O post Cinética ruminal: o que é e qual a importância para o desempenho dos animais apareceu primeiro em Rehagro Blog.
]]>Logo, a cinética ruminal pode ser descrita como a curva de desaparecimento de cada fração dos alimentos, e explica a relação entre ingestão, digestão e desempenho dos animais.
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No vídeo do quadro especial do Rehagro “ Por Dentro do Ensino”, o professor Dr. Danilo Milen explica que na medida que retiramos a forragem da dieta e aumentamos os níveis de concentrado, o volume ruminal diminui, e devido esse incremento nos níveis de concentrado temos mais nutrientes por quilo da dieta.
Esse aporte de substrato aumenta a fermentação e devido a redução no volume ruminal, proporcionalmente reduzimos a motilidade do rúmen, causando a queda na taxa de passagem e o aumento da degradação.
Pensando nisto, quando adotamos estratégias para desempenho máximo, muitas vezes são caracterizadas por fornecer aos animais dietas mais desafiadoras com altos níveis de concentrado, visando maximizar a quantidade de matéria seca dentro do rúmen e por isso, precisam de cuidados redobrados para não causar nenhum distúrbio digestivo.
É importante desenvolver o rúmen e a microbiota dos bezerros, pois quando esses forem submetidos a dietas com alto potencial fermentativo tenham papilas ruminais com capacidade de retirar os ácidos do rúmen rapidamente.
A motilidade ruminal. Logo, quanto menores os níveis de MS, maior será o estímulo que a parede ruminal faz, quanto maiores os níveis de MS menor será o estímulo, veja nas imagens abaixo.

Fonte: Professor Dr. Danilo Millen
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]]>O post Análise do líquido ruminal: quais os parâmetros para avaliação apareceu primeiro em Rehagro Blog.
]]>Existe uma relação de simbiose de muitas vantagens para ambos: o animal fornece à microbiota substratos e ambiente ideal para o crescimento, enquanto os microrganismos fornecem aos hospedeiros ácidos graxos voláteis, proteína microbiana e vitaminas.
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A maioria dos transtornos metabólicos causa alterações iniciais detectáveis, primeiramente e também principalmente, no líquido ruminal.
A análise do líquido ruminal pode ser realizada mediante provas e equipamentos muito simples e baratos. A coleta de líquido ruminal pode ser feita por sonda esofagiana. Como na coleta pode haver contaminação da amostra com saliva, recomenda-se que os primeiros 200 mL sejam desprezados.
A avaliação do líquido ruminal, além de auxiliar na detecção de anomalias digestivas provocadas pela dieta ou patologias, pode ser utilizada como ferramenta importante de prevenção de doenças metabólicas, assim como no tratamento de diferentes doenças digestivas, através da substituição da flora, por transfaunação (transferência de suco de rúmen de um animal são para o doente), utilizando de 5 a 9 litros de um doador.
Realizada através da sonda esofágica com bomba de via dupla ou que tenha capacidade de conexão na máquina de ordenha, de modelo longo (2 ou 3 metros), que alcance preferencialmente até o suco ruminal ventral.
São necessários até 500 mL de fluido para a realização das provas laboratoriais, que deve ser processado em até 8 horas após a coleta, quando acondicionados a temperaturas entre 20 a 22º C. Se as amostras forem mantidas sob refrigeração entre 1 e 4ºC, deve-se examiná-las no máximo em 24 horas. O ideal é realizar as provas logo após a coleta, evitando-se assim alterações bioquímicas indesejáveis.
Transferência de suco de rúmen utilizando a sonda esofágica.
A hora da coleta influencia no resultado, por isso depende da variável que se quer estudar. Em animais sem sinais clínicos, o ideal é que a coleta seja realizada de 3 a 5 horas depois da alimentação.
Suco de rúmen coletado.
A cor depende até certo ponto do alimento ingerido pelo animal, variando do verde oliva ao verde amarronzado, até o verde acinzentado.
Em bovinos a pasto ou que recebam feno de boa qualidade, a cor é verde escura. Quando a alimentação básica do animal é silagem ou palha (alimento seco), a cor é amarela acastanhada.
Se o animal ingeriu muitos grãos e concentrados, a cor pode ficar do branco leitoso à acinzentada.
Já nos casos de estase ruminal (fluxo digestivo parado) prolongada, é esverdeada e enegrecida, devido à putrefação.
É ligeiramente viscosa, com conteúdo aquoso. O excesso de espuma está associado ao timpanismo espumoso, como, por exemplo, no timpanismo primário ou na indigestão vagal.
