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]]>Dentre os métodos, temos: Coado, Hario V60, Moka (Cafeteira italiana), Aeropress, Chemex, Franch Press, Globinho e Pressca.
Nesse texto falaremos sobre os métodos de preparo: Coado, Hario V60, Moka (cafeteira italiana) e Aeropress.
O café coado surgiu na França por volta de 1780, e se popularizou na Inglaterra em 1815. No entanto, os cafés eram coados em coadores de algodão ou linho com um trançado de má qualidade, o que não deixava a bebida tão agradável. Assim, em 1908 a dona de casa alemã Melitta Bentz, inventou o primeiro filtro descartável de papel. A partir disso, o café coado em filtro de papel ou de pano ganhou espaço, sendo atualmente por sua praticidade, eficiência e qualidade, um dos métodos mais utilizados pelos brasileiros.
No preparo do café coado, o ideal é que se utilize cafés com moagem média ou fina. Em relação ao tempo de preparo, após a água ferver, demora-se cerca de 3 minutos. Esse método possui baixa dificuldade no preparo, baixo investimento e média complexidade de sabor. Dessa forma, o sabor da bebida por esse método, geralmente, é mais leve, doce e com acidez acentuada. Uma desvantagem em comparação aos outros métodos é que não há o controle em nenhuma etapa de extração, dessa forma não é possível prever a potência dos elementos presentes no café na xícara.

(Foto: site Vila café)
– Escalde o filtro com água fervente para evitar qualquer transferência de resíduos para a bebida;
– Coloque o pó no filtro, espalhando-o uniformemente, sem compactar;
– Despeje a água, antes da fervura (90ºC) ou após fervura (98ºC), em pequenas quantidades sobre o pó das beiradas para o centro do filtro, para umedecê-lo e deixe por cerca de 30 segundos. Posteriormente, despeje o restante do líquido lentamente no centro do filtro.
O Hario V60 é um método japonês similar ao café coado, onde também se utiliza um filtro de papel. No entanto, o porta filtro apresenta linhas espirais ou veios na parte interna, com isso proporciona a expansão do pó de café no momento em que a bebida é coada. Há também um grande orifício circular na parte inferior do coador permitindo que a velocidade seja controlada, além de impedir o acúmulo de resíduos na base da extração.
Dessa forma, o filtro de papel segue em um modelo diferente. Ele possui formato de cone, o que permite uma filtragem rápida, igualitária e uniforme. A moagem indicada é de média para fina e seu tempo de preparo é similar ao café coado comum. O resultado desse método é uma bebida adocicada e com sabor suave, na qual fica evidente todas as nuances do café. Dentre as poucas desvantagens do método, é o uso de filtros específicos, dessa forma, não estão disponíveis para venda em qualquer supermercado como o filtro comum.

(Foto: site Grão gourmet)
Criada em 1933 por Alfonso Bialetti, a cafeteira Moka ou Italiana é conhecida por preparar um café forte, encorpado e saboroso, tendo características de café expresso. A Moka geralmente é de metal, formada por três compartimentos: base, dispenser de pó e parte superior com filtro na base. O café por esse método pode ser preparado em menos de 4 minutos, sem o uso de filtro de papel e sem a necessidade de verter a água sobre o pó.
O recomendado é que se utilize moagem média/grossa, pois a fina pode entupir o filtro e impedir a passagem da água. Além disso, o controle do fogo nesse método é essencial, pois o metal muito quente pode ocasionar a queima do café.

(Foto: site coisas da Léia)
A Aeropress foi criada em 2005 pelo engenheiro Alan Adler, apesar de ser um método recente, encanta pela praticidade e pela variedade de possíveis receitas, podendo apresentar uma xícara intensa com características de um café expresso, ou até mesmo uma bebida suave, com acidez acentuada, lembrando o café coado. Com isso, o método permite variações de moagem, de acordo com a preferência e apresenta baixo tempo de preparo, de apenas 2 minutos. Além disso, a Aeropress também é portátil e de fácil manipulação, possui formato de cilindro e duas peças que se encaixam, formando um vácuo.
O método não dispensa a utilização de filtro, podendo ser de papel ou metálico. O filtro de papel é descartável, e pode reter alguns óleos, produzindo uma bebida mais limpa com menor amargor. Apesar de ter um preço acessível, no Brasil ainda é difícil encontrar locais de venda.
Já o filtro metálico não é descartável, podendo ser mais econômico por não necessitar de trocas de filtros. Esse tipo de filtro gera uma bebida menos limpa, por não segurar tantas partículas, com isso, uma bebida mais amarga. Havendo também dificuldades para encontrar locais de venda no Brasil.

