A broca do café Hypothenemus hampei é a segunda praga mais importante em cafeeiro Arábica no Brasil, pertencente à ordem Coleoptera, o adulto da broca do café é um besouro de coloração preta.
O ciclo dessa espécie dura em torno de 17 a 46 dias de acordo com as condições climáticas, visto que em temperaturas mais altas acarreta em encurtamento do ciclo dessa praga.
Os danos causados pela incidência de broca no cafeeiro vão de queda prematura dos frutos, redução do peso dos grãos de café e depreciação do tipo do café devido ao aumento de grãos brocados.
Além disso, os orifícios nos grãos causados pelas larvas da broca podem servir como porta de entrada para patógenos, podendo assim ocorrer fermentações indesejáveis.
O monitoramento deve iniciar a partir do momento que haja insetos em trânsito, que pode ser diagnosticado por armadilhas ou visualmente nas lavouras.
O “período de trânsito”, é o período em que as fêmeas adultas dessa praga perfuram os frutos verdes chumbões aquosos, na região da coroa dos frutos.
Devido a alguns produtos com efeito residual como por exemplo os princípios ativos: Ciantraniliprole, Clorantraniliprole + Abamectina e Espinosade, terem boa eficiência com infestações mais baixas dessa praga, de 0,5 a 2%.
O controle tem entrado com 1% de infestação, devido a rapidez que essa praga se desenvolve a causa prejuízos ao cafeeiro.
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