência artificial pode auxiliar na produtividade agrícola? apareceu primeiro em Rehagro Blog.
]]>Neste artigo, abordaremos justamente como a Inteligência Artificial (IA) tem atuado no manejo e monitoramento de lavouras, trazendo mais produtividade, maiores escaladas e precisão nos negócios agrícolas.
O setor agrícola, agora está experimentando um rápido crescimento e adotando tecnologias avançadas para aumentar o rendimento geral das safras.
O acesso a um grande número de equipamentos e tecnologias de ponta, como o sistema de monitoramento inteligente, drones, robôs, entre outros, revolucionou totalmente este setor.
A inteligência artificial é uma tecnologia vital na atualidade da agricultura digital, que está sendo implementada e implantada em grande escala para um uso mais sustentável dos recursos disponíveis. Ela pode melhorar a eficiência agrícola de várias maneiras.
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Primeiro, ela pode determinar a qualidade das safras de grãos.
Tradicionalmente, os agricultores teriam que avaliar manualmente os grãos, verificando se há doenças, pragas e a qualidade geral da safra. No entanto, esse processo é caro, demorado e suscetível a erro humano. Além disso, a inspeção humana pode levar a rendimentos mais baixos, pois as colheitas são danificadas durante a inspeção.
A IA não só oferece a possibilidade de reduzir o custo e o tempo gasto para realizar a inspeção, mas também permite que muito mais seja feito com os dados coletados.
A tecnologia pode determinar rapidamente:
Com essas informações, as soluções podem ser encontradas rapidamente e o problema corrigido com um custo ambiental mínimo. Este monitoramento também é muito menos intrusivo se comparado aos demais e, portanto, reduz o desperdício da colheita.
Outro benefício da IA é sua capacidade de prever o rendimento das safras. Ele pode fazer isso monitorando a germinação e a saúde das sementes, ao mesmo tempo que leva em consideração os recursos e insumos das fazendas usando redes neurais artificiais (RNAs).
O inverso também é verdadeiro, as RNAs podem indicar quais entradas são necessárias para atingir o rendimento desejado.
Por ter uma compreensão mais clara dos insumos necessários, torna a agricultura mais eficiente e minimiza o desperdício.
A inteligência artificial tem muito a oferecer ao setor agrícola e pode monitorar variáveis em um nível de detalhe com o qual os humanos não podem competir. Ela pode fornecer informações em tempo real sobre a saúde da planta, a qualidade do solo e as condições climáticas, permitindo que ajustes automatizados ocorram.
Isso aumentará o rendimento e, ao mesmo tempo, minimizará o gasto de energia, uma vantagem para os agricultores e para o planeta. Particularmente importante para a irrigação, que é responsável por 80% da energia de entrada da agricultura.
A IA possibilita a criação de bancos de dados públicos, que podem informar a gestão da fazenda e incentivar a adoção de práticas sustentáveis.
Cada fazenda terá uma estratégia de manejo diferente, portanto, ao compartilhar essas informações, pode expor os agricultores a métodos que podem adotar para aumentar sua eficácia. Por sua vez, melhorando a eficiência do setor como um todo.
Isso garante que o setor agrícola está defendendo as melhores práticas e terá padrões em constante evolução, à medida que as fazendas continuam a inovar e compartilhar.
Hoje, a IA tem um grande impacto no espaço agrícola, então, olhe para essas tendências de como isso revoluciona esse setor.

Tecnologias avançadas, como sensoriamento remoto, são úteis e podem fornecer métricas de safra em milhares de hectares de terras agrícolas.
Além disso, trazem mudanças revolucionárias do ponto de vista do tempo e os esforços são monitorados pelos agricultores.
Com a ajuda de soluções emergentes, os agricultores e empresas agrícolas podem tomar melhores decisões durante o cultivo, bem como avaliar uma variedade de coisas como condições climáticas, temperatura, uso de água ou condições do solo em tempo real.
Com a ajuda da tecnologia de visão computacional e dados coletados com base em drones, os agricultores podem tomar ações imediatas em tempo real para gerar o alerta e acelerar a agricultura de precisão.
Esta é uma das áreas significativas na agricultura de hoje.
As tecnologias de visão por computador podem ser implantadas em áreas, incluindo detecção de doenças, preparação e identificação de safras, gerenciamento de campo, levantamento e mapeamento do solo.
Desafios ambientais como mudança climática e outros, são as maiores ameaças à produtividade agrícola, mas as técnicas acionadas por IA e a agricultura baseada em dados podem ajudar a tornar mais fácil para os agricultores navegar por turnos de acordo com as condições ambientais.
Ele ajuda a lidar com as mudanças climáticas, possibilitando um gerenciamento de recursos mais inteligente.
No processo da agricultura de precisão, os agricultores podem detectar pragas, doenças nas plantas e má nutrição das mesmas com a ajuda da inteligência artificial. Além disso, os sensores de IA podem identificar e direcionar as ervas daninhas e, em seguida, decidir quais herbicidas aplicar na zona certa.
Ajuda a impedir a aplicação excessiva desses defensivos e toxinas excessivas que aparecem na alimentação diária de hoje.
Aproveitando a IA, os agricultores também estão criando modelos de previsão sazonal para aprimorar a precisão e a produtividade agrícolas.

Apesar de um grande número de oportunidades para aplicações na agricultura, ainda existe uma falta de familiaridade com as tecnologias mais recentes na maior parte do mundo. Além disso, o alto custo inicial associado à implantação de IA na agricultura, pode ser um fator de restrição à digitalização do setor agrícola.
Os crescentes investimentos e adoção de IA e robótica estão acelerando principalmente o crescimento da IA global no mercado agrícola.
As aplicações da inteligência artificial na agricultura compreendem:
Conforme você conferiu neste artigo, a inteligência artificial auxilia o produtor desde a detecção de necessidades do solo, doenças, pragas e até na qualidade da safra, mas por ser algo novo, muitos ficam inseguros em implementar e quantificar o que sua fazenda precisa.
Os benefícios são muitos, mas é preciso um plano de negócio assertivo para empregar esse investimento em seu negócio.
A Pós-graduação em Produção de Grãos do Rehagro, foi eleita como o melhor curso à distância do Agro pela revista Exame.
Essa notoriedade vem da qualidade. Estamos sempre atualizando, apresentando dados reais e os professores são consultores em fazendas de alto nível.
Atualize-se e ganhe destaque no mercado. Clique e conheça mais!

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]]>O post Gestão da nutrição – o que avaliar na prática? apareceu primeiro em Rehagro Blog.
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Em novembro de 2020, fizemos um webinar especial! O tema foi extremamente relevante para produtores, técnicos, veterinários e todos os profissionais que atuam na pecuária leiteira: “Gestão da nutrição – o que avaliar na prática?”. Esta palestra gratuita foi feita por nós, Grupo Rehagro, em parceria com o 3RLab.
Para falar sobre o assunto, contamos com um especialista renomado:
Se você não teve a oportunidade de assistir a discussão, clique no link abaixo:
Para ter acesso a este e outros assuntos, siga-nos no Instagram! É só clicar AQUI.