(Foto: site cafeculturabrasil)
Existem duas maneiras de utilizar a Aeropress, pela montagem tradicional e pela montagem invertida:
Para saber outros métodos de preparo do café, confira o artigo:
“Métodos de preparo de café: Chemex, French Press, Cafeteira Globinho e Pressca”


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]]>Considerado um método sofisticado de se preparar um bom café, o Chemex, é mais utilizado por amantes da bebida que o apreciam de forma gourmet. Este método tem origem alemã, e foi se espalhando com facilidade por se tratar de uma única peça e ter um designer muito atrativo, além de ser considerado muito prático. Seu formato tende a promover uma maior conservação das propriedades intrínsecas do café, aumentando assim, a qualidade da bebida através de técnicas de infusão.
Das proporções, recomenda-se que para o preparo da bebida utilizando este método com a Chemex, seja aquecida 275 ml de água à 95 °C e 20g de café moído, em moagem média grossa. É importante lembrar, que essas proporções são sugestões que não impedem que haja alterações para agradar os gostos pessoais.
Este método tem algumas desvantagens que podem dificultar o preparo do café. Deve-se ter atenção no manuseio da cafeteira, tendo em vista que seu material pode ser facilmente quebrado.
Seu tempo de preparo pode variar de acordo com a habilidade que o preparador já possui com o equipamento, variando de 3 a 4 minutos.

(Foto: site espressomachine.com)
O método French Press, popularmente conhecido como “prensa francesa” é uma forma bem simples de se preparar um café. Como já diz o próprio nome, este método foi originado na França, em 1852, como um método que utiliza a filtragem e infusão como meio de se extrair melhor as propriedades do café.
Neste método a água fica em contato com o café o tempo todo, com isso o processo de extração tende a continuar mesmo com o êmbolo já abaixado, portanto deve-se consumir a bebida o quanto antes, para que não haja perda da qualidade do café.
As proporções irão depender muito dos gostos pessoais, uma bebida mais forte ou mais suave, cada preferência tem suas proporções, além disso, cada método de preparo tem sua moagem ideal. Uma sugestão é que para o método da prensa francesa, deve-se moer 25 gramas de café, equivalente a duas colheres de sopa, em moagem grossa, para 200ml de água à 95 °C.
As principais desvantagens deste método de preparo, são a presença de sedimentos de café ao final do preparo e a possibilidade de se fazer uma super extração do pó.
O preparo da bebida neste método é um pouco mais rápido, podendo ser servido após 2 ou 3 minutos de começar a ser feito.

(Foto: site revistaespresso.com)
Criada em meados de 1830, na Alemanha, a cafeteira Globinho, também conhecida como Sifão ou Globo, possui um formato ímpar que desperta curiosidade em quem conhece em preparar um belo café, diante de tanta elegância.
Este método traz algumas características que não são encontradas em cafeteiras convencionais. Como o próprio nome já diz, ela possui globos de vidro na parte superior e inferior, além do filtro e funil. Seu segredo está na transferência de calor a vácuo, que tende a acontecer quando a água ferve. Essa particularidade se dá naturalmente pela disposição de sua estrutura, que proporciona que a água tenha esse movimento natural dentro da cafeteria.
Para preparar um bom café utilizando a Globinho, recomenda-se que a moagem do café seja média grossa (como açúcar cristal), para evitar que o pó passe para o globo que ficará com a bebida já pronta. Tendo como proporção ideal de 20g de café para 200ml de água.
Esta cafeteria pode ser encontrada em lojas especializadas em bebida de café e tende a ter um valor de compra alto. Seu manuseio também se torna uma desvantagem, pois pode ser facilmente danificado. A pessoa que ainda não tem habilidades para manusear esta cafeteira é comum de acontecer pequenas queimaduras durante o preparo da bebida, por isso deve- se ter atenção.
O tempo de preparo neste método pode variar bastante, uma vez que pode haver interferência no controle de aquecimento da água controlando a intensidade do fogo. Normalmente este processo demora até 5 minutos para que esteja pronto a servir.

