O post Produção de soja e milho na safra 22/23: como ficam as margens de lucro? apareceu primeiro em Rehagro Blog.
]]>Alta no custo de produção, alta do preço dos insumos devido à guerra, inflação, alta de juros e falta de crédito, são algumas dessas incertezas. Para minimizá-las, é imprescindível direcionar o foco corretamente.
Veja as recomendações do especialista da Equipe Grãos do Rehagro, Fábio Pereira, para conquistar uma boa rentabilidade na próxima safra.
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Para a safra 22/23, a expectativa é que o preço médio da saca de soja diminua, enquanto os custos diretos, que são todos aqueles relacionados ao processo produtivo, seguem uma tendência a se manterem altos.
Na Safra 20/21, tivemos um lucro bruto de cerca de R$8.000,00/ha na produção de soja e uma margem bruta de aproximadamente 67%, o que representou um excelente resultado econômico para o produtor. No entanto, esses valores estavam fora da curva e, na Safra 22/23, a tendência é que eles retomem o equilíbrio, retornando para uma margem bruta em torno dos 40%.
Na Safra 18/19, uma margem bruta de 40% vinha com lucro bruto aproximado de R$2.000,00/ha. Para a Safra 22/23, o lucro bruto pode atingir aproximadamente o dobro desse valor absoluto, mas que representará a mesma margem bruta de 40% graças à inflação.
Antes, o lucro obtido permitia a compra de um trator, custeava insumos da safra seguinte e além disso fazia estoque. Hoje, com o dobro do lucro, o produtor não consegue comprar dois tratores e não compra insumos para duas safras, porque os investimentos mais que duplicaram de preço.
Para o milho, esse cenário requer ainda mais atenção. Graças aos altos custos de produção, o milho tem apresentado uma margem de lucro inferior à da soja.
A expectativa para a safra 22/23 é que os custos de produção desse grão continuem subindo, alcançando maiores patamares, com uma diminuição do lucro bruto e da margem bruta do produtor.
Diante desse cenário, o que fazer para segurar a margem?
É imprescindível ser eficiente nos custos e aumentar a produtividade.
É necessário estar atento ao mercado, estudá-lo e buscar informações com especialistas.
Para a soja, é interessante agir para garantir a margem dos 40-45%, que é uma referência interessante e ajuda a tomar decisões. Mais do que nunca, é essencial ter uma gestão muito bem feita.
Algumas perguntas podem ajudar a nortear a sua estratégia de gestão, como:
A gestão nas propriedades vem crescendo, mas muitas fazendas não conseguem obter indicadores. Ou quando os obtêm, não sabem o que fazer com eles. Por isso é fundamental entender onde você está para definir para onde você vai e traçar um caminho para chegar lá.
Atenção! Pode parecer uma saída, mas cortar custos pode comprometer a sua produtividade.
O adubo está caro – devo cortar? Cuidado!
Ser mais eficiente na utilização dos recursos para melhorar a produtividade pode ser um melhor caminho. Afinal, eles são o motor da geração do resultado!
Quer saber como melhorar sua produtividade, ter mais eficiência nos custos e fazer um bom planejamento e execução das atividades para alcançar uma boa margem de lucro na próxima safra?
Venha conhecer o Curso Gestão na Produção de Grãos.

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]]>O post Herbicidas pré-emergentes em soja: posicionamento e resultados atuais apareceu primeiro em Rehagro Blog.
]]>Assista ao conteúdo na íntegra!
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]]>O post Preço da saca do café: veja como aumentar apareceu primeiro em Rehagro Blog.
]]>Uma das formas mais certeiras para conseguir agregar mais valor à saca de café, é a busca pela produção de cafés especiais.

Sacos de café em galpão
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Um café especial é definido de acordo com a SCA (Specialty Coffee Association) como todo café que atinge, no mínimo, 80 pontos na escala de pontuação na metodologia, que vai até 100.
Essa escala leva em consideração mais de 10 fatores e a classificação é feita de modo sensorial e experimental. São eles:

Classificação sensorial. Fonte: Vinicius Moribe
O consumo de café tem crescido a cada dia, e somado a isso, a busca por cafés de qualidade também apresenta um aumento crescente.
De acordo com dados da ABIC (Associação Brasileira da Indústria de Café), o consumo brasileiro em 2020 foi de 21,2 milhões de sacas, seguindo um ritmo de crescimento de 1,34% em relação ao mesmo período de 2019. O consumo em habitante ano está em 4,81 kg de café torrado (ABIC).
Apesar do consumo de café tradicional ainda dominar os lares, o mercado brasileiro de cafés premium tem crescido de forma acelerada, inclusive na pandemia.