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]]>Para falar sobre o assunto, contamos com três especialistas renomados:
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]]>Nesse sentido, o econômico demonstra a eficiência, através do lucro. O financeiro demonstra o caixa. A eficiência de uma operação econômica se apura pelo DRE, que falaremos a respeito mais adiante. O financeiro se controla pelo fluxo de caixa. O econômico deve ser considerado pelo regime de competência, período no qual se realizou o fato, e o financeiro pelas datas efetivas em que ocorreram pagamentos e recebimentos. Econômico é aquilo que gera o financeiro, por exemplo a venda de café é um ato econômico e o recebimento dessa venda é um ato financeiro.
A Gestão Econômica e Financeira existe para que o gestor do negócio possa através dos indicadores financeiros tomar decisões estratégicas para sua fazenda, uma vez que esses indicadores trazem em números a realidade e a saúde financeira do negócio. Como benefício, ela proporciona que o gestor tenha o seu negócio em mãos, e dessa forma, possa ser mais assertivo em suas decisões.
O orçamento é parte de um plano financeiro estratégico, que compreende a previsão de receitas e despesas futuras para a administração de determinando período de tempo.
Abaixo, temos um exemplo de orçamento:

Com um orçamento bem feito, o gestor consegue ter um controle mais eficiente das finanças da sua fazenda, evitando a escassez de recursos financeiros ou os gastos desnecessários com despesas que não são prioritárias.
O orçamento é feito antes do início da safra de café, contendo mês a mês, a previsão de todos os gastos e receitas que irão ocorrer naquele período. Esse orçamento contempla todos os tipos de receitas e despesas, desde receitas de vendas, até o gasto com manejo das lavouras, colheita, pós-colheita, armazenamento, etc. Se a fazenda já tiver um histórico do financeiro, fica mais fácil a sua realização.
É importante que dentro de cada mês seja especificado os gastos, para que posteriormente possa se comparar, se o recurso proposto para aquela atividade foi suficiente, se houve desvio, ou se não foi realizado.
A partir desta previsão, é possível se ter uma estimativa do valor que será gasto naquela referida safra e também, dos gastos por atividade mês a mês. Dessa forma, o orçamento possibilita ter uma visão do quanto de dinheiro será necessário no período, auxiliando assim, uma melhor tomada de decisão. O orçamento também é interessante para planejar as vendas de café, de acordo com a necessidade de recursos financeiros durante o período.
O fluxo de caixa é uma ferramenta de controle financeiro, em que, por meio dela é possível visualizar todas as entradas e saídas de dinheiro, tendo assim uma visão completa do negócio. A partir do fluxo de caixa, é possível ver quanto está entrando e saindo de dinheiro.
Abaixo, temos o exemplo de um fluxo de caixa, de uma propriedade que possui mais de uma atividade agrícola:

O benefício da utilização do fluxo de caixa está relacionado ao controle financeiro da sua fazenda. Ao organizar todas as receitas e despesas de acordo com data e categoria, é possível ter uma visão clara de todas as movimentações que ocorreram no período em questão. Dessa forma, você consegue também saber qual a sua necessidade de caixa para os próximos 30 ou 60 dias, por exemplo.
Para a construção do Fluxo de Caixa, o primeiro passo é saber quanto seu negócio tem em caixa, no segundo momento é necessário que você tenha uma Plano de Contas bem definido, para que você consiga alocar cada gasto e cada receita a Conta Gerencial referida, e assim, quando você quiser analisar as origens das receitas e dos gastos você consiga fazer de forma clara. Após essas etapas realizadas, registre todas as entradas e saídas diárias do caixa da sua fazenda em uma planilha ou em um software de gestão. Para isto, é necessário realizar a conciliação bancária dos lançamentos para que não aconteça lançamentos equivocados e/ou a falta deles. Assim, atualizando diariamente os lançamentos você terá seu Fluxo de Caixa do período.
É uma etapa importante que visa detalhar e padronizar todas as movimentações financeiras da fazenda. Com ela, os registros financeiros são classificados e codificados formando assim cada conta gerencial, para que o escritório da fazenda tenha uma melhor visão sobre a origem e sobre o uso de cada operação financeira. Temos abaixo o exemplo de uma parte de um plano de contas:

Os centros de custos são uma maneira de separar a fazenda em vários setores, e cada um deles com suas responsabilidades operacionais, financeiras e econômicas. Eles são uma maneira eficiente de agrupar despesas e receitas. Os centros de custos são de suma importância para a gestão financeira, uma vez que facilitam as análises de cada parte do negócio, assim, se consegue analisar a contribuição de cada área do negócio para a lucratividade da fazenda. Como exemplo de centro de custos temos: Safra café 2020/2021 e administrativo.
A partir da realização de um orçamento e um fluxo de caixa correto, com todas as contas conciliadas, é possível a realização de um check de metas mensal ou por determinado período definido. Nesse check de metas, você compara qual era o orçamento para determinada atividade no período, o que já foi realizado, o que extrapolou o programado, o porquê desse desvio, ou o que houve de não planejado. Podendo atuar de forma pontual nos itens que ultrapassaram o orçamento.
Para isso, é imprescindível que seja realizada uma conciliação bancaria, para se poder confiar nos números, visto que, ela audita as movimentações que serão comparadas ao orçamento.
Portanto, a gestão financeira gerencia a disponibilidade de dinheiro daquele negócio, e a partir das ferramentas propostas acima, consegue-se tomar decisões mais assertivas com base em números. Tendo conhecimento do recurso que temos, e de quanto de recurso iremos demandar em determinados períodos, dessa forma, tendo um planejamento da safra, e a partir dele, sendo mais assertivos. Afinal, “QUEM PLANEJA, ÀS VEZES ERRA! MAS QUEM NÃO PLANEJA, ÀS VEZES ACERTA!”
Para mais informações, leia o artigo Gestão de pessoas: você está fazendo do jeito certo?
Estar de acordo com as novas técnicas de mercado é de suma importância para quem deseja produzir cafés com excelência.
Desde a implantação da lavoura, gestão de equipe na fazenda, manejos como a fertilidade e proteção, ou mesmo as fases finais de colheita e pós-colheita, é preciso ter domínio e segurança, caso queira obter sucesso.
Por isso, no Rehagro há o curso online Gestão na Produção de Café, onde professores atuantes em campo, ensinam de forma prática, atualizada e validada essas técnicas. Clique abaixo e conheça um pouco mais sobre esse curso:

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]]>O post Como fazer um plano de contas em propriedade de gado de corte? apareceu primeiro em Rehagro Blog.
]]>Apesar de pouco eficiente, a pecuária extensiva apresenta riscos relativamente baixos. A busca pela eficiência produtiva e o aumento da rentabilidade passa pelo inevitável processo de intensificação, trazendo consigo o aumento dos riscos para a pecuária.
Concomitante ao aumento de riscos na atividade, tem-se o aperfeiçoamento e a eficiência nos controles produtivos, controles zootécnicos e principalmente econômicos e financeiros.
Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!
A gestão financeira e econômica na pecuária de corte permite, dentre outros fatores, a minimização dos riscos gerados pelo aumento da intensificação do sistema de produção e o conhecimento dos custos de produção. Conhecer os custos de produção é extremamente importante para a busca do aperfeiçoamento dos processos produtivos e para a garantia da margem de lucratividade.
