vírus Archives | Rehagro Blog https://blog.rehagro.com.br/tag/virus/ Wed, 18 Jan 2023 13:40:02 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.1.1 https://blog.rehagro.com.br/wp-content/uploads/2018/05/favicon-rehagro.png vírus Archives | Rehagro Blog https://blog.rehagro.com.br/tag/virus/ 32 32 Febre aftosa: impactos econômicos e vacinação https://blog.rehagro.com.br/febre-aftosa/ https://blog.rehagro.com.br/febre-aftosa/#respond Thu, 22 Sep 2022 21:00:47 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=15368 A pecuária de corte representa um dos principais pilares do agronegócio brasileiro. Com grande representatividade na economia, o setor vem se desenvolvendo nos últimos anos tornando o setor mais intensivo e tecnológico. Um grande fator de impulsionamento do setor está na exportação de carne bovina para todo o mundo. Já faz alguns anos que o […]

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A pecuária de corte representa um dos principais pilares do agronegócio brasileiro. Com grande representatividade na economia, o setor vem se desenvolvendo nos últimos anos tornando o setor mais intensivo e tecnológico.

Um grande fator de impulsionamento do setor está na exportação de carne bovina para todo o mundo. Já faz alguns anos que o Brasil é o maior exportador de carne bovina do planeta, sendo assim, garantir qualidade e segurança na produção é fundamental para que continuemos aumentando a importância para economia e também com o nobre papel de alimentar pessoas ao redor do mundo.

Alguns fatores, entretanto, são impeditivos para as exportações. Casos de doenças descobertas e descritas podem levar a um grande entrave nas relações comerciais com outros países, gerando grande prejuízo econômico e produtivo para o Brasil.

A Febre Aftosa é uma doença bastante falada na pecuária, porém, existem alguns pontos de atenção para os produtores que devem ser entendidos.

 

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O que é a febre aftosa?

A enfermidade é causada por um vírus altamente contagioso que acomete os animais de cascos fendidos (biungulados, casco dividido em duas unhas), tais como: bovinos, bubalinos, caprinos, ovinos e suínos.

Apesar de apresentar baixa mortalidade entre animais adultos, é uma doença que leva a grandes impactos socioeconômicos na pecuária, principalmente na de corte, pois ao se identificar um foco, fica proibido o comércio de carne tanto local quanto para exportação.

Por se tratar de uma doença de notificação obrigatória, ao identificar um animal com os sinais clínicos, é preciso notificar o Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA) rapidamente, no intuito de ação imediata por parte do órgão competente, visando a disseminação da doença.

A notificação se tornou obrigatória e o criador que não notificar, está passível de pagamento de multas.

Sinais clínicos da febre aftosa

Como foi falado, para notificar ao MAPA, você deve estar atento aos sinais clínicos do seu rebanho. A doença possui manifestações clínicas que podem ser confundidas com outras enfermidades, como, por exemplo, a diarreia viral bovina.

Sendo assim, o fechamento do diagnóstico só poderá ser realizado por um especialista, que neste caso é o médico veterinário inspetor do Serviço Veterinário Oficial da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio (SEAPI).

O próprio nome da doença já sugere um dos seus principais sinais clínicos, pois os animais contaminados apresentam febre e vesículas (bolhas), características de aftas nos lábios, línguas e cascos.

Febre aftosa e seus sinais clínicos

Descrição da febre aftosa e seus sinais clínicos

Além dos principais e mais sugestivos sinais clínicos da doença, você pode observar outros, como:

  • Agitação;
  • Lábios inferiores e posteriores trêmulos em conjunto com movimentos incomuns da mandíbula;
  • Salivação exacerbada;
  • Dificuldade de ingerir os alimentos, tanto concentrado, quanto apreensão de forragem;
  • Claudicação (manqueira).

Todos esses sinais são atribuídos à temperatura corporal do animal, que se encontra acima do normal levando à calafrios e pela dor e extremo desconforto gerados pela formação e/ou rompimento das vesículas (aftas).

Sintomas da febre aftosa

Vesículas rompidas na língua de bovino, provenientes de febre aftosa. Foto: Coletânea de imagens do MAPA. 

O único método para descobrir se as lesões são provocadas ou não pelo vírus da febre aftosa é por meio de diagnóstico laboratorial, ou seja, deve ser realizado exames e enviá-los aos laboratórios oficiais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (LANAGRO).