Mudança no hábito de consumo de cafés. Fonte: Larissa Cocato
Além da produção de cafés de qualidade, que hoje tem apresentado grande procura e agregado valor ao preço de venda no nosso produto, a segmentação também pode ser uma ótima estratégia.
É possível notar essa valorização, por exemplo, com:
Portanto, buscar o aumento da qualidade do nosso café é uma ferramenta indispensável para quem busca aumentar o preço de venda da saca de café.
Isso é possível por meio de um manejo de pós-colheita adequado, envolvendo cuidados e higiene em todo processo, regulagens adequadas no processamento e boas condições de armazenamento.
Diante disso, a secagem do café, que é uma das etapas do manejo da pós-colheita, também apresenta grande influência na qualidade do café.
No curso online Gestão na Produção de Café Arábica, você aprenderá com quem entende do assunto, pois os professores atuam em fazendas comerciais e passarão o conhecimento a você. Não perca mais tempo e tire suas dúvidas:

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]]>O post O impacto da qualidade das sementes na produtividade das lavouras de soja apareceu primeiro em Rehagro Blog.
]]>Acompanhe a explicação de Charles Allan Teles, gestor e consultor em negócios! Neste Webinar, ele falou sobre a importância da escolha das sementes.
Aperte o play e assista ao conteúdo na íntegra!
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]]>O post Inoculação da soja: aumente a produtividade com a fixação biológica do nitrogênio apareceu primeiro em Rehagro Blog.
]]>Esta palestra gratuita foi feita por nós, Grupo Rehagro, em parceria com o 3RLab.
Escolhemos um especialista renomado para falar sobre o assunto: Geraldo Gontijo, Coordenador, Consultor e Facilitador do Rehagro. Ele também é um dos nossos mestres renomados dos cursos de capacitação e pós-graduação.
Se você não teve a oportunidade de assistir a discussão, clique no link abaixo:
Se tiver dúvidas ou ressalvas sobre o assunto, deixe seu comentário registrado. Nossa equipe técnica irá respondê-lo!
Estar sempre por dentro das novidades do mercado agrícola, pode tornar sua produção mais otimizada.
As tecnologias chegam através de maquinários e métodos, sempre para facilitar o trabalho do produtor que almeja produzir mais, em menos tempo e obtendo mais lucro. Por isso, temos diversos cursos no Rehagro e nossa Pós-graduação em Produção de Grãos é completa e é considerada a melhor do setor em ensino EAD.
Com ela, você vai dominar técnicas como:
Seja especialista em produção de grãos e garanta safras com mais qualidade e segurança produtiva.
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]]>O post Posicionamentos para a safra apareceu primeiro em Rehagro Blog.
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No dia 22/09/2020, apresentamos mais uma edição de Webinar Grãos! O tema foi extremamente relevante para quem está atuando na área: “Posicionamentos para a safra”. Esta palestra gratuita foi feita por nós, Grupo Rehagro, em parceria com o 3RLab.
Escolhemos um especialista renomado para falar sobre o assunto: Breno Araújo, Membro Efetivo do CESB. Araújo é Engenheiro Agrônomo formado pela FEAD/MG e especialista em pastagens e plantas forrageira pela ESALQ/USP.
Se você não teve a oportunidade de assistir a discussão, clique no link abaixo:
Se tiver dúvidas ou ressalvas sobre o assunto, deixe seu comentário registrado. Nossa equipe técnica irá respondê-lo!
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]]>O post Aprendendo com os campeões do CESB: safra 2019-20 apareceu primeiro em Rehagro Blog.
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Em julho de 2020, fizemos a transmissão de mais um Webinar Grãos. O tema foi: “Aprendendo com os campeões do CESB: safra 2019-20″. O palestrante João Pascoalino é Engenheiro Agrônomo e Coordenador Técnico de Pesquisa do CESB.
Quer saber mais sobre o assunto? Então, não perca a oportunidade de assistir ao vídeo!
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]]>O post Pontos importantes para a semeadura da 2ª safra apareceu primeiro em Rehagro Blog.
]]>Moraes fala que o plantio é a primeira etapa para aqueles que querem atingir altas produtividades. Ele é um dos fatores que mais interferem no potencial produtivo da cultura, pois investimos em sementes e fertilizantes e, muitas vezes, ocorrem falhas ao colocar a quantidade adequada de sementes e fertilizantes por hectare.