É aromático e forte, mas não é repugnante. Odor de mofo ou podre em geral indica putrefação de proteína. Um cheiro desagradável intenso é indício de formação excessiva de ácido lático decorrente de sobrecarga por carboidratos ou grãos. Quando inodoro também está alterado, indicando suco ruminal inativo.
Pode ser obtido usando kits de tiras ou fitas para avaliação de pH. Varia de acordo com o tipo de alimento e o tempo da última refeição e a obtenção de uma amostra. O pH normal varia de 6,2 a 7,2.
Detecta-se pH alto (8,0 a 10,0) na putrefação de proteína ou se a amostra estiver misturada com saliva. Já um pH baixo (4,0 a 5,0) é encontrado após consumo de carboidrato. Em geral, um pH abaixo de 5,0 indica sobrecarga por grãos e acidose lática.
Consiste em deixar em repouso uma parte da amostra do conteúdo e medir o tempo em que aparecem os eventos de sedimentação e flutuação.
O tempo normal esperado é de 4 a 8 minutos. Modificações neste tempo podem estar relacionadas a anormalidades como a ausência de flutuação decorrente de acidose.
Adicionam-se 0,5 mL de azul de metileno solução 0,03% em uma amostra de 10 mL do líquido ruminal. Mede-se o tempo transcorrido desde a adição do mesmo dentro do colorante até sua completa degradação dentro da amostra. Com a microflora normal, este tempo fica entre 3 e 6 minutos.
Nos casos de indigestão simples, é maior do que 8 minutos, podendo ficar acima de 30 minutos nos casos de acidose aguda.
As características mais importantes a serem avaliadas são a densidade de população e a intensidade de movimentos destes microrganismos. Por seu tamanho, podem ser observados a olho nu em uma amostra recém-coletada.
A observação poderá ser feita de forma direta em um tubo de vidro ou em uma gota de líquido em uma lâmina com lamínula sob o microscópio óptico com o aumento de 100 vezes.
Microrganismos do rúmen.
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]]>O post Siistema digestivo dos bovinos: conheça a anatomia e fisiologia apareceu primeiro em Rehagro Blog.
]]>Pela presença dos pré-estômagos, os bovinos, assim como a cabra, a ovelha, o búfalo, o camelo e os cervídeos, são classificados como poligástricos ou ruminantes, animais que têm capacidade de ruminar, consistindo na regurgitação dos alimentos ingeridos, na remastigação e em nova deglutição.
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A língua é o principal órgão prensor, conduzindo o alimento até a boca. Ruminantes não têm dentes caninos nem incisivos superiores. A função antagonista dos incisivos inferiores se realiza pela lâmina dental constituída de tecido conjuntivo fibroso, recoberto por epitélio intensamente cornificado. A fórmula de dentição permanente de ruminantes é 2(I 0/4, C 0/0, P 3/3, M 3/3), quer dizer, 32 dentes.
A eficácia da mastigação é uma condição prévia vital para a digestão em ruminantes porque reduz o material vegetal a partículas de tamanho pequeno, que permite o ataque de microrganismos do rúmen aos carboidratos estruturais.
Os bovinos pastejam durante longos períodos de tempo, mastigam inicialmente de forma breve, ainda dispõem de amplos períodos de ruminação para reduzir as partículas de alimentos de forma a favorecer o ataque microbiano.
Os ruminantes jovens dispõem de uma dentição caduca que na maioria dos casos emerge antes do nascimento. A fórmula de dentição caduca de ruminantes é 2 (I 0/4, C 0/0, P 3/3), ou seja, 20 dentes.
A função primária do trato digestivo é o de converter alimentos em componentes químicos capazes de serem absorvidos para a corrente sanguínea, para o uso como nutrientes para uma variedade de necessidades como manutenção corporal, crescimento, engorda, produção de leite e reprodução.
O estômago de ruminantes tem quatro compartimentos: o rúmen, retículo, omaso e abomaso. Coletivamente, estes órgãos ocupam quase 3/4 da cavidade abdominal, enchendo virtualmente todo o lado esquerdo e estendendo significativamente ao lado direito.
O retículo relaciona-se com o diafragma e é unido ao rúmen por uma dobra de tecido. O rúmen, o maior dos pré-estômagos, é propriamente saculado por colunas musculares que são chamadas saco dorsal, ventral, caudodorsal e caudoventral.
Em muitos aspectos, o retículo pode ser considerado uma bolsa cranioventral do rúmen; a digesta flui livremente entre estes dois órgãos. O retículo é conectado ao esférico omaso por um túnel pequeno, o orifício retículo-omasal. O abomaso é o estômago glandular ou verdadeiro do ruminante.
O interior do rúmen, retículo e omaso é exclusivamente coberto com epitélio estratificado escamoso, semelhante ao que é observado no esôfago.