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Perdas e impactos econômicos

As perdas causadas pela febre aftosa são grandes, principalmente devido à dor que o gado sente ao se alimentar, beber e locomover. Tudo isso leva a um intenso emagrecimento e, consequentemente impacto sobre o bem-estar animal e grandes perdas produtivas.

O prejuízo econômico causado pela doença se dá devido aos trâmites comerciais, pois, além de afetar o comércio interno, também afeta o comércio externo, impedindo assim, a comercialização de animais, produtos e subprodutos originados de animais suscetíveis.

Pode parecer um “exagero” e até mesmo confuso, países vedarem a comercialização de animais assim, mas é entendível, uma vez que, existem alguns países livres da ocorrência de febre aftosa, ou seja, décadas em que não foi diagnosticado nenhum foco da doença.

Desta forma, devido ao alto poder de transmissão, a doença pode atravessar de forma muito rápida as fronteiras internacionais, principalmente carne com osso. Devido ao impacto gerados no mercado cárneo após a doença, tais países implantaram algumas normas sanitárias para impedir o estabelecimento da enfermidade.

A implementação das regras, porém, trouxe alguns efeitos negativos sobre a pecuária, o que levou a graves consequências socioeconômicas, uma vez que o faturamento é menor do que poderia ser se contemplasse todos os países e regiões.

Transmissão e prevenção da febre aftosa

A forma de transmissão se dá principalmente por meio do contato de animais infectados com os saudáveis, solo, fômites, bebedouros ou lagos contaminados, aerógena, ou meios da própria fazenda como currais, troncos e bretes.

A entrada de carcaças contaminadas em outros países ou estados, é um alto veículo de transmissão, diante disso, a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) determinou algumas regras que podem ser encontradas no Código Sanitário para Animais Terrestres.

Contudo, principalmente para exportação, essa barreira sanitária trouxe alguns efeitos negativos para o mercado exportador, pois elas fecham as fronteiras de forma total ou parcial se for identificado algum foco de febre aftosa. Tudo isso, traz impacto econômico à pecuária de corte, podendo reduzir preços dos cortes. 

Vacinação contra febre aftosa

A forma de prevenção contempla a adoção de vacinação obrigatória somente em bovinos e bubalinos nas zonas livres de febre aftosa com vacinação. Cada estado contempla um período específico para vacinação, normalmente nos meses de maio e novembro.

Para você saber quando deve vacinar os seus animais em 2022, acesse o link do calendário de vacinação.

Uma grande discussão vem se tornando frequente em torno da não obrigatoriedade da vacinação em alguns estados.

Para alguns, a seguridade obtida ao longo dos anos de vacinação obrigatória, seria suficiente para tornar determinado estado livre de febre aftosa sem vacinação, como o estado de Santa Catarina que apresenta esse status desde 2007. Para outros, o risco de se adotar tal medida é alto e de grande potencial para causar prejuízos.

No ano de 2021, seis estados (Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Tocantins e Mato Grosso) e o Distrito Federal, alcançaram reconhecimento da Organização Mundial de Saúde Animal, e ao final do ano de 2022, após a vacinação de novembro, também terão a obrigatoriedade da vacinação suspensa.

Segundo a Radioagência Nacional, com essas medidas 113 milhões de bovinos e bubalinos deixarão de ser vacinados anualmente no Brasil.

Mas atenção!

Febre Aftosa não representa risco à saúde pública, sendo raros os casos em humanos.

O que fazer se observar animais com sinais clínicos sugestivos da doença?

Quando observar qualquer animal com alguma das alterações características, mesmo que você não seja o produtor, comunique imediatamente à unidade local da Defesa Agropecuária.

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Mariana Silva

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Cigarrinha-do-milho e enfezamentos: como prevenir e realizar o controle? https://blog.rehagro.com.br/cigarrinha-do-milho-o-vetor-dos-enfezamentos-e-virus/ https://blog.rehagro.com.br/cigarrinha-do-milho-o-vetor-dos-enfezamentos-e-virus/#comments Fri, 05 Feb 2021 13:11:35 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=8769 A cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis) é vetor de três patógenos na cultura do milho: Spiroplasma kunkelli (CSS-corn stunt spiroplasma), o fitoplasma do milho (MBSP-maize bushy stunt phytoplasma) e o vírus do raiado fino (MRFV-maize rayado fino virus). O aumento da área cultivada com milho e a redução da sazonalidade de seu cultivo, têm destacado a cigarrinha Dalbulus […]

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A cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis) é vetor de três patógenos na cultura do milho: Spiroplasma kunkelli (CSS-corn stunt spiroplasma), o fitoplasma do milho (MBSP-maize bushy stunt phytoplasma) e o vírus do raiado fino (MRFV-maize rayado fino virus).