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Se tiver dúvidas ou considerações da semeadura da 2ª safra, deixe seu comentário registrado. Nossa equipe técnica irá respondê-lo.
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]]>O post Proteção da cultura do milho apareceu primeiro em Rehagro Blog.
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No dia 11/02, fizemos a transmissão do Webinar Grãos sobre proteção da cultura do milho. O palestrante foi Geraldo Gontijo, Agrônomo e Mestre pela UFLA, Coordenador de cursos e Consultor da Equipe Grãos do Grupo Rehagro.
O vídeo fala sobre proteção do milho, com foco no posicionamento do manejo de lagartas e doenças foliares, que são muito importantes para garantir altas produtividades das lavouras. Geraldo ensina como identificar os estádios decisivos e garantir a sanidade foliar da lavoura. O especialista explica três pontos essenciais:
Se você gostaria de aprimorar seus conhecimentos sobre o assunto, não pode perder a oportunidade de assistir a este vídeo!
Se tiver dúvidas ou considerações, deixe seu comentário registrado. Nossa equipe técnica irá respondê-lo.
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]]>O post Consórcio milho-braquiária: implantação, manejo e objetivos apareceu primeiro em Rehagro Blog.
]]>A diferença entre um objetivo e outro consiste na população e distribuição de plantas. Para formação de pasto é desejado maior população de plantas comparado a menores populações para produção da palha.

A sucessão soja/milho safrinha apresenta baixos níveis de cobertura do solo, principalmente nos meses de agosto a outubro, entre a colheita do milho e a semeadura da soja, provocando decomposição da palha produzida nas safras anteriores, redução nas propriedades físicas, químicas e biológicas do solo.
No Brasil o consórcio de milho com plantas de cobertura no outono/inverno é uma alternativa para elevar a quantidade de palha no sistema de produção e ciclagem de nutrientes, possibilitando maior retorno econômico.
Solos sob SPD necessitam de um aporte de 12 toneladas de palha por ano, o manejo de milho consorciado com braquiária pode proporcionar grande incremento de palha no sistema de produção.
Além disso, os benefícios dessa tecnologia têm a possibilidade de atingir todos os produtores rurais independente do nível tecnológico adotado na fazenda, pelo aumento da produtividade das culturas e da sociedade como um todo pelos benefícios sociais e ambientais decorrentes do uso dessa prática agrícola.
No consórcio de milho com braquiária tem sido adotada uma taxa de semeadura de 50 a 70 mil plantas por hectare de milho dependendo do desempenho do híbrido para cada região e de 7 a 15 quilos por hectare de braquiária, dependendo das condições edafoclimáticas da região.
A quantidade ideal de sementes de braquiária a serem utilizadas no consórcio deve ser calculada em função do valor cultural das sementes. Sempre que possível deve adquirir sementes de empresas idôneas, registradas no Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA) e que contenham todas estas informações disponíveis na etiqueta colada à embalagem.
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Onde:
A semeadura da braquiária pode ser realizada antes, durante ou depois da semeadura do milho. A semeadura da forrageira deve ser posterior ao controle de plantas daninhas, para proporcionar a produtividade normal do milho e alta produção de forragem.
Em condições de safrinha deve ser semeada a braquiária na profundidade de 3 cm. Na distribuição superficial das sementes de braquiária, a germinação de plantas depende da intensidade de chuva após a semeadura e da movimentação superficial do solo pela operação de plantio.
O consórcio do plantio de milho com linhas intercaladas às linhas do milho apresenta maior eficiência para espaçamentos de 0,75 a 1,0 m entre linhas de milho, tendo em vista a produção de palha para cobertura do solo.
Essa modalidade pode ser realizada intercalando as linhas das semeadoras de milho, e adicionando discos de semeadura de braquiária.
Como forma alternativa pode ser plantado linhas intercalares de milho e realizar a semeadura da braquiária com semeadora de grãos pequenos.
Outra forma de cultivo do consórcio e a semeadura de ambos na mesma linha, que pode ser utilizado em cultivos de milho em espaçamento reduzido, tanto para a produção de palha quanto para a produção de forragem. Para esse plantio é utilizado uma terceira caixa para sementes de braquiária, e posicionadas a saídas das sementes juntamente com a sementes de milho.
O sistema de consórcio com braquiária em área total pode ser utilizado para cultivos de milho em espaçamento reduzido e normal, sendo indicado para produção de palha e para produção de forragem.
A diferença desta modalidade para a modalidade em linha é o posicionamento das sementes de braquiária, que neste caso é distribuída em área total.
Normalmente, as sementes da braquiária são distribuídas na superfície do solo antecedendo ou simultaneamente à semeadura do milho, e parcialmente incorporadas pela passagem da máquina durante o plantio.
Um dos aspectos mais importantes que contemplam os sistemas consorciados diz respeito à redução da capacidade competitiva interespecífica das espécies cultivadas, no entanto, sem deixar de levar em consideração o controle integrado de plantas daninhas. Em virtude desta complexidade, considera-se pequena a adoção de sistemas de cultivo de ILP, porém com grande capacidade de expansão.
Uma das mais difundidas formas de mitigar os efeitos indesejáveis da competição interespecífica entre a cultura do milho e as espécies forrageiras é o uso de herbicidas.
Graças ao baixo custo operacional, em função da utilização de subdoses, este procedimento visa regular o crescimento, garantindo supressão adequada da forrageira, sem, no entanto, causar perdas excessivas de produção de massa.
Um dos fatores limitantes para utilização desta técnica é a disponibilidade de herbicidas registrados para a cultura do milho que apresentem compatibilidade com o sistema, ou melhor, que sejam seletivos tanto para a cultura do milho quanto para as espécies forrageiras (Tabela 1).
Um dos principais agravantes da utilização de herbicidas diz respeito à dose e ao estádio da forrageira no momento da aplicação, sendo indicado após iniciar formação do perfilho (Figura 1).