Essa gestão da propriedade exige controle, sendo que dentro desse controle há uma estrutura que se destaca e deve estar muito bem estruturada e alinhada com o sistema produtivo da propriedade, o plano de contas.
O plano de contas representa um conjunto de contas que irá caracterizar e classificar toda movimentação financeira e econômica da fazenda em uma nomenclatura comum, permitindo análises assertivas e eficientes quanto às movimentações.
De maneira resumida, o plano de contas irá separar todos os custos com a alimentação do rebanho em uma conta chamada “nutrição” ou todos os custos com manutenção e insumos para oficina em uma conta “máquinas”, por exemplo. E assim será realizada a separação de todas as movimentações de entrada e saída da propriedade.
O plano de contas pode ser mais ou menos detalhado, de acordo com a estrutura da propriedade e com o nível de detalhamento desejado pela administração da fazenda.
Planos muito detalhados exigem o maior treinamento e qualificação da mão de obra responsável pelos lançamentos, sendo que um plano menos específico inviabiliza o aprofundamento nas análises posteriores. Entretanto, é importante começar de forma mais simplificada e ir evoluindo o nível de detalhamento à medida que a equipe fica mais capacitada para tal função.
O primeiro ponto a se avaliar na propriedade onde se tem interesse em estruturar as rotinas financeiras e aperfeiçoar o gerenciamento financeiro e econômico da fazenda, é avaliar se já existe um plano de contas presente nessa propriedade e se há uma rotina de levantamento e tabulação de dados.
Não necessariamente denomina-se “plano de contas”, mas em ocasiões específicas há uma separação grosseira das contas, onde separam contas de uma maneira bem macro, exemplo contas do “rebanho” e contas “máquinas”.
Entendendo a organização das contas atuais da propriedade é possível então iniciar-se o processo de implantação de um plano de contas estruturado daquela fazenda.
Onde há a intenção de se detalhar ao máximo as contas da atividade vamos estabelecer “níveis” de contas. Primeiro nível de contas, faremos uma classificação ampla, exemplo “Despesas”. Já no segundo nível, iniciaremos a estratificação dessa conta, “Despesas operacionais” é um exemplo, e assim segue-se a estratificação, até o detalhamento do produto.
Ao longo do texto, vamos exemplificar um plano de contas real, utilizado em uma propriedade de corte, para que o entendimento fique perfeito.
O primeiro nível de um plano de contas quando pensamos em saídas, é o nível mais abrangente é justamente o que denominamos “Despesas”. Todo o fluxo financeiro que sai da propriedade deverá ser classificado em alguma conta dentro das despesas.
Ao aprofundarmos nossa análise chegamos em um segundo nível. Como neste nosso exemplo faremos a avaliação de um plano de contas muito detalhada, o nosso segundo nível contará com três grandes contas: operacionais, financeiras e investimentos.
Quando somamos então, todas as saídas das contas “Operacionais”, “Financeiras” e “Investimento” temos o total da conta de nível “Despesas”.
Na conta “Financeiras” – que está dentro das Despesas (Nível 1) → Financeiras (Nível 2) – vamos incluir todas as saídas da propriedade que estão relacionadas a “Amortização”, “Distribuição de lucro” e “Juros”, por exemplo, cada um desses itens representará uma conta de terceiro nível.
Mas pode-se estratificar ainda mais as Despesas Financeiras de Amortização, incluindo dentro dessa conta uma conta de quarto nível, ou conta gerencial, por exemplo, conta para “Empréstimo de custeio”, por fim cada um dos Empréstimos de Custeio receberá sua identificação, e ficaria assim: Empréstimo n°x, chegando ao quinto nível de estratificação do plano de contas.
Sendo assim temos:
Nível 1 🡪 Nível 2 🡪 Nível 3 🡪 Nível 4 🡪 Nível 5
Despesas 🡪 Financeiro 🡪 Amortização 🡪 Empréstimo custeio 🡪 Empréstimo n°x
Essa mesma lógica funcionará de maneira semelhante para as outras despesas:
Despesas 🡪 Investimentos 🡪 Veículos, por exemplo.
E por fim destacamos as Despesas Operacionais (Nível 2), exatamente nessa conta, são lançadas todas as despesas relacionadas diretamente à produção.
A produção pode ser pecuária ou agrícola em uma grande propriedade, e por isso destacamos o terceiro nível com “Despesas Operacionais Pecuária” ou “Despesas Operacionais Agricultura”, sendo que a soma de todas as despesas da pecuária e agricultura será o total de Despesas Operacionais.
Desse modo, teremos:
Nível 1 🡪 Nível 2 🡪 Nível 3 🡪 Nível 4 🡪 Nível 5 🡪 Nível 6
Despesas 🡪 Operacionais 🡪 Pecuária 🡪 Alimentação 🡪 Insumo Energético 🡪 Produto (milho)
Fonte: Arquivo pessoal de Régis Henrique, técnico do Rehagro.
A imagem acima, mostra um exemplo do detalhamento de um plano de contas seguindo a lógica que abordamos.
Podemos fazer dessa mesma forma o detalhamento para todos os insumos de todos os custos e despesas envolvidos no rebanho.
Fonte: Arquivo pessoal de Régis Henrique, técnico do Rehagro.
Na figura acima, é possível avaliar um plano de contas, até o quarto nível, relacionados às Despesas Operacionais da Pecuária.
Essa estrutura permite um perfeito entendimento de onde estão sendo alocados as principais despesas da propriedade, e auxiliará o entendimento da composição dos custos de produção do produto final.
Fonte: Arquivo pessoal de Gustavo Melo, técnico do Rehagro.
Assim como é feito o detalhamento das despesas, as receitas também devem ser detalhadas, sendo importante que se entenda o perfil das receitas da propriedade. A lógica é a mesma, se estabelece um Nível 1, “Receitas”, onde todas as receitas são encontradas e a partir dela é realizada a estratificação.
Fonte: Arquivo pessoal de Régis Henrique, técnico do Rehagro.
O detalhamento das receitas é tão importante quanto o detalhamento das despesas.
Controlar e avaliar as finanças de uma propriedade é fundamental para o sucesso da atividade. Só é possível angariar esforços na redução de custos de maneira efetiva, quando se conhece o perfil dos custos da fazenda. Por isso, o plano de contas é uma estrutura que facilita e permite uma avaliação detalhada da composição dos custos.
A facilidade de se entender, por exemplo, quanto se gastou ao longo de um ano com insumos energéticos, com energia elétrica, manutenção de máquinas etc, permite que se entenda melhor as despesas da propriedade e ainda que se centralize os esforços para a redução dos custos que realmente impactam no sistema de produção.
O importante é que cada propriedade estabeleça um plano de contas fiel à sua realidade e que, esse plano, seja alimentado regularmente.
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]]>Assim, o delineamento de UGD é simplesmente uma forma de classificar variabilidade espacial dentro de um campo.
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Para ser bem sucedido, a estratégia de delineamento deve ser baseada em causa e efeito reais relações entre as características do local e o rendimento das culturas.