O aumento da área cultivada com milho e a redução da sazonalidade de seu cultivo, têm destacado a cigarrinha Dalbulus maidis com importância relativa de pragas e doenças.

Cigarrinha do milho em uma folha de milho.

Sintomas dos enfezamentos

Os sintomas dos enfezamentos manifestam-se em maior intensidade na fase de produção das plantas de milho, porém pode se manifestar na fase vegetativa quando o hospedeiro se encontra sob grande pressão desde a emergência, ou na fase de florescimento. 

O enfezamento pálido, caracteriza-se pelas manchas cloróticas e independentes, produzidas na base das folhas, posteriormente coalescem e formam bandas grandes; os entre nós se desenvolvem menos e a planta tem altura reduzida. 

O enfezamento vermelho, caracteriza-se pela severidade dos sintomas na planta com incidência do enfezamento e pela maior intensidade da cor vermelha, que chega a ser púrpura nas folhas mais velhas, e por abundante perfilhamento nas axilas foliares e na base das plantas. 

Os sintomas do MRFV consistem na ocorrência de pontos cloróticos, manchas, ou linhas-curtas, distribuídas, de forma uniforme na parte superior de folhas jovens, e geralmente nas nervuras secundárias e terciárias.

Com o passar do tempo os pontos tornam-se mais numerosos e coalescem, ao longo das nervuras formando riscas com mais de 10 cm de comprimento, podendo ser facilmente observadas quando colocadas contra a luz.

Webinar Cigarrinhas e Enfezamentos

Utilização de híbridos

Na literatura são citadas como plantas hospedeiras de D. maidis: milho (Zea mays), tripsacum (Tripsacum dactiloides) teosinto (Euchlaena mexicana), sorgo (Sorghum bicolor), braquiária ruziziensis (Urochloa ruziziensis) e milheto (Pennisetum glaucum).

Os ovos de D. maidis podem ser depositados de forma isolada, em pares ou em grupos de cinco ou seis na superfície superior das folhas, sendo inseridos nos tecidos da planta, de preferência na metade basal das primeiras folhas das plantas jovens.

As ninfas se alimentam da seiva da planta e dificilmente abandonam o sítio de alimentação durante o seu desenvolvimento, sendo que após a muda é fácil a observação das exúvias presas nas folhas.

A duração dos estádios ninfais de D. maidis varia com a temperatura. A 23,4°C e 83 % UR, os ínstares I, II, III, IV e V tiveram duração média de 2,0; 2,0; 2,5; 3,0 e 3,0 dias, respectivamente. Estudos da biologia dessa cigarrinha em temperaturas variando de 10 a 32ºC, apresenta cinco ínstares com duração média variando de 23,0 (10ºC) a 3,2 dias (32ºC). 

Os adultos da cigarrinha do milho medem cerca de 3 mm de comprimento e são de coloração palha, podendo apresentar coloração mais escura nas regiões geográficas altas e em tons claros com manchas em baixas altitudes.

A longevidade média dos adultos é de 16,3 dias para machos e de 42,1 dias para fêmeas a 23,4ºC e 83% de UR. Entretanto, essa longevidade varia em função da temperatura, atingindo 66,6 dias a 10ºC e 15,7 dias a 32,2ºC. O período de pré-oviposição é de 8,5 dias, o de oviposição de 29,6 dias e a fecundidade média é de 128,7 ovos/fêmea. 

A utilização de híbridos com resistência genética, apresenta-se como um importante método de controle de pragas e doenças virais na cultura do milho. Características físicas, morfológicas e/ou químicas das plantas podem alterar o comportamento dos insetos ou interferir na sua biologia, dando proteção às plantas permitindo a seleção de híbridos resistentes.

A cigarrinha do milho (Dalbulus maidis) é a principal transmissora de doenças conhecidas como os enfezamentos e a virose do raiado fino, provocando perdas de até 90% no milho cultivado em algumas regiões.

