O mercado nacional é rico em oportunidades aos triticultores, devido à forte demanda, que por sua vez é baseada no alto consumo do grão e seus derivados.
O trigo (Triticum sp.) é uma cultura de grande importância econômica e alimentícia, pois faz parte da dieta de praticamente toda a população mundial.
Ao contrário da origem do milho, que veio das Américas, alguns pesquisadores acreditam que o trigo originou de gramíneas silvestres, desenvolvidas às margens dos rios Eufrates e Tigre, na Ásia, entre 10.000 a 15.000 a.C.
No Brasil ele foi introduzido por volta de 1534, no período colonial na Capitania Hereditária de São Vicente, que atualmente é o Estado de São Paulo.
No século 18, o trigo quase desapareceu do país, pelo surgimento da ferrugem da folha, doença cujas perdas podem chegar a 60%.
No final da década de 90, o cenário tritícola voltou a ser estimulado, devido à crescente desvalorização da moeda brasileira, redução dos estoques de trigo mundial e aumento dos preços no mercado internacional.
No início dos anos 2000, firmaram novos acordos políticos com o governo, possibilitando incorporar novas áreas e expandir para outros estados, como Minas Gerais, Goiás, Distrito Federal, Santa Catarina e São Paulo.
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