Através da agricultura de precisão (AP) é possível utilizar ferramentas que auxiliam a identificação de regiões homogêneas, para adotar técnicas de investigação georreferenciada dos possíveis causadores da variabilidade nos campos de produção.
Com a segmentação em áreas de baixo, médio e alto potencial produtivo, é possível adotar o manejo específico aos campos de produção.
A coleta e o gerenciamento de dados do manejo das culturas e do solo sobrecarregam o sistema de registro agrícola padrão. Os SIG fornecem uma abordagem sistemática para gerenciamento de grande quantidade de dados acumulados, junto às ferramentas necessárias para análise e interpolação.
As UGDs podem ser delineadas por amostragens e técnicas estatísticas, ou por modelos considerando aspectos pedológicos, geomorfológicos, hidrológicos e ecológicos, descrevendo processos contínuos entre o sistema solo planta.
A estratégia para definição da unidade de gestão diferenciada varia de região para região e de produtor para produtor. Informações de atributos de solo, produtividade, experiência do produtor, conhecimentos de informática e disponibilidade dos dados irá influenciar o gerenciamento final da seleção da UGD.
Estratégias para seleção dos dados podem ser visualizados na tabela a seguir.

Tipos de características do local em que as UGDs podem ser baseadas. Fonte: (DOERGE, 1999)
Os fatores mais significativos a serem incluídos em estratégia de UGD são aqueles com efeito direto sobre a produção das culturas.
Os padrões de mapas de colheita podem não ser instáveis temporalmente para definir com precisão a UGD sem informações complementares. Alguns dados não variam temporalmente como topografia, padrões de condutividade elétrica e classe de solo.
Essas propriedades relacionando com o rendimento das culturas, são dados fiáveis para definição de UGDs. Dados amostrados densamente são mais robustos que conjunto de dados escassamente amostrados e não estará sujeito a problemas de interpolação. Mapas de rendimento, modelos digitais de elevação e índice de biomassa, são considerados conjunto de dados densos.
Santos et al., (2003); Molin, et al., (2005); Molin; Rabello, (2011); Santi, et al., (2012) identificaram regiões homogêneas para manejo da variabilidade espacial e temporal do solo. Foram empregadas técnicas de amostragem de solo, mapas de fertilidade, produtividade e condutividade elétrica para determinação das zonas de manejo.
A condutividade elétrica tem sido utilizada na agricultura para determinação de variações de textura do solo e no teor de umidade. O mapa de condutividade elétrica correlaciona com a variabilidade espacial dos teores de argila para delimitação de UGDs em um SIG.
A amostragem intensiva de solo em grade tem sido utilizada para desenvolvimento de mapas de aplicação a taxa variada. Locais onde a distribuição espacial apresenta de forma complexa, densidade de grade amostral mais fina do que as utilizadas comercialmente, são necessárias para produzir mapas mais precisos dos teores de nutrientes.
Entretanto o custo e a intensidade de trabalho associados a amostragem em grade sugere que outras abordagens podem ser mais viáveis, a definição de UGDs pode estabelecer como um método mais econômico para avaliação da fertilidade do solo.
Molin, (2002); Amado et al., (2007) definiram UGDs baseadas em mapas de produtividade a partir de dados coletados ao longo do tempo. Isso se deve ao fato de o mapeamento de produtividade ser uma ferramenta simples e barata para monitorar o rendimento das culturas em resoluções espaciais finas; além disso, fornece a melhor informação para o tempo e a variabilidade espacial.
Os agricultores devem lembrar que práticas de UGDs são específicas do local, sendo o potencial de rentabilidade específico da UGD.
O gerenciamento da UGD deve ser abordado de forma lógica e sistemática, sendo considerado os objetivos do agricultor e características de fazenda, antes que as decisões sobre ferramentas práticas sejam tomadas.
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]]>O post Como planejar as ações de sua propriedade leiteira? apareceu primeiro em Rehagro Blog.
]]>Para que a atividade leiteira no país seja sustentável e eficiente, é necessário a otimização dos recursos, sem perder de vista a viabilidade econômica e lucratividade.
Dessa forma, é imprescindível que o trabalho na propriedade rural seja baseado no diagnóstico da situação atual, planejamento técnico e financeiro, organização, execução e controle de processos, dados e resultados.
Neste sentido, o planejamento é o primeiro passo para a construção de um caminho que vai de encontro ao seu objetivo. Ele auxilia no processo de tomada de decisão, tornando-as mais eficazes e efetivas, concentrando esforço e recurso na medida certa, para se alcançar o melhor resultado.
E vale lembrar: quanto mais tempo você gasta em um planejamento bem feito, menos tempo você gasta na execução para alcançar seu objetivo.
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É frequente encontrar em empresas rurais decisões sendo tomadas sem embasamento concreto, apenas pelo “achismo”.
Vemos recursos sendo investidos em setores da fazenda sem o direcionamento ideal e de forma inadequada, enquanto o principal gargalo e pontos a melhorem sequer foram identificados.
Ouvimos dizer, por exemplo, relatos de baixos índices de mortalidade das bezerras ou alto custo com medicamentos das vacas sem que sejam utilizados instrumentos eficientes para mensuração e análises dos resultados.
Assim, é de se questionar:
Felizmente, existem diversas ferramentas que nos auxiliam no processo de planejamento. Dentre elas, a gestão de metas é uma forma de enxergar a propriedade e buscar melhorias para o sistema de produção.
Para a construção das metas, a técnica SMART é muito popular no meio empresarial e vem se destacando cada vez mais no agronegócio brasileiro.
Conhecida como meta inteligente, é uma forma de construir metas claras, precisas e diretas. A sigla vem do inglês e nos mostra os cinco pilares sobre os quais as metas devem ser definidas:
Sua meta deve ser clara e objetiva.
É preciso que seja bem detalhado o que está sendo medido, para que os esforços sejam focados no real objetivo da meta e não ocorra erro de entendimento ou confusão nos processos.
Para que possamos saber se o resultado está sendo atingido, devemos medi-los ou quantifica-los.
Metas não mensuráveis não são desejáveis uma vez que dificultam a análise e dependem da percepção de quem recolhe os dados.
O histórico da fazenda deve ser levantado para que, a partir dos últimos resultados se planeje uma meta possível de ser atingida. Não adianta querer uma mudança drástica nos resultados da fazenda se não é possível alcança-la no tempo proposto.
É importante que o responsável pela atividade faça parte da construção dessa meta, uma vez que ele deve opinar se consegue cumpri-la dentro do prazo, com os recursos que tem a sua disposição. Vale ressaltar que metas inalcançáveis geram frustração e desmotivação da equipe.
A meta deve ser relevante, ou seja, atrelada aos processos que causam impacto real na produção e estão em conformidade com o objetivo da fazenda.
A estratégia aqui é focar nos pontos que mais precisam melhorar ou que a mudança seja mais significante econômica e produtivamente.
O resultado a ser alcançado deve ser significativo e desafiador, o esforço para bater a meta, ao contrário das metas inalcançáveis, geram maior motivação aos envolvidos na atividade.
