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Sendo assim ressalta-se a importância de um suprimento adequado desse nutriente, principalmente pela sua influência no pagamento da florada, que interfere diretamente na produção do cafeeiro.
Florada da Lavoura – Cultivar Topázio. (Foto: Diego Baquião)
Esse nutriente não se movimenta pelo floema, devido a essa imobilidade, sua aplicação via foliar apresenta baixa eficiência, por isso é indispensável a aplicação de boro via solo, quando houver demanda.
Sendo assim, a aplicação de boro via foliar deve funcionar apenas como um complemento da aplicação via solo, pois se utilizada em substituição pode resultar em deficiência desse nutriente.
Os sintomas de deficiência de boro ocorrem primeiramente nos órgãos mais novos e em regiões em crescimento. As folhas mais novas apresentam redução de tamanho e deformação, menor desenvolvimento das raízes, seca e morte das gemas apicais e menor pegamento da florada.
Deficiência de boro (Foto: Luiz Paulo Oliveira)
Na literatura recomenda-se aplicação de boro quando teores abaixo de 0,6 mg/dm³ no solo, entretanto, muitos técnicos têm optado por aplicar boro quando este apresentar teor abaixo de 1,0 mg/dm³ no solo.
Em relação a fonte de aplicação pode-se optar por ácido bórico ou ulexita, considerando que o ácido bórico (H3BO3) é uma fonte solúvel em água e além de resultar em uma alta disponibilidade inicial, são extremamente suscetíveis à lixiviação.
Já no caso da ulexita, que é um borato de sódio e cálcio, sua solubilidade depende diretamente da proporção de entre sódio e cálcio, dessa forma, o boro é liberado mais lentamente, de acordo com a granulometria.
Além disto, deve-se ter atenção com relação ao tipo do solo, uma vez que solos de textura argilosa apresentam maior capacidade de retenção do boro, quando comparado a solos de textura arenosa, em que situações de elevada irrigação ou precipitação, pode acarretar em lixiviação deste nutriente.
Estar de acordo com as novas técnicas de mercado é de suma importância para quem deseja produzir cafés com excelência.
Desde a implantação da lavoura, gestão de equipe na fazenda, manejos como a fertilidade e proteção, ou mesmo as fases finais de colheita e pós-colheita, é preciso ter domínio e segurança, caso queira obter sucesso.
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]]>De maneira geral as plantas de café absorvem quatro vezes mais cálcio em relação ao magnésio. Esse nutriente apresenta papel importante como componente estrutural da clorofila e ativação enzimática, participando assim, de vários processos vitais no metabolismo das plantas, como fotossíntese, respiração, síntese de carboidratos e outros.

Folhas de cafeeiro com sintomas de deficiência de magnésio
Padrões referenciais médios para avaliação de resultados de análise de solo na cultura do café
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Atualmente alguns consultores e produtores trabalham para deixar o teor de Magnésio no solo acima de 1,5 Cmol/dm³, visto as altas produtividades alcançadas ocasionando em maior extração no solo.
Padrões referenciais médios para avaliação de resultados de análise de folha na cultura do café
Atualmente um dos fatores que mais ocasionam deficiência deste nutriente nas plantas é o alto teor de potássio no solo.
Em muitos casos a utilização de adubação com Potássio nas lavouras tem sido exagerada somando-se com a falta de fornecimento de Magnésio. No solo uma boa relação Ca:Mg:K seria 9:3:1 ou 25:5:1 o que na maioria dos casos não ocorre.

Deve-se tomar muito cuidado pois neste caso a lavoura apresenta agravamento nos sintomas das doenças que dificilmente são controladas por fungicidas.
Por ser um nutriente móvel, a deficiência de magnésio ocorre inicialmente nas folhas velhas, com clorose entre as nervuras, devido à redução no teor de clorofila.

O fornecimento do magnésio é feito normalmente por calcário com maiores teores de magnésio. Salientando a importância de se suprir a demanda de Mg via calcário, visto que, as outras fontes de Mg são mais dispendiosas quando comparado ao fornecimento pelo calcário.
Em lavouras que apresentarem deficiência desse nutriente, faz se o fornecimento por óxido de magnésio (45-54% de Mg) (Alcarde, 2007) ou por sulfato de magnésio (9% de Mg). Entretanto, esses casos são menos comuns, devido aos custos.
Além disso, alguns técnicos realizam aplicações via foliar com Mg no início e no fim do período seco, devido à dificuldade de absorção nesse período.
“Parâmetros para se trabalhar na interpretação de uma análise de solo“.
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