Folha de milho no solo com vírus do raiado fino causado pela cigarrinha do milho.Vírus do raiado fino (MRFV-maize rayado fino vírus) (CULTIVAR)

A infestação da cigarrinha de milho é influenciada pelo híbrido de milho plantado, havendo materiais que podem apresentar maior ou menor infestação.

A severidade fitossanitária demonstrou ser crescente em função do número de cigarrinhas/plantas, havendo híbrido que demonstraram maior ou menor suscetibilidade.

A intensidade da infestação por cigarrinhas no milho influenciou diretamente a severidade fitossanitária de forma que o aumento do número de cigarrinhas proporcionou maior severidade com reflexo nos parâmetros produtivos.

Manejo e pulverização da cigarrinha do milho

A adoção do manejo integrado de pragas deve se considerados aspectos como a eliminação de hospedeiros, definição de épocas de semeadura, controle biológico e controle químico.

O tratamento de sementes com inseticidas neonicotinóides (imidacloprid, thiametoxan e clotiandina) tem sido importante por realizar o controle na primeira população migrante no cultivo, apresentando eficiência até os 15 dias após a emergência da cultura. 

A adoção de pulverizações com organofosforado (acefato) nos estádios V4/V5 e V8/V9, a fim de promover o controle da cigarrinha para reduzir os prejuízos.

A adoção destas pulverizações tende a complementar a estratégia do tratamento de sementes, sendo fundamental para o controle de populações migrantes de outras culturas.

Plantação de milho com enfezamento causado pela cigarrinha do milho.Enfezamento do milho (EMBRAPA)

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Mancha anular do cafeeiro: sintomas, principais danos e como controlar https://blog.rehagro.com.br/acaro-da-mancha-anular/ https://blog.rehagro.com.br/acaro-da-mancha-anular/#respond Wed, 01 Jul 2020 18:00:16 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=7829 A mancha anular do cafeeiro é causada pelo ácaro Brevipalpus phoenicis, responsável por transmitir o vírus Coffee ringspot virus – CoRSV Esse ácaro também é conhecido como uma séria praga na cultura dos citros, recebendo o nome vulgar de ácaro-da-leprose, por ser transmissor do vírus que causa essa doença. Dessa forma, Brevipalpus phoenicis é uma […]

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A mancha anular do cafeeiro é causada pelo ácaro Brevipalpus phoenicis, responsável por transmitir o vírus Coffee ringspot virus – CoRSV

Esse ácaro também é conhecido como uma séria praga na cultura dos citros, recebendo o nome vulgar de ácaro-da-leprose, por ser transmissor do vírus que causa essa doença.

Dessa forma, Brevipalpus phoenicis é uma praga polífaga, não infestando apenas a cultura do café.

 

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Características do ácaro

As fêmeas medem cerca de 0,30 mm de comprimento e 0,18 mm de largura, com manchas escuras no dorso. Os machos são semelhantes às fêmeas, no entanto, não apresentam as manchas escuras sobre o corpo.

Nas folhas do cafeeiro os ácaros localizam-se na parte inferior, próximos às nervuras, principalmente a central. Já nos frutos, os ácaros e seus ovos são encontrados preferencialmente na coroa e no pedúnculo, e também em fendas ou lesões com aspecto de cortiça na casca dos frutos (REIS, 2000).

O ciclo de vida de B. phoenicis é constituído pelas fases de ovo, larva, protoninfa, deutoninfa e adulto, e pode durar cerca de 18 dias, dependendo das condições climáticas.

Sintomas da mancha anular

Os sintomas da mancha anular podem aparecer em folhas e frutos do cafeeiro.

Nas folhas, são observadas manchas cloróticas, que tomam a forma de anel, podendo coalescer, abrangendo grande parte do limbo.

Nos frutos, os sintomas são manchas amareladas em forma de anéis ou irregularidades deprimidas.

Folhas de cafeeiro com mancha anular

Folhas de cafeeiro com sintomas do vírus inoculado pelo ácaro da mancha anular (Foto: Luiz Paulo Vilela)

Frutos do cafeeiro com sintomas de mancha anularFrutos de cafeeiro com sintomas do vírus inoculado pelo ácaro da mancha anular (Foto: Luiz Paulo Vilela)

Principais danos da mancha anular

A incidência do ácaro da leprose pode acarretar em intensa desfolha, reduzindo significativamente a fotossíntese das plantas, dessa forma, podendo afetar na produtividade do cafeeiro.