Os prazos de início e conclusão devem ser estabelecidos. Quando não se tem uma data limite para que o resultado seja alcançado, a tendência é que as atividades sejam proteladas, e sempre deixadas para o futuro. Por isso é necessário a formulação de um cronograma e definição de prazos para a execução das metas.
Para ajudar na visualização dessa SMARTização das metas, confira o exemplo abaixo:
Meta: aumentar a eficiência econômica da recria
Seu diferencial é que ela pode ser aplicada a todos os setores e níveis da fazenda. Você pode usar como meta pessoal, dos colaboradores, do rebanho, lavoura ou do controle econômico e financeiro.
O importante é que o processo de construção das metas seja adequado, detalhado e bem embasado, evitando assim, que se estabeleça metas inalcançáveis ou que não sejam relevantes para o negócio.
Para se alcançar as metas é necessário a construção de um plano de ações, devendo considerar a força de trabalho, necessidade de treinamento e capacitação, recursos disponíveis, metodologia de checagem e aprimoramento dos processos produtivos, dentre outros.
É interessante ainda que os resultados sejam divulgados para toda a equipe de trabalho, fornecendo feedbacks para os responsáveis que fazem parte da gestão e da operação das ações, seja quando não bateram as metas dentro do tempo previsto ou quando alcançaram bons resultados.
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]]>O post Gestão financeira de fazendas de leite apareceu primeiro em Rehagro Blog.
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Em 08/06/2020, fizemos a transmissão de um Webinar Leite Especial sobre Gestão Financeira de Fazendas de Leite. O palestrante foi Vitor Barros, Coordenador do Programa Gestão por Resultados.
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]]>O post Como a gestão pode contribuir com o processo de sucessão familiar apareceu primeiro em Rehagro Blog.
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Em fevereiro deste ano, fizemos a transmissão de um Webinar Leite sobre como a gestão pode contribuir com o processo de sucessão familiar. O palestrante foi Vitor Barros, Médico Veterinário e Coordenador do Núcleo Gestão Leite do Rehagro.
O tema ainda é extremamente relevante no ramo e diversos profissionais buscam aumentar seus conhecimentos sobre o assunto.
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O post Como a gestão pode contribuir com o processo de sucessão familiar apareceu primeiro em Rehagro Blog.
]]>O post Etapas para um plano de negócios eficaz apareceu primeiro em Rehagro Blog.
]]>O plano vai te ajudar a concluir se sua ideia é viável e a buscar informações mais detalhadas sobre o seu ramo, os produtos e serviços que irá oferecer, seus clientes, concorrentes, fornecedores e, principalmente, sobre os pontos fortes e fracos do seu negócio. Ao final, irá ajudá-lo a responder a seguinte pergunta: vale a pena abrir, manter ou ampliar o meu negócio?
Lembre-se de que a preparação de um plano de negócio não é uma tarefa fácil, pois exige persistência, comprometimento, pesquisa, trabalho duro e muita criatividade. Elaborando pessoalmente o seu plano, você tem a oportunidade de preparar o documento sob medida, baseado em informações que você mesmo levantou e nas quais pode depositar mais confiança. Quanto mais você conhecer sobre o mercado e sobre o ramo que pretende atuar, mais bem feito será seu plano.
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Esta é uma das etapas mais importantes da elaboração do seu plano de negócios. Afinal, sem clientes não há negócios. Precisamos levantar quais são os potenciais compradores do produto e/ou serviço. Pensando nos produtos do agronegócio, algumas perguntas devem ser respondidas:
Por se tratar, em sua maioria, de commodities agrícolas padronizadas, sendo a competição devido ao preço de venda, o impacto dos demais produtores do mesmo produto neste mercado é bastante restrito. Devemos pensar em produtos concorrentes para que o plano de negócios esteja alinhado:
O mercado fornecedor compreende todas as pessoas e empresas que irão fornecer as matérias-primas e equipamentos utilizados para a fabricação ou venda de bens e serviços.
Uma das partes importantes do plano de negócios, inclui estudar as possibilidades de fornecedores, levantando quem serão seus fornecedores de equipamentos, ferramentas, móveis, utensílios, matérias-primas, embalagens, mercadorias e serviços. É muito importante levantarmos quais serão os possíveis fornecedores de insumos e serviços para a empresa, pois desta forma conseguimos identificar qual estrutura de mercado está vigente e, portanto, se há concentração de fornecedores.
Planeje como irá buscar informações sobre o mercado consumidor, concorrente e fornecedor. Crie uma agenda de trabalho, conhecer o mercado é uma das tarefas mais importantes para a elaboração do plano de negócio.
No plano de negócios, devemos descrever os produtos que serão vendidos ou os serviços que serão prestados. Informe quais as linhas de produtos, especificando detalhes como tamanho, modelo, cor, embalagem, apresentação, marca, etc. Se necessário, fotografe os produtos e coloque as fotos como documentação de apoio ao final do seu plano de negócio. Para empresas de serviço, informe quais serviços serão prestados, suas características e as garantias oferecidas.
Lembre-se de que a qualidade do produto é aquela que o consumidor enxerga. Quando decidir melhorar um produto ou um serviço, pense sempre sob o ponto de vista do cliente.
No caso do Agronegócio, onde trabalhamos com commodities, a definição do preço se dá pelo mercado. Precisamos fazer uma pesquisa para estabelecermos um preço possível de venda. Este valor será usado nas análises financeiras de viabilidade do negócio.
A estrutura de comercialização, é uma parte importante do seu plano de negócios e diz respeito aos canais de distribuição, isto é, como seus produtos e/ou serviços chegarão até os seus clientes. A empresa pode adotar uma série de canais para isso, como: vendedores internos e externos, representantes, etc.
O produto que estamos comercializando nos permite uso de estratégias de comercialização? Quais? Faremos usos destas estratégias? Quais vantagens esperamos com estas estratégias de comercialização?
Neste momento, você deve identificar a melhor localização para a instalação de seu negócio e justificar os motivos da escolha do local. A definição do ponto está diretamente relacionada com o ramo de atividades.
Definição de onde ficarão cada setor da empresa e a necessidade de pessoal para execução das tarefas, faz parte do plano de negócios. Traduzindo, é a definição dentro do mapa da fazenda, onde será o setor produtivo, onde ficarão as lavouras, as instalações, galpão de máquinas etc. O ideal é contratar um profissional qualificado para apoiar nessa tarefa.
É importante estimar a capacidade instalada da empresa. Isto é, o quanto pode ser produzido ou quantos clientes podem ser atendidos com a estrutura existente. Com isso, é possível diminuir a ociosidade e o desperdício.
Dentro do plano de negócios, esse é o momento de registrar como a empresa irá funcionar. Você deve pensar em como serão feitas as várias atividades, descrevendo etapa por etapa, como será a fabricação dos produtos, a venda de mercadorias, a prestação dos serviços e, até mesmo, as rotinas administrativas. Identifique quais trabalhos serão realizados, quem serão os responsáveis, assim como os materiais e equipamentos necessários.
Após a descrição de todas as tarefas, faça a projeção do pessoal necessário para o funcionamento do negócio. Esse item inclui o(s) sócio(s), os familiares (se for o caso) e as pessoas a serem contratadas. Nesta hora é interessante fazer o levantamento do valor da folha de pagamento. Não podemos esquecer dos encargos incidentes.