Cada um destes órgãos tem estrutura mucosa muito distinta, embora dentro de cada órgão, alguma variação regional em morfologia possa ser observada. A superfície interior do rúmen forma numerosas papilas que variam em forma e tamanho, desde pequenas e pontiagudas a longas e folhadas.
O epitélio reticular é lançado em dobras que formam camadas poligonais que dão ao retículo, uma aparência de colmeia. Dentro do omaso ocorrem dobras longitudinais largas que lembram as páginas de um livro (um termo comumente utilizado para o omaso é livro). As pregas omasais são acumuladas com ingesta finamente moída e representam aproximadamente um terço da área de superfície total dos pré-estômagos. Epitélio estratificado, escamoso como achado no rúmen não é normalmente considerado um tipo de epitélio absortivo.
Papilas ruminais são muito ricamente vascularizadas e os ácidos graxos voláteis abundantes produzidos por fermentação são prontamente absorvidos através do epitélio. Sangue venoso dos pré-estômagos, como também do abomaso, leva estes nutrientes absorvidos até a veia porta. Ultrapassando estes compartimentos, a digesta chega ao intestino delgado e ao intestino grosso.
O rúmen é o maior dos quatro pré-estômagos. Localiza e preenche quase todo o lado esquerdo da cavidade abdominal. Ele é dividido em quatro áreas ou sacos por estruturas musculares chamadas de pilares ruminais. Há um saco dorsal, um ventral e dois sacos posteriores. Os pilares movem o bolo alimentar pelo rúmen em sentido rotatório, misturando o conteúdo sólido com o conteúdo líquido.
O órgão movimenta-se continuamente, a um ritmo de um a três movimentos por minuto, proporcionando uma divisão física (conhecida pelo nome de estratificação da digesta) e mistura das forragens e outras partículas ingeridas aos líquidos.
Quando completamente desenvolvido, apresenta vilosidades na face interna de sua parede, chamadas papilas ruminais. Estas papilas variam em número e tamanho em função do tipo de alimento fornecido. Quando bovinos são alimentados com dietas ricas em alimentos concentrados, o número e o tamanho das papilas ficam maiores para facilitar a absorção da grande quantidade de ácidos orgânicos produzidos durante a fermentação dos carboidratos.
O rúmen funciona como um combinado de reservatório e câmara fermentativa dos alimentos ingeridos. Os alimentos que chegam ao rúmen pela deglutição são digeridos ou degradados por processos fermentativos realizados pelos microrganismos que vivem dentro do órgão: bactérias, protozoários e fungos.
O processo de digestão ou fermentação é garantido por enzimas produzidas por estes microrganismos, enzimas estas que não são secretadas, mas ficam aderidas a parede celular. Tanto o rúmen quanto o retículo (e também o omaso), fornecem condições ideais para a colonização e crescimento destes microrganismos, que são os maiores responsáveis pelos processos digestivos dos ruminantes.
A decomposição do conteúdo ocorre através da fermentação bacteriana, pois a saliva dos bovinos não contém enzimas digestivas e o revestimento dos pré-estômagos não têm glândulas capazes de secretar estas enzimas.
De uma maneira geral, a fermentação pelas bactérias ruminais irá ocorrer sobre cada um dos nutrientes dos alimentos.
Os carboidratos das plantas e outros alimentos (celulose, amido e açúcares) serão fermentados a ácidos graxos voláteis (os AGVs) e então absorvidos pelas papilas ruminais. As proteínas e outras fontes de nitrogênio (ureia, por exemplo) serão degradadas até amônia (NH₃), que será então utilizada para a síntese de proteína microbiana.
Os lípides/gordura serão quebrados em glicerol e ácidos graxos de cadeia longa, sendo o primeiro fermentado até AGV e o segundo hidrogenado, ou seja, as ligações duplas e triplas da cadeia de carbono são transformadas em ligações simples.
Os microrganismos do rúmen sintetizam vitaminas do Complexo B e K. Os AGV são absorvidos no rúmen, enquanto que os outros nutrientes passam para os compartimentos digestivos posteriores.
A atividade motora do rúmen e dos outros pré-estômagos é controlada pelo nervo vago (ramo dorsal, que inerva o saco dorsal do rúmen e o ramo ventral, que inerva o saco ventral do rúmen,retículo,omaso e abomaso), ligado ao sistema nervoso autônomo.
O retículo ocupa uma posição cranial e não completamente separado do rúmen. Logo, suas funções e motilidades estão muito ligadas às do rúmen. A abertura do esôfago no cárdia é comum ao retículo e ao rúmen.