Braquiária após o controle de plantas daninhas.

Relação de herbicidas mais utilizados e suas respectivas doses para aplicação em pós-emergência na cultura do milho em consórcio com forrageiras.
Aliar o manejo adequado das espécies forrageiras evitando a competição interespecífica entre as culturas do milho e as espécies forrageiras ao controle eficiente de plantas daninhas em consórcio, talvez seja o principal desafio da pesquisa na atualidade, já que nem sempre a dose adequada para limitar o crescimento e desenvolvimento da forrageira é a mesma necessária para o adequado controle da flora invasora.
Além disso, a baixa disponibilidade de técnicas e, principalmente de mecanismos de ação de herbicidas que se adéquam ao sistema de consórcio limita ainda mais a implantação do sistema. Outro agravante é o crescente aumento no aparecimento de biótipos de plantas daninhas resistentes a herbicidas, dificultando a recomendação de até então utilizados, como atrazine e nicosulfuron.
A redução da população de plantas daninhas é outro benefício dos sistemas consorciados, sendo observados reduções significativas no banco de sementes de plantas daninhas no sistema de produção. Quando uma forrageira é utilizada como cobertura é adequadamente implantada e conduzida, os benefícios podem ser observados a longo prazo.
O consórcio milho braquiária aumenta a massa total de resíduos e inibe a presença de plantas daninhas de difícil controle no ano de seu cultivo. A reinfestação por buva ocorre após um ano sem consórcio e de capim amargoso após dois anos sem consórcio, porém em menores quantidades do que na sucessão soja-milho safrinha.
Dessa forma, tendo a braquiária integrada ao sistema de produção de grãos ou até mesmo ao ILP (Figura 2), possibilita a produção de alimentos com menor emissão de gases de efeito estufa, evitando o aquecimento global, principalmente por manter o solo coberto com vegetação o ano todo.