(Foto: site blog.ucoffee.com)
A cafeteira Pressca, é uma invenção nacional, que vem sendo bastante procurada no mercado, diante da facilidade em estar carregando ela, uma vez que, ela consegue preservar a temperatura do café, sendo útil para transportar para o trabalho, escola, viagens e diversos outros lugares.
Sua fácil locomoção é dada, pela simplicidade em sua estrutura, sendo composto apenas por dois copos, interno e externo, garantindo o isolamento térmico, e o êmbolo, onde fica o filtro de aço.
Esta cafeteira permite ao consumidor alternar nos tipos de moagens, proporcionando diferentes resultados dentro de um mesmo café, o que não acontece em outros métodos que normalmente já vem com recomendação de uma moagem específica.
Junto da embalagem na Pressca vem uma marcação delimitando o máximo de água que se deve adicionar, esse limite deve ser respeitado para que não haja danificação do material. Com isso, podemos variar bastante em relação a proporção de água e café que iremos fazer a bebida, de acordo com os gostos individuais. Uma recomendação é uma porção de 100ml de água quente para 10g de café.
Este método é tão simples e rápido que quase não se encontra desvantagens em comparação com outros métodos. A única particularidade desta cafeteira é que foi planejada para suprir uma pessoa, preparando quantidades quase que individuais.

(Foto: site revistaespresso.com)