Para que o plano de negócios seja altamente eficaz, nessa etapa, determinaremos o total de recursos a serem investidos para que a empresa comece a funcionar, assim como, quais os resultados esperados de acordo com as definições feitas anteriormente.
Levantar todos os bens que a empresa precisa para funcionar de forma adequada: terra, máquinas, móveis, equipamentos, veículos, maquinários, ferramentas. Após saber as quantidades necessárias, precisamos levantar os preços de cada um e no seu conjunto o valor total a ser desembolsado em investimento.
O capital de giro é o montante de recursos necessários para o funcionamento normal da empresa, compreendendo a compra de matérias-primas ou mercadorias, financiamento das vendas e o pagamento das despesas. Resumindo: é colocar valor nas operações diárias e estoque necessários.
Compreendem os gastos realizados antes do início das atividades da empresa, isto é, antes que ela abra as portas e comece a vender/produzir. São exemplos de investimentos pré-operacionais: despesas com reforma (pintura, instalação elétrica, troca de piso, etc.) ou mesmo as taxas de registro da empresa.
Agora que já estimamos os valores para investimentos fixos, financeiros e pré-operacionais do seu plano de negócios, é o momento de conhecer o total a ser investido no negócio.
É o somatório de investimentos + capital de giro + pré-operacionais.
Uma forma de estimar o quanto a empresa irá faturar por mês é multiplicar a quantidade de produtos a serem oferecidos pelo seu preço de venda (estabelecido no plano de marketing), que deve ser baseado em informações de mercado.
Aqui, será calculado o custo com materiais, serviços, insumos e depreciação para cada unidade produzida. Essa informação é importante para a gestão do negócio.
Após a finalização do seu plano de negócio devemos simular valores e situações diversas para a empresa. Devemos construir cenários onde o negócio obtenha resultados pessimistas (queda nas vendas e/ou aumento dos custos) ou otimistas (crescimento do faturamento e diminuição nas despesas). A partir daí, pensaremos em ações para evitar e nos prevenir frente às adversidades, ou então para potencializar situações favoráveis. Faremos quantas simulações julgarmos necessárias.
Aplicando a matriz SOWT levantaremos pontos fortes e pontos fracos interna e externamente identificando pontos que merecem mais atenção e ações para correção e pontos que são fortalezas do negócio. Por fim, devemos avaliar cada uma das informações e lembrarmos de que o plano de negócio tem por objetivo nos ajudar a responder à pergunta: “Vale a pena abrir, manter ou ampliar o meu negócio?”. Saiba que o mundo e o mercado estão sujeitos a mudanças; a cada dia surgem novas oportunidades e ameaças. Assim sendo, devemos adaptar o planejamento às novas realidades. É por este motivo que um plano de negócio é “feito a lápis”, para que possa ser corrigido, alterado e ajustado. Devemos refazer o plano de tempos em tempos.
Pensando nisso, o Rehagro desenvolveu a Graduação em Gestão do Agronegócio onde são abordados temas como Plano de negócios, Fluxo Financeiro, Gente e Gestão, Fundamentos do Marketing e mais Ferramentas Gerenciais utilizadas no Agronegócio.
Se você deseja ter acesso a esses conteúdos e muito mais, venha conhecer a graduação!
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]]>O post Gestão Financeira com foco na melhoria de resultados de fazendas de leite apareceu primeiro em Rehagro Blog.
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Em setembro de 2019, fizemos a transmissão de um Webinar Leite sobre gestão financeira com foco na melhoria de resultados de fazendas de leite. O palestrante foi Vitor Barros, Médico Veterinário e Coordenador do Núcleo Gestão Leite do Rehagro.
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]]>O post Estratégias para reduzir a alta rotatividade de pessoas nas fazendas apareceu primeiro em Rehagro Blog.
]]>* Principais problemas enfrentados na gestão das empresas;
* Estratégias para reduzir a alta rotatividade de pessoas nas fazendas produtoras de leite;
* Como atuar para manter os colaboradores engajados e muito mais.
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]]>O post Aprenda a tomar decisões estratégicas na gestão do agronegócio apareceu primeiro em Rehagro Blog.
]]>O gestor deve levar em conta ao tomar uma decisão: os objetivos da organização; critérios de racionalidade; raciocínio; valores, crenças e recursos; informações.
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Podemos considerar dois tipos de decisões: as programadas e as não programadas.
São as decisões que se repetem; soluções da organização para situações de rotina. Elas resolvem problemas que já foram enfrentados outras vezes e que sempre surgem da mesma maneira. Nesses casos, não é necessário fazer diagnóstico, criar alternativas, e escolher um novo curso de ação.
São pensadas para resolver problemas que os mecanismos padronizados não dão conta de solucionar. São situações novas, que surgem pela primeira vez, e que necessitam de ideias diferentes e novos modelos de resolução. É nessas horas que o gestor deve fazer uma ampla análise – entendendo o que é o problema em questão para poder solucioná-lo.
As decisões únicas ou não programadas, normalmente, referem-se a questões de grande vulto e que possuem consequências econômicas de impacto.
O processo de tomada de decisões será sempre passível de erros. O objetivo das técnicas é estruturar o processo decisório, ajudando a eliminar a improvisação e aumentar a certeza na tomada de decisões. Quando o gestor tem um processo estruturado para resolução de problemas, ele consegue assegurar uma decisão lógica, que seja coerente com o problema e que diminua a probabilidade dos erros.
Simon (1977) apud Freitas et al. (1997) propõe um modelo dividido em três grandes fases com uma constante retroalimentação ou feedback, são elas:
O processo administrativo abrange quatro tipos principais de decisões, também chamados de processos ou funções: planejamento, organização, execução e controle.
O planejamento pode ser entendido como sendo a determinação dos objetivos a serem atingidos e dos meios pelos quais seria possível alcançá-los. É a ponte que serve de elo entre o estágio onde estamos e o estágio para onde vamos.
Após o estabelecimento dos objetivos e diretrizes, o próximo passo será a execução. Afinal, não basta apenas planejar, é necessária uma adequada implantação. Para Bateman e Snell (1998, p. 136), “Muitos planos bons são condenados ao fracasso por não serem implementados corretamente”.
A execução é a fase onde os gestores buscam concretizar o que foi planejado, de forma a atingir as metas e/ou objetivos anteriormente estabelecidos.
Controlar constitui-se na última, mas essencial, etapa do processo de gestão. O papel desempenhado pela função de controle na gestão organizacional é verificar se o que foi planejado está sendo obedecido, por meio de comparações entre a situação real versus a prevista.
Nesta perspectiva, no intuito de que as ações realizadas conduzam a empresa aos resultados desejados, torna-se necessário um acompanhamento que possa permitir uma visualização do desempenho presente, com vistas a uma comparação com os objetivos previamente estabelecidos no plano e, em casos em que tais ações não estejam no caminho esperado, possam ser definidos ajustes a serem implementados.
Dada a devida importância da gestão no agronegócio, tomar boas decisões é imprescindível. Busque conhecimento com quem entende do assunto.
