Quando pensamos em sistemas de produ\u00e7\u00e3o em gr\u00e3os, j\u00e1 pensamos nos dois principais: convencional e plantio direto<\/a><\/strong>. Independente do sistema que voc\u00ea optar em sua fazenda, uma coisa \u00e9 certa: voc\u00ea estar\u00e1 visando a colheita.<\/p>\n
\u00c0 medida que a tecnologia avan\u00e7a, maior \u00e9 a intensidade de produ\u00e7\u00e3o do setor agr\u00e1rio<\/strong>, com no m\u00ednimo 2 safras e em alguns casos at\u00e9 3 safras por ano.<\/p>\n
Como isso ocorre na mesma \u00e1rea, h\u00e1 ainda a rapidez na comercializa\u00e7\u00e3o e tudo isso se torna poss\u00edvel com a colheita mecanizada<\/strong>, \u00e9 o que aponta Alessandro Alvarenga, que \u00e9 consultor t\u00e9cnico e coordenador em agricultura de precis\u00e3o do Rehagro.<\/p>\n
Ele exemplifica que, no caso do milho, ocorre esses dois tipos de colheita:<\/p>\n
\nNo milho, quando ele atinge a matura\u00e7\u00e3o, o colmo seca demais e ocorre queda de algumas espigas, pelo vento e demais fatores. A colhedora n\u00e3o tem a capacidade de colher esses, sendo necess\u00e1ria a colheita manual.<\/span><\/em><\/p>\n<\/blockquote>\n
Apesar da colheita mecanizada ser vantajosa, por apresentar mais rapidez, ela tamb\u00e9m tem seus pontos negativos e um deles \u00e9 a perda. Confira mais detalhes nesse v\u00eddeo do Alessandro com menos de 4 minutos:<\/p>\n