Lavoura de milho consorciada com braquiária.
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O post Consórcio milho-braquiária: implantação, manejo e objetivos apareceu primeiro em Rehagro Blog.
]]>O post Produção do milho: como o clima atua no rendimento dos grãos? apareceu primeiro em Rehagro Blog.
]]>No Brasil, existem diversas regiões produtoras agrícolas, as quais fazem cultivo do milho no verão e na safrinha em condições de sequeiro. Atualmente, a semeadura de milho safrinha tem representado cerca de 60% do cultivo total no país, e essa época de cultivo é caracterizado por apresentar baixa disponibilidade hídrica.
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Um dos fatores mais limitantes à produtividade da lavoura de milho é o déficit hídrico, o qual, pode causar perdas na ordem de até 50%. Entretanto, condições de temperatura/calor também tem influência significativa quando se pensa em rendimento de grãos deste cereal.
Logo, para melhor compreender as fases em que esta cultura tem maiores exigências climáticas, é preciso entender sua fisiologia. Aliado a isso, visando altas produtividades, deve-se conhecer quais são as condições climáticas da região, uma vez que esta pode garantir o sucesso do cultivo.
O milho é uma planta com metabolismo C4, caracterizada por ter elevado potencial produtivo.
Dentre as plantas que constituem o grupo C4, o milho é a que tem maior eficiência no uso da radiação solar e, praticamente não apresenta saturação por radiação, ou seja, não reduz o processo de fotossíntese ao longo do dia, conseguindo então, manter sua produção de carboidratos em um nível adequado.
Outro ponto importante sobre a cultura do milho, é que ela é insensível ao fotoperíodo, denominada foto neutra. Ou seja, diferentemente da soja que depende do fotoperíodo crítico para florescer, o milho não responde a essa condição. Neste caso, o fator temperatura apresenta grande influência sobre a entrada no período reprodutivo.
Sobre a fenologia da cultura, podemos descrever o ciclo do milho de acordo com as diferentes etapas de seu desenvolvimento, descritas abaixo, e de acordo com o estádio de desenvolvimento (Figura 1):
Ciclo do milho de acordo com estádio de desenvolvimento. Fonte: Dekalb Asgrow
Assim como a água é um dos fatores que mais limita, não só a produção do milho, mas de qualquer planta. A temperatura também representa um outro fator muito importante para a produtividade desta cultura. Veja abaixo consequências de temperaturas inadequadas ao cultivo de milho.
Regiões cujo verão apresenta temperaturas médias diária abaixo de 19°C e temperaturas médias noturna abaixo de 12,8°C não são recomendadas para este cultivo, pois podem retardar o florescimento e comprometer a produção final.
Em contrapartida, temperatura média diária acima de 26° C podem acelerar o processo de florescimento e enchimento de grãos, o que promove redução do tempo de acúmulo de massa seca nos mesmos. Temperatura média noturna acima de 24°C provocam consumo energético elevado, redução no ciclo da planta e queda de produtividade.
Sabendo-se alguns dos efeitos da temperatura sob o ciclo do milho, devemos então conhecer quais são as condições ideais durante o seu desenvolvimento, fique atento:
A cada nova safra, maiores os desafios, exigências e necessidade de qualificações. Tudo isso, para o profissional que atua ou pretende atuar em campo, ter mais segurança nas tomadas de decisões.
O Rehagro é uma instituição 100% voltada para o Agro e nossa Pós-graduação em Produção de Grãos, foi eleita como a melhor do país em EAD nesse setor.
Os professores possuem vasta experiência. Sabem exatamente o que o aluno precisa, porque são consultores atuantes em campo.
Com eles, você pode dominar:
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]]>O post Percevejo do milho: quais os principais danos e como manejar? apareceu primeiro em Rehagro Blog.
]]>Desta forma, é muito importante realizar o manejo eficiente para evitar perdas de produtividade.
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Listamos alguns pontos que devem ser observados para que os percevejos não reduzam os lucros das lavouras.
Além do milho, os percevejos podem causar problemas em lavouras de feijão, soja e trigo e ao final do ciclo dessas culturas podem se hospedar em algumas plantas daninhas, o que não interrompe o ciclo da praga, garantindo assim, condições de sobrevivência.
Com isso, é fundamental realizar o monitoramento das lavouras antes da instalação da cultura do milho.
Esse monitoramento é essencial para a tomada de decisão, pois ao identificar a praga em nível de dano econômico é preciso pensar em alternativas de controle no momento da dessecação e posicionar um bom tratamento de sementes bem como produtos para as fases de desenvolvimento da cultura.
Como mencionado, os percevejos podem se hospedar em diversas plantas e com isso se tornam grandes ameaças para a próxima cultura.
Desta forma, uma das estratégias que podem ser utilizadas quando se identifica essa praga em níveis de risco, é realizar posicionamento de um inseticida na dessecação da gleba.
Para esse manejo é possível utilizar inseticidas que pertencem ao grupo químico dos organofosforados.
O tratamento de sementes é uma ferramenta muito importante para o manejo de percevejo na cultura do milho, isso porque confere proteção inicial para as plantas. Sendo assim, é preciso realizar um bom tratamento de sementes, de forma homogênea e na dose correta do ingrediente ativo.
Desta forma, quando se pensa em tratamento de sementes, o grupo químico dos inseticidas neonicotinóides se mostra muito eficiente no controle desta praga.
O ataque de percevejo no estádio de desenvolvimento inicial da lavoura pode ser fatal dependendo da infestação, isso porque a planta é menor e mais frágil e o aparelho bucal do inseto pode atingir o meristema apical, o que interfere no desenvolvimento da planta.
Quando não se atinge o meristema, o sintoma do ataque pode ser visualizado nas folhas, as quais ficarão deformadas com um halo amarelo. Quando estes insetos atingem os níveis de dano econômico é preciso realizar o controle destas pragas.
Sendo assim, recomenda-se trabalhar com inseticidas dos seguintes grupos químicos:
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