Com foco na empregabilidade e no desenvolvimento pessoal do aluno, o curso de Graduação em Gestão do Agronegócio irá te preparar para se tornar o gestor mais procurado pelas empresas do agronegócio: aquele capaz de tomar decisões estratégicas dentro do agronegócio.
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]]>O post 6 etapas para um plano de negócios eficaz apareceu primeiro em Rehagro Blog.
]]>Nesse e-book, você encontrará informações sobre:
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]]>O post Gestão de pessoas em fazendas: você está fazendo do jeito certo? apareceu primeiro em Rehagro Blog.
]]>Ao longo da história da humanidade, o trabalho e a educação têm desempenhado juntos, quatro funções na vida das pessoas:
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Muitas mudanças centradas no indivíduo vêm ocorrendo em nossos dias dentro das empresas, sejam elas empresas rurais ou não.
A nossa empresa é tão boa quanto os nossos funcionários. Nossos colaboradores são tão bons quanto o nosso gerenciamento. Então, podemos pensar que a diferença das empresas está nos processos e estes são realizados por pessoas.
A diferença das pessoas está na maneira de gerenciar. No entanto, o discurso é muito diferente da prática. Estudos em empresas nacionais demonstram que os principais problemas enfrentados na gestão de pessoas estão relacionados com a comunicação, relações humanas, delegação e liderança. Sendo que a somatória destes representa 55% dos problemas.
Isto confirma a importância de trabalhar os recursos humanos da nossa empresa. A necessidade de conhecimento que envolvem aspectos do relacionamento humano é praticamente uma constante, independentemente do nível hierárquico na empresa.
Com base nestes conhecimentos pode-se desenvolver e evoluir habilidades e competências para gestão de pessoas dentro do negócio. Entendemos que não somente os conceitos e conhecimentos técnicos são responsáveis para o sucesso do negócio e sustentabilidade. Precisamos, também, entender de gente.
Estes conhecimentos que envolvem os recursos humanos da empresa compõem a base da gestão de pessoas e podem ser agrupados em áreas como autoconhecimento, perfil pessoal e comportamental, habilidades de comunicação, competências de liderança, planejamento e ferramentas gerenciais, habilidades certas nos cargos certos e desenvolvimento interpessoal.
Atualmente, qualquer tarefa que se pense, necessita de pessoas qualificadas nos aspectos pessoais e profissionais, buscando uma relação respeitosa e madura entre todos os envolvidos no sistema de produção.
O autoconhecimento consiste em entender como as experiências que vivemos podem influenciar nossa forma de pensar e agir. Trabalha e desenvolve a inteligência emocional, nossa capacidade de gerenciar e administrar nossas emoções, ter autocontrole, por exemplo.
As pessoas são diferentes, pensam diferentes. Conhecer, analisar e identificar o perfil pessoal e comportamental de si mesmo assim como da equipe de trabalho é outra área de extrema importância para saber como lidar com as pessoas. Estamos falando em desenvolver habilidades de liderança, características essenciais de gestores de sucesso. Desenvolver nossa comunicação e relacionamento interpessoal.
Estas habilidades e competências estão associadas ao planejamento e utilização de ferramentas de gestão. Analisar o cenário externo no ambiente econômico, político e legal, tecnológico, sociocultural, natural e demográfico sob a ótica otimista, pessimista e provável, ajuda a nortear o caminho da propriedade.
Outra análise importante ocorre dentro da empresa, é a análise interna. Nesta análise devemos considerar os pontos fortes e fracos, as oportunidades e ameaças. Ainda podemos avaliar novas empresas do mercado e produtos substitutos, o poder de barganha com fornecedores e clientes, e a rivalidade de concorrentes.
Após este levantamento teremos uma decisão embasada, de maneira consistente, para definirmos o objetivo da empresa. Então, é somente com a definição do objetivo que podemos traçar metas para alcançá-lo. Mas, para atingirmos as metas precisamos ter um plano de ação.
O Plano de ação é desenvolvido com a ferramenta conhecida como 3Q1POC, que permite alcançarmos resultados planejados. É uma sigla representada por 6 caracteres fundamentais para o processo de planejamento e permite maiores chances de cumprimento das ações, define as responsabilidades, monitora as atividades previstas e realizadas facilitando a visualização por parte de todos.
Outras ferramentas gerenciais de gestão são: organograma, regulamento interno, descrição de cargos e tarefas, agenda macro, checklist, anotação de anomalias e auditorias.
Já pensou estar inserido no mercado de trabalho antes mesmo de se formar?
Com foco na empregabilidade e no desenvolvimento pessoal do aluno, o curso de Graduação em Gestão do Agronegócio irá te preparar para se tornar o gestor mais procurado pelas empresas do agronegócio: aquele capaz de promover grandes resultados sem abrir mão da sustentabilidade.
Autor: Emerson Alvarenga, Médico Veterinário | Coordenador de Gestão de Pessoas – Rehagro
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]]>Perguntas como estas merecem reflexões profundas sobre a maneira de conduzir a empresa. A evolução dos modelos de gestão dentro das fazendas, principalmente no que diz respeito aos recursos humanos, pode ser considerada um fator extremamente importante para um futuro promissor no agronegócio.
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Podemos afirmar que a relevância das pessoas para o sucesso do negócio é muito maior do que muitos possam imaginar e que a qualificação dessas pessoas deve ser o foco de todas as propriedades / empresas rurais que realmente almejam permanecer num mercado cada dia mais competitivo.
Os processos e resultados dos diversos sistemas de produção são realizados por pessoas. Por mais tecnificada que seja a propriedade, sempre haverá uma pessoa na condução da atividade. São os recursos humanos, pessoas necessárias para fazer com que as coisas aconteçam. Elas são responsáveis por tarefas como alimentar os animais, manejar o gado, inseminar, plantar, colher, anotar, registrar, entre outras. As pessoas são fundamentais para a existência e sucesso da empresa.
São elas que garantem a qualidade e excelência dos produtos e serviços. Então, as propriedades são constituídas de pessoas e dependem delas para atingir objetivos, superar metas e executar planos de ação. Por outro lado, as pessoas veem nas empresas o meio pelo qual podem alcançar vários objetivos pessoais e realizações.
Contudo, praticamente em todas as regiões do Brasil, não é raro, ouvirmos queixas sobre mão de obra. Expressões no dia a dia como as citadas abaixo são comumente ditas:
Estas reclamações devem nos fazer pensar o quanto precisamos urgentemente avaliar nossa maneira de lidar e gerenciar as pessoas, assim como capacitar os recursos humanos da propriedade.
Pessoas e empresas rurais embora inter-relacionadas vivem em compartimentos separados. Conduzir um negócio sem pensar nas pessoas, considerando a essência humana básica como seus valores, necessidades, sentimentos e emoções, história de vida, formação pessoal e profissional, é no mínimo incoerente.
Desta maneira, considerar as pessoas como recursos e cuidar para sua manutenção, renovação e desenvolvimento é fundamental para os negócios.