As paredes internas do retículo estão revestidas por uma membrana mucosa, disposta em inúmeras pregas (em forma de favos de mel).
Os corpos estranhos ingeridos pelo bovino (arames, pregos e outros) ficam retidos nestas pregas e impedidos de passar para os demais compartimentos do aparelho digestivo posterior, com consequentes reticulites e pericardites, altamente indesejável para estes animais, que, não raramente, levam o animal à morte.
Semelhante ao rúmen, o órgão não secreta nenhuma enzima. Apresenta um movimento constante, em sintonia com o rúmen. Do retículo, o alimento passa para o rúmen (alimento ainda não totalmente degradado/fermentado) ou para o omaso (alimento fermentado) e deste, para o trato digestivo posterior (abomaso e intestinos).
O retículo é o principal órgão que participa do processo de ruminação, já que é o responsável pela contração que leva a regurgitação.
O omaso localiza-se do lado direito do retículo-rúmen, apresentado um formato esférico. Contêm em seu interior muitas lâminas musculares, que lhe conferiram o nome popular de folhoso (folhas semelhantes às de um livro). Na mucosa destas lâminas formam-se papilas, mais curtas e menos numerosas, se comparadas com as do rúmen.
Suas principais funções estão ligadas a absorção de água, de minerais, de ácidos graxos voláteis e redução de partículas alimentares.
Algumas pesquisas apontam o omaso como um órgão selecionador, ou seja, ele definiria se a digesta (alimento sendo digerido) que vem do retículo-rúmen está apta ou não para prosseguir para o abomaso. O material semi-líquido do retículo entra no omaso pelo orifício retículo-omasal.
Contrações omasais frequentes e fortes comprimem e trituram a digesta e de 60 a 70% da água é absorvida. O material de consistência mais sólida passa para o abomaso.
Corresponde ao estômago verdadeiro ou glandular dos bovinos. Possui uma mucosa mais úmida do que os outros pré-estômagos, com pregas longas e altas. Localiza-se ventralmente ao omaso, do lado direito do rúmen.
No bezerro, o abomaso cobre uma grande parte do assoalho do abdômen. A mucosa possui glândulas responsáveis por secretar o suco gástrico ou abomasal, numa velocidade que compensa, mais ou menos, a perda de líquido no omaso. O conteúdo do suco gástrico determina o pH, que pode ser de 1,5 a 3,0. Nestas condições, os microrganismos vindos do retículo-rúmen acabam morrendo.
Os principais produtos secretados pelas glândulas do abomaso são: enzimas (pepsina e pepsinogênio), hormônios (gastrina), ácidos (ácido clorídrico – HCl) e água. No bezerro, o abomaso secreta uma enzima específica para a digestão do leite, a quimosina, que coagula o colostro/leite, formando um coágulo de caseína e liberando o soro.
Os intestinos são divididos em duas porções, as quais sofrem, ainda, subdivisões:
As alças intestinais ocupam os dois terços posteriores do lado direito do abdômen. O rúmen cheio desloca as alças intestinais para a direita da linha média.
A digestão enzimática, que se iniciou no abomaso com a quimosina (bezerro) ou a pepsina (bovino adulto), é completada no intestino delgado com a participação das enzimas pancreáticas (tripsina, quimiotripsina, amilase pancreática, lipase) e de outras enzimas intestinais (lactase, maltase, sacarase, dissacaridases e outras).
Portanto, é no intestino delgado (especialmente no duodeno e jejuno) onde ocorrerá a maior parte da digestão e absorção dos nutrientes (proteínas, lipídios, minerais e vitaminas), ao passo que a maior parte dos carboidratos já foi fermentada no rúmen.
As paredes internas (mucosas) do intestino delgado são revestidas por inúmeras projeções papilares chamadas vilos ou vilosidades, que servem para aumentar a superfície de absorção destes nutrientes. A digestão enzimática desenvolve-se nas primeiras semanas de vida do bezerro, quando começa a ingerir nutrientes que exigem clivagem: dissacarídeos, amido e lipídios.
No intestino grosso, o processo de decomposição, síntese e conversão são mediadas por enzimas bacterianas. É justamente neste órgão que a maior parte da água ingerida será absorvida.
Existe no intestino grosso, uma população microbiana semelhante à do rúmen, mas bem menor em número. Estes microrganismos fermentam o pouco substrato que lá chega, da mesma forma que os do rúmen, produzindo ácidos graxos voláteis e proteínas microbianas.
Ocorre também certa digestão da celulose, pelas enzimas destes mesmos microrganismos. As vitaminas B e K, assim como no rúmen, também são sintetizadas neste órgão. Existe absorção destes nutrientes produzidos no intestino grosso, mas ela é bastante limitada.
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