{"id":4324,"date":"2018-06-15T15:46:52","date_gmt":"2018-06-15T18:46:52","guid":{"rendered":"http:\/\/blog.rehagro.xyz\/?p=4324"},"modified":"2022-11-23T09:59:51","modified_gmt":"2022-11-23T12:59:51","slug":"tristeza-parasitaria-bovina","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.rehagro.com.br\/tristeza-parasitaria-bovina\/","title":{"rendered":"Tristeza parasit\u00e1ria bovina: qual a melhor forma de atuar contra essa doen\u00e7a?"},"content":{"rendered":"

A tristeza parasit\u00e1ria bovina (TPB)<\/strong> \u00e9 formada por um complexo de doen\u00e7as hemol\u00edticas que possuem agentes etiol\u00f3gicos diferentes, por\u00e9m com sinais cl\u00ednicos parecidos.<\/p>\n

Dentre elas est\u00e3o a anaplasmose e a babesiose, sendo estas doen\u00e7as ocasionadas pelas riqu\u00e9tsias e por protozo\u00e1rios, respectivamente.<\/p>\n

No Brasil, Anaplasma marginale, Babesia bovis<\/i> e Babesia bigemina<\/i> s\u00e3o os principais pat\u00f3genos envolvidos no complexo da TPB. Os preju\u00edzos ocasionados pela tristeza parasit\u00e1ria bovina s\u00e3o altamente significativos, principalmente nas regi\u00f5es end\u00eamicas de sua ocorr\u00eancia.<\/p>\n

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