Pelo fato do ataque do ácaro se concentrar mais na parte interna da planta, com uma desfolha de dentro para fora do cafeeiro, denomina-se “planta-oca”.

Também pode ocorrer queda acentuada de frutos, acarretando em aumento do café de varrição e interferência na qualidade da bebida.

Além disso, é importante destacar que após o ataque do ácaro os frutos ficam dispostos a entrada de microrganismos, como por exemplo:

  • Colletotrichum;
  • Fusarium;
  • Penicillium;
  • Cladosporium;
  • Aspergillus.

Ou mesmo, a raspagem feita pelo ácaro nas folhas, podem facilitar a entrada de doenças no cafeeiro.

Controle do ácaro

Após detectada a incidência do vírus da mancha anular nas lavouras, recomenda-se o controle do ácaro, visto que, esse inseto é o vetor do vírus, e na sua ausência não há a transmissão da doença.

O controle pode ser feito através da utilização dos ingredientes ativos: Hexythiazox, Espirodiclofeno e Propargito, pertencente aos grupos químicos: tiazolidinacarboxamida, cetoenol e sulfito de alquila, que são registrados para o ácaro da mancha anular na cultura do café.

Podem ser utilizados também outros acaricidas registrados para o controle desse inseto vetor, salientando a importância de se rotacionar o modo de ação dos inseticidas utilizados, com o intuito de evitar a ocorrência de resistência.

Para a pulverização, é recomendado a utilização de um maior volume de calda, a partir de 600 L/ha, de acordo com o porte e enfolhamento das plantas. Também, recomenda-se andar com menor velocidade no trator a fim de que a calda atinja o interior das plantas. Sendo recomendada pelo menos duas aplicações para o controle do ácaro.

Além disso, é importante o uso racional de inseticidas que possam afetar a população de ácaros predadores, visando evitar desequilíbrios nas populações.

Aumente a eficiência em suas lavouras!

A cafeicultura é oscilante, mas nos últimos tempos, as safras têm ganhado cada vez mais destaque e valorização. Aquele que se prepara, produz mais, lucra mais e já consegue planejar os próximos passos para que a próxima safra seja ainda mais produtiva.

Se você busca esse resultado, comece se atualizando com as novas técnicas de mercado.

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Análise do coronavírus na cadeia do leite – 4ª edição https://blog.rehagro.com.br/analise-do-coronavirus-na-cadeia-do-leite-4a-edicao/ https://blog.rehagro.com.br/analise-do-coronavirus-na-cadeia-do-leite-4a-edicao/#respond Mon, 08 Jun 2020 19:00:38 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=7743 No dia 07/05, fizemos a quarta edição do Agroask Online sobre a análise do coronavírus na cadeia do leite. Esta palestra gratuita foi feita por nós, Grupo Rehagro, em parceria com o 3RLab. O encontro atualizou os profissionais da área sobre o que está acontecendo no mercado. Escolhemos especialistas renomados para debater a respeito do […]

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Análise do coronavírus

No dia 07/05, fizemos a quarta edição do Agroask Online sobre a análise do coronavírus na cadeia do leite. Esta palestra gratuita foi feita por nós, Grupo Rehagro, em parceria com o 3RLab.

O encontro atualizou os profissionais da área sobre o que está acontecendo no mercado. Escolhemos especialistas renomados para debater a respeito do futuro da pecuária leiteira:

  • Clóvis Corrêa – Rehagro
  • Maurício Coelho – Grupo Cabo Verde
  • Roberto Jank – Agrindus
  • Glauco Carvalho – Embrapa
  • Ronei Volpi – Câmara Setorial do Leite/Comissão Nacional do Leite 
  • Flávia Fontes – #BEBAMAISLEITE

Se você ainda não assistiu ao quarto Agroask da série, clique no link abaixo:

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Análise do coronavírus na cadeia do leite – 3ª edição https://blog.rehagro.com.br/analise-do-coronavirus-na-cadeia-do-leite-3/ https://blog.rehagro.com.br/analise-do-coronavirus-na-cadeia-do-leite-3/#respond Sun, 24 May 2020 18:00:45 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=7587 No dia 16/04, fizemos a terceira edição do Agroask Online sobre a análise do coronavírus na cadeia do leite. Esta palestra gratuita foi feita por nós, Grupo Rehagro, em parceria com o 3RLab. O encontro atualizou os profissionais da área sobre o que está acontecendo no mercado. Escolhemos especialistas renomados para debater a respeito do […]

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Análise do coronavírus

No dia 16/04, fizemos a terceira edição do Agroask Online sobre a análise do coronavírus na cadeia do leite. Esta palestra gratuita foi feita por nós, Grupo Rehagro, em parceria com o 3RLab.