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]]>O post Capim Tifton: como implantar em pastagens? apareceu primeiro em Rehagro Blog.
]]>A forrageira pode ser cultivada em solos arenosos, mistos e argilosos, devidamente corrigidos e adubados, não suportando apenas terrenos encharcados e ambientes sombreados.
Por não produzir sementes viáveis, o tifton é cultivado por meio de estruturas vegetativas, os estolões. As maneiras mais comuns de implantação da gramínea são em sulcos, em covas ou a lanço.
Recomenda-se realizar o plantio durante o período das águas (outubro a janeiro). O plantio em outras épocas é recomendado apenas em áreas irrigadas, em virtude das mudas serem muito sensíveis à falta de água e desidratarem facilmente.
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Acompanhe abaixo as etapas que englobam o plantio do tifton:
1. Escolha da área para cultivo
2. Análise química do solo
3. Correção do solo: se necessário, efetue as correções do solo – calagem, gessagem, potassagem, fosfatagem, além da adubação com outros macro e micronutrientes.
4. Preparação do solo para plantio: subsolagem, aração e gradagem. Essas operações servem para descompactar, destorroar e nivelar a área, melhorando assim as condições físicas do solo. Além disso, servem para diminuir a presença de plantas invasoras no momento da implantação da cultura.
5. Abertura dos sulcos de plantio: os sulcos de plantio podem ser abertos com o auxilio de uma enxada (pequenas áreas) ou com trator e um equipamento apropriado para abertura de sulcos. Recomenda-se que os sulcos fiquem espaçados de 0,5 a 1,0 metros, com profundidade de 10 a 15 cm.
6. Corte das mudas: as mudas de tifton, ou estolões, podem ser cortadas manualmente com uma enxada, ou com um equipamento acoplado ao trator (ceifadeira). Sempre que possível, deve-se cortar as mudas no dia do plantio. Se for necessário armazená-las, elas devem ficar sob a sombra e serem molhadas diariamente.
As mudas destinadas à formação de pastagens devem estar maduras e vigorosas, com cerca de 100 dias de idade, originadas de áreas livres de pragas, doenças e ervas.
Uma boa muda de tifton deve possuir raízes, colmos/estolões vigorosos e uma grande quantidade de gemas (Seghese, 2009). Mudas jovens, pequenas e tenras não devem ser utilizadas porque desidratam facilmente no sulco de plantio. (Moreira, 2003).
7. Distribuição das mudas: as mudas devem ser distribuídas de maneira uniforme na área de plantio. De acordo com Seghese (2009), são necessários de 4 a 5 t/ha, 3 t/ha e 2,5 t/ha de mudas, para o plantio a lanço, em covas e sulcos, respectivamente.
8. Cobertura das mudas: deve-se enterrar cerca de dois terços da muda (enterrio parcial), deixando o terço apical sem cobrir. Esta etapa pode ser realizada manualmente com o auxílio de uma enxada ou com uma grade niveladora semiaberta. As folhas e colmos que ficam para fora do solo são capazes de realizar uma pequena taxa de fotossíntese, ajudando no desenvolvimento das gemas que darão origem às novas raízes.
9. Compactação leve do solo: Esta etapa pode ser realizada com um rolo compactador ou pelo pisoteio (quando o plantio for realizado em uma área pequena), sendo importante para aumentar o contato da muda, mais especificamente das gemas que irão originar as raízes, com solo.
Quando em condições adequadas de umidade e temperatura, após cerca de 90 a 120 dias, a pastagem deve estar cobrindo cerca de 70% da área.
Neste momento, deve-se fazer o primeiro pastejo da área, passando com animais leves (ex: bezerras, novilhas), deixando que eles consumam cerca de 30% da forrageira disponível. Esta operação é importante para estimular a brotação e enraizamento do tifton.
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]]>O post Sistemas de produção de leite: veja a importância da alimentação apareceu primeiro em Rehagro Blog.
]]>Dessa forma, é muito importante definir estratégias nutricionais que permitam o oferecimento das quantidades ideais de nutrientes para os animais, permitindo que os mesmos atinjam alta performance.
Neste artigo, você verá algumas dicas sobre a importância da alimentação em sistema de produção de leite!
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Para que as vacas produzam uma determinada quantidade de leite, elas precisam de nutrientes, como: energia, proteína, fibra e minerais.
E existe alguma forma de otimizar os custos no oferecimento desses nutrientes? A resposta é sim.
O segredo para isso é oferecer exatamente o quanto elas precisam de cada nutriente, evitando desperdícios e, ao mesmo tempo, não deixando que falte nada para que elas possam atingir sua produtividade máxima.
Para isso, é fundamental conhecer dois pontos principais:
A quantidade de nutrientes que uma vaca precisa para produzir determinada quantidade de leite é o que se chama exigência nutricional. Ela depende de:
O período no qual a vaca se encontra também é um ponto de atenção. Vacas em período de transição, por exemplo, possuem uma necessidade de manejo alimentar específico.
Levando em consideração essas informações, é possível estabelecer a exigência nutricional correta para cada nutriente.
É fundamental conhecer quanto cada alimento pode fornecer de cada nutriente. Por exemplo, se a vaca precisa ingerir 3,2 kg de proteína por dia, é preciso se conhecer o teor de proteína de cada alimento a ser utilizado, para que possamos empregá-lo em quantidade suficiente.
Em alguns casos específicos, é indicado o uso de aditivos, quando há necessidade de melhoria ou refinamento nutricional do rebanho, ou parte dele.
Todo alimento tem algum teor de água em sua composição. Se retirarmos toda a água de uma amostra de 100 gramas de alimento, o peso final será a quantidade de matéria seca contida em 100 gramas.
Como a água, normalmente, é abundante e barata, quando se compra um alimento, é importante observarmos quanto de matéria seca ele tem.
Matéria seca = Peso do alimento – Peso da água contida nele
A energia está contida em todos os alimentos e é essencial para a produção animal. Quanto maior for a digestibilidade do alimento pelo animal, mais energético ele será. Por isso, uma forma de expressar a energia de um alimento é relacioná-la com sua digestibilidade.
A medida de energia chamada NDT (nutrientes digestíveis totais) é expressa em % da matéria seca (%MS) e reflete quanto do alimento pode ser digerido. Assim, se um alimento tem 90% de NDT e outro tem 60% de NDT, significa que o que tem 90% é mais digerível e, por isso, oferece mais energia disponível para o animal.
As proteínas são muito importantes porque fazem parte da estrutura do organismo (músculos, células) e são constituintes básicos dos produtos de origem animal (leite, carne). Assim, para que haja uma maior quantidade de proteína nesses produtos, maior será a exigência do animal para esse nutriente.
A unidade utilizada para medir a proteína nos alimentos é a Proteína Bruta (PB), normalmente expressa em (%MS).
A fibra é um nutriente presente nos alimentos de origem vegetal e corresponde à parede celular das plantas. A unidade utilizada é FDN, que expressa o teor total de fibra do alimento.
Os bovinos conseguem digerir a fibra dos vegetais (pasto) e produzem energia a partir dela. E lembre-se! Um nível mínimo de fibra na dieta é necessário para o funcionamento adequado do sistema digestivo dos ruminantes.
Os minerais são componentes inorgânicos que participam do metabolismo animal e, por isso, precisam ser fornecidos na dieta.
Os macrominerais são aqueles que devem estar em quantidades maiores, sendo supridos com alguns gramas por dia. Os macrominerais essenciais são: cálcio, fósforo, magnésio, sódio, enxofre, potássio e cloro.
Os microminerais também são essenciais, mas em quantidades muito baixas. Os principais microminerais essenciais são selênio, cobalto, zinco, manganês, cobre e iodo.
Agora, você já conhece os principais nutrientes e sabe como é importante conhecermos a exigência nutricional das vacas e a composição dos alimentos.
O próximo passo para ter sucesso na alimentação dos seus animais é saber como realizar a formulação de dietas para bovinos leiteiros.
Pequenas melhorias podem trazer grandes resultados na sua produção de leite. Venha saber quais são elas no Curso Online Gestão da Pecuária Leiteira.
Aprenda a planejar o quanto plantar para alimentar suas vacas, os cuidados com as suas bezerras leiteiras, como diminuir seus custos com nutrição e medicamentos, como fazer o controle do seu caixa, como colocar em prática uma rotina de ordenha que favorece a descida do leite e reduz a mastite e muito mais!

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