Líderes que percebem isto e adotam uma postura diferenciada na maneira de conduzir e gerenciar a empresa passam a gerar resultados técnicos, financeiros e econômicos, com menor rotatividade de pessoas e maior satisfação dos membros das equipes de trabalho. Isto sim, tem um impacto decisivo na performance das atividades desenvolvidas por cada um.
Diante disso, dois pontos são importantes para o sucesso da gestão de pessoas em empresas rurais: o recrutamento e seleção de pessoas; e o treinamento destes colaboradores selecionados.
Neste item vale refletirmos sobre o quanto dedicamos no processo de admitir pessoas. Este tempo, está diretamente relacionado ao quanto de sucesso podemos ter com a vinda daquela pessoa para propriedade e para a própria vida do contratado e familiares, se for o caso.
A melhor maneira de construirmos algo com base sólida neste processo é desenvolver e ter alto nível de consciência da importância dos “cargos” existentes dentro das propriedades. Isto permite conhecer bem quais são as caraterísticas necessárias às pessoas que irão desempenhar tais tarefas.
Um bom trabalho de contratação de pessoas em propriedades rurais necessita da utilização de algumas ferramentas de gestão de pessoas. Uma destas importantes ferramentas, principalmente para o processo de seleção e contratação é a “Descrição de cargos e tarefas”.
Trata-se de um documento descrito para cada cargo da fazenda contendo as atividades, tarefas, procedimentos e funções relacionados a este. Assim, deve-se ter a descrição para o cargo de ordenhador, a descrição para o cargo de tratador, para o cargo de sanitarista, e assim por diante para todos os cargos existentes dentro de cada propriedade.
A “descrição de cargo” contém informações essenciais a serem utilizadas no momento de recrutamento de candidatos para vaga que a fazenda apresenta. Uma parte desse documento se refere ao que chamamos de “especificação do cargo” consistindo na declaração dos conhecimentos, habilidades e capacidades exigidas da pessoa para executar o trabalho.
Exemplos: saber ler e escrever, ter feito um curso de inseminação artificial, ter carteira de motorista, conhecer como funciona um equipamento de ordenha do modelo X, ter habilidades de lida com laço, peia, saber como conter e amarrar animais.
Exemplo de “descrição de cargo”
Outra parte fundamental de uma “descrição de cargo”‚ é a descrição das tarefas executadas pelo colaborador do cargo em questão. Devem estar listadas de maneira organizada e lógica, permitindo fácil entendimento e compreensão, sendo estas apresentadas de modo sequenciado.
O momento de recrutar ou levantar os possíveis candidatos para a vaga na fazenda dever ser entendido como um dos principais responsáveis pelos problemas de mão de obra das fazendas. Pois, nesta hora podemos detectar candidatos que sabidamente não estão dentro das necessidades especificadas na descrição do cargo envolvido.
Assim, estes candidatos não deveriam ser admitidos, diminuindo o desperdício de tempo, dinheiro, motivação, e contribuindo para um maior sucesso na fazenda.
Importante destacar que podemos fazer este recrutamento interno, procurando dentro da propriedade pessoas que gostariam de trabalhar numa função ou cargo diferente daquele que estão desempenhando atualmente. O simples fato de trocar pessoas de lugar dentro da propriedade pode ser produtivo e motivador para todos, dando a oportunidade de crescimento para aqueles que estão dentro do quadro de colaboradores.
A análise e avaliação das especificações do cargo com as expectativas e perfil do futuro colaborador da fazenda visa colocar as pessoas certas nos lugares certos, respeitando os “gostos pessoais”, as habilidades e competências individuais. Colocar uma pessoa que gostaria de trabalhar na ordenha, no cargo de tratador pode ser uma fonte de frustração, gerando piora na qualidade do serviço, baixo desempenho, falta de motivação, e contrariedade.
No processo de seleção desses candidatos precisamos estar preparados para entrevistar essas pessoas, conversar com elas sobre suas vidas pessoais, seus gostos pessoais, sua experiência profissional, suas referências de empregos anteriores para sabermos dos seus antigos empregadores como era aquele indivíduo como colaborador; explicar para eles o que se espera deles e como são desenvolvidos os trabalhos dentro da propriedade.
Ainda neste processo de pessoas dentro de propriedades rurais é preciso ter consciência da possibilidade de dispensar candidatos, perceber a não adequação as necessidades do cargo da fazenda, chegando ao ponto de não selecionar nenhum candidato, até encontrar alguém adequado, com o perfil desejado.
Claro que em alguns momentos podemos admitir uma pessoa provisoriamente ou alocar um colaborador interno até encontrarmos outra pessoa mais adequada a nossa necessidade. O importante é que não nos acomodemos nessa posição, correndo o risco de estarmos sempre com pessoas não adequadas aos cargos e desempenhando funções que não representam suas habilidades e interesses.
Devido à importância das pessoas para realização dos processos nas propriedades rurais, pergunto a você:
Alguns líderes, já bem intencionados e com visão de futuro, já investem nas pessoas, treinam e qualificam. É preciso dizer que é realmente isso que queremos e vamos fazer. Mas, não podemos esquecer que esses líderes devem se incluir e investir no próprio desenvolvimento interpessoal e humano.
Treinamento da equipe de trabalho da empresa rural – essencial para o sucesso do negócio
Embora a maioria dos produtores ainda não invista em treinamentos e cursos para seus colaboradores, é crescente o número de líderes que conscientizam e mudam o modelo de gestão que trabalham, destacando importância para o desenvolvimento de pessoas dentro de suas propriedades.
Esses sabem que para conseguir mão de obra qualificada, que proporcione aumento de produtividade, necessitam investir nas pessoas, seja na propriedade ou em instituições. Há ainda muitos produtores que tem consciência da necessidade e importância da própria capacitação e que esta tem que ser constante.
O investimento de tempo e recursos financeiros na capacitação e treinamento de pessoas dentro das fazendas deve ser conduzindo com planejamento e serenidade. Vale lembrar que esses investimentos serão tão mais proveitosos quanto mais voltados para as pessoas certas nos lugares certos.
Algumas dificuldades podem aparecer quando se investe na capacitação das pessoas e seria importante ressaltá-las:
Uma boa estratégia é começar pela capacitação do líder. Buscar conhecimento técnico na pecuária, além de preparação em conceitos de liderança pode ser uma boa medida.
A melhor maneira de vencer isso é uma transformação na cultura da empresa. Não pare de investir em capacitação nunca. Faça isso formalmente, contratando treinamentos e consultorias capazes de trazer conhecimentos novos, mas também faça isso informalmente, através da difusão do conhecimento em suas atitudes do dia a dia. Treine sua equipe todos os dias.
O convite para que “corram o risco” de investir nas pessoas é fundamentado, viável, plausível e, acima de tudo, necessário para o alcance de todos os ganhos que o produtor tanto almeja e espera de sua atividade.
Pensando nisso, o Rehagro desenvolveu o Curso Gestão de Pessoas e Equipes, onde são abordados temas como Comunicação e Feedback, Liderança e Desenvolvimento de Equipe, Gestão Responsável e as principais Ferramentas Gerenciais utilizadas no Agronegócio.
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Autor: Emerson Alvarenga / Médico Veterinário, Coordenador e facilitador de Gestão de Pessoas – Rehagro
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