{"id":4218,"date":"2018-06-14T09:52:22","date_gmt":"2018-06-14T12:52:22","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.rehagro.xyz\/?p=4218"},"modified":"2022-10-21T12:02:22","modified_gmt":"2022-10-21T15:02:22","slug":"controle-da-mancha-aureolada-do-cafeeiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.rehagro.com.br\/controle-da-mancha-aureolada-do-cafeeiro\/","title":{"rendered":"Mancha aureolada do cafeeiro: como fazer o controle"},"content":{"rendered":"

A mancha aureolada<\/strong> \u00e9 uma doen\u00e7a que tem se destacado na cafeicultura brasileira nos \u00faltimos anos. Ela \u00e9 causada pela bact\u00e9ria Pseudomonas syringae pv. Garcae<\/em> e foi constatada pela primeira vez em 1955, na regi\u00e3o de Gar\u00e7a, no Estado de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n

Tal enfermidade era mais comum nas regi\u00f5es cafeeiras mais frias, como os estados do Paran\u00e1 e S\u00e3o Paulo, por\u00e9m, nos \u00faltimos anos tem-se constatado tamb\u00e9m nas zonas cafeeiras do Cerrado Mineiro (Tri\u00e2ngulo e Alto Parana\u00edba), Sul de Minas e \u00e1reas de elevada altitude das Matas de Minas.<\/p>\n

Tem maior severidade, em sua maioria, em lavouras novas<\/strong>, com at\u00e9 4 anos, mas lavouras velhas que foram podadas e viveiros de mudas podem ser altamente vulner\u00e1veis.<\/p>\n

\n <\/p>\n

Sem tempo para ler agora? Baixe este artigo em PDF!<\/span><\/strong><\/p>\n