O encontro atualizou os profissionais da área sobre o que está acontecendo no mercado. Escolhemos especialistas renomados para debater a respeito do futuro da pecuária leiteira:

  • Glauco Carvalho – Embrapa
  • Maurício Coelho – Grupo Cabo Verde
  • Roberto Jank – Agrindus
  • Clóvis Corrêa – Rehagro
  • Fernanda Ferreira – University of California 
  • Flávia Fontes – #BEBAMAISLEITE

Se você ainda não assistiu ao terceiro Agroask da série, clique no link abaixo:

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Análise do coronavírus na cadeia do leite – 2ª edição https://blog.rehagro.com.br/impacto-do-coronavirus-na-cadeia-do-leite-2/ https://blog.rehagro.com.br/impacto-do-coronavirus-na-cadeia-do-leite-2/#respond Sun, 03 May 2020 18:00:02 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=7475 No dia 03/04, fizemos fizemos mais uma edição do Agroask Online sobre o impacto do coronavírus na cadeia do leite. Esta palestra gratuita foi feita por nós, Grupo Rehagro, em parceria com o 3RLab. O encontro atualizou os profissionais da área sobre o que está acontecendo no mercado. Escolhemos especialistas renomados para debater a respeito […]

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cadeia do leite

No dia 03/04, fizemos fizemos mais uma edição do Agroask Online sobre o impacto do coronavírus na cadeia do leite. Esta palestra gratuita foi feita por nós, Grupo Rehagro, em parceria com o 3RLab.

O encontro atualizou os profissionais da área sobre o que está acontecendo no mercado. Escolhemos especialistas renomados para debater a respeito do futuro da pecuária leiteira:

  • José Renato Chiari – Fazenda São Caetano
  • Roberto Jank – Agrindus
  • Clóvis Corrêa – Rehagro
  • Bruno Lucchi – CNA
  • Flávia Fontes – #BEBAMAISLEITE

Se você ainda não assistiu o segundo Agroask da série, clique no link abaixo:

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Análise semanal do impacto do coronavírus na cadeia do leite https://blog.rehagro.com.br/impacto-do-coronavirus-no-leite/ https://blog.rehagro.com.br/impacto-do-coronavirus-no-leite/#respond Mon, 30 Mar 2020 21:58:33 +0000 https://rehagro.com.br/blog/?p=7230 No dia 27/03, fizemos um Webinar Leite especial! O tema foi extremamente relevante para o momento de crise em que estamos vivendo: “Análise semanal do impacto do coronavírus na cadeia leite”. Esta palestra gratuita foi feita por nós, Grupo Rehagro, em parceria com o 3RLab. Devido ao grande sucesso da transmissão, decidimos fazer um encontro […]

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impacto do coronavírus

No dia 27/03, fizemos um Webinar Leite especial! O tema foi extremamente relevante para o momento de crise em que estamos vivendo: “Análise semanal do impacto do coronavírus na cadeia leite”. Esta palestra gratuita foi feita por nós, Grupo Rehagro, em parceria com o 3RLab.

Devido ao grande sucesso da transmissão, decidimos fazer um encontro semanal para atualizar os profissionais da área sobre o que está acontecendo no mercado. Escolhemos especialistas renomados para debater a respeito do futuro da pecuária leiteira:

  • Roberto Jank – Diretor Presidente da Agrindus
  • Glauco Carvalho – Pesquisador da Embrapa
  • Maurício Coelho – Proprietário do Grupo Cabo Verde
  • Clóvis Corrêa –  Diretor do Grupo Rehagro
  • Flávia Fontes – Responsável pelo movimento #BEBAMAISLEITE

Se você ainda não assistiu o primeiro Webinar da série, clique no link abaixo:

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